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quinta-feira, 4 de março de 2010

TEXTO:

__É pessoal, como prometido, está aqui o post extra, finalizando o Dossiê sobre a Toyota. Demorei pois estava esperando o scanner do Pedro Ivo sair da UTI. Infelizmente, parece que assim como a Toyota na F1, a multifuncional do Pedro já era e como essa demora estava empacando a fila de Dossiês que vão passar pelo VEL MAX, decidimos postar apenas o meu material: duas reportagens que encontrei por acaso em algumas revistas antigas sobre a pré-estréia da montadora na F1.
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Caso esteja difícil para ler, clique para ampliar. Abaixo vemos a primeira das várias mudanças na direção da equipe, fato comum em sua trajetória na F1...

__Já, já voltaremos com mais um dossiê, desta vez sobre a BMW Sauber. Como sempre, o texto fica por conta do amigo Pedro Ivo e as ilustrações de um tal Fernando Ringel, acho que é esse o nome, é um cara novo aí... (kkk)
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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

TEXTO:

__Daqui em diante, Pedro Ivo comentará a passagem de cada um dos pilotos que pilotou pela escuderia japonesa em provas oficiais na F1.
_ __"Um finlandês, um escocês, dois brasileiros, dois alemães, um francês, um italiano e um japonês. Essa Torre de Babel compôs o time de pilotos da Toyota entre 2001 e 2009, dando como resultado números tão variados quanto as suas nacionalidades. Entre promessas que não se concretizaram, lampejos de bom desempenho, boas chances disperdiçadas - e outras até aproveitadas - e problemas de desentendimentos e demissões, tivemos de tudo um pouco. Abaixo, vem uma descrição breve de cada um dos que ocuparam o cockpit dos carros japoneses nessas nove temporadas, e uma definição daquilo que fizeram enquanto estiveram no time, fosse bom ou ruim."

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___________________________2001 a 2004: os pilotos

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Mika Salo: Único finlandês – e dono de um dos capacetes mais bonitos da categoria, na minha opinião – que correu no time, é um bom exemplo de piloto que mostrou potencial ao longo de sua carreira na Fórmula 1. Pilotou verdadeiras carroças em seus anos de pista, como Tyrrel em fim de carreira ou a Arrows de 98, e conseguiu resultados expressivos com todos esses carros. Durante um bom tempo supriu vagas que apareciam em aberto, como na Sauber ou na B.A.R., onde só correu uma corrida em 99 de deu nada menos que o melhor resultado da escuderia naquele ano. Poderia ter feito mais pelo time, mas foi mandado embora antes. Mostrou que ainda corre bem na Le Mans Series, onde dividia uma Ferrari F430 com o brasileiro Jaime Melo Jr.


Allan McNish: O escocês (único dessa nacionalidade na Toyota também) foi um exímio test-driver nos anos 90, tendo testado até pela célebre McLaren nos tempos de Senna e Berger. Seus préstimos no time nipônico foram os mesmos de Mika Salo, testando o ano carro durante o ano inteiro de 2001 e disputando a temporada 2002. Se o regulamento atual já vigorasse naquela temporada, McNish teria feito vários pontos. Contudo, ele é um bom piloto, prova disso é que já conseguiu excelentes resultados (incluindo vitórias) em provas de endurance, incluindo as 24 horas de Le Mans.


Olivier Panis: O francês (outro que foi único desse país no time) correu quase 2 temporadas pela Toyota como uma “aposentadoria”. Marcou pontos freqüentemente, e mostrou que apesar de estar em fim de carreira não era um peso morto no time. No entanto, também não iria durar muito mais tempo na escuderia.


Cristiano Da Matta: O brasileiro (cujo capacete lembrava muito o de Patrick Tambay)foi, na minha opinião e na do Fernando, um dos pilotos mais injustiçados dentro do time. Fez o que podia com os TF103 e TF104, e se tivesse continuado lá, poderia fazer coisa muito boa – pois tinha potencial pra melhorar e desenvolver o carro – mas por brigas internas foi mandado embora. Uma pena, pois isso sepultou em definitivo sua carreira na F1.

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Na quarta e última parte, Pedro Ivo analisa as passagens de Zonta, Trulli, Glock, Kobayashi e Ralf Schumacher pela equipe. NÃO PERCA!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O Dossiê Nipônico

__Já, já, a terceira parte da série sobre os anos da Toyota na F1. AGUARDE!


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Texto: O Dossiê Nipônico

__E aí, amigos leitores do VEL. MAX, beleza? Eis aqui um novo post. Provavelmente, este post será o maior que já tivemos no blog. A razão? Simples. Eu e o Fernando, ainda em 2009, conversamos muito sobre a saída repentina da Toyota da F1 e aí me veio uma idéia de mostrarmos a trajetória dela, de 2001 a 2009 (nem todo mundo sabe, mas a F1 pra a Toyota começou “não-oficialmente” em 2001!), assim como um apanhado rápido de seus carros e pilotos.

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Esse post não procura encontrar as razões que levaram ao fim do time, mas sim de mostrar o que ele foi nesses anos. E, se porventura vier a razão da falência, bingo, conseguimos (como disse o Fernando uma vez), um furo mundial!

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Espero que curtam o post, pois ele não nasceu com a pretensão de ser o maior e mais completo do blog. Mas acabou se tornando, ou pelo menos nos esforçamos pra que ele ficasse assim. Dividimos ele num início, com uma certa contextualização, depois a parte de temporadas e modelos, e, após isso, a parte dos pilotos.

Esperamos que todos curtam muito o post!

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Um forte abraço,

Pedro Ivo

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___Acabou!? Como assim!?”. Foram essas as minhas palavras ao voltar do estágio naquele 4 de novembro de 2009. Meu primo quem veio dar a notícia. Mas, como ele de vez em quando dá um tiro n’água, decidi catar a informação na internet. E, infelizmente, ele tava certo.

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A Toyota nunca foi uma equipe vencedora, por assim dizer. E também foi uma equipe que, ao longo da sua trajetória, sempre careceu de certa falta de identidade. Fosse por uma pintura que mudava muito pouco com o passar dos anos, fosse por pilotos que não se tornassem uma marca registrada do time, com exibições aquém do esperado ou pouca expressividade no circo e na temporada. Ainda assim, era uma equipe que eu simpatizava.

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Não sei se por eu acompanhar sua história desde antes dela estrear na Fórmula 1... Ou se por gostar da sua fama e reputação como marca, e seu bom desempenho.

Tanto nas vendas de automóveis como em provas de Rally (campeã com o espanhol Carlos Sainz), Le Mans (com o GT-ONE, que sempre correu muito bem) ou turismo, onde coleciona títulos no JGTC, uma espécie de Stock Car da terra do sol nascente, a Toyota fez sua fama.

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Também tem uma relação discreta com o sucesso de Ayrton Senna nas pistas, pois poucos sabem, mas foi com um Ralt de motor Toyota que o brasileiro venceu o certame de 1983 da Fórmula 3.

Enfim, aquele 4 de novembro me chocou, principalmente porque eu mantinha sim, alguma – ainda que pouca – esperança de um dia ver a Toyota prosperar na F1...

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Mas, o apanhado histórico surge bem antes disso. Aqui vale uma viagem no tempo, de meados de 2001 até o final de 2009, respectivamente o início e o fim na Fórmula 1 de uma das gigantes do Japão – junto com a Honda – e uma das maiores vendedoras de automóveis do mundo.

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__________________2001 a 2009: as temporadas e os carros

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__2001: A primeira vez que vi algo sobre a Toyota na F1, foi em 2001. Coleciono a revista Quatro Rodas há muito tempo, e li uma notinha numa página da edição de abril daquele ano, sobre a Toyota estar criando um carro novo pra a temporada 2002, que já estava em testes, etc. Naquele ano eu conhecia bem pouco de F1. Gostava, mas não tinha tanto interesse em detalhes da categoria, aí passei batido por aquela informação.

Hoje em dia, já quase 9 anos depois dessa epopéia toda da equipe, sei de mais detalhes. A montadora anunciou em fins de 2000 que correria na categoria máxima do automobilismo, pois até então o mais próximo que chegara disso foi fornecendo motores para a F-Indy. O carro, batizado de TF101 (sigla de Toyota Formula 1, e o “01” indicava o ano corrente. Se bem que também indicava que era o primeiro modelo do time), foi testado durante todo o ano de 2001, e nesse tempo houve algumas trocas de projetistas e de chefes de equipe. Também soube que a Toyota mundial já havia destinado uma fatia de seu – naquela época em que crise econômica não era ameaça constante – farto orçamento para o desenvolvimento do carro naquele ano e ao longo da temporada seguinte. Seriam duas sedes: uma em Colônia, na Alemanha, e a outra no quartel-general da Toyota, no Japão.

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A dupla de pilotos já havia sido definida: Mika Salo e Allan McNish. E o motor, por exigência do regulamento da época, era V10.

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Do TF101 não se encontra tanto material assim na internet, prova disso é que as fotos coletadas aqui foram meio difíceis de achar. Mas tanto eu quanto o Fernando concordamos que o TF101 foi o modelo mais bonito da escuderia, ainda que não tenha corrido um GP sequer.

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__2002:_Após aquela notinha de 2001, fiquei o ano todo sem saber outra notícia dos japoneses. Minha internet na época era discada, e eu também não procurava muitas notícias sobre F1. Aí, numa Quatro Rodas de março ou abril (não lembro o mês ao certo) de 2002, veio uma matéria inteira na seção de competição só sobre o modelo 2002 do time. O carro, seguindo o nome do antecessor, se chamava TF102 e já veio com uma pintura totalmente diferente do TF101, que, a princípio, até chamou atenção. O motor V10 já chamava atenção pela sua saúde e pela boa potência desenvolvida, e a evolução se mostrava constante, com o time ainda liderado pelo expert de Rally Ove Andersson e tendo uma mudança no projeto do carro, que havia começado com André de Cortezane e havia passado para Gustav Brunner.

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Os testes coletivos mostravam números até otimistas, com tempos próximos dos da McLaren, e superior a algumas escuderias como B.A.R. (atual Mercedes) ou da finada Jordan. Na temporada, o TF102 pontuou logo na estréia, e fez outro ponto durante o ano. Não foi uma estréia de gala, é verdade. A Renault, que estreou no mesmo ano, se saiu bem melhor, mas contou com uma estrutura pronta (comprou a Benetton), e os japoneses estrearam do zero. No entanto, seguindo a filosofia oriental, a Toyota não foi afobada, e considerou 2002 como um ano de aprendizado, projetando para o ano de 2004 suas primeiras vitórias, tendo a temporada encerrada e a de 2003 como aprendizados. Só não foi bem isso que aconteceu...

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__2003: O ano começou com mudanças. De projetistas (fico devendo os nomes aqui, hehehe), e de pilotos. Salo e McNish foram mandados embora e em seus lugares foram apresentados o brasileiro Cristiano da Matta e o francês Olivier Panis. Da Matta veio pelo seu bom relacionamento com a marca na F-Indy, e Panis vinha da B.A.R., sendo um piloto mais em fim de carreira, mas ainda assim uma aposta relativamente rentável. O ano confirmou uma evolução do carro em relação a 2003, e o motor continuava sendo respeitado no circo. Mas a performance ainda deixava a desejar, mostrando que os prognósticos da equipe talvez não estivessem tão exatos. Da Matta mostrou boas performances, mas era até evidente que só não ia além por causa do carro. No somatório do ano, a equipe ficou em 8º nos construtores, fazendo 16 pontos. Mostrou potencial, mas ainda ficava a desejar, principalmente porque a montadora investia gordas fatias de seu farto orçamento mundial.

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__2004: A maior mudança veio antes do começo do certame, com a contratação, a peso de ouro, de Mike Gascyone, que saiu da Renault com o mérito de ter feito o melhor chassi de 2003. O investimento, no entanto, parece não ter tido retorno algum nesse ano. Da Matta e Panis fizeram somente 9 pontos, e ambos saíram antes do final da temporada, com a entrada de Jarno Trulli, que veio da Renault, e da entrada temporária de Ricardo Zonta. O TF104 realmente não foi um dos melhores modelos do time, visto que Trulli e Zonta também não obtiveram muita coisa com ele. Zonta não foi além de um 10º lugar e Trulli de um 11º. Contudo, 2005 traria melhores notícias...

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Nos próximos dias continuarei postando a "monografia" do Pedro, sobre os "Anos Toyota na F1", divida em partes... ou capítulos, já que este post está parecendo um livro (heheh), e dos bons.
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Um abraço,
Fernando Ringel

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: Vermelho, branco ... FUI!

__ Zakspeed? A "Ferrari pobre" (construiam tudo no carro), veio prateada (prometendo muito), se vestiu de vermelho e branco e... adeus!

A Dallara, essa sim uma genuina "Ferrari do Paraguai" (italiana, vermelha e construtora de chassis para várias categorias, atalmente com força total na Indy), veio, conseguiu vários pontinhos, alguns pódios... e quando deixou de ser vermelha, 1993, caiu tanto que acabou sendo incorporada pela Minardi. (sentiu o drama? "acabou incorporada pela Minardi...")

Toyota: muito dinheiro + nenhum carisma + carros fracos e motores bons = cemitério de boas carreiras como as de Mika Salo, Panis, Mcnish, Da Matta, Ralf Schumacher, Zonta (eterno piloto reserva, apesar de sempre dar um calor nos titulares) e por que não dizer, Jarno Trulli.

Por isso digo, nesses casos, A FÓRMULA DA VELOCIDADE é: vermelho + branco = fui!

OBS: post nascido da retrospectiva (analítica) que o Pedro Ivo está escrevendo sobre a trajetória da Toyota e da BMW na F1, e que logo você lerá aqui no VEL MAX.
No caso, tanto para mim quanto para o Pedro, a pintura do TF101 é bem mais bonita, muito mais marcante que, a "ops, derrubei uma lata de tinta vermelha aqui", tradicionalmente usada pela Toyota, ehehhe... sem falar que a pintura lembra parece uma mistura oriental entre as laterias e o cockpit do Zakspeed 841 + o Santo Antônio do Dallara BMS-191.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Yes, Nós Gostamos + dos Carros Bonitos (13)

Pedro Ivo, dando uma de Rianov Albinov (ehehe), desenterrou, e mandou pra gente uma raridade dos anos 2000:

Toyota TF 101
Olha só o contraste do azul do capacete com vermelho e branco do carro...

O Pedro ainda mandou mais informações sobre o TF 101:
"Esse foi o primeiro modelo da Toyota na F1, que ela realizou os primeiros testes ainda em 2001 e a pré-temporada 2002, até antes do GP da Austrália. Foi testada por Mika Salo (um dos meus capacetes preferidos da F1) e Allan McNish. Essa pintura aí é MUITO mais bonita que a dos modelos de 2002 até 2009 - aquele velho esquema "opa, derrubei um balde de tinta no carro" - com certeza um exemplar para o "Yes, nós gostamos + dos carros bonitos!""



Vendo essa pintura lembrei das Zakspeeds...

Complementando o texto do Pedro, em 1999, quando a montadora anunciou sua entrada na categroria, os japoneses tinham planos para estrear na F1 em 2001. Se isso tivesse acontecido o TF 101 seria o primeiro carro da Toyota na categoria... e provavelmente essa seria a pintura do chassis em 2001.

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Muuuuuuuuuuuuuuuito obrigado pelos seus e-mails!!!

Atendendo ao nosso leitor Eduardo Alves, segunda tem Kevin Shwantz aparece por aqui. Terça feira, sem falta, temos a indicação do Gabriel Lima, nada mas, nada menos que a Jordan J197 "Cabeça de Cobra" aqui no "Yes, Nós Gostamos + dos Carros Bonitos".

Qual é a melhor combinacão entre capacate e chassis na sua opinião? Mande a sua colaboração para feringel@yahoo.com.br. Tá fim de papear no MSN? É só me adicionar, o endereço é o mesmo, feringel@yahoo.com.br.

Um abraco, Fernando Ringel