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terça-feira, 25 de maio de 2010

INDY: Pole Day/Bump Day


Wellington Lucas - Mais uma pole-position de Hélio Castroneves na Indy 500. Esse ano promete muito!

WL - Finalmente a Ganassi se achou na Indy em 2010. Franchitti e Dixon se classificaram no “Fast 9” com o escocês levando o 10T a terceira colocação e Dixon com o carro nº9, larga em sexto.

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WL - A FAZZT do canadense Alex Tagliani está muito bem! Para quem pagava para correr ano passado, largar em quinto na Indy 500 é uma bela demonstração de força. Convenhamos, transformar o espólio da antiga Roth e uma coisa competitiva não é para qualquer um .

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WL - Ainda sobre a FAZZT, se Bruno Junqueira tivesse disputado o Pole Day, ficaria no “Fast 9” facilmente.

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+ Fernando Ringel – Para mim, o Brasil tem cinco grandes talentos desperdiçados (em nível internacional) nos últimos 20 anos: Tarso Marques, Ricardo Zonta, Enrique Bernoldi, Max Wilson e Bruno Junqueira.

Fico feliz vendo o mineiro fazendo jus ao seu talento e a sua vocação, o automobilismo top.

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WL - Quanto a Newmann-Haas, Hideki Mutoh ficou no “Fast 9” junto com a Rahal Lettermann do Graham Rahal. Aproveito esta nota para apontar esses como dois dos qua considero favoritos para a vitória na Indy 500.

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WL - A Penske conseguiu colocar no “Fast 9” seus três pilotos. Destaque para Will Power que divide com Helio CastroNeves a primeira fila. Queria que a Penske dominasse a primeira fila, mas não deu. Torci para o Briscoe roubar o terceiro lugar do Franchitti, mas o australiano do carro n°6 ficou mesmo em uma honesta quarta posição.

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WL – Menção honrosa para o Ed Carpenter, da Panther, mais um que se classificou no seleto “Fast 9”. Depois que a equipe dele foi para o saco, o cara não teve muito o que fazer. Na Indy 500, Carpenter está atrás de um bom resultado, visando angariar fundos e moral para voltar a correr em tempo integral na Indy.

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FR + PERGUNTA CRETINA MODE On: Sabe aquela banda, os Carpenters? Esse Ed Carpenter é aquele que cantava Mr Postman com a irmã?

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WL – Dãããa. Mudando de assunto, estou muito decepcionado com a Andretti Autosport, uma equipe que ficaria facilmente no “Fast 9”. Como se não fosse o bastante se classificar no meio do pelotão, Tony Kanaan quase foi bumpeado.

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WL – Falando "turma do fundão", Paul Tracy foi o único bumpeado que não curti. Enquanto fez frio, o canadense tinha sido o segundo mais rápido (na sexta-feira), mas no Pole Day a temperatura aumentou na região de Indianápolis e o carro perdeu muito em desempenho.

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FR + O carro do Tracy não rendeu no calor? Tremendo pé frio esse cara, hein? KKK. Falando sério, essa era a grande chance de Tracy conseguir um bom resultado, e com isso patrocínio para continuar na Indy. Com quase 50 anos e a fama de destruidor de carros... ADEUS PAUL TRACY! Vejo você nas minhas revistas antigas, sniff, sniff, sniff...

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WL – Quanto ao resto do pelotão, tudo normal, incluindo aí dona Milka Duno, aquela piloto que é um perigo...

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FR + ... para os outros pilotos

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WL – Vou ficar devendo o comentário sobre a rabeira do grid, pois são posições justas. Nada a declarar.

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FR + Não torci por ele, mas fiquei satisfeitissimo com classificação do Sato, vai ser legal ver a "Lotus" de novo na Indy 500. Agora é torcer para ele demorar para destruir o carro, assim dá para apreciar a belíssima pintura por mais tempo.

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FR+ Podem me chamar de viúva da CART (embora eu goste mesmo é do período entre a USAC e a CART, anos 80 até 1995), mas tenho saudades da época em que quase 50 inscritos disputavam as 33 vagas no grid...

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WL – Apesar de frustrar as minhas expectativas (esperava a Bia Figueiredo no Bump Day facilmente junto com a Simona De Silvestro), temos que dar os parabéns para a brasileira, a novata mais bem colocada no grid de largada em toda a história da Indy 500.

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WL – No mais, nos vemos semana que vem na resenha da corrida que finalmente vai ser narrada pelo Téo José e não com o Bolacha.

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FR + Buááá, eu queria o Luciano, pô! Na boa, Téo José é o cara para narrar a Fórmula Truck, mas na Indy (apesar de trocar o nome dos pilotos), dá-lhe Luciano do Valle!

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Não é por nada, mas eu torcia por três nessa Indy 500: Robby Gordon (nem participou), Paul Tracy (não se classificou) e Luciano do Valle. KARAI! Acho que assim como me sugeriu o Wellington, vou torcer pro Franchitti... aí o Helinho vai ganhar! KKKK.

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Por Wellington Lucas/Fernando Ringel

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OBS: a imagem no início deste post é um papel de parede (1200 X 768). É só clicar, salvar, centralizar, deixar as laterais em preto e esperar a corrida!

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Um abraço,

feringel@yahoo.com.br

@FernandoRingel (“Sigam-me os bons” by Chapolin, O Filósofo)

domingo, 7 de março de 2010

Separados no Nascimento: FEBRE AMARELA

__Demorei, mas o post finalmente está no ar. "RAPAIZ", não é que você está coberto de razão??? Exceto as laterais vermelhas dos aerofólios (by Total, petrolífera que curiosamente patrociniou e forneceu combustível para a Jordan por muitas temporadas), o Renault deste ano é mesmo muuuuuuuuuito parecido com a Jordan EJ15.

Só por curiosidade, este foi o último carro da Jordan na F1. Na foto vemos o português Tiago Monteiro rumo ao seu primeiro pódio, o último da equipe, no GP dos EUA de 2005 (corrida em que a Michelin acidentalmente "assassinou" Indianápolis), lembra? Seis carros largaram e Monteiro fez a sua parte, derrotando o companheiro Karthikeyan no mano a mano.

Não estou querendo rogar praga, mas parece que assim como a dupla da Jordan em 2005, Kubica e Petrov terão que se beneficiar de situações bastante adversas para conseguir resultados de maior expressão em 2010...
RESUMINDO: Agora vamos ver se o Kubica é mesmo tão bom o quanto parece.

OBS: prestes a se aposentar, Gil De Ferran teve chances concretas para finalmente correr na F1, no Jordan EJ15. Depos de Fittipaldi, Piquet e Senna, Gil é o maior vencedor do automobilismo brasileiro (venceu onde correu), e apesar da tentação, sabiamente optou por assisitir a F1 do sofá.

OBS2: No início da temporada ninguém apostaria um real que o Jordan EJ15 com motor Toyota conseguiria um pódio, mas caso tivesse aceitado o risco, no mínimo Gil teria conseguido o pódio em Indianápolis, o que seria épico já que o brasileiro venceu a Indy 500 em 2003.


Um abraço,
Fernando Ringel

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

COMBINAÇÃO PERFEITA: Making Of


__Ok, sei que essa ficou meio pixelizada, especialmente na região do capacete. Na verdade não ia postar essa COMBINAÇÃO aqui no blog, já que peguei uma foto (bem pequenininha) apenas para tornar "real" o sonho que o Wellington Lucas teve e que virou texto aqui no VEL MAX.
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Ontém mostrei a montagem acima, ainda sem legendas, para um amigo. No meio da conversa e farejei um causo, um novo post: pq não contar para vocês como a montagem abaixo foi feita?

No caso, a COMBINAÇÃO foi feita sem grandes preocupações, já que eu sabia que iria recortar todo o carro (que teria seu tamanho diminuido), apenas para encaixa o FW31 ao lado da Penske em Indianápolis...
Acima a ilustração que fiz para o post, já prontinha, do jeito que foi ao ar. Na última hora ainda tive que "construir" um pneu dianteiro para a Williams. Se vocês repararem na COMBINAÇÃO (Rahal FW31), vocês vão ver que a foto foi tirada exatamente do lado do carro, e para o meu desespero percebi isso quando coloquei a Williams ao lado da Penske... que estava em um ângulo mais em diagonal.
Uma hora de trabalho depois, (além do "pneu dianteiro extra") o bico da Williams foi alongado, abaixado e um novo aerofólo dianteiro foi feito...
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Ufa! Esse negócio de blog não é tão fácil quanto parece, mas quando aquela idéia que estava na sua cabeça aparece prontinha no monitor do seu computador... GOOOOOOL!!!
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OBS: Como o texto nasceu de um sonho descrito por um leitor, usei tons esbranquiçados na foto, para dar uma sensação de "imaginação", sonho... além do efeito ajudar a esconder o capacete do Helio CastroNeves (no texto, é o Briscoe quem cruza a linha de chegada colado na Williams), eheheh.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Leitores VIP: TEXTO

Por Wellington Lucas

__O que é “Smailliw”? Esse foi o pensamento de quase todos que viram o nome da equipe na tabela de inscrição para as 500 milhas de Indianápolis. Enquanto o pessoal da imprensa se virava para descobrir qual era a pronúncia correta do que mais parecia um erro de digitação que o nome de uma equipe, no paddock, começavam a surgir boatos sobre o time estreante.

Dentre várias histórias, a versão que mais fazia sentido dizia que a Smailliw seria apenas um time de fachada, uma espécie de testa de ferro, um “teste pra valer” de uma das mais importantes equipes da F1, na Indy.

Agora, se isso é verdade ou não, você vai ter que ler este texto até a última linha para descobrir, até porque muito antes disso, a equipe teria de disputar os treinos para TENTAR se classificar.

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Por motivos contratuais e pelo conflito de datas entre os calendários da F1 e da Indy, tudo foi feito em sigilo. Por isso, foi criado um novo nome, uma brincadeira usando as letras do nome da tradicionalíssima equipe da F1. Coisa de James Bond.

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Tudo pronto! O chassis usado na F1 em 2009 foi “tunnado” para o regulamento da Indy e pintado de azul escuro, para a festa dos fotógrafos e curiosos que ainda não tinham a mínima idéia de que equipe era aquela, e muito menos como se pronunciava Smailliw.

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Atrá$$$$ do máximo de atenção da mídia, a idéia era contratar uma dupla de pilotos americanos, de preferência com muita experiência em ovais, especialmente superspeedways... e que estivessem desempregados (pelo menos a filosofia pão dura quanto aos pilotos a equipe trouxe intacta da F1). A solução não saiu tão barata como se pensava, mas satisfez tanto os mecânicos quanto o pessoal que tentaria conseguir patrocínio para o time: no primeiro carro Graham Rahal e como seu companheiro o supercampeão da Nascar, Jeff Gordon.

Algum tempo depois, Gordon disse que aceitaria pilotar até de graça, pois queria ter a sensação de correr em Indianápolis pela última vez...

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Mas isso aconteceu depois da corrida, né? Voltando um pouquinho o “filme”, no Pole Day, surpreendendo a todos, a Smailliw classifica seus dois pilotos: Graham Rahal em quarto (!!!) e Jeff Gordon, qualificado no Second Day, em décimo oitavo.

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Dia 23 de Maio, tudo estava pronto para largada da Indy 500, mas as nuvens de chuva deram um banho de água fria na torcida... encharcando a pista.

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Empolgados com a classificação de seus dois carros, o pessoal da Smailliw, em tom de brincadeira, esnobou as equipes da Indy (AO VIVO PELA TV AMERICANA!), “voltem aqui seus covardes! Por que vocês estão guardando os carros? Aqui nos Estados Unidos os carros são feitos de açúcar? Coloquem pneus de chuva e disputem a corrida como homens!”

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No paddock teve muita gente que não gostou nem um pouco da “brincadeira”, mas como corridas são disputados dentro da pista, longe de qualquer bate boca, na segunda, deu para sentir no corpo a vibração do som, quando o locutor disse, “ladies and Gentleman, start your engines!”.

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Os gritos vindos das arquibancadas quase abafavam os motores dos 33 carros que se preparavam para a largada. Após a curva 4, já na reta principal, os pilotos cruzaram em VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL (eheheh, olha o merchandising do Fernando... hauahuah) e finalmente bandeira verde!

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Rahal saindo em quarto, antes da primeira curva já estava na liderança. Jeff Gordon pegando muitas posições já está em quinto lugar! Como a Smailliw estaa estreando na Indy, correndo pela primeira vez com seu chassis em um oval, niguém estava dando muita atenção para ela. Muitos acreditavam que seu desempenho se tratava de uma armação: ser o mais veloz possível enquanto os carros não quebrassem.

No mais, salvo algumas mudanças de posição, o pelotão da frente continuou assim até que na volta 57, Hideki Mutoh testou os soft walls da curva 1.

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A bandeira amarela perdurou até a volta 72 e a corrida foi reiniciada com Graham Rahal na ponta e Hélio CastroNeves, “babando”, em segundo.

Quando o brasileiro se preparava para ultrapassar o piloto da Smailliw ... advinha o que aconteceu? Outra bandeira amarela, dessa vez provocada por um enrosco entre Scott Dixon da Ganassi e Oriol Servia da Newmann-Haas Lanigan.

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Nos boxes Vitor Meira da A.J. Foyt e Danica Patrick da Andretti Green resolveram brincar de “bate-bate”. RESULTADO: bandeira amarela até a volta 95.

Neste momento, o pelotão da frente era composto por Graham Rahal e Ryan Briscoe (correndo com o número 3), seguidos por Jeff Gordon e Robby “Flash” Gordon, em um breve retorno Indy.

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Aí... como diria Téo José, “recomeçamos em altíssima velocidade”. BANDEIRA VERDE! Rahal não suportou nem uma volta após a relargada: Hélinho ultrapassou o americano na curva 3, por fora!

Na volta seguinte numa disputa roda a roda a lá Al Unser Jr e Emerson Fittipaldi na Indy 500 de 89, Hélio dá um “beijinho” no muro de Brickyard. Após o “selinho”, o brasileiro parou nos boxes e voltou para a pista desesperado para não levar uma volta dos líderes.

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Enquanto o piloto da Penske percorre a reta oposta em VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL (olha aí mais um “merchin” do Fernando, ahuahuahau) o resto do grid faz a curva 4, todos colados...

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Na reta principal, volta 175, é dada a bandeira verde! A partir daí o que se viu foi uma luta volta a volta entre Briscoe e Rahal. Você já ouviu falar de uma disputa roda a roda que durasse 25 voltas? Sem acidente? Foi o que o pilotos da Penske e Smailliw fizeram até que... bandeira branca!! Última volta!!!

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Assim como fez Gordon Johncock em cima de Rick Mears na Indy 500 de 1982, Rahal fecha a porta discriminadamente para Briscoe na curva 1. Já na reta oposta, se aproveitando do vácuo, Briscoe tenta mais uma vez por fora. Os dois fazem a curva três emparelhados. Ultima curva! Lado a lado, os dois se aproximam rapidamente da retardatária Milka Dulno. Rahal faz a curva por fora enquanto Briscoe tenta ultrapassar os dois por dentro.

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Na saída da curva 4, todos de pé. Como se pudesse entrar na pista e empurrar o carro do filho, quase entrando na pista, Bobby Rahal pula e grita nos boxes da Smalliw...

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Como se fossem Al Unser Jr e Scott Godyear na Indy 500 de 1992, os carros cruzam a linha de chegada sem que se tenha plena certeza de quem ganhou... porém, os números não mentem e a Smailliw venceu em sua estréia em Indianápolis! Os gritos da torcida chegavam a abafar o som dos carros! A sensação geral era de que presenciamos momentos históricos!

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Nas cerimônias pós-corrida, Briscoe foi atrás de Rahal. Durante o bate-boca, não fossem separados pelos fiscais, os dois teriam saído no braço! Como nenhum dos pilotos foi bobo de tirar o capacete, apesar dos palavrões, ninguém saiu machucado.

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Já no pódio, limpando o “bigode de leite”, finalmente Graham Rahal desfez o mistério: “Smailliw nada mais é que Williams escrito ao contrário.”

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Em uma mão, o piloto amercicano levou o troféu e na outra a garrafa de leite. Se despedindo das câmeras, mandou um tchauzinho e um abraço para um senhor chamado... Frank Williams.

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OBS: Essa corrida é fictícia. Tudo aconteceu em um sonho que tive de madrugada.

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OBS2: Eu á falei para o Wellington parar de tomar metanol enquanto lê seus antigos anuários da Indy, huahuahua.

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Depois de vencer em Monaco e Indianápolis, só falta Le Mans para a equipe do tio Frank conquistar a Triplice Coroa do automobilismo. Já pensou? Quando o Wellington Lucas sonhar com a corrida da Williams em Le Mans a gente posta a continuação da “SAGA SMAILLIW” aqui no VEL MAX, eheheh.

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Um abraço,

Criação da história: Wellington Lucas Costa

Adaptação do texto (+ alguns upgrades): Fernando Ringel


feringel@yahoo.com.br

domingo, 8 de novembro de 2009

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: Capitão América

__Mais uma dica do amigo Raphael Serafim (http://www.full-machine.blogspot.com/):
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__Scorpion entrou com base amarela do seu "capacete Simpson Bandit" (huahuahua) e o Capitão América com a estrela e a cor azul, inclusive na testa.
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Durante os anos 70 e 80, Johnny Rutherford poderia ser chamado de Capitão América. Por quê? Bom, o cara foi 3 pole e 3 vezes vencedor da Indy 500 (inclusive dirigindo chassis Mclaren) e campeão da Indy em 1980.
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Quer mais? Rutherford venceu em... Daytona, sua corrida de estréia na Nascar!
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Atualmente, Johnny é o piloto oficial do Pace Car de Indianápolis. Ok, digamos que essa foi a fase caipira do automobilismo americano, mas (pelo menos naquela época) Rutherford poderia ou não poderia ser o "Capitão América"????
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

terça-feira, 8 de setembro de 2009

A Evolução da Espécie: "Aerodinâmica"

Brabham 1972 (Indy 500) > Williams FW26 (F1) > Hamilton (F1) >> Mônica
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__Por que o Hamilton? Preste atenção no dois dentes da frente do piloto da Mclaren... não lembram os aerofólios do Brabham usado pelo Rutherford na Indy 500 e a Williams de 2004????? A Mônica foi só a "cereja dentuça" do bolo, hauhauhuahuahuahuah.

OBS: Antes de postar pedi a opinião do Edu Azevedo, modera da F1 Brasil. O nome dessa EVOLUÇÃO, "AERODINÂMICA" foi sugestão dele. Ehehehe, valeu Edu!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Coisas Estranhas que Você Só Vê Por Aqui (61)





















































Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Splash and Go!: O DIA EM QUE TONY GEORGE LEVOU UM CHUTE "NAS PARTES"


Por Wellington Lucas
www.formulaoneaddict.blogspot.com
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__A edição de 85 da Indy 500, no sexto ano de cisão de CART e IRL, as equipes Green, Ganassi e Penske voltaram a participar da corrida mais tradicional do automobilismo americano. Tudo era festa, porém, as equipes da CART não poderiam usar o chassis tradicionais por causa das especificações da IRL e, a Penske, não poderia estampar em seus carros a marca Marlboro por causa de uma lei que permite apenas uma marca de cigarro por categoria.

Na corrida, Scott Sharp o pole, a esparança que Tony George tinha de ver um piloto da IRL vencendo as equipes da CART, bateu na curva um... na primeira volta. A corrida seguiu com os pilotos de Penske, Green e Ganassi dominando até começar a chover entre as voltas 109 e 149, causando a interrupção da prova por 17 minutos.

Com os carros de novo na pista, já seca, os pilotos da CART voltaram a “fazer chover”. Hélio Castroneves da Penske venceu com seu companheiro Gil de Ferran em segundo. Michael Andretti da Green em terceiro, Jimmy Vasser em quarto, Bruno Junqueira em quinto e Tony Stewart (fazendo uma breve volta a IRL) em sexto, todos da Ganassi. Entre os pilotos da IRL, o melhor foi o chileno Eliseo Salazar( sim, aquele que levou uns sopapos do Piquet em Hockenhein, 1982!!!!) que chegou em... sétimo colocado com a A.J Foyt Enterprises.

Esse dia deve ter sido muito frustrante para Tony George e o pessoal da IRL.

Ao lado, a prova incontestável do

"Massacre de 2001,

na Indy 500"

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Olha Só Essa Foto!!! (08)

Ralf Schumacher com sua Williams, em um evento promocional da BMW, pouco antes dos primeiros treinos oficiais para o GP Indianápolis, 2004.
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Fernando Ringel

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Textos Clássicos do Verde(03): Parte 8

Roberto Moreno,
O Operário do Automobilismo
Por Fernando Ringel
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INDIANÁPOLIS 2007
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Aos 48 anos Roberto "Baixo" Moreno viajou para Indianápolis com a expectativa de disputar os treinos. Porém, depois de esperar por 2 dias a equipe que iria lhe dar um carro não apareceu. Você já ouviu falar de algum piloto que vai para o autódromo e a equipe não aparece?
Bom voltando a mais uma super história do Super Moreno, frustrado, o brasileiro aceitou o convite de última hora da Chastain para ajudar seu piloto, Stephan Gregoire, a melhorar os tempos.
No dia seguinte o americano bateu e fraturou uma vértebra. Aí fica a pergunta: quem estava no hora e momentos certos para assumir o cockpit?
Sem conhecer o carro, "SuprSub", foi para a pista e classificou o antigo Panoz-Honda na 31ª posição do grid, garantindo a participação da equipe nas 500 milhas.
De volta aos boxes, todo o time comemorava como se a 31ª posição do grid fosse um título mundial ou o prêmio acumulado da Mega Sena (foto acima).
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Você pode estar se perguntando: "Por que toda essa festa por fazer o 31ª tempo nos treinos? Isso significa que 30 pilotos, repetindo, TRINTA PILOTOS foram mais rápidos que Moreno."
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Você está certo, mas a verdade é que ninguém mais usava o chassis Panoz nos grids regulares da IRL, o que gerava um gigantesco déficit de evolução em relação aos Dallara. A Chastain era uma equipe minúscula, com uma pequena estrutura montada apenas para correr Indianápolis e sem nenhum patrocinador oficial.
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A equipe era tão "independente" que contava com a boa vontade da colaboração dos usuários do Linux como patrocinadores. Um desses usuários do Linux iniciou uma campanha visando levantar 350 mil dólares para que o logo tipo da Linux fosse estampado em lugares de bastante destaque no carro, como nas laterais ou no aerofólio traseiro. A Campanha conseguiu míseros 20 mil dólares, suficiente para colocar um minúsculo logo da Linux, o primo pobre do Windows, no bico do carro. (foto ao lado).
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São as circunstâncias do fato é que fazem dele banal ou heróico.
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Esse é apenas mais um dos causos envolvendo a história de Moreno que demonstra bem a precariedade de grande parte dos carros que ele dirigiu.
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E a corrida?
Bom, depois de uma classificação tão dramática o resultado na corrida perdeu um pouco de importância. Moreno, a equipe e os usuários do Linux já estavam no lucro apenas por participar.
Por que?
Porque todos na Chastian sabiam que, correndo lado a lado com equipes de ponta como Penske, Chip Ganassi e Andretti Green, Moreno pouco tinha a fazer. De fato foi o que aconteceu até o brasileiro sofrer um acidente, ainda no início da corrida. Um dos poucos acidentes em sua longa, e improvisada carreira, a bordo de alguns dos piores, e mais perigosos, carros da história do automobilismo Top.
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Quem assistiu as 500 Milhas de Indianápolis de 2007 só viu o carro de Moreno no momento do acidente, dando a entender que aquele piloto com capacete amarelo é apenas mais um "pereba". Por isso fizemos esse especial desejando que o "SuperSub" viva mais causos que deliciam aqueles que assistem as corridas porque realmente amam o automobilismo.
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Essa história do Moreno "SuperSub", de alguma forma, mexeu com você?
Então, parabéns, saiba que você entende o que realmente é o automobilimo.
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Os americanos chamam Moreno de SuperSub, fazendo referência a sua espantosa capacidade de substituir e andar tão bem ou melhor que os pilotos titulares da equipe:
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“ Roberto Moreno senta em seu Newman-Haas Swift esperando o início dos treinos livres. O sol começava a brilhar através das nuvens e Moreno ouviu seu apelido SuperSub(stituto) pelas suas performances diganas de uma estrela substituindo pilotos acidentados. Em muitos casos ele anda mais rápido que seus companheiros e termina em melhores posições que o piloto que ele está substituindo. É difícil acreditar que ele não tenha um bom contrato para o ano todo.” http://insideracingtechnology.com/chithurs.htm , 1998.
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XX
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Dois anos depois finalmente iniciava uma temporada contratado como piloto titular de uma das melhores equipes da CART na época, a Patrick Racing.
Pouco tempo depois do Gp do Brasil no Rio, Moreno participou de um chat, no Terra, ( http://chat01.terra.com.br:9781/entrevistas/2000/04/pupomoreno.htm ) explicando alguns momentos chave da sua carreira. Selecionamos algumas das perguntas e respotas mais interessantes:
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Rodrigo pergunta: Como você vê a Indy em relação à F1 atualmente?
Moreno: Rodrigo, hoje a Indy éuma categoria muito mais competitiva e que muitos pilotospodem vencer, pois todas as equipes podem se equipar com o mesmo equipamento que uma equipe que está vencendo tem. NaF-1, a equipe constrói o seu equipamento do zero e se o projeto não for vencedor desde o início é difícil mudar o equipamento e construir um carro competitivo no meio do ano. Na F-1 os motores são aspirados na Indy são turbo. Na Indy o carro pesa muito mais do que na F-1
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Moderador: Gostaria de saber porque os pilotos que saem da Indy e vão para f-1 não consegue ter sucesso quase sempre ficam no anonimato como o casa de Alex Zanardi?
Moreno: E o Jacques Villeneuve? Foi campeão na Fórmula Indy e na F-1. Acho que o Alex Zanardi é um mal exemplo. Ele antes de ir para a Indy nunca andou bem com as oportunidades que teve na F-1. Ele só teve sucesso na Indy. Se o cara for bom, ele se dá bem em qualquer categoria.
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fã anonimo pergunta: Você correu para a Lotus em 1981, o Emerson não tinha uma vaga para você na equipe dele neste ano?
Moreno: Fã anônimo, nunca corri pela Lotus, mas tentei classificar na Holanda em 82 sem sucesso. A imagem negativa que criei nesta tentativa atrasou a minha carreira 5 anos. O Emerson nunca me ofereceu esta oportunidade.
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Fabrizio pergunta: Eu admiro sua capacidade como piloto, mas eu fiquei indignado com o que fizeram com você! Quero saber como você se sentia quando na F-Indy não conseguia arranjar uma equipe certa para todo o campeonato? Qual era o problema para isso acontecer, já que aconteceu só agora?
Moreno: Pelo menos aconteceu. Na vida a gente precisa ser positivo e saber aproveitar as oportunidades que vem pra você. Na minha opinião, a razão por eu ter demorado a conseguir uma equipe competitiva como a Visteon Patrick Racing, foi que quando eu fui correr nos EUA em 96, corri em uma equipe com o orçamento muito limitado e sem condiçÕes de brigar na ponta. Isso deteriorou um pouco a minha imagem que finalmente consegui dar a volta por cima quando substitui os pilotos acidentados em 99 e pude demonstrar resultados que mudaram a minha imagem perante os donos de equipes da Fórmula Mundial.


Guilherme fala; Considero aquela corrida em que Piquet ficou em primeiro e você em segundo uma das mais espetaculares e um que você participou, e você?

Moderado: Moreno, te agrada a maneira como o narrador da Indy, Téo José, tenta rotular seu nome a expressão o OPERÁRIO DA VELOCIDADE?
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Infelizmente não houve tempo para que o “baixo’ respondesse essas duas últimas perguntas.
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X
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Depois de toda pesquisa que envolveu a produção desses 8 posts sobre o SuperSub(estimado), na minha opinião, sabe quem é Roberto Moreno?
Moreno é um cara que, como eu e você, não é filho de milionário e que mesmo assim andou em alguns dos carros mais cobiçados do mundo como Ferrari, Benetton, Mclaren, sem pagar nada, em diversas categorias top pelo mundo convivendo com os maiores pilotos do seu tempo.
Publicamente nunca li nada a repeito de alguma amargura em relação a sua carreira. Muito pelo contrário, vale ressaltar o tom otimista das suas declarações. No chat temos um exemplo disso quando um dos internautas lamentou algumas passagens da carreira do Moreno e a respota foi:
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"Na vida a gente precisa ser positivo e saber aproveitar as oportunidades que vem pra você."
Arrisco dizer que ele curtiu muito mais a F1 que muito campeão mundial.
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Por esse, entre outros motivos, a história de Roberto Moreno é mais uma que tira muito do valor dos títulos. Observando a sua trajetória fica claro como o esforço e o talento exigido do piloto para classificar um carro ruim, e ser taxado como um piloto ruim, muitas vezes, é maior que o esforço que um piloto mediano tem que fazer para ganhar uma corrida com o melhor carro. Como disse o nosso amigo Leandro Verde:
" Roberto Moreno, um dos pilotos mais impressionates da história do Brasil"... lembrando que o Brasil teve pilotos como Ayrton Senna, Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi entre muitos outros.
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Obrigado, parabéns e boa sorte Moreno! Estamos torcendo por você!!
a falta __
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Fernando Ringel