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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

(Charge) RENAULTGATE Sound System

__Ficou claro como foi exatamente isso o que aconteceu. O staff da Renault F1, liderados pelo Briatore, "gravou um CD com a programação do GP de Singapura/2008", CD que o Nelsinho leu, como se fosse um CD Player. Uma pena.
Desejamos mais sorte ao Nelsinho daqui para frente, sinceramente.
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OBS: Essa charge de um trabalho para ser feita...
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OBS2: O Ministério da Saúde (em Velocidade Máxima Total) aconselha: bom humor faz bem à saúde.
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Um abraço,
Fernando Ringel

sábado, 26 de setembro de 2009

Fatos e Fotos: RENAULTGATE

OBS: Seria (mais) cômico se não tivesse se tornado trágico....
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Um abraço,
Fernando Ringel

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Coisas Estranhas Que Você Só Vê por Aqui: Charge


"Substiuição na F1: Sai Briatore, entra Lotus."
E não é que as coisas estão melhorando???? _
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Um abraço,
Fernando Ringel

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Coisas Estranhas que Você Só Vê Por Aqui (64)

Na boa, o cara é f$%$$¨% mesmo, né?
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Textos Clássicos do Verde (05): Parte 4

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O
Fernando Alonso Desconhecido - 99/2001
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Por Leandro Verde
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Como a Minardi quase não havia feito testes de pré-temporada, ninguém esperava nada de Alonso ou de Tarso Marques. No entanto, a situação não foi tão ruim para o espanhol. Claro que o melhor carro (150cv mais potente que o de Marques) o favoreceu, mas, para os padrões da Minardi, o espanhol fez um belíssimo ano.
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Sem quilometragem o suficiente e sem conhecer a pista, Alonso largou em 19º dos 22 carros em Mélbourne. Em Sepang, pela única vez no ano, Alonso largou atrás de Tarso Marques. Nessas duas corridas, Alonso manteve uma tocada constante e conse-guiu chegar ao fim.
Em Interlagos, 19º no grid, à frente de Jenson Button da Benetton. Em Imola, melhor ainda: 18º, à frente das duas Benetton. Nessa corrida, graças à falta de equlíbrio de seu carro, bateu na Variante Alta, destruindo toda a lateral direita.
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Em Barcelona, Alonso obteve um de seus grandes desempenhos no ano. Largando à frente das duas Benetton e da Jaguar do outrora sensação Pedro de la Rosa, o jovem espanhol passou boa parte da corrida brigando com Giancarlo Fisichella com um carro pior. E no fim das contas, Alonso conseguiu chegar à frente! Até mesmo Galvão Bueno elogiou o piloto: "e esse Alonso é rápido, hein? Brigando no meio do grid com a Benetton. E os jornais espanhóis faziam isso, elogiavam muito o Alonso, sensação de Minardi, e criticavam o Pedro de la Rosa".
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No entanto, o carro da Minardi não avançava e Alonso começou a dividir a última fila com Tarso Marques com frequência. Em Hockenheim, Alonso obteve sua melhor posição de chegada naquele ano, um 10º lugar.
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Em Hungaroring, após rodar e abando-nar a prova, sofreu uma brincadeirinha (infelicíssima, diga-se) de Reginaldo Leme: "ele faz coleção de pedrinhas de brita e não tinha as da Hungria ainda". Reginaldo teve de morder a língua no futuro...
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Em Spa, Alonso sofreu seu primeiro grande acidente na F1: durante o warm-up chuvoso, enquanto fazia a Stavelot, Alonso rodopiava em alta velocidade e atingia a barreira de pneus. Foram 4 horas de exames médicos até a liberação para a corrida.
Em Monza, Alonso se colocou em brigas no meio do grid enquanto seu carro permitia.
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Indianápolis viu a melhor classificação de Alonso, um 17º lugar, à frente do ex-campeão Jacques Villeneuve e das duas Arrows. Em Suzuka, mais um 18º lugar no grid e uma corrida combativíssima premiada com um 11º lugar, à frente de carros muito melhores, como o Prost de Frentzen e a BAR de Olivier Panis. Sem dúvida nenhuma, uma das melhores atuações da temporada.

A grande sacada de Alonso era seu desempenho em todos os treinos, não só os oficiais. Era comum ver Alonso em 14º, 15º, 16º em warm-ups e treinos livres, o que mostrava que era um piloto que conseguia levar o Minardi a um desempenho inimaginável com outros pilotos. Suas corridas não eram tão boas em termos de resultados, mas sua combatividade o colocava no meio do grid.

Flavio Briatore percebeu isso e, ao invés de deixá-lo por mais um ano na Minardi ou aceitar uma possível transfe-rência para a Prost, decidiu manter Alonso como test-driver da "nova" equipe Renault em 2002, com boas possibilidades de efetivação para 2003.
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Briatore raramente cumpria suas promessas naqueles tempos, mas o fato é que Alonso era tão eficiente como test-driver, mesmo sendo jovem e relativamente inexperiente, que o espanhol foi anunciado como piloto oficial da Renault muito antes do fim e 2002.
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Ainda naquele ano, a Jaguar o requisitou para uma sessão de testes para que o espanhol aconselhasse a equipe, que tinha carros lentos e problemáticos. O conceito do espanhol estava altíssimo naquela época. _

O que veio a partir de 2003 todos já sabem. Vitórias, sucesso e títulos. Esse texto (gigantesco) foi apenas uma apresentação do que Fernando Alonso era antes da fama: um jovem muito rápido e que conseguia atuações acima de seus carros ruins.
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Lembrando que Alonso conseguiu se sobressair em uma Minardi(!!!!), em 2001, um ano de altíssimo nível entre os estreantes:

Kimi Raikkonen, Juan Pablo Montoya e o meu xará Alonso._
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Fernando Ringel

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Textos Clássicos do Verde (05): Parte 3

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O Fernando Alonso Desconhecido - 99/2001
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Por Leandro Verde
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Em Dezembro de 2000, a Fórmula 1 realizou testes em Barcelona com algumas equipes, e Alonso fez um de seus primeiros testes pela Benetton. Veja a notícia que saiu na época (15/12/2000) na imprensa brasileira:

"Jovem espanhol brilha no teste da Fórmula 1

O jovem espanhol Fernando Alonso, de apenas 18 anos, foi a sensação do treino desta quinta-feira, no Circuito da Catalunha, em Barcelona. O melhor tempo do dia ficou com o piloto revelação da Fórmula 1 na última temporada, o inglês Jenson Button, da Benetton, com 1min21s294 (59 voltas), obtido às 10h01. Mas Alonso, confirmando pertencer à geração de novatos talentosos sem experiência com a F-1, registrou 1min21s479 (42) com o mesmo carro e em um horário menos favorável, 12h43. "
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Diante disso, a equipe Minardi não mediu esforços para ter Alonso em um de seus carros. Para isso, demitiu seus dois pilotos, Marc Gene e Gaston Mazzacane após a última corrida. O problema era a falta de dinheiro que isso acarretou. Sem a PSN e a Telefonica, os dois patrocinadores dos pilotos demitidos, a Minardi simplesmente se viu sem dinheiro algum para 2001.
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Por algum tempo, a equipe esteve simplesmente parada, sem operações comerciais que garantissem sua sobrevivência para a temporada 2001. Muitos diziam que a Minardi não participaria da temporada a não ser que algum salvador aparecesse. E ele apareceu: Paul Stoddart, magnata da aviação australiana, comprou a equipe em Janeiro de 2001, rebatizando-a para European Minardi. Não demorou muito e Fernando Alonso foi anunciado como primeiro piloto.
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Alonso, até aquele momento, descrente da recuperação da Minardi, já negociava com equipes de ponta da Fórmula 3000 para uma segunda temporada, dentre elas a Petrobras Jr. Depois do anúncio, o espanhol chegou a participar de uma sessão de treinos da Fórmula 3000 com a nova European Minardi F3000, mas seu passaporte para a Fórmula 1, aos 19 anos, já estava carimbado. Seu companheiro de equipe seria o brasileiro Tarso Marques.
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Segunda feira Leandro Verde fala sobre a temporada 2001 na Minardi, os testes na Jaguar, Na Renault entre outras histórias e causos, típicos do VELOCIDADE MAXIMA TOTAL.
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Fernando Ringel

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Coisas Estranhas que Você Só Vê Por Aqui ( 47)

Briatore entediado com o calor de São Paulo e com a indecisão de Fernando Alonso.


Fernando Ringel

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Coisas Estranhas que Você Só Vê Por Aqui (39)


Demonstração de Flavio Briatore por Fernando Alonso.


Fernando Ringel