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domingo, 10 de outubro de 2010

F1: notas sobre o GP

Nota para o GP: 4

+ Corrida sonolenta (e isso não é uma referência à madrugada).

+ Antes de falar da corrida em sí, interessante como em Suzuka fica clara a evolução da F1. Como esta é uma pista pra lá de clássica, estamos mais do que acostumados a assistir e reassistir trechos de corridas disputadas alí. Até hoje curto alguns jogos do início dos anos 90 e a diferença na reaceleração (após a última chicane) é absurdamente clara. Os F1 de hoje simplesmente voam como se fossem Dragsters em relação aos F1 de 15, 20 anos atrás.

+ Por outro lado, isso não fez lá muito bem para Suzuka. As ultrapassagens minguaram consideralvemente com o passar do tempo. Como a pista já não tem muitas retas, se os carros voam nas reacelerações, não há pista suficiente para que o piloto que está atrás (a não ser que tenho um carro muito superior) consiga se beneficiar do vácuo e passar. Se os carros forem minimamente do mesmo nível, a ultrapassagem já se torna bastante improvável.

+ A briga entre Glock (um bom piloto) e Yamamoto (no pior carro do grid), ratificam essa certa velhice do (belo) traçado de Suzuka.

+ Por falar na Virgin, "rapaaaaaiz", me dá medo pelo Glock e pelo Di Grassi. Se eu fosse um dos dois, faria um seguro de vida rapidinho.

+ Se o "acidente" do Di Grassi tivesse ocorrido em velocidade de corrida, meu amigo...

+ Só para lembrar, ainda não inventaram Hans Devices que te salvem de coágulos no cérebro, que proteja seus órgãos da força G, etc, etc, portanto digamos que... seria bom para a saúde de qualuqer piloto, dirigir um carro seguro.

+ Quando a camera on board do Glock mostrou o alemão alinhando no grid, por um momento admirei sua coragem embora uma parte de mim condenasse sua "inconsequência". Agora, escrevendo estas palavras, vejo que a responsabilidade (ou afalta dela) é da Virgin. Seria no mínimo sensato chamar Glock para os boxes e só depois liberá-lo para a corrida.

+ Se eu fosse Nick Wirth, provavelmente teria chamado Glock para os boxes e fim de prova. Simples assim. Porém, essa seria uma confissão de incompetência, um gesto de altruismo em um mundo vigorosamente capitalista e impiedoso como a F1. Seria a auto-desmoralização de uma equipe que luta para permanecer (ou ficar) de pé.

+ Uma solução paliativa seria dizer para Glock andar com cuidado durante algumas curvas e simplesmente estacionar no meio da primeira volta em uma área de escape qualquer. Seria um abandono simulado, a equipe diria que foi um "problema hidráulico" e dos males o menor: se o carro do Glock tivesse tido algum problema como o do Di Grassi, além de alguns ossos, a imagem da equipe seria (possível e irreversivelmente) detonada.

+ Poucos lembram, mas o que de fato matou a Simtek (primeira empreitada envolvendo Nick Wirth na F1) foi a morte do Rartzemberger. Projeto decente, estrutura, marketing, apoio político, tudo existia na Simtek, mas a imagem da equipe foi manchada de sangue... e aí meu amigo, a o time apenas agonizou até meados de 1995.

+ Enquanto a Virgin se preocupa com bobagens como o tal release que o Di Grassi alterou e blá, blá, blá, talvez eles devessem gastar mais tempo e energia para que aerofólios não se desprendam e nem seus carros, e uma curva para a esquerda, subitamente virem para a direita.

+ Na Hispania, Yamamoto fez bonito. Foi realmente bem.

+ Bruno Senna também levou seu "carro" até o final. Ao menos isso a Hispania pode se "orgulhar": seus dois carros cruzaram a linha de chegada em seis GPs. Parece pouco, mas para uma "equipe de 1,99", está bom.

+ Na Lotus, euforia com o 12° lugar de Heikke Kovalainen. O (ex-) Pé na Kova continua recuperando o respeito que merece. Feito improvável a bordo do que chamam de Lotus Malaia(!!!).

+ Incrível, mas realmente (por "n" motivos) a cada GP eles estão mais próximos da zona de pontuação.

+ Ou seria, menos longe???? De qualquer maneira, GO LOTUS!

+ Na Renault, Petrov merecia uns sopapos e o Kubica... uma equipe melhor.

+ Dizem que a Lotus deste campeonato é do Paraguai, mas vc não vê o Trulli ou o Kova ficando sem uma roda traseira logo após a largada, não é? Pra falar a verdade, nunca tinha visto algo assim, nem nas F3 da vida. "Barbeiragem bem da loca", digna daqueles carrinhos que a gente compra nas banquinhas com produtos do Paraguai.

+ Além do segundo lugar (ou um resultado mais realista como um quarto, quinto lugar), com certeza alguém perdeu o emprego na Renault.

+ Enquanto a Renault vai lentamente caindo de rendimento (ou apresentando um desempenho mais compatível com sua atual fase de transição em relação ao surpreendentes resultados da equipe até algumas corridas atrás), a Sauber vai ressurgindo. Curioso notar a ligação que alguns pilotos tem com certas equipes. Em Suzuka ficou claro como a equipe suíça é a casa de Nick Heidfeld.

+ Todos temos disso: produzimos mais e melhor quando trabalhamos felizes. Agora sim, a Sauber tem uma dupla capaz de surpreender.

+ Sem falar nos "segredinhos" que Heidfeld, como piloto de testes da Mercedes, traz para os carros da Sauber.

+ Sobre o Koba, assim como escrevi na resenha sobre o GP de Cingapura, ele está no nível de evolução de onde Adrian Sutil passou (esfriou) e onde Vettel e Hamilton ainda estão: Koba varia entre altos e baixos na Escala Sen.

+ O que é isso? Calma. Koba, Vettel e Hamilton variam no que chamo de Escala Sen: muitas vezes SEN-sacional, como nesse GP do Japão, e muitas vezes SE-m Juízo (como vimos com hamilton e com o próprio Koba em Cingapura).

+ Ok, antes que um Professor Pasquale da vida venha dizer que "sem juízo" é escrito com "m" ao invés de "n", essa minha Escala Sen faz referência ao som da sílaba e ao significado das palavras. Realmente Koba alterna entre altos SEN-sacionais e baixos SEM noção.

+ Quanto a Suzuka, embora meio kamikaze, foi uma grande performance do japa. Uma beleza mesmo. De encher os olhos!

+ Quanto ao Massa, quando o emocional vai mal, aí todo o resto desenda. Como se ensina em qualquer auto escola, em um acidente, a culpa é de quem bate por trás. No caso, Felipe não foi simplesmente jogado para a grama. Rosberg estava com problemas na embreagem (por isso foi lento na largada). Felipe, como piloto do naipe da Ferrari, deveria saber que coisas assim podem acontecer. Massa não foi jogado para a grama, era basicamente isso ou encher a traseira do Rosberg.

+ Ou vai dizer que você queria que o Rosberg saisse da pista para você passar, Felipe?

+ Pior para o Liuzzi. Se tem alguém que pode se considerar azarado, amaldiçoado nessa história, esse alguém é Vitantonio Liuzzi.

+ Sabe o que separa os pilotos em atividade dos aposentados? Sorte. Quando ela acaba, Alboreto, Arnoux, Ickx e um monte de gente boa se transformam em coadjuvantes irreversíveis. Te cuida Felipe.

+ No mais, Alonso, Button e Hamilton fizeram o que dava. No fim, farantiram a sobrevivência de suas esperanças no título.

+ Na frente, a Red Bull deu asas para Vettel. Webber assistiu o cimpanheiro fazer barba, cabelo e bigode, o que dificultou a vida de quem brigava contra o sono e contra a corrida sonolenta.
Ao menos se tivesse chovido, né?

+ No fim das contas, vale ressaltar a beleza do capacete usado por Vettel. Com certeza, o mais bonito dentro o monte de pinturas (algumas muito toscas) que ele usou até hoja na F1.

+ Barrica (outro coloborador da monotonia), praticamente anônimo, marcou mais pontos preciosos na Williams.

+ Para finalizar, finalmente Schumacher andou melhor. Mesmo no sistema antigo de pontuação, Michael teria garantido seus caraminguás nesse GP. O tempo passa e a cada dia Schumacher (obviamente) pega mais a mão dos novos carros.

Ano que vem, com um carro feito com sua participação, aí sim teremos uma noção uma prova real sobre sua capacidade como piloto de F1 na atualidade. Para mim, o que mais está fazendo falta para Michael se chama... reabastecimento. Ninguém soube tirar mais vantagem disse que ele.

Quanto a sua idade, hoje as pessoas vivem mais e melhor. Para um dos pilotos com melhor condicionamento físico da hitória, não acredito que ter mais de quarenta anos seja decisivo para sua aposentadoria, ainda mais com carros cada vez mais "hidráulicos".

+ No mais, o negócio é esperar que o GP da Coréia do Sul seja realmente realizado. Fiz o papel de parede e não estou com tempo para fazer outro de última hora (rsrsrs). GO TILKE! GO! KKKK.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
("Sigam-me os bons", kkk)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

PAPEL DE PAREDE: GP do Japão

__ Vai um wallpaper (1024 X 768)? Centralize, blá, blá, blá e... BANZAI!


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

domingo, 15 de novembro de 2009

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: amarelo, verde e... vermelho???

__É isso mesmo, nessa EVOLUÇÃO, o piloto do meio é o irlandês Eddie Irvine! Ele era tão fã de Ayrton Senna que usou um capacete praticamente idêntico ao do brasileiro, desde sua estréia no automobilismo internacional, na F3 em 1983 , passando por F 3000 internacional (onde a foto acima foi tirada, em 1989), F 3000 Japonesa até que Eddie finalmente estreou na F1, no GP do Japão de 1993. Em uma ocasião mais que especial, e também para evitar ser confundido com Senna, Irvine manteve o mesmo desenho do capacete de Ayrton, apenas mudando o verde, amerelo e azul por vermelho e verde, cores da bandeira irlandesa.
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Através do dinheiro ganho na F 3000 Japonesa, Eddie conseguiu pagar para correr, na também irlandesa Jordan Grand Prix, as últimas duas corridas de 1993. "Enjoado" de tanto correr em Suzuka, Irvine fez de tudo um pouco na corrida. Brigou de igual para igual com Damon Hill (de Williams "do outro mundo e tudo) e quando era retardatário, reultrapassou o lider, e ídolo, Ayrton Senna. O irlandês acabou sendo novamente ultrapassado por Senna, mas ficou ali, "fungando no cangote" do piloto brasileiro até a bandeirada final.
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Senna venceu e Irvine estreou com um impressionante sexto lugar, marcando junto com o companheiro Rubens Barrichello, os primeiros pontos da Jordan naquele ano. Este foi o melhor resultado da equipe em toda a temporada!
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Depois da corrida, Senna foi tirar satisfações com Irvine, que feliz da vida (e provavelmente meio "caneado"), provocou o brasileiro... e acabou levando um soco no olho!
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Em termos de marketing, quer estréia melhor que essa? Correndo praticamente em casa, duelou durante boa parte da corrida com os figurões da temporada, incluindo o herói nacional Ayrton Senna, marca pontos e, (em função do soco) ainda é notícia nos meios de comunicação que não cobriam a F1?
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Mesmo que não tenha sido um marketing totalmente positivo, talvez nem David Ogilvy ou Whashington Olivetto conseguiriam atrair mais atenção da mídia para um piloto praticamente desconhecido. Mesmo após um desempenho apagado na Austrália, última corrida do ano, Eddie foi contratado pela Jordan para toda a temporada 94!
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Sempre muito rápido, especialmente nos treinos, o estilo extremamente agressivo, que lhe valeu atá suspensão pelo excesso de acidentes, demontrou o quanto muito além de gostar do capacete, havia uma identificação do Irvine com a maneira como Ayrton Senna pilotava.

No anos seguintes, o piloto irlandês seguiu na F1, cada vez mais calmo, usando seu capacete vermelho e verde até 1999 quando, após ser vice campeão e de saída da Ferrari, assinou com a Jaguar. Em homenagem à equipe, passou a usar um capacate preto, com um tigre pintado no topo e nas laterais... mas essa história a gente conta em um outro post, sempre aqui no VEL MAX!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

domingo, 4 de outubro de 2009

Notas sobre o GP do Japão /2009/

+ Gostou da montagem? É só clicar para aumentar e salvar. Este é mais um papel e parede, para você!

+ Nota para o GP: 2,0 (estou sendo bonzinho, hein?)
+ Esse chatésimo GP em Suzuka, o mais manótono dos que já vi ao vivo, reforça aminh a teoria de que, a decisão de um campeonato faz a fama de qualquer pista. Olhem só Interlagos. Nunca gostei do GP do Brasil e hoje entendo o motivo. A corrida sempre foi disputada no inicio do campeonato então, uma equipe, a que se deu melhor na pré-temporada, sempre dominava a corrida sem chances para ninguém.
Bastou Interlagos ser a última ou uma das últimas da temporada, para as corridas se tornarem ótimas. Até mesmo a volta de uma pista de verdade como Suzuka, sem a decisão do campeonato, ficou sem sal.

+ Button segue correndo como quem não merece o título, mas ele está como que Carlos Reutmann e Sitirling Moss nunca tiveram: SORTE DE CAMPEÃO.

+ Tudo graças ao Andrea De Sutil, perdão Adriam De Cesaris, ops, “PINBALL SUTIL”. O cara parece que tem que se envolver em alguma confusão, se não, “não tem graça”

+ Se tem uma coisa que o Sutil não é... sutil

+ Huhuhauahuahua

+ Não bastasse ter conquistado duas posições de graça, Button ainda teve a sorte... que raramente o Barrichello teve. Prova disso foi o acidente do “Alguerseiláoquê”.

+ Acidente que pareceu premeditado para pôr o Rosberg bem na fita. Pior para o Barrichello.

+ Também, né? Suzuka, com pista seca, sempre foi um circuito de poucas ultrapassagens, a não ser que você estivesse em 1988, em uma McLaren e durante a garoa...

+ Só assim para cruzar a primeira volta em 14 quarto e ganhar a corrida, né seu Ayrton?

+ Com certeza o pessoal do Box ficou enchendo a cabeça do Barrichello, diznedo para ele passar o Raikkonen...

+ Barrichello deve ter pensado algo do tipo “Como vc KERS que eu passe o Raikkonen na reta????”

+ Huhauhauahuauahu, coitado, missão impossível, né? Só se fosse o Stalone naquele filme horrível dele sobre Fórmula Indy, para passar uma Ferrari equipada com KERS em uma pista praticamente sem pontos de ultrapassagem...

+ Há alguma semanas tive uma experiência que dá uma noção de como deve encher essa pressão do box. Baixei o Woody Woodpecker, jogo do Playstation 1, cópia do Mario Kart 3D com os personagens do Pica Pau. Como a jogabilidade é uma b%$#%$#, e meu sobrinho não sabia jogar, lá fui eu de test driver. Enquanto eu me virava com o carrinho do Pica Pau, fiquei ouvindo o tempo todo, "vai mais rápido", "por que você bateu?", "por que você não passa o Leôncio?", "por que você está devagar?", "vira para cá", "faz isso", "aquilo"...

+ Te garanto que isso irrita.

+ Huahuahuahuahuahua.

+ Voltando à F1, e o Webber? Carta totalmente fora do baralho. O cara entrou tantas vezes nos boxes que até pareceu que ele estava correndo na Fórmula Superliga.

+ Se tem algo mais bizarro que um campeonato de automobilismo com equipes de futebol, são os pit stop “Deus nos acuda” da categoria. Entrar no pit, na Superliga, é como ser cego e estar no meio de um tiroteio.

+ Coitado, e é “nisso” que o Bourdais foi parar.... tsc, tsc, tsc.

+ Como se fossem casadas, “tanto na tristeza quanto na alegria”, em 2009, se a BMW se dá bem, TCHARANÃNÃÃÂ, a Toyota... também!

+ O Trulli é de lua. Quando ele está em um bom dia, “o céu é o limite”.

+ Que renascimento de Toyota e BMW, hein? Quando as duas já eram vistas como "ex-equipes de F1". De fato "A volta dos mortos vivos" ou " A volta dos que não foram", ehehehe.

+ Hamilton vai na dele. Mais um terceirinho, salvando oque parecia ser uma temporada perdida para a McLaren e reafirmando que ele é sim do nível do Alonso.

+ Nível do Alonso = anda bem mesmo com carro problemático.

+ Quanto ao Fisichella, serei rápido já que posto ainda nessa semana um texto que se chama “PROMESSA É DÚVIDA” sobre algumas gloriosas decepções e boas surpresas na história da F1.

+ Voltando ao presente, sobre o Físico, o que dá para aprender é que não existe meio termo na Ferrari, ou você vira ídolo e se torna parte da história da F1 ou é destruído.

+ Ferrari = Prova de fogo. Chuck Norris diria “é aqui que se separam os meninos dos homens (cuspida e coçada no saco)”

+ Hhauhauhauahuahuahua

+ Será que no final do campeonato o Nelsinho estaria tão mal quanto o Grosjean????

+ O que salva o “Salsicha” o Alonso ficou longe da zona de pontuação...

+ Grosjean = Franck Lagorce remixado????? Até o momento, acho que sim. Mais dois casos de desperdício de talento, sendo fritados pelas circunstâncias.

+ Pelo Buemi, parabéns para a Suíça. Depois de quase 30 anos, vocês tem um piloto veloz e agressivo a ponto de lembrar o bigodudo Clay Regazzoni.

+ Que bom negócio a Toro Rosso é para a Red Bull, hein? A equipe funciona como um vestibular, visando garimpar “estagiários” como Vettel, Buemi e boa supresa “Alguerseiláoquê”.

+ Lembrando que, se você vai bem na Toro, tem boas chances de “sair do estágio” e ser “contratado com carteira assinada” pela Red Bull.

+ Te cuida Webber.

+ Ainda falando da equipe “que te dá asaaaaas”, final de semana perfeito para o “Schumaquinho”.

+ Vettel venceu sem chances para ninguém.

+ E o Barrichello? Ser vice é motivo de orgulho, ainda mais nas condições em que Rubinho começou este ano.

+ Como diria a Marta Suplicy "relaxa e goza". O negócio é torcer por uma vitória em Interlagos, com certeza,

um dos sonhos do Barrica.

+ Vitória do Rubinho + torcida brasileira = festa como se fosse a conquista do título (e o Rubinho chorando).

+ Huhauahuahuah.

Um abraço e BOA SORTE, BARRICA!

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Olha Só Esse Video (10)!!!!!!!

Senna X Mansell (On Board) - Suzuka/91
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Mansell momentos antes de dar adeus ao título de 91.
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Este video foi postado pelo nosso brother Lex, o dono da Comunidade F1.
Alguns dizem que logo após o roubo da F1 Brasil, começaram tudo de novo e por algum tempo a comunidade teve cerca de 300 membros. Conversei com alguns membros mais antigos, que sentir saudade dessa época em que a F1 Brasil tinha "menos comentários, porém comentários mais selecionados".
Imagino que nessa época a F1 Brasil foi o que a Comunidade F1 é hoje.
Para você que ainda não conhece, acredito que a qualidade desse video, postado pelo Lex, ilustra bem o alto nível da Comunidade F1, que tende a melhorar ainda com a sua participação.
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=42904140

Clique no link, participe e divida o seu conhecimento.
Espero que, com a nossa participação, um dia a Comunidade F1 seja tão grande quanto a F1 Brasil.


Fernando Ringel

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Textos Clássicos do Verde (03): Parte 5

Roberto Moreno,
Operário do Automobilismo
Por Leandro Verde
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A PASSAGEM PELA BENETTON (1990 - 1991)
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Dias antes do GP do Japão, Alessandro Nannini, um dos pilotos da equipe, sofreu um acidente de helicóptero e quase perdeu um dos braços. Flávio Briatore se vê sem piloto para as duas últimas etapas, até que Piquet sugere seu amigo Roberto Moreno para o lugar de Nannini. Sem muitas escolhas, Briatore o convoca para a equipe para as corridas do Japão e da Austrália.
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E a corrida do Japão se mostrou a maior felicidade da vida de Roberto Moreno. Largando da 9ª posição, Moreno se aproveitou da batida de Prost e Senna na largada e dos abandonos e terminou na segunda posição, atrás de Piquet. Festa da Benetton e choro de Moreno. Depois de tantas peças do destino, finalmente o pódio o coroava. Com esse resultado, Moreno se assegurou para a temporada de 1991 na Benetton.
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Mas a temporada foi, no mínimo, estranha. Um carro irregular, o B191, desempenhos apenas regulares em corrida e azares (como o 3º lugar perdido a 5 voltas do final na corrida de Imola) prejudicaram a temporada de 1991 de Moreno. Até uma mal-explicada virose na corrida da França (onde Moreno teria vomitado dentro do capacete) o prejudicou. Após a corrida da Bélgica, Moreno tinha 7 pontos e uma volta mais rápida, feita exatamente na Bélgica, sua melhor corrida no ano. Mas eis que surge Michael Schumacher. Insatisfeito com Moreno e entusiasmado com o jovem alemão, Flavio Briatore quis assinar um contrato com Schumacher já para a corrida da Itália. As duas semanas entre a corrida da Bélgica e a da Itália viram um complicado problema entre Briatore, Moreno, Schumacher e Eddie Jordan, que foi parar na justiça comum. No final, os quatro entraram em acordo e Moreno perdeu seu lugar na Benetton para Schumacher. Em compensação, se é que se pode falar assim, Moreno correria o GP da Itália pela Jordan. Fala-se até hoje que Briatore o demitiu porque Moreno não era... bonito! Para Briatore, um piloto Benetton deveria ter boa aparência, compactuando com a grife, o que não era o caso de Moreno. Terminava aí a melhor fase de Moreno na F1.
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Lembro de um comentário publicado na revista 4 Rodas. Se não me engano foi o Niki Lauda quem disse: "Moreno deveria ser mais humilde e seguir a risca os passos de Piquet ao invés de tentar manter seus pontos de vista à força".
Não foram exatamente essas as palavras, mas era esse o conteúdo da declaração. Não tenho certeza de que foi o Lauda, mas esse é o tipo de declaração é a cara do austríaco, né?
Apesar dos pesares, seu desligamento da Benetton proporcionou ao brasileiro dirigir um dos carros mais bonitos da história da F1, o J191, uma das sensações da temporada 1991.
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Fernando Ringel