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sexta-feira, 9 de abril de 2010

A Evolução da Espécie (INDY): Green Lotus

__Para começar, voltemos para 1964: o "rookie" Jim Clark faz a pole na Indy 500 a bordo de um chassis feito especialmente para a corrida. O Lotus 34, empurrado pelo motor Ford V8 com 425 cavalos de potência (!!!) era tão canhão que derreteu os pobres pneus Dunlop. RESULTADO: CRASH!
No ano seguinte, a equipe voltou com o Lotus 38 e o resultado foi comemorado com um copo de leite e muito champagne: pole, vitória e apenas os quatro primeiros na mesma volta do escocês!

Assim como o Lotus 34 foi uma evolução do Lotus 29, pouco mais de dois anos após a morte de Colin Chapman, Gerard Ducarouge e Mike Coughlan pegaram o 95T com o qual De Angelis e Mansell disputaram o campeonato de 84 na F1, e fizeram o segundo carro dessa EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE.

Assim como nos anos 60, em 85 a Lotus voltaria à Indy com os motores Ford. Além disso e do verde na pintura, vale ressaltar outra coincidência: em 1966 e 67, Al Unser foi um dos pilotos da equipe inglesa na Indy 500. Em 1985, a Lotus chegou a fazer negociar a contratação de Al Unser Jr, mas por motivos até hoje desconhecidos, todo o projeto foi abortado. Dado o padrão de "gordura" dos chassis da Indy nos anos 80, perdemos a (belíssima) chance de ver um, er, belíssimo carro nos ovais americanos. Infelizmente o chassis foi para o museu da Lotus sem nunca ter disputado nem mesmo um treino livre...

Por último, o estiloso Dallara Honda da KV Racing, com que o japa Takuma Sato teve a proeza de enfiar na proteção de pneus em São Petersburgo. Segundo a Proton, dona da marca Lotus, a associação com a KV é apenas o primeiro passo para a volta da equipe em diversas categorias top... E QUE ASSIM SEJA!!!

OBS: para mim, parece até um sonho poder falar da Lotus usando o verbo no presente!


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Combinação Perfeita: A Pantera Cor-de-Rosa

__Calma pessoal, hoje é o Dia da Mentira, kkk. Mesmo assim, convenhamos: rosa + Dicésar = COMBINAÇÃO PERFEITA. Diria até que é uma "combinção Diviiiiiina", kkk.

OBS: Viu a nacionalidade do piloto? "BBB -ra", kkk. BBB, Big Brother Brasil, sacou? E a equipe? Será que essa tal Dellira faz carros da escola de samba Rosas de Ouro????

OBS2: Falando em coisas de Sampa, eu ia escrever que esse carro, pintura e o piloto tbm, poderiam a equipe do São Paulo na Superleague Fórmula, mas achei melhor "ficar quieto", AUHUHAUHAUHUAH.

OBS3: E o patrocinador???? ADOOOOORO!!!! KKKKKKKKK.

OBS4: Nesse caso, "ADOGOOOOOO", HAUHAUHAUHAUHAU


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

domingo, 21 de março de 2010

A Evolução da Espécie: Laranja + Preto = $$$?

__Na primera foto, Danica Patrick liderando por 10 voltas a Indy 500 de 2009. A pintura foi feita especialmente para esta corrida, já que no restante do campeonato a americana correu com o "azul sabonete" (kkk) e preto da Motorola.

Na segunda foto o escocês Dario Franchitti, rumo ao título no último ano da cisão entre Indy e Champ Car (ex-CART). Franchitti, além de alguns acidentes espetaculares e da Ashley Judd, conquistou o título último da IRL.

Por último, a HVM Racing da suiça Simona De Silvestro (isso não é uma gozação minha, kkk). Esta equipe aparentemente anônima teve várias "encarnações" importantes nas últimas décadas: o que conhecemos atualmente como HVM (pq na Indy o pessoal gosta tanto de siglas???) foi a Bettenhausen Motorsports (80 e 90), Herdez Competition e Minardi Team USA (Champ Car).
Nesse caso a ordem dos fatores mudou, e muito o produto. Não é apenas o nome que está diferente, tirando jogadas de marketing, em 2010 dificilmente a HVM rivalizará com os bons anos do time no passado.

OBS: Pelo título do Franchitti, pela mídia gerada por Simona e Danica (ainda que esta conquiste bons resultados) essa EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE pergunta, "preto + laranja = $$$?"

Pelo menos entre os carros que me lembro, quando o assunto é Fórmula Indy, preto + laranja atrai bastante $$$, com certeza. Na esmagadora maioria dos casos, diria que atrai até sorte, como veremos em outro post no decorrer da semana.

OBS2: Caso os dois Andretti Green suas laterais completamente pretas, ao invés de EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE, esse post seria uma legítima FÓRMULA DA VELOCIDADE.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: Vermelho, branco ... FUI!

__ Zakspeed? A "Ferrari pobre" (construiam tudo no carro), veio prateada (prometendo muito), se vestiu de vermelho e branco e... adeus!

A Dallara, essa sim uma genuina "Ferrari do Paraguai" (italiana, vermelha e construtora de chassis para várias categorias, atalmente com força total na Indy), veio, conseguiu vários pontinhos, alguns pódios... e quando deixou de ser vermelha, 1993, caiu tanto que acabou sendo incorporada pela Minardi. (sentiu o drama? "acabou incorporada pela Minardi...")

Toyota: muito dinheiro + nenhum carisma + carros fracos e motores bons = cemitério de boas carreiras como as de Mika Salo, Panis, Mcnish, Da Matta, Ralf Schumacher, Zonta (eterno piloto reserva, apesar de sempre dar um calor nos titulares) e por que não dizer, Jarno Trulli.

Por isso digo, nesses casos, A FÓRMULA DA VELOCIDADE é: vermelho + branco = fui!

OBS: post nascido da retrospectiva (analítica) que o Pedro Ivo está escrevendo sobre a trajetória da Toyota e da BMW na F1, e que logo você lerá aqui no VEL MAX.
No caso, tanto para mim quanto para o Pedro, a pintura do TF101 é bem mais bonita, muito mais marcante que, a "ops, derrubei uma lata de tinta vermelha aqui", tradicionalmente usada pela Toyota, ehehhe... sem falar que a pintura lembra parece uma mistura oriental entre as laterias e o cockpit do Zakspeed 841 + o Santo Antônio do Dallara BMS-191.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A Evolução da Espécie: O Mito


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__Gênio! Essa EVOLUÇÂO me lembra até aquela velha do música do Magazine " Isso me dá, tic-tic, nervoso...", e o pior é que o De Cesaris tinha tiques mesmo. Curioso como os acidentes diminuiram demais, e ele se tornou mais veloz, quando o problema começou a ser tratado, de 1990 para frente.
Porém, em 94, como vemos acima, Andrea ainda não estava completamente curado... tanto que, coincidência ou não, em seu último GP na F1, Hungria, o italiano abandonou ao se envolver em um acidente, hauhauhauhauah.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br