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quinta-feira, 15 de julho de 2010

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: genérico

__No canto esquerdo, Barrica ultrapassando Riccardo Patrese como o piloto com mais GPs disputados na história da F1. Apesar da fase azul, ecológica da Honda (iniciada em 2007 e que de certa maneira "jogou no lixo" o ano de 2008), poderia-se dizer que a comemoração dos seus 257 GPs (GP da Turquia/08) foi um raro sinal de luz em um fase negra para todo o time, especialmente um eclipse nas carreiras do brasileiro e de Jenson Button.

Na segunda foto, a pintura utilizada pelo italiano Vitantonio Liuzzi desde que se tornou piloto de testes da Force India. Oficialmente esse capacete estreou na F1 ano passado, no GP de Monza, quando Liuzzi substituiu Fisichella (que assim como eu, e provavelmente você, achava que ia se dar muito bem na Ferrari, sniff, sniff, sniff...)

Embora mantenha sempre o mesmo desenho, Liuzzi, assim como Trulli, gosta de mudar o visual do capacete. No caso desse, um lado é verde e o outro vermelho enquanto o centro é branco. Obviamente trata-se de uma alusão ao desenho da bandeira italiana (que combinou perfeitamente com as cores dos carros indianos). Coincidência ou não, o casco do Liuzzi ficou ou não ficou parecido com o do Barrica?

OBS: desde 1997, perdi a conta de quantas vezes torci e me decepcionei com o Fisico. Uma pena, porque ainda hoje acho ele um piloto muito capaz... e a Ferrari do ano passado, uma tremenda fogueira para qualquer um que não conhecesse plenamente o carro.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

quinta-feira, 11 de março de 2010

GUIA VEL MAX F1/2010: Force India - Mercedes

Force India F1 Team: Barba, Cabelo e Bigode

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"feringel@yahoo.com.br: tá na hora de falar sobre a Force India.

[c=12]Pedro Ivo: Rapaz, a Force India está sendo cotada como uma equipe com potencial, coisa que não acho um devaneio. Os os caras já mostraram que não entraram pra fazer mera figuração no circo."

)
__Quando a Force India estreou em 2008, meio mundo de gente torceu o nariz. O que se sabia era que eles tinham comprado o que tinha sobrado da Jordan, e nada mais. Tudo indicava que seria mais uma daquelas inúmeras empreitadas aventureiras bancadas por milionários a la Hesketh, Andrea Moda, Forti Corse e outras rejects menos cotadas._

Eis que, ainda em 2008, Adrian Sutil quase terminou o badalado GP de Mônaco nos pontos. Só não o concretizou a façanha porque tomou um totó de Kimi Raikkonen no finalzinho da corrida. Epenas em sua quarta corrida na F1, "seu" Vijay Mallya havia demonstrado que não tinha vindo pra fazer figura no circo.

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A princípio 2009 parecia um repeteco do ano anterior. Os pilotos, quando estavam pra terminar a corrida nos pontos, batiam ou se desgovernavam. A coisa foi nesse embalo até os GPs da Bélgica e o de Monza. Em Spa, Giancarlo Fisichela fez milagre ao conquistar a pole e o segundo lugar na corrida. Em Monza Adrian Sutil finalmente deslanchou e marcou um quarto lugar.

2008 foi bom, 2009 foi melhor e 2010 PROMETE!

________________________________________ (Texto: Pedro Ivo)

14 - ADRIAN SUTIL (Alemanha)

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Quem é?

Pelas performances, o Fernando na certa deve chamar o Sutil de "De Cesaris versão remix", e não está errado em fazer isso. Sutil já mostrou que é veloz e que consegue arrancar de carros não tão bons um desempenho razoável, tal qual De Cesaris fazia. O único problema comum aos dois é: ambos não conseguem ser constantes. Basta lembrar que em 2009, por vezes Sutil estava entre os ponteiros quando, do nada, batia em alguém ou perdia o controle do carro. Sanando esse defeito, tem tudo pra deslanchar de vez na F1.

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FR - “Pelas performances, o Fernando na certa deve chamar o Sutil de "De Cesaris versão remix", kkkkk. Pedro Ivo = gênio.

Falando sério, Sutil é o típico piloto que tanta andar mais que o carro, e geralmente se dá mal... as vezes fazendo alguns strikes no grid. Ainda assim, Sutil é um dos pilotos por quem torço.

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Vale o quanto pesa?

Pelo tempo que está no time indiano e pelo relacionamento que tem lá dentro, vale bastante. Se em 2010 vier um carro, e ele melhorar o defeito descrito acima, tem tudo para brilhar.

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15 - VITANTONIO LIUZZI (Itália)

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Quem é?

Um piloto que poucas pessoas se lembram, Luizzi teve atuações discretas por onde passou. Nunca mostrou a que veio, ainda que seja dotado de relativo carisma dentro do circo. No entanto, vale lembrar que carisma não ganha corridas, infelizmente.

FR - Não me lembro de outro piloto que seja tão ou maisxabeçudo que o Liuzzy. Tô falando sério...

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Vale o quanto pesa?

Foi test-driver do mesmo time que agora é piloto titular. Logicamente tem um bom relacionamento com a equipe, e nas poucas corridas em que participou ano passado, não chegou a andar mal, ainda que tenha ficado no zero. Dentro das possibilidades da equipe, uma boa aposta.

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FR – RESUMINDO: BB, bom (para os padrões da Force India) e barato .

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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A Evolução da Espécie: gêmeos

__Todos estamos carecas de saber que a Froce India nasceu das cinzas da Spyker, representa a terra natal do Dhalsin (do Street Fighter, lembra? “Yoga Fireeee”, kkk) e blá.blá, blá.


E quanto a outra equipe? Se trata de uma ilustre desconhecida, a International Draco Racing, equipe italiana tradicional em diversas categorias, especialmente na Formula Opel e F 3000.
Para quem não se lembra, a Draco foi o time de Rubens Barrichello, Ricardo Zonta, Bruno Junqueira, Pedro Lamy, Marcus Winkelhock (sim, o mito), Felipe Massa, Esteban Tuero, Gualter Sales, José Luis de Palma, Djalma Fogaça, etc e etc.

A Draco foi equipe do venezuelano Pastor Maldonado, estreante esse ano pela... aaaaah, éééée, por qual equipe mesmo????

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HUMOR NEGRO MODE ON (kkk):

Se alguém souber, favor deixar um comentário com a informação.

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HUMOR NEGRO MODE OFF:

Bom, voltando a pintura das duas equipes, no final dos anos 90, as equipes de F3000 passaram a ter as mesmas cores das equipes de F1. Essa foi uma tentativa de aproximar as duas categorias, e principalmente uma tentativa de fazer a F3000 ser o que ela foi criada para ser: uma categoria que prepararia os pilotos para a F1... tarefa que ela sempre deixou a desejar.

Naquela época (1999), as equipe continuaram com seus nomes originais, mas eram popularmente chamadas de Mclaren Jr, Benetton Jr, Prost Jr, etc. Como a tática não solucionou o problema da F3000... essa coisa de equipe junior foi abandonada.

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Vinte anos depois, a Draco não compete mais na F3000, ou GP2 (nesse caso a ordem dos fatores não altera o resultado), mas reavivou a idéia: 2009 foi o primeiro ano da parceria com a Force India.

A equipe italiana funciona como uma escola para futuros pilotos da Force India, enquanto a equipe do seu Vijay Mallia dá um upgrade técnico na Draco.

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No primeiro ano deu tudo certo. O belga Bertrand Baguette venceu o campeonato por antecipação, e inclusive já testou os carros de F1 da Renault e da BMW... e claro, mais dia menos dia testará os Force India.

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OBS: Este post foi feito em trio: Pedro Ivo viu o carro e me deu a dica. FIz a montagem e ao mostrar para o Wellington Lucas, ele me falou da tal parceria entre as duas equipes.

Aí pesquisei mais alguns ingredientes aqui, umas coisas da minha própria memória ali e cozinhei essa feijoada, ou melhor, esse post, ehehhe.

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OBS: Na Le Mans World Series by Renault, além da Force India italiana, existe também uma equipe com a mesma pintura idêntica a usada na F1 pela RBR, mas até por sugestão do próprio Pedro Ivo, optei por não fazer um SEPARADOS NO NASCIMENTO sobre essa equipe já que não se trata de uma semelhança entre dois carros diferentes, e sim duas equipes diferentes com o mesmo patrocinador.


Se fosse assim, eu faria dezenas de SEPARADOS NO NASCIMENTO só com os carros, motos e lanchas patrocinados pela Marlboro.

Aliás, essa é uma serie que vou iniciar aqui no VEL MAX: o mesmo patrocinador, porém em categorias completamente diferentes. A primeira será a John Player Special que patrocinou lanchas, monopostos e acreditem, até um Fórmula Uno aqui no Brasil!

Será um tipo diferente de "EVOLUÇÃO em E$$$PÉCIE", kkk. Aguade!



Um abraço,
Fernando Ringel

sábado, 12 de dezembro de 2009

A Evolução da Espécie: Laranja + branco + verde = Lata Velha???

__Primeiro, Christian Fittipaldi no Lola Toyota utilizado pela Newman Haas na conquista do título da Champ Car (com Cristiano Da Matta), em 2002.

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Na segunda foto, o Force India de 2009 seguido pela versão feita no Caldeirão do Hulk para um velho Fusca 1969, no quadro Lata Velha.


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Não parece que os três carros tem o mesmo patrocinador???

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OBS: Apenas como curiosidade, muitos dizem que a Volkswagen, entre 1954 a 1969, tenha mudado apenas o vigia traseiro e o parabrisa do Fusca, porém neste mesmo período foram feitas mais de 2.500 modificações em várias partes do chassis, incluindo o motor!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

domingo, 22 de novembro de 2009

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: Verde + branco + laranja


__A história do Force India VJM02 todos conhecem bem, mas e quanto a tentativa da Subaru entrar na F1?

Com o sucesso da Honda e a entrada da Yamaha na categoria, em 1989, Carlos Chitti, famoso preparador "pai" dos Motori Moderni, começou a trabalhar em um propulsor da montadora japonesa que seria usado na F1. Como Chitti tinha um longo relacionamento com a Minardi, os primeiros testes do motor Subaru aconteceram no M188, carro usado pela equipe italiana no ano anterior. Para tristeza de Giancarlo "durango" Minardi, o motor tinha muito pouca potência e foi recusado pela equipe.

Com o orgulho arranhado, Carlo Chitti começou a trabalhar em um novo motor e a proposta feita para a Minardi (com alguns upgrades) foi oferecida para a Coloni: injeção imediata de muito dinheiro (vindo de empresas japonesas) e fornecimento gratuíto de motores + ajuda técnica da própria Subaru!

Depois que de desmair (brincadeira minha, hauhauha), Enzo Coloni fechou negócio. Mais ou menos como aconteceu na compra da Brawn pela Mercedes, a Subaru comprou 51% da Coloni, embora o controle da equipe continuasse com o Sr Coloni.

A equipe passou a se chamar Subaru Coloni e a parceria foi anunciada com uma festa luxuosa no GP de Monza de 1989, mas nos meses sguintes... para desespero da montadora japonesa, a equipe italiana não conseguia fazer o chassis e o motor "conversar". O problema não foi resolvido e na véspera da primeira corrida da temporada 90, GP de Phoenix, a equipe alugou o estacionamento de um restaurante para fazer o primiero teste da Subaru Coloni C3B!!!

Antes do GP da Alemanha, a parceria foi desfeita. A equipe, voltou a se chamar Coloni, passou a correr com os convencionais Ford Cosworth, e acreditem, Bertrand Gachot começou a passar da pré qualificação, embora nunca tenha conseguido tempos rápidos o suficiente para estar entre os 26 que formavam o grid de largada.

Obviamente, a equipe italiana não conseguiu se classificar para nenhum dos 16 grandes prêmios da temporada! Não fosse uma equipe chamada Life, provavelmente a Subaru Coloni seria de longe o pior conjunto de 1990... e um dos mais lentos da F1.

Após o fiasco, o time foi para a temporada 91 com uma equipe formada por... 6 pessoas!!! Totalmente sem dinheiro, o novo Coloni C4 foi feito com a ajuda de estudantes de engenharia da Universidade de Peruggia!!! (isso sim é trabalho de faculdade, hein? O estágio dos meus sonhos, hauhauhau)
RESULTADO: logicamente a equipe não se classificou para nenhuma corrida, mas heroicamente participou das 16 pré qualificações da temporada 91.

OBS:Parece estranho como a Subaru conseguiu fazer uma motorzeco desse, capaz de ser rejeitado pela Minardi (na época uma equipe que tinha acabado de marcar seu primeiro ponto em 4 anos na F1)... motor tão fraco que conseguiu afundar um "Titanic de papel" como a Coloni!!!!!!!
Mais curioso ainda foi, apenas um ano depois, a Porshe ter conseguido se superar e quase levar a Footwork à falência. Nome não é tudo, né?

OBS: Semente do que depois ficou mundialmente conhecida como Andrea Moda F1, a Coloni deixou a categoria, mas continuou no automobilismo. Atualmente a Coloni Motorsports compete na GP2.


Um abraço,
Fernando ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Notas sobre o GP da Itália/2009/

+ GP nota 8,0.

+ E o Fisichella, hein?

+ Me deu uma "dor no coração" quando vi o carro do Liuzzi parando. Me lembrou muito a belíssima estréia de um tal Ukio Katayama...

+ Você deve estar se perguntando o motivo da comparação, né? Bom, muito antes de ganhar o apelido "Catagrama", o japonês, a bordo de uma Larrousse, assim como a Force India, um carro fraco pintado com cores berrantes, estava em um sólido quinto lugar quando abandonou o GP do Canadá de 1992.

+ Para vocês verem. Na minha cabeça, eu já tinha jogado o Liuzzi no lixo. O cara muda de carro e TCHARAÃÃÃÂÂ! Aperece andando muito bem...

+ A lista é infinita de caras capacitadíssimos que não andaram em suas chances na F1: Yannick Dalmas, Bernard Schneider, Bourdais...

+ Para ilustrar, leia o texto abaixo, postado no ótimo F1 Nostalgia do amigo Rianov Suttonov, perdão, Rianov Albinov: (hauhauhau)

"Eu era piloto de testes deles, já pelo segundo ano, e o Mansell se machucou, quebrou a mão. E quando chegou o teste antes da corrida, não me deixaram testar porque o Mansell queria tentar andar. Com isso eu não andei no carro. E fomos para Zandvoort num carro-asa, em que a curvona antes da reta você fazia de pé no fundo, e tudo de que você precisava era ser forte para segurar o volante. E eu não tinha esse hábito. Só aprendi isso em 1984 quando andei de carro-asa de F-2, aí eu aprendi como se fazia. Então foi muito em cima, eu não me classifiquei."

+ Viu? Vai dizer que o Moreno não piloto nada! O texto acima e a atuação apática do Fisichella, ainda bem desconfortável na Ferrari, ajudam a limpar um pouco a barra do Badoer.

+ Só para fechar o assunto, Ukio Katayama vinha em plena ascensão na Tyrrell em 94, porém descobriu um cancer nas costas no final daquele ano. Sem falar nada para niguém, e sentindo muitas dores dentro do cockpit, Ukyo seguiu na F1 nos anos seguintes... onde aí sim ganhou o apelido "Catagrama" em função de suas constantes saídas de pista.
Coisa parecida aconteceu com Andrea De Cesaris. O italiano sofria de tiques nervosos, mesmo dentro do carro em movimento! O problema só foi solucionado em 1990. Coincidência ou não, Andrea se tornou outro piloto de 1991 para frente.

+ E olha que estamos falando de problemas de saúde que os caras enfrentam, não estou nem falando do modelo que é feito para um tipo de pilotagem que não favorece o piloto, azar, desfavorecimento pela equipe... ou seja, fazer sucesso na F1 é como disse Emerson Fititpaldi:

" Você tem que ser um excelente mecânico, um excepcional piloto e fudamentalmente, ter muita, mas muita sorte".

+ Mudando de assunto, esse GP de MOnza me fez entender melhor o motivo de as corridas da "Era Ayrton Senna" parecerem tão boas, ou tão melhores que as de hoje. Esse GP foi chato para quem torcia pelo Nakajima por exemplo, mas assisti emplogado, até o final.
Quando o piloto que agente torce está fazendo bonito, a coisa é diferente. E digo mais, Barrichello é um dos caras mais carismáticos do nosso tempo. Se ele continuar nesse ritmo, o povo todo vai virar casaca e começar a torcer insandecidamente pelo Barrica.

+ A verdade é que todo mundo gosta dele, só que, muitas vezes, ele tem um azar irritante... e a a linguona dele costuma piorar as coisas...

+ Falando em corrida boa, essa temporadaestá sendo realmente boa. Dois mil e nove não faria feio se tivessea contecido durante os anos 80... (ehhehe)

+ Por falar nisso, fui só eu, ou , dentro do carro, o capacete do Barrica lembrava muito do vovô Mario Andretti ??????

+ Hamilton sentiu o gostinho de como é perder alguma coisa na última volta...

+ Vai dizer que você não se lembrou do GP do Brasil do ano passado...

+ Coitadas das BMW e Toyota...

+ Como estamos dizendo há tempos, Vettel é a versão remix, menos azarada, de um tal Jean Alesi.

+ Já o Webber, o Patrese dos anos 2000, também "colaborou" com o Barrica. O que aconteceu com os carros da RBR? Será que faltou Red Bull no tanque de combustível???

+ Eheheheheheh.

+ Parabéns ao Sutil, conseguiu um final de semana inteiro sem um acidente e ainda marcou um ótimo quarto lugar. Melhor que isso só mesmo o pódio. Lewis Hamilton ainda tentou ajudar, mas Kimi Raikkonen "estragou a festa" evitando o que seria um épico terceiro lugar para a Force India.

+ Curioso como Raikkonen sempre "atravessa" o caminho de Adrian Sutil. Por quê? Bom, a inesquecível encochada que o finlandês deu em Sutil no GP de MOnaco de 2007, o chega para lá entre os dois em Nurburgring, neste ano, e em Monza... o finlandês não tirou o alemão da corrida, mas... estava lá, na frente do piloto da Force India.

+ Force India 2009 = March 1988??????

+ E o Button? Ah, pra que falar do cara que vai ser vice campeão ?????

+ Huahuahuahuhauha, reconheço que sou um cara otimista, mas não custa nada torcer. Afinal, "o MINISTÉRIO DA SAÚADE (em Velocidade Máxima Total) aconselha: bom humor faz bem à saúde"
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Hehehehe, um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A Evolução da Espécie: Johnny Dumfries

Fisichella (Monaco 2008) >>>> Johnny Dumfries (1986)

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Estranho ver o piloto italiano com um capacete preto, né? Essa pintura foi usada para comemorar os 200 GPs do Físico na F1.
Reconheço que deveria ter montado o capacete do Conde Dumfries antes do capacete do Fisichella, mas nesse caso, como dizem os professores de matemmática, "a ordem do produto não altera o resultado".
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Assim como Johnny corria em uma Lotus que de Lotus só tinha apintura JPS e as peças de quinta categoria que sobravam do carro do Senna, Fisichella (apesar de andar muito em carros fracos e sob chuva) com o "carro" que tinha, não fez nada no ensopado, e ótimo, GP de Monaco do ano passado... único GP em que Giancarlo usou o capacete acima.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 23 de março de 2009

Guia Velocidade Máxima F1/2009: FORCE INDIA

__Esse campeonato trás mais esperanças pra quem sempre torce pelas equipes pequenas. No caso da Force India, Seu Vijay “Dahlsin” Mallya conseguiu um belíssimo contrato de cooperação com a Mclaren. Com isso, a primeira equipe indiana na história da F1, praticamente se tornou uma versão mixada do que de melhor há na categoria: conseguiu “uns segredinhos” da Mclaren e o motor Mercedes, a experiência e velocidade de Fisichella e uma jovem promessa com estilo bastante "SUTIL" (eheheh).
Já o novo chassis é meio “magrelo”, lembra muito os F1 do final dos anos 90. Contando com todos esses ingredientes, a Force India se tornou quase uma "Mclaren da segunda divisão"... o que para o pessoal da equipe, já é um tremendo lucro.

Giancarlo Fisichella (nº 20): Como diz o Léo Félix, moderador e apresentador do sumido podcast da F1 Brasil, “O Fisichella anda muito em equipes pequenas”. Para exemplificar, vamos lembrar uma frase do Schumacher sobre corridas com chuva “Nunca gostei de correr nessas condições, mas é que, na chuva, a diferença de desempenho de cada piloto fica mais nítida”.
Por que citei isso? Porque, sem dúvida, brigar por posição com Raikkonen e Hamilton nos encharcados GPs de Monza e do Brasil a bordo do pior chassis do grid, demonstra toda a capacidade, muito subvalorizada, do italiano que, mesmo assim, realmente decepcionou nas chances que teve em equipes de ponta.

Só por curiosidade, você deve ter notado no desenho do Bruno Matovani (logo acima), os olhos tristonhos do Fisichella e o balãozinho com o escudo da Ferrari, né? Pois isso se deve em parte pela mediana passagem do Físico pela Benetton e Renault, e em parte ao desastre que foi a passagem do italiano Ivan Capelli* pela Ferrari. Desde 1992, os cartolas da “Vermelha” morrem de medo de colocar outro italiano como piloto titular na equipe. Pior para Luca Badoer e, principalmente, para o Fisichella que vai para o seu provável último ano na F1, sem realizar um sonho de infância: ser piloto da Ferrari.

*(não o Capelli blogueiro, dããããããã. Tô falando do Capelli piloto da March. Dããããããã).


Adrian Sutil (º 21): Disse no ano passado e repito: Sutil, dono do capacete mais feioso do grid, tem uma tocada consistente e discreta a lá Stefan Bellof, outro alemão que pouco aparecia durante as transmissões das corridas. Ele deu uma de vagalume durante a temporada 2008. Brilhou intensamente em Mônaco e só. Também, né? Se a Force Índia era a equipe mais fraca da temporada, com certeza Sutil, como segundo piloto, tinha o pior carro do grid. Sendo assim, fez o que pôde. Pelo menos não destruiu nenhum chassis.
E mais, correndo na “Mclaren da segunda divisão”, qualquer boa atuação causa muito mais boa impressão que uma vitória aguada como a do Kovalaninen na Hungria, no ano passado. Se o finlandês continuar tão apático quanto em 2008, seria muito coerente que Sutil fosse promovido a “Mclaren da primeira divisão”... até porque Sutil é alemão, a Mclaren corre com motores Mercedes Benz, e isso sempre ajuda na publicidade da equipe como um todo.

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Um abraço

Fernando Ringel