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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

COMBINAÇÃO PERFEITA: Making Of


__Ok, sei que essa ficou meio pixelizada, especialmente na região do capacete. Na verdade não ia postar essa COMBINAÇÃO aqui no blog, já que peguei uma foto (bem pequenininha) apenas para tornar "real" o sonho que o Wellington Lucas teve e que virou texto aqui no VEL MAX.
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Ontém mostrei a montagem acima, ainda sem legendas, para um amigo. No meio da conversa e farejei um causo, um novo post: pq não contar para vocês como a montagem abaixo foi feita?

No caso, a COMBINAÇÃO foi feita sem grandes preocupações, já que eu sabia que iria recortar todo o carro (que teria seu tamanho diminuido), apenas para encaixa o FW31 ao lado da Penske em Indianápolis...
Acima a ilustração que fiz para o post, já prontinha, do jeito que foi ao ar. Na última hora ainda tive que "construir" um pneu dianteiro para a Williams. Se vocês repararem na COMBINAÇÃO (Rahal FW31), vocês vão ver que a foto foi tirada exatamente do lado do carro, e para o meu desespero percebi isso quando coloquei a Williams ao lado da Penske... que estava em um ângulo mais em diagonal.
Uma hora de trabalho depois, (além do "pneu dianteiro extra") o bico da Williams foi alongado, abaixado e um novo aerofólo dianteiro foi feito...
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Ufa! Esse negócio de blog não é tão fácil quanto parece, mas quando aquela idéia que estava na sua cabeça aparece prontinha no monitor do seu computador... GOOOOOOL!!!
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OBS: Como o texto nasceu de um sonho descrito por um leitor, usei tons esbranquiçados na foto, para dar uma sensação de "imaginação", sonho... além do efeito ajudar a esconder o capacete do Helio CastroNeves (no texto, é o Briscoe quem cruza a linha de chegada colado na Williams), eheheh.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Leitores VIP: TEXTO

Por Wellington Lucas

__O que é “Smailliw”? Esse foi o pensamento de quase todos que viram o nome da equipe na tabela de inscrição para as 500 milhas de Indianápolis. Enquanto o pessoal da imprensa se virava para descobrir qual era a pronúncia correta do que mais parecia um erro de digitação que o nome de uma equipe, no paddock, começavam a surgir boatos sobre o time estreante.

Dentre várias histórias, a versão que mais fazia sentido dizia que a Smailliw seria apenas um time de fachada, uma espécie de testa de ferro, um “teste pra valer” de uma das mais importantes equipes da F1, na Indy.

Agora, se isso é verdade ou não, você vai ter que ler este texto até a última linha para descobrir, até porque muito antes disso, a equipe teria de disputar os treinos para TENTAR se classificar.

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Por motivos contratuais e pelo conflito de datas entre os calendários da F1 e da Indy, tudo foi feito em sigilo. Por isso, foi criado um novo nome, uma brincadeira usando as letras do nome da tradicionalíssima equipe da F1. Coisa de James Bond.

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Tudo pronto! O chassis usado na F1 em 2009 foi “tunnado” para o regulamento da Indy e pintado de azul escuro, para a festa dos fotógrafos e curiosos que ainda não tinham a mínima idéia de que equipe era aquela, e muito menos como se pronunciava Smailliw.

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Atrá$$$$ do máximo de atenção da mídia, a idéia era contratar uma dupla de pilotos americanos, de preferência com muita experiência em ovais, especialmente superspeedways... e que estivessem desempregados (pelo menos a filosofia pão dura quanto aos pilotos a equipe trouxe intacta da F1). A solução não saiu tão barata como se pensava, mas satisfez tanto os mecânicos quanto o pessoal que tentaria conseguir patrocínio para o time: no primeiro carro Graham Rahal e como seu companheiro o supercampeão da Nascar, Jeff Gordon.

Algum tempo depois, Gordon disse que aceitaria pilotar até de graça, pois queria ter a sensação de correr em Indianápolis pela última vez...

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Mas isso aconteceu depois da corrida, né? Voltando um pouquinho o “filme”, no Pole Day, surpreendendo a todos, a Smailliw classifica seus dois pilotos: Graham Rahal em quarto (!!!) e Jeff Gordon, qualificado no Second Day, em décimo oitavo.

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Dia 23 de Maio, tudo estava pronto para largada da Indy 500, mas as nuvens de chuva deram um banho de água fria na torcida... encharcando a pista.

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Empolgados com a classificação de seus dois carros, o pessoal da Smailliw, em tom de brincadeira, esnobou as equipes da Indy (AO VIVO PELA TV AMERICANA!), “voltem aqui seus covardes! Por que vocês estão guardando os carros? Aqui nos Estados Unidos os carros são feitos de açúcar? Coloquem pneus de chuva e disputem a corrida como homens!”

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No paddock teve muita gente que não gostou nem um pouco da “brincadeira”, mas como corridas são disputados dentro da pista, longe de qualquer bate boca, na segunda, deu para sentir no corpo a vibração do som, quando o locutor disse, “ladies and Gentleman, start your engines!”.

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Os gritos vindos das arquibancadas quase abafavam os motores dos 33 carros que se preparavam para a largada. Após a curva 4, já na reta principal, os pilotos cruzaram em VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL (eheheh, olha o merchandising do Fernando... hauahuah) e finalmente bandeira verde!

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Rahal saindo em quarto, antes da primeira curva já estava na liderança. Jeff Gordon pegando muitas posições já está em quinto lugar! Como a Smailliw estaa estreando na Indy, correndo pela primeira vez com seu chassis em um oval, niguém estava dando muita atenção para ela. Muitos acreditavam que seu desempenho se tratava de uma armação: ser o mais veloz possível enquanto os carros não quebrassem.

No mais, salvo algumas mudanças de posição, o pelotão da frente continuou assim até que na volta 57, Hideki Mutoh testou os soft walls da curva 1.

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A bandeira amarela perdurou até a volta 72 e a corrida foi reiniciada com Graham Rahal na ponta e Hélio CastroNeves, “babando”, em segundo.

Quando o brasileiro se preparava para ultrapassar o piloto da Smailliw ... advinha o que aconteceu? Outra bandeira amarela, dessa vez provocada por um enrosco entre Scott Dixon da Ganassi e Oriol Servia da Newmann-Haas Lanigan.

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Nos boxes Vitor Meira da A.J. Foyt e Danica Patrick da Andretti Green resolveram brincar de “bate-bate”. RESULTADO: bandeira amarela até a volta 95.

Neste momento, o pelotão da frente era composto por Graham Rahal e Ryan Briscoe (correndo com o número 3), seguidos por Jeff Gordon e Robby “Flash” Gordon, em um breve retorno Indy.

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Aí... como diria Téo José, “recomeçamos em altíssima velocidade”. BANDEIRA VERDE! Rahal não suportou nem uma volta após a relargada: Hélinho ultrapassou o americano na curva 3, por fora!

Na volta seguinte numa disputa roda a roda a lá Al Unser Jr e Emerson Fittipaldi na Indy 500 de 89, Hélio dá um “beijinho” no muro de Brickyard. Após o “selinho”, o brasileiro parou nos boxes e voltou para a pista desesperado para não levar uma volta dos líderes.

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Enquanto o piloto da Penske percorre a reta oposta em VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL (olha aí mais um “merchin” do Fernando, ahuahuahau) o resto do grid faz a curva 4, todos colados...

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Na reta principal, volta 175, é dada a bandeira verde! A partir daí o que se viu foi uma luta volta a volta entre Briscoe e Rahal. Você já ouviu falar de uma disputa roda a roda que durasse 25 voltas? Sem acidente? Foi o que o pilotos da Penske e Smailliw fizeram até que... bandeira branca!! Última volta!!!

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Assim como fez Gordon Johncock em cima de Rick Mears na Indy 500 de 1982, Rahal fecha a porta discriminadamente para Briscoe na curva 1. Já na reta oposta, se aproveitando do vácuo, Briscoe tenta mais uma vez por fora. Os dois fazem a curva três emparelhados. Ultima curva! Lado a lado, os dois se aproximam rapidamente da retardatária Milka Dulno. Rahal faz a curva por fora enquanto Briscoe tenta ultrapassar os dois por dentro.

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Na saída da curva 4, todos de pé. Como se pudesse entrar na pista e empurrar o carro do filho, quase entrando na pista, Bobby Rahal pula e grita nos boxes da Smalliw...

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Como se fossem Al Unser Jr e Scott Godyear na Indy 500 de 1992, os carros cruzam a linha de chegada sem que se tenha plena certeza de quem ganhou... porém, os números não mentem e a Smailliw venceu em sua estréia em Indianápolis! Os gritos da torcida chegavam a abafar o som dos carros! A sensação geral era de que presenciamos momentos históricos!

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Nas cerimônias pós-corrida, Briscoe foi atrás de Rahal. Durante o bate-boca, não fossem separados pelos fiscais, os dois teriam saído no braço! Como nenhum dos pilotos foi bobo de tirar o capacete, apesar dos palavrões, ninguém saiu machucado.

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Já no pódio, limpando o “bigode de leite”, finalmente Graham Rahal desfez o mistério: “Smailliw nada mais é que Williams escrito ao contrário.”

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Em uma mão, o piloto amercicano levou o troféu e na outra a garrafa de leite. Se despedindo das câmeras, mandou um tchauzinho e um abraço para um senhor chamado... Frank Williams.

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OBS: Essa corrida é fictícia. Tudo aconteceu em um sonho que tive de madrugada.

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OBS2: Eu á falei para o Wellington parar de tomar metanol enquanto lê seus antigos anuários da Indy, huahuahua.

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Depois de vencer em Monaco e Indianápolis, só falta Le Mans para a equipe do tio Frank conquistar a Triplice Coroa do automobilismo. Já pensou? Quando o Wellington Lucas sonhar com a corrida da Williams em Le Mans a gente posta a continuação da “SAGA SMAILLIW” aqui no VEL MAX, eheheh.

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Um abraço,

Criação da história: Wellington Lucas Costa

Adaptação do texto (+ alguns upgrades): Fernando Ringel


feringel@yahoo.com.br

terça-feira, 24 de março de 2009

Guia Velocidade Máxima F1/2009: WILLIAMS

__Tio Frank segue independente e, infelizmente, cada vez mais lembrando a fase decadente de Tyrrell, Lotus e Brabham. A diferença, E QUE DIFERENÇA, é que as três grandes dos anos 70 viveram sua fase mais difícil na carí$$ima década de 90, onde a cada ano os custos da F1 aumentavam mais e mais. Entre 92 e 98 as três desapareceram. Quase 11 anos após o fim da Tyrrell, a que durou mais, parece até que alguma força maior queria limpar o grid dessas equipes tradicionais. (dããããã, não estou falando sobre destino ou sobre Deus. Estou desconfiando mesmo é dos “malvados” Tio Bernie Ecclestone e “Mad” Max Mosley).
Curiosamente o destino, sim desta vez estou falando apenas sobre destino mesmo, está cooperando com o Tio Frank. A crise mundial está expulsando as equipes multi milionárias da categoria, e tornando os investimentos mais parelhos entre os times. Por isso, não duvido que essa situação difícil enfrentada pelo Tio Frank, desde muito antes da crise econômica, mude de uma hora para outra... até porque, desde sempre, a F1 vive ciclos. _
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Toda equipe que domina a categoria por alguns anos passa outros anos lutando pra chegar ao pódio. Foi assim com a Mclaren que destruiu o resto do grid com Senna e Prost no final dos anos 80 enquanto a Williams apenas marcava pontos. No período entre 1992 e 1998 as duas trocaram de lugar e, no final dos anos 90, a Ferrari ressurgiu após sofrer durante boa parte dos anos 80 e 90 para se tornar demolidora através das mãos de Schumacher nos anos 2000. Da mesma maneira a Williams, a grande equipe dos anos 90, hoje pena para se manter no pelotão do meio.
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Por essas e outras repito: não me assustaria se, com os rumos imprevisíveis que a crise econômica está forçando a F1 a seguir, a Williams volte a vencer muito em breve. Afinal, a dupla de pilotos é no mínimo respeitável e, em tempos de contenção de despesas, fica mais fácil sobressair a genialidade do Tio Frank .


Nico Rosberg (nº16): Tem sobrenome famoso, mas é bom piloto. Ano passado poderia ter vencido em Valência, não fosse uma punição no final da corrida. Mesmo assim Nico chegou em segundo. Não é um gênio, mas é bom o suficiente para ser enquadrado no nível de Coulthard, Button... aquele tipo de piloto que não faz milagre, não tem um estilo vistoso, mas que, se tiver um carro suficientemente rápido, é candidato a vitória.
Apenas por curiosidade, desde o começo do VEL MAX, muita gente sugeriu que eu fizesse um “SEPARADOS NO NASCIMENTO” entre o Nico e a Barbie, kkkkkkk.

Kazuki Nakajima (nº 17): Assim como o Massa, em 2008, Nakajima calou a boca de todo mundo. Marcou pontos, chegou a fazer sombra no badalado companheiro Nico Rosberg e mostrou, assim como o papai Satoru, que é muito bom na chuva.
Sem contar que sua permanência significa um relacionamento mais estreito com a Toyota. Ainda bem que o Tio Frank é sensato e pegou da montadora japonesa apenas o que ela realmente fez bem: o motor... e ainda "ganhou de brinde" um piloto.

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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 20 de março de 2009

F1 (com cara de HotWheels) 2009


Williams FW31:
Será que sobe ou desce?


Por Pedro Ivo

_Pra quem acompanha F1 há um certo tempo, já deve ter percebido que a equipe Williams alternou, durante sua história, períodos de excelente desempenho, com títulos de pilotos, construtores e muitas vitórias, com períodos de vacas magras, onde um pódio era artigo de luxo. Para uma equipe com uma história tão alternada, nada melhor que lembrar um pouco de tudo que já aconteceu. lembrando que a Williams é a equipe "gargarista" (que não pertence a montadora nenhuma, oriunda do esforço de um mecânico que virou chefe de equipe e fez carros vencedores na F1, ao exemplo de Tyrrel e Brabham).
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A Williams começou a ganhar projeção no final dos anos 70 para o começo dos 80, quando Alan Jones conquistou o campeonato de 1980 e dois anos mais tarde com Keke Rosberg repetiu o feito. Nos anos seguintes, a Williams teve desempenho mediano ou ruim, ressurgindo com força total do meio pro final da década (com o poderoso motor Honda turbo), quando em 86 por pouco não levou o título com Piquet ou Mansell, levando, porém, o título de 87 com Piquet.
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Os anos de 88, 89 e 90 foram novamente de vacas magras, com o fraco motor Judd, com performances que anternavam vitórias esporádicas com pódios idem. Em 1991 surgiu como o ano da re-ascenção, onde Nigel Mansell e o estrondoso motor Renault aspirado quase tiraram o título de Ayrton Senna. Em 1992 fizeram o "carro de outro mundo" que deu um título bastante facilitado ao mesmo Mansell. Deram continuidade à obra-prima com Alain Prost em 1993, que conquistou seu quarto título em seu "pequeno Airbus", como ele chamou o FW15B.

O ano de 1994 foi duro para a escuderia, com a morte de Ayrton Senna e o surgimento de um tal Michael Schumacher, na Benetton. O ano seguinte foi quase um repeteco, sendo que Benetton e Williams tinham o mesmo motor e a briga foi tão ou mais acirrada que em 94.
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Os anos de 96 e 97 renderam dois títulos para a escuderia, apesar de muitos torcerem o nariz para os campeões dos respectivos anos, Damon Hill e Jacques Villeneuve.
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As temporadas de 98 e 99 foram marcadas por desempenhos fracos da equipe, a saída da Renault do circo e consequentemente do fornecimento de motores de fábrica para a Williams.

O final do século 20 para o século 21 marcou uma nova re-ascenção para a escuderia, que teve a chegada do possante motor BMW e a entrada de novas revelações par ao circo, Jenson Button (2000) e Juan Pablo Montoya (2001). A entrada desse motor e dos novos pilotos (Button saiu no final daquela temporada e tentou por vezes retornar para a escuderia, entrando Montoya, que só sairia no final de 2004) fez a Williams voltar aos pódios e vitórias por várias temporadas, até que em 2005 o desempenho voltou a cair novamente.
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Desde 2006 a escuderia tem se distanciado do pelotão da frente, obtendo raros pódios, apesar de ainda pontuar com frequencia. Cada vez mais eles têm chegado na temporada do "dá-ou-desce", pois a equipe tem andado cada vez com menos dinheiro, sendo que Frank Williams não fecha de maneira nenhuma um acordo com uma grande montadora (no estilo BMW-Sauber), optando por patrocínios menores.
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Agora a escuderia depende mais da capacidade de seus pilotos que de seus equipamentos. Têm um bom piloto (Nico Rosberg), mas que também não pode fazer milagre. Com um equipamento no máximo mediano, pode até fazer algo bom.
O carro de 2009 conta com o bico mais largo de todos os modelos da temporada (talvez até mais que os da Brawn Racing), sendo que o design dele foi considerado por muita gente o melhor (ou menos feio, talvez) da temporada atual. A pintura azul-escura e branca, apesar de mudar muito pouco ou nada para a do ano passado, também ajuda a deixar o carro bem bonito.Agora só resta saber: Será que o final da Williams está próximo?
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