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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

F1: notas sobre o GP

Nota para a corrida: 7, 8, sei lá.

OBS: Provavelmente essa nota é altamente influenciada pelo meu gosto por corridas em ciruitos estreantes + chuva. Não fosse o safety car, seria nota 9, eheheh.

+ Particularmente, gosto de corridas de estréia porque ninguém sabe direito os caminhos da pista e o resultado varia entre: vitória esmagadora do melhor time (em função de sua maior capacidade, $$$ + competência, para se adaptar mais rapidamente) ou corrida maluca com direito a muitas zebras.

+ Sobre este GP em si, na verdade a chuva lavou a alma do pessoal de Yeongam. Sob calor, sabe-se lá se o asfalto agüentaria as 65 voltas. Com a chuva, a pista foi literalmente lavada. A areia foi pelo ralo e no fim das contas, o GP foi bem divertido.

+ Este foi um Grande Prêmio tão peculiar que mesmo no compacto de 54 minutos da Globo, mais de metade da edição mostrou as voltas atrás do safety car. O mais curioso para mim foi notar como no trecho do cotovelo, apesar de estar chovendo como na época da Arca de Noé, com os pilotos no ritmo “marítimo” do carro de segurança, o “trenzinho” lembrou Mônaco, rsrsrsrsrsrs.

+ Antes de falar sobre o que aconteceu nas 65 voltas deste primeiro GP da Coréia do Sul, gostaria de começar esta resenha falando sobre a F1, suas equipes e sobre primeiros pilotos, segundos pilotos, Vettels e Webbers.

A idéia geral é de que a Red Bull tem três escolhas: Webber, Vettel ou o vice campeonato. Para alegria geral da nação (eu, você, a Mclaren e o Alonso), a equipe não se pronuncia oficialmente sobre o assunto e seus pilotos continuam se bicando, colocando em risco um título que (merecidamente) já deveria ser da Red Bull.

Isso tem um pouco de ligação com a rejeição dos EUA em relação a F1 e com a própria natureza da categoria. A F1 não é exatamente um campeonato de pilotos. Isso basicamente é importante para Senna, Massa, Schumacher, FISA, Rede Globo, e os românticos que acreditam nas corridas como (acima de tudo), um esporte. Fórmula Indy sim é campeonato de pilotos (por isso chaga ter 10 vencedores em uma temporada, 40, 50 inscritos para Indianápolis, etc). F1, é campeonato de equipe, por isso a abissal diferença técnica entre o pior carro (o Hispania F1-10 por exemplo) com qualquer dos Dallara usados por Penske ou Ganassi.

Na F1, fundamentalmente, as estrelas são os carros e numa boa parte dos casos, o piloto é apenas uma formalidade para que o carro dispute o campeonato.

Dito isso, neste primeiro GP da Coréia do Sul, já dá para afirmar que a Red Bull meio que jogou fora um título (merecido) que teve mais de uma chance para garantir.

+ Jogo de equipe pode não ser a melhor coisa do mundo, mas é assim que se constrói a equipe campeã. É como aquela frase: “daí-me coragem para mudar as coisas que posso, serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar e sabedoria para saber a diferença entre as duas”. É uma questão estrutural do esporte de competição: apenas um vence. Sendo assim, em uma dupla, sempre há um perdedor. O que a equipe pode fazer é tentar que pelo menos um de seus pilotos vença. Competição sem jogo de equipe, só se for nas olimpíadas, no atletismo, basquete, futebol, volei, etc. Isso é um fato.

Dito isso, quem seria o primeiro piloto da Red Bull? Em 2007, Webber chegou por baixo no time. Todo mundo sabia que ele seria o escudeiro de David Coulthard. Naquela altura, as portas da decadência (antes do estrelato que teimava em não chegar) Mark ficou bem satisfeito. Se pensarmos bem, Webber está mais do que no lucro porque (na Red Bull) Coulthard (contratado a peso de ouro) não teve nem 10% das chances de vitória que o australiano está tendo nos últimos anos.

Aí chegamos à pergunta: Webber merece ser o primeiro piloto do time em 2010? Segundo a tabela de classificação fria e calculista, sim. Nenhum argumento pode mudar o fato de que Webber tem mais vitórias, e por conseqüência mais pontos (mesmo com o apoio “desestimulante” da equipe).

+ Você fã de Sebastian Vettel com certeza tem argumentos para discordar das palavras escritas acima. Concordo com você. Como disse, Webber sempre foi um piloto veloz, porém nem mais, nem menos que a média da F1. Um Thierry Boutsen da vida que foi contratado, feliz da vida, como segundo piloto. Fato.

O currículo do jovem alemão (pré Red Bull), é superior ao de Mark Webber. Vettel é o piloto mais jovem da história a marcar pontos (8° lugar em sua estréia pela BMW, EUA/2007). Sebastian é O CARA que esmagou um piloto do calibre do Bourdais, O CARA que (em seu primeiro ano completo na F1), fez pole e venceu (com méritos) em uma Toro Rosso! Sem dúvida, realmente Vetttel é (sob esse ponto de vista), “O” cara.

SIMPLIFICANDO: Vettel é o piloto que 99% dos amantes do automobilismo gostariam de ser (se fossem milionários), kkkk.

Bom, esse é o histórico do piloto que chegou como estrela na Red Bull. Ao contrário da maioria das revelações, Sebastian continuou fodástico em um time de ponta, colocando (por muitas vezes) em cheque a capacidade de Webber como piloto capaz de vencer. Em 2009, o que Mark levou anos para conseguir pelo time, Vettel conquistou em seu primeiro ano na Red Bull: 4 vitórias.

Pelo currículo, Vettel merece ser o primeiro piloto. Antes do início da temporada, o alemão seria aposta óbvia até mesmo para aqueles que não conhecem muito mais que o “Filipi Maça”, o Senna e o “Rémilto”.

Porém (é aí que a coisa muda), Vettel erra demais para um piloto de ponta e (faltando apenas duas corridas para o fim da temporada), o resultado disso somado a alguns azares é : 14 pontos a menos que Webber. E não se trata de uma virada do australiano. Em 2010, Webber sempre esteve na frente. Na verdade Vettel conseguiu diminuir a diferença, mas nunca chegou a estar na frente do companheiro.

Portanto, em 2008, Vettel seria o primeiro piloto, porque de fato foi melhor, mas em 2010 o primeiro tem que ser o que tem mais chances de vencer e em um time que pretende ser campeão, tem que ser assim. Por isso, GO WEBBER!

+ Podem chorar os passionais/irracionais, mas é exatamente porque isso não acontece na Ferrari que Alonso ressurgiu para um título improvável como aconteceu com Kimi Raikkonen em 2007. Por pior que seja o jogo de equipe, é exatamente por isso que a Ferrari faturou 6 títulos e dois vices nos últimos 10 anos.

+ Nesse GP da Coréia do Sul, para a Red Bull poderia ser “NO GP” já que tinha tudo para dar certo, mas deu tudo errado.

+ O que será que o Vettel consegue fazer para estourar tantos motores Renault (mesmo sem calor)? Se ainda fosse algo frágil como um Yamaha da vida, mas estourar tantos motores Renault (fabulosamente resistentes) é coisa que não se vê desde o final dos anos 70 e início dos 80, no auge da era turbo dos franceses.

+ OK, ok, ok, estes não são mais os Renault fodásticos dos anos 90, mas embora menos potentes, continuam tão confiáveis quanto.

+ Por falar na montadora francesa, Kubica conquistou um anônimo 5° lugar. Nada mais, nada menos.

+ No segundo carro do time, enquanto esteve na pista, Petrov foi bem. O problema é que ele não permanece na pista por muito tempo, e volta e meia, entre uma escapada e outra, ele não volta. Como vimos (violentamente) em Yeongam.

+ Ainda pelo meio do pelotão, Vitantonio Liuzzy fez uma corrida de sobrevivência e surpreendentemente chegou ao final... em 6° lugar!

+ ... enquanto Sutil, andando feito um louco (como nos “velhos tempos”) foi se enfiando aqui e alí até que acabou finalmente entrando pelo cano.

+ Velhos tempos do Sutil = 3 ou 4 corridas atrás, ahuahua.

+ Não fosse o Kobayashi ser tremendamente rabudo, teria abandonado logo após a panca com o alemão da Force Índia. Aliás, como o "Sauber de borracha" (aparentemente indestrutível) do japonês agüentou o impacto????

+ Entre alguns palavrões e lágrimas, deve ter sido (mais ou menos) isso o que Timo Glock pensou enquanto voltava para os boxes...

+ A vontade que me deu foi dar uns sopapos no Buemi. Glock vinha fazendo milagres de novo, correndo próximo dos pontos até que o suíço (a lá Gregor Foitek) transformou tudo em pedaços.

+ Viu por que gosto tanto das corridas com chuva? Dá para tantos coadjuvantes mostrar serviço em pista seca???? NOT.

+ LAR DOCE LAR MODE On: ainda sobre a Sauber, Nick Heidfeld feliz da vida por ter voltado para a “sua família” garantiu mais dois pontinhos para o time. Nada contra o De La Rosa, mas o carro aparentemente ficou bom desde que Heidfeld começou a pilotá-lo. Pior para o piloto espanhol e... muito melhor para Peter Sauber e para quem torce pelo time.

+ Quem torce pela Sauber? Acho que só...eu. Hauhauhaua.

+ O caso de Heidfeld é só mais um exemplo de que, quando estamos felizes, trabalhamos mais e melhor. O psicológico conta demais, e quando a auto confiança não está 100%, até um J.J. Lehto vira reject. Portanto, De La Rosa, o grande bode expiatório de 2010, está absolvido.

+ RESUMINDO: Pedro não é gênio, mas também não é reject. Só não teve a sorte do Alonso.

+ Quanto ao resto da “Turma do Fundão”, Bruno Senna e Yamamoto fizeram bem o seu papel: o brasileiro venceu a disputa interna na Hispania enquanto o japonês completou o GP. Cada um no seu quadrado, a dupla fez o arroz com feijão que dava para fazer.

+ Na Lotus, tudo continua dando errado para o Trulli enquanto o (ex- Pé na) Kova terminou como o melhor das pequenas. Mesmo longe, ficaram a três posições dos pontos. GO LOTUS!

+ Quanto a Williams, Rubinho faz o que pôde. O cara anda numa fase em que, até na fila para o banheiro encontra o Schumacher pela frente. Pode ter muito dedo da mídia nessa “briga”, mas no fim das contas (assim como a vaga para a Copa Sul-Americana no Brasileirão, por exemplo), essa rivalidade nostálgica entre os dois ajuda a animar a briga pela décima posição...

+ Na corrida, como Rosberg, Vettel, Webber, e Button foram cartas fora do baralho, Schumacher chegou em quarto (este tenha sido seu melhor desempenho em 2010) enquanto Barrica vinha em quinto até seus pneus virarem chiclete. No fim, ao menos Schumacher pôde se gabar de ter chegado na frente do Kubica, enquanto o brasileiro finalizou em uma boa 7° colocação.

+ Lembrando que sétimo para o estágio atual da Williams está ótimo! O pontinho de Hulkemberg também ajudou. Em 2010, a temporada da equipe poderia ser definida como, “de grão em grão a galinha enche o papo”. Parecem poucos pontos, mas proporcionalmente ao orçamento deles, a equipe está no nível dos times que disputam o título.

+ No pódio, Hamilton errou sim, mas o erro se deve em parte ao fato da McLaren não estar no mesmo níel de Ferrari e RBD, ops, RBR (hauhauhauhau). Errar com o melhor carro é uma coisa, mas errar quando o piloto está tendo que dar 110% para acompanhar o ritmo dos outros é natural, ainda mais em uma pista “virgem”, totalmente encharcada.

+ No fim, o segundo garantiu uma sobrevida para a equipe quanto as esperanças do título, já que Button (sniff, sniff, sniff) é carta fora do baralho.

+ Na Ferrari, Massa sobreviveu, teve calma e, assim como Alonso, foi beneficiado pelos acontecimentos da corrida. O curioso é que teoricamente a Ferrari é a equipe que mais sofreria sob estas condições, devido ao problema no aquecimento dos pneus.

+ Sorte de campeã. Assim poderia ser definido para o resultado da Scuderia na Coréia do Sul.

+ Começo a inclinar a minha torcida para Fernando Alonso (apesar de não ir nem um pouco com a cara dele). Se Webber não conseguir, nas mãos do meu xará o título estará com quem merece. Duvido que outro piloto da atualidade estaria na posiçao que o espanhol está em um carro que se apresentou inferior durante a maior parte da temporada.

+ Na boa, coisa digna de Prost, e... se algo é digno de ser comparado ao Prost, então estamos falando de genialidade.


OBS: se o processo de "Made in Chinização" da F1 continuar, acho que vou acabar parando de escrever as resenhas sobre a F1. Na boa, ou eu não acordo (por não ouvir o despertador) ou acabo durmindo no início ou no fim dos GPs. A demora na postagem da resenha, em 50% se deve a isso.

Incrível como (quando o assunto é F1), no fim de tudo sempre está Bernie Ecclestone... como o culpado, hauhauha.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

CHARGE/Papel de Parade:

__Se a maré está ruim, não desanime Felipe. Tem muita gente torcendo por você...

OBS: hauhauhauahuahuahua.

OBS2: ah, esse é mais um papel de parede (1024 X 640). Centralize, deixe as laterais em preto, blá, blá, blá e mais tarde posto todas as notas sobre esse GP da Hungria.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel

quarta-feira, 28 de julho de 2010

CHARGE: editorial VEL MAX Pictures

__Pensa que esqueci do VEL MAX PICTURES? Essa é uma dica de como ele será, em breve.
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OBS: durante o dia o amigo Jorge Pezzolo me passou um wallpaper. No corpo do link estava escrita a palavra vergonha (sobre a ferrari em Hockenheim). Li e fiquei com essa palavra na cabeça o dia inteiro. De noite, vendo o Jornal do SBT, sem querer fiz a ligação óbvia: quem dá notícias e volta e meia fala "isso é uma vergonha"???
OBS2: e convenhamos, a falta de sutileza da Ferrari quando o assunto é jogo de equipe é digno de um editorial do Boris Casoy, claro, encerrado com seu famoso bordão.
__
__
Um abraço,
Fernando Ringel
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

F1: notas sobre o GP

+ Nota sobre o GP: 6,5

+ Demorou, mas finalmente me caiu a ficha. O novo Hockenheim tem seus defeitinhos (virou pista para menores de idade se comparado ao traçado antigo a lá Chuck Norris), mas até que é bastante trabalhoso para o piloto. Muito sinuoso, inclusive ensaiando algumas inclinações (cotovelo no Estádio), além de alguns leves aclives e declives.

+ Como sempre o GP foi chato (já era mesmo antes de Hermann Tilke passar a faca no traçado), mas isso se deve em parte as saídas de pista asfaltadas. Virou video game. Se a escapadinha do Button na primeira curva tivesse ocorrida no velho Hockenheim, teria sido um belo crach test.

+ No fim das contas, se salva vidas e evita fraturas, palmas. Porém...
_
"O VEL MAX ADVERTE: saídas de escape asfaltadas podem causar monotonia. Use com moderação".

+ No GP, até que para o padrão Hockenheim (com pista seca), teve bons momentos.

+ Schumacher está sentindo na pele o que ele mesmo fez Nelson Piquet sentir em 1991. Parece não haver jeito do heptacampeão segurar o tal jovem e promissor alemão (Rosberg). O máximo que o piloto que o ex-campeão decadente consegue é andar junto, vá lá chegar na frente do jovem comapnheiro em uma ou outra corrida.

Schumacher 2010 = Piquet 1991

+ Só para lembrar, o tal alemãozinho promissor "aposentou" o tal grande ex-campeão em 1991. Seria um remake o que estamos vendo na Mercedes este ano?

+ Na Williams, ao menos Barrichello conseguiu chegar na frente de Hulkemberg (com uma versão melhorada do Cosworth em relação ao motor usado pelo Rubinho). O brasileiro (como sempre) se classificou bem. Na corrida, chegou pertinho dos pontos, mas não deu.

+ Na Red Bull, Webber não fez nada de especial. Vettel, lutou, mas em Hockenheim, para surpresa geral e decepção dos alemães, acabou em terceiro.

+ Pelo menos terminou nos pontos, né? Para o padrão de bobagens cometidas pelo alemão nos últimos tempos, já está ótimo.

+ Na "hora H", a impressão é que (dentre os grandes), Vettel ainda está meio verde. É aí que Mark Webber cresce na briga interna dos dois da equipe.

+ No fim das contas, (apesar de Vettel e Webber formarem uma dupla veloz, cada um a sua maneira), parece que falta um piloto mais completo para o time, alguém mais equilibrado (velocidade + juízo) para fazer a Red Bull finalmente bater suas asas... e voar.

+ Na Renault, Petrov fez seu papel. Muito pressionado, Vitaly foi agressivo e marcou mais um pontinho.

+ A luta do russo é para ficar na Renault. Muitos dizem que essa é uma luta perdida pois a equipe teria se cansado dele. Sendo assim, o jeito é Vitaly fazer o melhor possível para conseguir uma equipe decente para o ano que vem.

+ Uma equipe decente = qualquer uma que não seja Hispania, Virgin, Villeneuve Racing, VEL MAX Racing (etc)
OBS: do jeito que aparentemente qualquer um parece estar concorrendo à 13° vaga para 2011, daqui a pouco até eu vou me inscrever, rsrssr

+ Além do quê, o $$$ do Petrov seria muito útil para qualquer equipe, especialmente para a minha modesta VEL MAX Racing (kkk).

+ Falando sério, considero um erro uma possível dispensa do russo. Vitaly é bom piloto, traz dinheiro, além de não ser uma ameaça para Kubica. Assim, Petrov não causa dores de cabeça para a equipe (como acontece entre Vettel e Webber na RBR) e a Renault pode continuar investindo tudo no polonês... que realmente faz por merecer uma atenção especial, né?

+ MOMENTO MÃE DINÁ: de repente o destino pode mudar tudo e aí... em exatamente um ano, de não qualificado na Brabham, Damon Hill venceu sua primeira corrida na F1 (Hungria/93). Vejo Petrov como um Damon Hill russo. Ninguém dá nada por ele, mas ele não é bobo.

+ Assim como a Williams, a Sauber quase chegou nos pontos. Koba fez o que pôde. De La Rosa parecia estar fazendo mais do que era possível até que... fiquei com a maior pena do cara.

+ Impressionante! Se um raio cair na pista durante um GP de F1, com certeza acertará o carro branco do espanhol.

+ Apesar da reclamação de Kamui quanto a aderência do carro, olha só como esse chassis é bom. Sem dinheiro (do nível de pindaíba da Hispania) a Sauber anda bem, marca pontos... tem seus bons momentos e tal. Imagina se a BMW ainda estivesse na F1. Esse chassis + todo o dinheiro da montadora no desenvolvimento + Kubica no primeiro carro...

+ No mais...
um desastre a "LOLtus" com suas "Caixas de Pandora", ops, caixas de marcha (hauahua).
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+ Finalizando (quanto as outras equipes), mas um pouco distante do fim desta resenha, o assunto (óbvio) é a Ferrari. O texto "QUEM MERECE VENCER? PILOTO OU EQUIPE?", na verdade fazia parte desta resenha sobre o GP da Alemanha. Acredito que alí expressei o que penso sobre o assunto e principalmente sobre a comoção sobre o ocorrido.

+ No texto só faltou citar uma coisa: ALONSO FOI MAIS RÁPIDO DURANTE TODO O FINAL DE SEMANA. (e nem coloquei ponto de exclamação, hein?). Não vou nem um pouco com a cara do espanhol, não gosto de politiqueiros, mas nem mesmo o mais xiita entre os fãs do Massa podem negar que o meu xará estava mais veloz. ISSO É UM FATO.

+ Embora pareça um erro grave da Ferrari ter contratado Alonso (um piloto com características muito parecidas com as de Felipe), temos que entender que o espanhol é enjoado, mas é muito bom dentro da pista. Kimi Raikkonen cansou da F1 (antes mesmo de anunciar sua saída) e ninguém sabia se Massa voltaria acelerando como antes (vide Wendlinger e Lehto que nunca mais foram os mesmos). Sendo assim, correu-se o risco de contar com um grande piloto (ainda que situações como esse embaraço em Hockenheim fossem previsíveis), o que assegurou para a Ferrari a possibilidade de disputar o título de 2010. Agora o Massa chora de raiva, mas se pensarmos bem, a vinda do Alonso (por consequência) foi até benéfica para Felipe.

+ Se Alonso não estive próximo dos líderes (no campeonato), duvido que a imprensa já não teria levantado dúvidas quanto a recuperação do brasileiro, sobre sua capacidade após o acidente na Hungria. Duvido que não teriam culpado Felipe pelo desempenho abaixo do esperado da Ferrari em 2010.

+ Felipe tem que se sentir feliz por estar vivo e poder mostrar seu novo troféu para sua esposa (que é bem "ajeitada", convenhamos) e para seu filho. Só para lembrar, Didier Pironi lutou muito, mas não teve essa oportunidade.

+ Quanto a anulação do resultado do GP, aham, vão sim.
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Igualzinho a "anulação" do vice campeonato do Schumacher em 97 (quando ele bateu propositalmente no Villeneuve).
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+ Tá, vou ser bonzinho. Talvez tirem só os pontos da Ferrari. De vez em quando eles usam essa saída paliativa/política. EX: Interlagos/ 95.

+ Se Alonso e Massa pilotassem por uma Sauber da vida, até acreditaria que a FIA mudaria alguma coisa, mas quando a acusada é a Ferrari... a$ coi$a$ $$$ão diferente$$$.
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OBS: sobre a multa de 100 mil, isso não é nem o dinheiro do troco do cafézinho para a Scuderia. No fim das contas, isso essa tal multa é muito mais uma maneira de punir a equipe sem punir ninguém que uma penalização.

Um abraço,
Fernando Ringel
@FernandoRingel ("SIgam-me os bons", kkk)

TEXTO:


Quem merece ganhar?
Piloto ou equipe?


Por Fernando Ringel

__Antes de falar sobre a corrida em si (postarei logo as notas sobre o GP da Alemanha), gostaria de falar sobre "a ultrapassagem que escandalizou a moral e os bons costumes".

Tá, não foi legal com o Felipe, certo? Aham, ok. Só que, imaginem se a Mclaren obrigasse o Senna a andar atrás do Berger em 1991. Seria melhor para o austríaco? Seria. Ele teria vencido mais corridas? Provavelmente sim, mas não tantas quanto o brasileiro... e seguramente a Mclaren não teria vencido os campeonatos de pilotos e construtores daquela ano.

Por quê? Ora, por que simplesmente Ayrton (por "n" fatores) estava conseguindo tirar mais daquela Mclaren que já não era mais o bicho papão de outras temporadas. O time de Ron Dennis estava correndo atrás do prejuízo em relação a primeira das "Williams do outro mundo". Isso lembra um pouco a Ferrari em relação a RBR?

Em 2010, a situação da Ferrari é pior que a da Mclaren em 91. A Scuderia está atrás da RBR e também da Mclaren. São dois rivais, 4 pilotos dispostos a estragar a festa de Maranello (sem falar que já estamos na metade da temporada).
_
Não é uma situação como a do GP da Áustria de 2002,
onde realmente a equipe italiana sacaneou o Barrica.

Naquela época, a Ferrari estava em uma situação muito mais confortável, com Schumacher liderando o campeonato. Rubinho foi de fato mais rápido que o alemão durante a maior parte do final de semana (incluindo toda a corrida, fato comum em A1 Ring). Naquela época, a ordem dos boxes foi muito mais um capricho infantil de Michael Schumacher que cautela por parte da equipe.
Voltando para 2010, quem (em sua vida profissional) nunca passou pela situação do Felipe?
Emprego = engolir sapos por dinheiro. Apesar desse ar de rock star dos pilotos criado por Bernie Ecclestone (junto com a "Hollywoodização" da F1 a partir dos anos 80), piloto é funcionário e equipes são empresas.

Apesar de multi milionários, Schumacher, Alonso e Massa não são os chefes. As experências de Alain Prost, Emerson Fittipaldi, Lauda (entre outros) como chefes, demonstra que apesar (outro apesar?) do talento acelarando, isso não significa que (mesmo os campeãos) sejam melhores que pilotos frustados como Colin Chapman, Ron Dennis ou Ecclestone são (eram) fora das pistas.

Na verdade, o que ocorreu em Hockenheim é um fato comum no automobilismo.

Este é um problema criado quando o primeiro chefe de equipe disse, "quero ter dois carros disputando o campeonato". Se apenas um vence, claro que em uma dupla de pilotos alguém vai ficar chateado.

Uma solução para essa característica do esporte a motor seria ter apenas um piloto por equipe,

o que considero mais justo, sem falar nas chances infinitamente maiores para a entrada de novas equipes e pilotos. Isso reforçaria a união do time, seria algo do tipo "somos nós contra o resto do mundo".

Porém (tem sempre um porém, né?), enquanto os cabeças do automobilismo não chegam a essa conclusão, isso será uma grande idéia apenas quando o presidente da FIA pensar nisso, daqui há uns 50 anos...

Se eu fosse dono de uma escuderia, a negociação seria a seguinte: "você vai ser o segundo piloto. Fará parte do time, porém sem regalias e sem reclamações. Aqui o primeiro piloto é o Alesi. (kkk) Você topa ser o segundo?" Se o cara topar, coloca no contrato que não tem essa de reclamar pela imprensa. Trato é trato.

Só o Mansell ficou com fama de chorão, (o Barrica tbm), mas a grande maioria dos pilotos são chorões. Piloto adora se fazer de vítima. Ayrton Senna, só para citar um famoso, é um exemplo máximo disso. É só não vencer que o mundo inteiro é culpado, tem que sempre alguém mal no caminho lhe impedindo de ser o melhor da Via Láctea e blá, blá, blá, buááá pra cá e buááá pra lá. Salvo um Kimi Raikkonen aqui e ali, isso se deve em parte pelo fato de que, ser piloto é coisa para milionários.

Os caras não tem experiência como funcionários. Enquanto o sonho do brasileiro é ter um carrinho popular usado e vá lá sua casinha própria, quem é piloto paga centenas de milhares de reais (euros, dólares) apenas por um teste, uma corrida em uma categoria de destaque. Aí quando a (empresa) Ferrari resolve pensar nos seus interesses (o título = o $$$, inclusive para pagar o salário do Alonso e do Massa), os pilotos (e os que só não são pilotos pq não são milionários, nós) acham ruim.

Um exemplo disso aconteceu ontém na Indy, em Edmonton.

A Penske tinha tudo para conseguir a dobradinha. Dominaram todo o final de semana. Pole para Will Power, corrida quase de ponta a ponta liderada por Helio Castroneves. Faltando 3 míseras voltas, bandeira verde e Power parte para cima do brasileiro. Helinho óbviamente se defende, os dois quase tocam rodas, o que, além de causar um possível abandono da dupla (!), ainda deu a chance de Scott Dixon assumir a segunda posição.

RESULTADO: em menos de duas voltas, por falta de um posicionamento da equipe, a dupla jogou todo um final de semana (dobradinha = prêmios $$$), tudo no vaso sanitário. Helinho foi punido, caiu para a décima posição. E Power? Estava em segundo para ficar com a vitória? Neca, Scott Dixon venceu. Chip Ganassi agradeceu pelo din-din enquanto Roger Penske ficou chupando o dedo.
Todos vemos a briga entre os pilotos como uma falha da equipe. O que tem seu fundo de verdade. Porém, dou a mão à palmatória: imagina o quanto deve ser difícil conciliar os interesses da equipe com os egos ultra inflados dos pilotos? Poor Domenicalli, poor Christian Horner. O descontrole do Helio Castroneves em Edmonton, após a punição, dá uma noção do quanto de estrelismo envolve o automobilismo.

De que adianta ter dois pilotos choramingando a perda do título merecido pela equipe enquanto um outro time saboreia o champagne? Reutmann X Jones, Montoya X Ralf, Mansell, Frank Williams é doutor nisso. O jogo de equipe sempre existiu e como disse Schumacher, não é errado, só deve ser feito com descrição. O que aconteceu com Massa não foi legal, mas...

pilotos são contratados (e muuuuito bem pagos) para defender os interesses da equipe. Já pensou se a equipe tivesse qye pagar milhões para defender os interesses dos pilotos. Seria meio estranho, não seria?

Em Hockenheim, Alonso saiu perdendo, Felipe (no seu ponto de vista) também, mas Ferrari fez uma bela dobradinha.


OBS: já posto a resenha completa sobre o GP de Hockenheim.

Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@Fernando Ringel ("Sigam-me os bons", kkk)

sexta-feira, 12 de março de 2010

GUIA VEL MAX F1/2010: Ferrari

Scuderia Ferrari: Alonso + Massa - catshup = MAMMA MIA!!!

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"feringel@yahoo.com.br: e a Ferrari?

[c=12]Pedro Ivo: Pra mim, por mais que Alonso e Massa falem que tá tudo bem, vai ter uma guerra declarada, principalmente depois da metade do campeonato


feringel@yahoo.com.br: Vai mesmo. Estranho seria se um dos dois aceitasse ser o segundo sem reclamar.”



__Se estivessemos em um cassino, de longe a Ferrari seria a favorita, por tanto, a aposta que menos daria lucro em caso de vitória. Caso os tempos da pré temporada sejam confirmados durante a temporada, Schumacher vai ter que se contentar com o pódio, porque provavelmente veremos uma reedição do que aconteceu em 1988, quando a McLaren conquistou 15 das 16 corridas.

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Na pré temporada, tudo OK: Pilotos OK, Carro, Ok. Pintura, agora sim OK porque nos últimos anos, (não sei vc, mas...) eu via o carro com aquela pintura “vidro de catshup” e pensava, “oh, my eyeeeeees!”, kkkk.

Alonso na equipe? Ok. Massa na equipe? Ok. Os dois serão companheiros???? OH, NOOOOO! Sinceramente, em um esporte em que só um ganha, ter dois pilotos do mesmo calibre é uma aposta pouco inteligente. Recentemente, a McLaren, com o próprio Alonso, perdeu um titulo certo por ter dois pilotos do mesmo nível se digladiando... enquanto Kimi Raikkonen (como sempre, na dele) faturou a taça.

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Como diria Luciano Hulk, “loucura, loucura, loucura”.

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7 - FELIPE MASSA (Brasil)

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Quem é?

Por muitos anos tido como o sucessor do Zacarias, Felipe trabalhou duro na Ferrari. Com humildade aprendeu o que pôde com Schumacher e após algumas corridas “muito massa” (kkk), conquistou o devido respeito da torcida brasileira.

A evolução de Felipe parece até caso de doping: de “peixe fora d`aguá”, já há algum tempo, até na chuva o cara “tira onda”, kkk.

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Vale o quanto pesa?

Em condições normais... claro! Os únicos “problemas” são, o nascimento do filho e obviamente o acidente sofrido na Hungria. Lembra como Nelson Piquet começou a entrar em decadência, após o acidente na Tamburello em 87? Já reparou como o Berger ficou meio anestesiado após seu acidente em 89? Poucas pessoas são como Niki Lauda, um cara que literalmente ressurgiu da cinzas... (hehehe, humor negro).

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Antes que você me pergunte por que o nascimento de um filho pode ser um problema, Gerhard Berger responde, “um piloto fica meio segundo mais lento para cada filho que nasce”. Se é assim, Felipe está meio segundo mais lento que no início do ano passado.

Parece que na F1, Felipe veio para ser eternamente provado.

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8 - FERNANDO ALONSO (Espanha)

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Quem é?

Pô, rapaz! Tá de brincadeira comigo? Quem é o Alonso? A pergunta certa seria: “quem é o cara?” ou “Alonso é O cara?” Eheheh, meu xará é realmente um dos grandes, basta dizer que peitou e conquistou (um de seus dois títulos) em cima de... um tal de Michael Schumacher.

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Na Ferrari, vai ter que ser inteligente. Felipe Massa tem muito tempo de casa e é querido por todos. Isso vai exigir uma certa humildade que não me lembro de ter visto no Alonso nem em seus tempos de desconhecido, quando corria pela Minardi.

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Vale o quanto pesa?

Pode-se dizer que Alonso faz parte do clube dos pilotos milagreiros. O espanhol anda bem em qualquer situação e é sempre candidato a vitória.

Se alguém ainda tem dúvidas sobre Felipe Massa, Alonso é o comparativo perfeito para mostrar quão veloz é o brasileiro.

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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

sábado, 31 de outubro de 2009

Combinação Perfeita:

__Atendendo ao pedido do leitor Alan Roberto...
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OBS: Já, já tem Robert Kubica (meu brother) fazendo dupla com Emerson Fittipaldi, na Indy!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Charge: Felipe Massa no médico






__Falando sério, desejo que tudo de certo para você, Felipe.



Boa sorte e felicidades.



OBS: O Ministério da Saúde (em Velocidade Máxima Total) aconselha: bom humor faz bem à saúde.





Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sábado, 22 de agosto de 2009

Coisas Estranhas que Você Só Vê Por Aqui (65)

__Apesar das minhas brincadeiras, nessas charges, estou torcendo muito para o Badoer. Se o cara for bem (sou um cara otimista, né?), quero ver a Ferrari segurar a Itália inteira fazendo pressão para Luca se o substituto definitivo do Massa, (talvez até mesmo em 2010).
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Seria até um bom negócio para a Scuderia. Badoer seria "O" segundo piloto, um cara que já está aos "48 do segundo tempo", prestes a se aposentar, e que finalmente acertou na loteria com essa chance na Ferrari. Luca não se importaria em receber "5 reais" para correr, e além disso, Badoer nunca iria contrariar as ordens da Ferrari... sem falar que ele é italiano, né??????
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OBS: Na boa, ele é bom piloto. No seu ano de estréia, deu um calor em seu companheiro de equipe, o vetarano, Michele Alboreto, (um dos melhores dos anos 80), só que o carro era horroroso (e não esotu nem falando da pintura, hein?). Por mais que Badoer e Alboreto se esforçassem, penavam fundamentalmente para se classificar para as corridas.
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Analisando friamente a carreira do Badoer, pelos carros que ele pilotou, dá para dizer que, no mínimo, Luca é um piloto "na média da F1", ou seja, infinatemente mais motorista que eu, você e a maioria dos pilotos das outras categorias top... incluindo até mesmo a Indy.
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Um abraço (e boa sorte, Luca!!!!)
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A Evolução da Espécie: Dor ( na Ferrari)

Felipe Massa>> Michael Schumacher >> Luca Badoer
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É Badoer, pensei mesmo. VEL MAX 2 X 1 Badoer (eheheheheh).
A verdade é que a a desistência de Michael Schumacher foi uma rasteira na imprensa do mundo inteiro. Essa "Evolução da Espécie" já estava pela metade quando o alemão anunciou que não voltaria a F1... só que consegui um jeitinho de reaproveitar o post... eheheheh.
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Como diria o Marco Brasil, (mega) locutor de rodeios, "AQUI NÃÃÃÃÃO, Tchê, tchêêêêêê"
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Eheheheh,
um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Fórmula Bobagem



__Bom ou não, Luca Badoer, apontado pela imprensa italiana do início dos anos 90 como "o novo Ascari", finalmente terá a chance de pilotar um carro vencedor... é, quero dizer, um bom carro (convenhamos, a Ferrari desse ano está uma m$%#@*) até porque Luca, na F1, nunca pilotou um carro decente.
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Não lembra?
Bom, BMS Scuderia Italia em 93 (credo), segundo piloto da Minardi em 95, Forti Corse em 96 (credo 2) e Minardi (de novo) em 99 (credo ao quadrado).
E o pior foi que, cansado de ser piloto de testes na Ferrari, Badoer pediu uma liberação de um ano para correr pela Minardi em 99, onde, no GP da Europa, estava em quarto lugar quando teve que abandonar... e acabou chorando debruçado em cima do, er, carro.

A ironia é que, por estar (penando) na Minardi, a Ferrari, já no final do campeonato, desesperada com a falta de opções para substituir Schumacher após o acidnete do alemão em Silverstone, teve que recorrer ao (na época) desempregado Mika Salo... que só não venceu em Hockenheim porque a Scuderia mandou o finlandês deixar irvine passaro, no finalzinho da corrida.

Desejamos melhor sorte a esse piloto que, na nossa opinião, não merece estar na lista de pilotos do (ótimo) F1 Rejects.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Coisas Estranhas que Você Só Vê Por Aqui (59)

Boas vindas Felipe
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OBS: Para quem não conhece a música (uma das minhas preferidas) http://www.youtube.com/watch?v=vkmr1qhdTks
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

terça-feira, 28 de julho de 2009

A Volta por Cima (ou O Apoio a Felipe Massa)




Lauda e Hakkinen: dois campeões que tiveram suas maiores vitórias após superarem a morte


Por Pedro Ivo

Que a Fórmula 1 é um misto de velocidade, emoção, e perigo, todo mundo sabe - na verdade chega até a ser um lugar-comum falar isso, ainda que não tenha havido tanta emoção assim nessa temporada. O próprio Graham Hill definiu a F1 uma vez como "fumar um charuto havana dentro de uma banheira repleta de gasolina", e essa provavelmente foi uma das frases mais corretas até hoje sobre a categoria.
Muitos pilotos passam a carreira toda sem acidente grave algum, ou no máximo com uma ou outra pancada que não deixa sequelas. Já outros saem da F1 marcados pra sempre, no bom e no mau sentido. Felipe Massa, como todo mundo deve estar sabendo, sofreu um acidente causado por uma mola solta do carro á sua frente, que o atingiu pouco acima do olho. Mas o foco aqui não é falar do acidente ou daquilo que veio posteriormente a ele, e sim sobre volta por cima.

Uma célebre frase de Alberto Ascari, que diz que "a melhor maneira de se recuperar de um acidente é entrar o mais rápido novamente dentro de um carro de corrida", e se há dois pilotos que fazem jus mesmo a essa frase - e, espero, sirvam de grande exemplo e motivação para o Massa em seu retorno às pistas (e a torcida de muita gente é grande para que ele retorne) - são Niki Lauda e Mika Hakkinen.

Lauda, no GP da Alemanha de 76, disputado no inferno verde de Nürburgring Nordschleife, sofreu um acidente no qual sua Ferrari pegou fogo. O piloto ainda conseguiu ser retirado do carro com vida, mas com um percentual grande de seu corpo queimado. Foi submetido a infindáveis cirurgias plásticas, na tentativa de deixá-lo sem sequelas (quaisquer viessem a ser) do acidente. E a descrença em sua volta - à vida e às pistas - era tão grande que chamaram um padre para lhe dar extrema-unção, padre esse que ele expulsou no melhor estilo Nélson Piquet, dizendo "Preciso de médico, e não de padre!". As sequelas físicas, de fato, não foram tão grandes, mas Lauda ficou desfigurado, sendo chamado ironicamente pelos tifosi de "Il nostro Frankenstein".

Porém, foi após isso que em menos de 60 dias Lauda retornou ás pistas,conseguiu um quarto lugar em seu retorno e só perdeu o campeonato daquele ano por um ponto para James Hunt na última corrida, no GP do Japão, por medo confesso de correr sob um dilúvio e se acidentar novamente (e ainda assim deu o título de construtores à escuderia do cavalinho rampante naquela temporada!). A torcida ferrarista não o perdoou, queriam ver novamente o piloto que desafiou a morte e em tão pouco tempo retornou ao combate. Mas ninguém esperava que no ano seguinte o austríaco vencesse três corridas e levasse o título, e ainda mais que, após sua saída em 1979, retornasse três anos depois, pela McLaren e fosse novamente campeão, em 1984 - com o monstro de motor TAG-Porsche Turbo - por meio ponto, em cima de ninguém menos que Alain Prost, seu companheiro de equipe e, pasme, favorito ao título naquela temporada. O austríaco, naquele 1984, conseguiu seu tricampeonato, e definitivamente marcou a história não só como um dos melhores pilotos de toda a F1 - recebendo o justificado apelido de "piloto-computador" - mas também como um dos que mais foram marcados por ela.

Já Mika Hakkinen, quando partia para os treinos do GP da Austrália de 1995, tocou com seu McLaren numa saliência na pista e decolou. O impacto foi pesado e o "saldo" pior ainda: língua quase decepada, arcada dentária e base craniana fraturadas e sangue infiltrado nos pulmões. Hakkinen recebeu todo tipo de tratamento médico para poder retornar, de sessões de fisioterapia e exercícios de coordenação motora e reflexos visuais a atendimento psicológico . E o finlandês ditou em sua biografia "quando acordei e descobri que não tinha morrido, resolvi viver. E viver era voltar a pilotar". Hakkinen levou essa frase a sério e em 1998, em plena ascendência da era Schumacher, ganhou o título com o foguete prateado e preto projetado por Adrian Newey, que, em 1999 repetiria a dose no último GP, o do Japão, em cima do irlandês Eddie Irvine, para tristeza (repetida) dos ferraristas. Hakkinen se tornou o melhor piloto finlandês (junto com Kimi Raikkonen) na categoria, desde Keke Rosberg, e até hoje é o único finlandês bicampeão na F1. E vale lembrar que quase todos esses resultados foram conquistados após ele superar a morte.



Assim esperamos ver Massa o mais rápido possível: correndo e vencendo!

Felipe Massa, é verdade, ainda se recupera desse acidente. Tem se superado na recuperação, deixando os médicos otimistas. E ficam aqui nesse post os votos de melhora a ele, e a lembrança de dois grandes pilotos que não só driblaram a morte como retornaram às corridas com toda sede de vitórias e se firmaram como grandes campeões após isso. Massa tem mostrado nessa temporada que pode sim arrancar algum desempenho de um carro que começa a apresentar relampejos de melhora somente agora, e que faz sim jus à sua vaga na Ferrari. Seus títulos anteriores à F1, como dois campeonatos de F-Renault conquistados num mesmo final de semana, o título da F3000 com sobras e os bons préstimos fez à Sauber, além do seu desempenho em 2008 que quase valeu o título, provam isso.

E nós aqui do VEL MAX torcemos para que ele retorne logo às pistas, e com toda a sede de vitórias que Lauda e Hakkinen tiveram em seu retorno à vida!

terça-feira, 5 de maio de 2009

A Verdadeira Chance de Felipe Massa

Ser lembrado como vencedor que se superou ou conformista que não fez o possível:
uma escolha que só depende de Massa


Por Pedro Ivo

__Esse momento já foi visto várias vezes na F1 desde sua criação nos anos 50: um piloto, já tendo sido campeão ou não, passa por um momento de provação na carreira. Na maioria das vezes esse "momento de provação" consiste em ir pra uma escuderia menor e fazer o que pode por lá, ou até mesmo quando este se mantém na mesma escuderia, mas luta para que ela melhore durante o campeonato, pela escuderia não ter o mesmo bom desempenho do ano anterior.

Exemplos temos inúmeros, e entre eles até alguns brasileiros. Por exemplo, Nélson Piquet, já tricampeão, trocou a Lotus, onde estava há duas temporadas depois do tri, pela Benetton. A escuderia colorida já era razoavelmente boa antes da chegada de Piquet, uma vez que não faltavam investimentos. Mas a chegada do brasileiro deu um "boost", uma injeção de ânimo na escuderia, que precedeu as boas temporadas de 92 a 95, e rendeu uma infinidade de vitórias e dois títulos mundiais de pilotos á equipe, além de bons lucros tanto para o próprio Piquet quanto para o então chefão da Benetton, Flavio Briatore. Inclusive há quem diga que Michael Schumacher pegou um terreno bem mais amaciado por causa da passagem pelo Piquet na Benetton.

Damon Hill, já campeão, mas muito desacreditado pelos torcedores e várias pessoas do circo, provou sua capacidade de pilotagem e honrou seu sobrenome ao tirar leite de pedra na Arrows em 97 e dar as primeiras vitórias da Jordan entre 98 e 99. Ayrton Senna fez isso também quando já tinha três títulos no currículo, enfrentando por duas temporadas as "Williams de outro mundo" com Mansell em 92 e Prost em 93 com um equipamento que era evidentemente inferior, mas que mesmo assim obteve vitórias e pódios. O ídolo eterno da torcida ferrarista, Gilles Villeneuve, não se abateu na temporada de 81, e mesmo com um carro que era aquém das suas expectativas conseguiu duas vitórias.

Todos esses pilotos tiveram histórias de superação e luta, que marcaram não só suas carreiras como escreveram seus nomes nas escuderias onde competiram. E onde Felipe Massa se encaixa nessa história toda?
Simples. Além de já ter conquistado a simpatia da torcida brasileira, e de ser o primeiro piloto desde Ayrton Senna que de fato concorreu ao título, já mostrou que tem toda a capacidade de guiar sem erros, como ficou evidente em Interlagos no ano passado. Mas, Muito mais que 2008, essa temporada pode se tornar um divisor de águas na carreira dele. Ano passado ele tinha um carro que lhe dava todas as chances de ser desafiante direto ao título, ao passo de que esse ano a F60 já se mostrou um projeto mal-nascido e mal-executado. E, se com esse carro inferior ele conseguir resultados, ainda que mais modestos que os de suas temporadas passadas pela Ferrari - mesmo se levarmos em conta que ele dificilmente conseguirá ser campeão esse ano, já que escuderias como Brawn Racing e Red Bull Racing abriram bastante vantagem - isso fará uma diferença enorme. Não só em sua carreira na escuderia, como também na visão de boa parte da torcida, que verá que, tal qual Hill, Piquet, Senna e Villeneuve, entre outros que não foram citados aqui, ele fez mais que o equipamento em mãos lhe permitia e não se abateu perante os percalços que tinha pelo caminho.

Na verdade a trajetória de Felipe Massa já teve sim vários altos e baixos - assim como várias "horas da verdade" - , e isso não somente na F1. Em fins de 2001, quando ainda era um jovem campeão da então F3000 Internacional, ele foi sondado pela Sauber (hoje BMW-Sauber) - que na época era quase que um "time B" da Ferrari, quase como RBR e STR ou McLaren e Force India hoje em dia - para correr a temporada 2002. O garoto andou muito bem nos testes e atraiu a atenção do circo para ele. Durante a temporada, não andou mal, mas perdeu a sua vaga no final do ano, ficando fora do certame de 2003 e ocupando seu tempo como piloto de testes da Ferrari. E foi aí que sua carreira começou a mudar o rumo.

Até aquele momento, Massa tinha habilidade e capacidade, mas pouco se interessava pelas questões técnicas e internas da equipe. Não se importava muito em ajustar e afinar o carro para tirar o máximo dele, apenas queria acelerar e pronto. O ano que passou como piloto de testes da Ferrari o fez mudar essa visão de acerto do carro. E para isso contou com dois bons professores: Michael Schumacher e Rubens Barrichello. As temporadas seguintes que correu na Sauber (2004 e 2005) confirmaram a melhora, pois por vezes ele conseguiu chegar em 4º lugar nas corridas, ou seja, próximo do pódio com um carro que era até mediano, mas que não rendia o mesmo que as grandes da época (Ferrari, McLaren, Williams e Renault). Inclusive, em 2005, ficou na frente de Jacques Villeneuve, companheiro de equipe dele, além de ser um piloto muito mais experiente.

A tajetória continuou ascendente em 2006, conquistando duas vitórias e vários pódios no seu primeiro ano numa equipe grande (Ferrari), onde mesmo que tenha passado pelo mesmo jogo de equipe que minou a carreira de Rubens Barrichelo, continuou sendo um bom aprendizado para Massa, que ao final do ano começou a dividir as atenções da escuderia com Kimi Raikkonen, após a saída do heptacampeão Michael Schumacher. Mas Felipe tinha a seu favor a simpatia de Schumacher, assim como seu total apoio.

Em 2007 lutou pelo título até algumas corridas antes do final. Mas foi obrigado a ser escudeiro de Raikkonen em virtude da melhor colocação do companheiro de equipe no campeonato. E, em 2008 a situação se inverteu, onde Massa lutou até a última corrida da temporada, perdendo o título para Lewis Hamilton por poucos metros no GP do Brasil.

E onde entra 2009 na carreira de Felipe Massa? O verdadeiro ano do desafio. Mas um desafio grande, diferente dos outros. Se entre 2002 e 2005 a sua luta foi mostrar que tinha capacidade de ir para uma escuderia grande, e entre 2007 e 2008 foi para mostrar que podia lutar pelo título, agora é diferente. Tal qual ocorreu com Hill, Piquet, Senna e Villeneuve, Massa tem um equipamento que rende muito menos que o das velozes Brawn Racing e Red Bull. E esse momento é que fará diferença na carreira dele. Como? Simples.

Conseguir bons resultados sobre o companheiro de equipe não só levantará sua moral (que não é baixa) dentro da Ferrari, como o colocará numa posição mais confortável na disputa interna na escuderia de Maranello. Bons resultados com esse carro mais fraco também evitarão que sua carreira comece a declinar, e vale lembrar que em situações como a de Alan Jones na Arrows, pelo piloto não ter conseguido segurar a barra, isso marcou o começo do fim - ou até o fim declarado mesmo - da sua carreira. Tal qual a foto que abre o post mostra, esse ano é que Massa pode escolher seu verdadeiro destino na categoria. Se passar dessa temporada ruim com resultados no mínimo medianos, mesmo que conquistados à base de muito braço e suor, terá muito reconhecimento e o cacife (ainda maior) de exigir de toda sua equipe técnica cada vez mais. Caso contrário, terá seu companheiro de equipe saindo por cima (ainda mais por ele já ter um título mundial) e isso marcará um declínio indesejado na sua carreira, ocorrendo com ele o que pode ter acontecido com Alan Jones (como já foi citado) ou até com Nigel Mansell em seu retorno no fim de 1994, que, como não empolgou, não emplacou.

Muitas vezes já ouvi uma frase que diz que "o verdadeiro campeão surge das adversidades que enfrenta". E, nunca essa frase foi tão condizente com Felipe Massa, pois essa sim, mais do que nunca, é a hora da verdade para ele.

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sexta-feira, 27 de março de 2009

Guia Velocidade Máxima F1/2009: FERRARI

__Enzo Ferarri já dizia “Carro bonito é o que ganha corridas”. Deve ser mais ou menos por aí que a equipe fez o chassis da temporada 2009. Tudo continua lá, o motorzão (com tradição Ferrari de potência), os técnicos e engenheiros, os pilotos, mas e a beleza?
Com certeza, a ”Vermelha” foi uma das equipes que produziram o chassis mais esquisito.
Só perde para aquele chassis híbrido utilizado pela BMW com aerofólio dianteiro a lá “bigode mexicano” e para o “chassis Caminhão feito de Lego” feito pela Renault.

Felipe Massa (nº3): Calou a boca do mundo inteiro. Após aquela “sensação estranha” na Malásia, Felipe fez uma temporada magnífica, sensacional mesmo, ATÉ NA CHUVA!!!

A evolução de Felipe na última temporada lembra até os comentários entusiasmados do pessoal da Ferrari sobre a evolução de Didier Pironi em sua primeira temporada pela “Vermelha”. Olhando para trás, acredito que, mesmo que não tivesse morrido, em 1982 seria difícil para o Villeneuve segurar o Pironi. Parecia que só na base da politicagem interna da equipe mesmo. Pironi estava muito mais focado na temporada, partiu como um leão esfomeado, um “Ayrton Senna puto da vida com o Alain Prost”, enquanto Villeneuve, por mais raçudo que fosse, no início da temporada já tinha propostas de outras equipes.... mais ou menos como o “esforço de aluno CDF” do Massa em tirar nota 10 nos mínimos detalhes, e a postura “encostado com o burro na sombra” do Raikkonen no ano passado.
Voltando a 2009, tenho que fazer a minha retratação: Felipe, eu que já fiz tantas piadas sobre você, lhe desejo, sinceramente, MUITO BOA SORTE!
Kimi Raikkonen (nº4): Os boatos sobre sua aposentadoria precoce fizeram muito sentido na segunda parte da temporada 2009. O que será que aconteceu com os finlandeses no ano passado? Raikkonen e Kovalainen tomaram uma esfrega colossal dos seus companheiros de equipe...
Quanto ao Kova, não sei se foi apenas uma questão de motivação, mas quanto ao Raikkonen, ele é assim mesmo. Quando menos se espera, Kimi aparece muito veloz e ganha.
Raikkonen, o finlandês mais mineiro do mundo, o popular “come quieto”. Diria até que, dos pilotos da atualidade, Kimi é o herdeiro da “malícia calada” de Fittipaldi e Prost.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Estilos de pilotagem - Fisichella e Massa (falshback)

Olá amigos,
este foi o ponta pé inicial para a criação do VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL
Em 27/12/07, o Rodrigo Kalango postou esse comparativo na F1 Brasil. Não li todo o texto, nem vi os videos, mas achei o post tão rico que convidei o Rodrigo, na época já era queridinho do pessoal da F1 Brasil, para fazer comigo um blog.
VELOCIDADE MÁXIMA é o nome de um programete sobre automobilismo, com duração de 5 minutos, que faço na Rádio Frutal AM, onde trabalho.
O Kalango fez a conta no Hotmail, e acrescentou o TOTAL ao VELOCIDADE MÁXIMA porque já existia uma conta com esse nome.
O blog foi para o ar e este comparativo entre Fisichella e Massa foi o primeiro post.
Nessa época eu ainda não sabia direito como fazer o header, sabia apenas que queria colocar a foto do Johnny Herbert mostrando o dedo do meio ao comemorar a sua primeira vitória, ehehehe.
Por causa dos seus comentários estilosos e ricos em detalhes na F1 Brasil, depois convidei o Lucas Peterson para fazer parte do blog, mas outro dia conto melhor essa história.
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Fernando Ringel
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Estilos de pilotagem - Fisichella e Massa
Giancarlo Fisichella tem um estilo de pilotagem interessante. Fisichella acerta seus carros para saírem mais de frente, de acordo com seu estilo de pilotagem. Fisico prefere frear mais tarde, carregando mais velocidade para dentro da curva, com o carro saindo levemente de frente. Não ataca demais as zebras, o que causa um pouco de perda de velocidade de contorno das curvas. Seus movimentos de volante não são agressivos, são progressivos, o que o ajuda a poupar um pouco os pneus dianteiros. Acelera progressivamente, permitindo um desgaste menor de pneus. Além disso, Isso pode lhe ajudar muito no ano que vem, sem controle de tração.

Isso pode ser visto nesse vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=7ZWIKHtyar4

Felipe Massa tem um estilo peculiar de pilotagem. Tem um estilo agressivo, usando carros mais neutros (nem sai muito de frente nem muito de traseira). Felipe freia bem cedo, faz reduções de marchas suaves, poupando os freios e o câmbio do carro. Acelera muito cedo e totalmente, usando bastante o controle de tração, mas isso pode acarretar um desgaste maior dos pneus traseiros. Esse estilo faz com que ele entre mais devagar nas curvas, mas faz com que entre mais forte nas retas, já que acelera bem cedo. Felipe usa mais as zebras em curvas lentas, mas nas curvas rápidas usa pouco as zebras.

Pode ser visto nesse vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=_1rAE7qHr6g
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Rodrigo Kalango

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Coisas Estranhas que Você Só Vê Por Aqui (41)

Reação de Massa sobre as declarações de Lewis "Eu Sou Foda" Hamilton e Sebastian "Burdé":



Fernando Ringel

sábado, 11 de outubro de 2008

Boa Sorte Massa!!!

Apesar da brincadeira, BOA SORTE (com letras maiúsculas) é exatamente o que nós do VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL desejamos ao piloto que pode dar o primeiro título mundial de Fórmula 1 para o Brasil desde 1991!!!
Boa sorte Felipe!

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Esse ano estou bem de torcida. O último título do Brasil na F1 foi em 91 e o último título Brasileiro do Flamengo foi em 92. Acho que esse ano dá para comemorar os dois.
"Vamo lá Mengão!"


Fernando Ringel