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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

F1: notas sobre o GP

Nota para a corrida: 7, 8, sei lá.

OBS: Provavelmente essa nota é altamente influenciada pelo meu gosto por corridas em ciruitos estreantes + chuva. Não fosse o safety car, seria nota 9, eheheh.

+ Particularmente, gosto de corridas de estréia porque ninguém sabe direito os caminhos da pista e o resultado varia entre: vitória esmagadora do melhor time (em função de sua maior capacidade, $$$ + competência, para se adaptar mais rapidamente) ou corrida maluca com direito a muitas zebras.

+ Sobre este GP em si, na verdade a chuva lavou a alma do pessoal de Yeongam. Sob calor, sabe-se lá se o asfalto agüentaria as 65 voltas. Com a chuva, a pista foi literalmente lavada. A areia foi pelo ralo e no fim das contas, o GP foi bem divertido.

+ Este foi um Grande Prêmio tão peculiar que mesmo no compacto de 54 minutos da Globo, mais de metade da edição mostrou as voltas atrás do safety car. O mais curioso para mim foi notar como no trecho do cotovelo, apesar de estar chovendo como na época da Arca de Noé, com os pilotos no ritmo “marítimo” do carro de segurança, o “trenzinho” lembrou Mônaco, rsrsrsrsrsrs.

+ Antes de falar sobre o que aconteceu nas 65 voltas deste primeiro GP da Coréia do Sul, gostaria de começar esta resenha falando sobre a F1, suas equipes e sobre primeiros pilotos, segundos pilotos, Vettels e Webbers.

A idéia geral é de que a Red Bull tem três escolhas: Webber, Vettel ou o vice campeonato. Para alegria geral da nação (eu, você, a Mclaren e o Alonso), a equipe não se pronuncia oficialmente sobre o assunto e seus pilotos continuam se bicando, colocando em risco um título que (merecidamente) já deveria ser da Red Bull.

Isso tem um pouco de ligação com a rejeição dos EUA em relação a F1 e com a própria natureza da categoria. A F1 não é exatamente um campeonato de pilotos. Isso basicamente é importante para Senna, Massa, Schumacher, FISA, Rede Globo, e os românticos que acreditam nas corridas como (acima de tudo), um esporte. Fórmula Indy sim é campeonato de pilotos (por isso chaga ter 10 vencedores em uma temporada, 40, 50 inscritos para Indianápolis, etc). F1, é campeonato de equipe, por isso a abissal diferença técnica entre o pior carro (o Hispania F1-10 por exemplo) com qualquer dos Dallara usados por Penske ou Ganassi.

Na F1, fundamentalmente, as estrelas são os carros e numa boa parte dos casos, o piloto é apenas uma formalidade para que o carro dispute o campeonato.

Dito isso, neste primeiro GP da Coréia do Sul, já dá para afirmar que a Red Bull meio que jogou fora um título (merecido) que teve mais de uma chance para garantir.

+ Jogo de equipe pode não ser a melhor coisa do mundo, mas é assim que se constrói a equipe campeã. É como aquela frase: “daí-me coragem para mudar as coisas que posso, serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar e sabedoria para saber a diferença entre as duas”. É uma questão estrutural do esporte de competição: apenas um vence. Sendo assim, em uma dupla, sempre há um perdedor. O que a equipe pode fazer é tentar que pelo menos um de seus pilotos vença. Competição sem jogo de equipe, só se for nas olimpíadas, no atletismo, basquete, futebol, volei, etc. Isso é um fato.

Dito isso, quem seria o primeiro piloto da Red Bull? Em 2007, Webber chegou por baixo no time. Todo mundo sabia que ele seria o escudeiro de David Coulthard. Naquela altura, as portas da decadência (antes do estrelato que teimava em não chegar) Mark ficou bem satisfeito. Se pensarmos bem, Webber está mais do que no lucro porque (na Red Bull) Coulthard (contratado a peso de ouro) não teve nem 10% das chances de vitória que o australiano está tendo nos últimos anos.

Aí chegamos à pergunta: Webber merece ser o primeiro piloto do time em 2010? Segundo a tabela de classificação fria e calculista, sim. Nenhum argumento pode mudar o fato de que Webber tem mais vitórias, e por conseqüência mais pontos (mesmo com o apoio “desestimulante” da equipe).

+ Você fã de Sebastian Vettel com certeza tem argumentos para discordar das palavras escritas acima. Concordo com você. Como disse, Webber sempre foi um piloto veloz, porém nem mais, nem menos que a média da F1. Um Thierry Boutsen da vida que foi contratado, feliz da vida, como segundo piloto. Fato.

O currículo do jovem alemão (pré Red Bull), é superior ao de Mark Webber. Vettel é o piloto mais jovem da história a marcar pontos (8° lugar em sua estréia pela BMW, EUA/2007). Sebastian é O CARA que esmagou um piloto do calibre do Bourdais, O CARA que (em seu primeiro ano completo na F1), fez pole e venceu (com méritos) em uma Toro Rosso! Sem dúvida, realmente Vetttel é (sob esse ponto de vista), “O” cara.

SIMPLIFICANDO: Vettel é o piloto que 99% dos amantes do automobilismo gostariam de ser (se fossem milionários), kkkk.

Bom, esse é o histórico do piloto que chegou como estrela na Red Bull. Ao contrário da maioria das revelações, Sebastian continuou fodástico em um time de ponta, colocando (por muitas vezes) em cheque a capacidade de Webber como piloto capaz de vencer. Em 2009, o que Mark levou anos para conseguir pelo time, Vettel conquistou em seu primeiro ano na Red Bull: 4 vitórias.

Pelo currículo, Vettel merece ser o primeiro piloto. Antes do início da temporada, o alemão seria aposta óbvia até mesmo para aqueles que não conhecem muito mais que o “Filipi Maça”, o Senna e o “Rémilto”.

Porém (é aí que a coisa muda), Vettel erra demais para um piloto de ponta e (faltando apenas duas corridas para o fim da temporada), o resultado disso somado a alguns azares é : 14 pontos a menos que Webber. E não se trata de uma virada do australiano. Em 2010, Webber sempre esteve na frente. Na verdade Vettel conseguiu diminuir a diferença, mas nunca chegou a estar na frente do companheiro.

Portanto, em 2008, Vettel seria o primeiro piloto, porque de fato foi melhor, mas em 2010 o primeiro tem que ser o que tem mais chances de vencer e em um time que pretende ser campeão, tem que ser assim. Por isso, GO WEBBER!

+ Podem chorar os passionais/irracionais, mas é exatamente porque isso não acontece na Ferrari que Alonso ressurgiu para um título improvável como aconteceu com Kimi Raikkonen em 2007. Por pior que seja o jogo de equipe, é exatamente por isso que a Ferrari faturou 6 títulos e dois vices nos últimos 10 anos.

+ Nesse GP da Coréia do Sul, para a Red Bull poderia ser “NO GP” já que tinha tudo para dar certo, mas deu tudo errado.

+ O que será que o Vettel consegue fazer para estourar tantos motores Renault (mesmo sem calor)? Se ainda fosse algo frágil como um Yamaha da vida, mas estourar tantos motores Renault (fabulosamente resistentes) é coisa que não se vê desde o final dos anos 70 e início dos 80, no auge da era turbo dos franceses.

+ OK, ok, ok, estes não são mais os Renault fodásticos dos anos 90, mas embora menos potentes, continuam tão confiáveis quanto.

+ Por falar na montadora francesa, Kubica conquistou um anônimo 5° lugar. Nada mais, nada menos.

+ No segundo carro do time, enquanto esteve na pista, Petrov foi bem. O problema é que ele não permanece na pista por muito tempo, e volta e meia, entre uma escapada e outra, ele não volta. Como vimos (violentamente) em Yeongam.

+ Ainda pelo meio do pelotão, Vitantonio Liuzzy fez uma corrida de sobrevivência e surpreendentemente chegou ao final... em 6° lugar!

+ ... enquanto Sutil, andando feito um louco (como nos “velhos tempos”) foi se enfiando aqui e alí até que acabou finalmente entrando pelo cano.

+ Velhos tempos do Sutil = 3 ou 4 corridas atrás, ahuahua.

+ Não fosse o Kobayashi ser tremendamente rabudo, teria abandonado logo após a panca com o alemão da Force Índia. Aliás, como o "Sauber de borracha" (aparentemente indestrutível) do japonês agüentou o impacto????

+ Entre alguns palavrões e lágrimas, deve ter sido (mais ou menos) isso o que Timo Glock pensou enquanto voltava para os boxes...

+ A vontade que me deu foi dar uns sopapos no Buemi. Glock vinha fazendo milagres de novo, correndo próximo dos pontos até que o suíço (a lá Gregor Foitek) transformou tudo em pedaços.

+ Viu por que gosto tanto das corridas com chuva? Dá para tantos coadjuvantes mostrar serviço em pista seca???? NOT.

+ LAR DOCE LAR MODE On: ainda sobre a Sauber, Nick Heidfeld feliz da vida por ter voltado para a “sua família” garantiu mais dois pontinhos para o time. Nada contra o De La Rosa, mas o carro aparentemente ficou bom desde que Heidfeld começou a pilotá-lo. Pior para o piloto espanhol e... muito melhor para Peter Sauber e para quem torce pelo time.

+ Quem torce pela Sauber? Acho que só...eu. Hauhauhaua.

+ O caso de Heidfeld é só mais um exemplo de que, quando estamos felizes, trabalhamos mais e melhor. O psicológico conta demais, e quando a auto confiança não está 100%, até um J.J. Lehto vira reject. Portanto, De La Rosa, o grande bode expiatório de 2010, está absolvido.

+ RESUMINDO: Pedro não é gênio, mas também não é reject. Só não teve a sorte do Alonso.

+ Quanto ao resto da “Turma do Fundão”, Bruno Senna e Yamamoto fizeram bem o seu papel: o brasileiro venceu a disputa interna na Hispania enquanto o japonês completou o GP. Cada um no seu quadrado, a dupla fez o arroz com feijão que dava para fazer.

+ Na Lotus, tudo continua dando errado para o Trulli enquanto o (ex- Pé na) Kova terminou como o melhor das pequenas. Mesmo longe, ficaram a três posições dos pontos. GO LOTUS!

+ Quanto a Williams, Rubinho faz o que pôde. O cara anda numa fase em que, até na fila para o banheiro encontra o Schumacher pela frente. Pode ter muito dedo da mídia nessa “briga”, mas no fim das contas (assim como a vaga para a Copa Sul-Americana no Brasileirão, por exemplo), essa rivalidade nostálgica entre os dois ajuda a animar a briga pela décima posição...

+ Na corrida, como Rosberg, Vettel, Webber, e Button foram cartas fora do baralho, Schumacher chegou em quarto (este tenha sido seu melhor desempenho em 2010) enquanto Barrica vinha em quinto até seus pneus virarem chiclete. No fim, ao menos Schumacher pôde se gabar de ter chegado na frente do Kubica, enquanto o brasileiro finalizou em uma boa 7° colocação.

+ Lembrando que sétimo para o estágio atual da Williams está ótimo! O pontinho de Hulkemberg também ajudou. Em 2010, a temporada da equipe poderia ser definida como, “de grão em grão a galinha enche o papo”. Parecem poucos pontos, mas proporcionalmente ao orçamento deles, a equipe está no nível dos times que disputam o título.

+ No pódio, Hamilton errou sim, mas o erro se deve em parte ao fato da McLaren não estar no mesmo níel de Ferrari e RBD, ops, RBR (hauhauhauhau). Errar com o melhor carro é uma coisa, mas errar quando o piloto está tendo que dar 110% para acompanhar o ritmo dos outros é natural, ainda mais em uma pista “virgem”, totalmente encharcada.

+ No fim, o segundo garantiu uma sobrevida para a equipe quanto as esperanças do título, já que Button (sniff, sniff, sniff) é carta fora do baralho.

+ Na Ferrari, Massa sobreviveu, teve calma e, assim como Alonso, foi beneficiado pelos acontecimentos da corrida. O curioso é que teoricamente a Ferrari é a equipe que mais sofreria sob estas condições, devido ao problema no aquecimento dos pneus.

+ Sorte de campeã. Assim poderia ser definido para o resultado da Scuderia na Coréia do Sul.

+ Começo a inclinar a minha torcida para Fernando Alonso (apesar de não ir nem um pouco com a cara dele). Se Webber não conseguir, nas mãos do meu xará o título estará com quem merece. Duvido que outro piloto da atualidade estaria na posiçao que o espanhol está em um carro que se apresentou inferior durante a maior parte da temporada.

+ Na boa, coisa digna de Prost, e... se algo é digno de ser comparado ao Prost, então estamos falando de genialidade.


OBS: se o processo de "Made in Chinização" da F1 continuar, acho que vou acabar parando de escrever as resenhas sobre a F1. Na boa, ou eu não acordo (por não ouvir o despertador) ou acabo durmindo no início ou no fim dos GPs. A demora na postagem da resenha, em 50% se deve a isso.

Incrível como (quando o assunto é F1), no fim de tudo sempre está Bernie Ecclestone... como o culpado, hauhauha.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Nostas sobre o GP da Malásia/2009



+ O que seria da F1 sem as corridas com chuva, hein? São Pedro é fo*&%^$, cara!

+ Começo a resenha sobre o encharcado GP da Malásia com a belíssima demosntarção de habilidade na briga entre Hamilton e Mark Webber. É o que foi dito aqui no VEL MAX no GUIA F1/2009 “ Falta ao Webber aquela coisainha a mais que o campeão, porém, sempre muito veloz, Mark é o melhor piloto australiano desde Jack Brabham”

+ Recado via rádio de Adrian Newey para Vettel e Webber: "Na chuva, os carros da Red Bull te dão asaaaaas”.

+ Ainda sobre a equipe “que te dá asas”, Vettel vem matando a minha saudade por ultrapassagens e acidentes... coisa que sinto falta desde a aposentadoria do Alesi em 2001.

+ Por quê? Bom, ver o alemão abandonando no temporal, em um carro com o patrocínio da Red Bull... e ainda dentro do carro, jogando as luvas com raiva contra o volante foi um remake do Alesi abandonando com a Sauber na chuva em Magny Cours/99.

+ Você que acessa o VEL MAX sabe que não sou de ter pena de piloto nem equipe nenhuma, mas... coitado do Kovalainen. Que saída de pista foi aquela?????????

+ Falando na Mclaren, a equipe está cada vez mais com a cara da Williams em 1998 e a terceira temporada do Hamilton está cada vez mais parecida com a terceira temporada do Jacques Villeneuve... que até então era um dos favoritos, ostentando um vice e um titulo mundial em suas duas primeiras temporadas na F1... com o melhor carro.

+ Ainda falando de piloto que tem ou não tem estrela de campeão, como o Alonso é rabodo, hein? A curcva é para a direita, o carro aponta para a esquerda, e, no trecho alagado da pista, com pneus de pista seca... NA BRITA, o espanhol não atolou... e ainda voltou ara a pista.
Se eu fosse o Alonso jogaria na loteria correndo...

+ Falando sobre a Renault, queria saber a opinião do Nelsão Piquet sobre a temporada do Nelsinho... se o Nelsinho não fosse o filho dele...

+ Provavelmente a carreira do Nelsinho, até agora na F1, seria definida em uma daquelas declarações CRÁÁÁÁÁSSICAS” do Nelsão...

+ Quando um piloto perde o título, ele tem que chorar muito mesmo. Do jeito que as regras mudem de um ano para o outro, ninguém garante que no ano que vem, os melhores carros de 2009 brigarão pelo pódio no ano que vem.

+ Mclaren e Ferrari que o digam...

+ Só para exemplificar, será que Brawn e Ferrari trocaram de carro? Button e Barrichello ficaram bons de uma hora para outra?

+ Para os padrões normais de controle de carro, o padrão exigido nas auto escolas, os caras das categorias Top são gênios. Pense no esforço para controlar carros tão agressivos, sofrendo uma força G altíssima, dentro de um cockpit onde o calor passa fácil dos 50 graus ºC... a diferença entre eles é muito sutil. O que muda mesmo é um carro que proporcione ao piloto demonstrar que sabe mais do que “simplesmente” controlar o carro.
Prova disse foi o início da carreira do contestadíssimo Damon Hill na F1. Direto da pré qualificação,em 1992, com a Brabham para, no ano seguinte chegar, a incomodar Alain Prost na Williams... vencendo 3 corridas e perdendo duas no final por problemas no carro...

+ Aliás, isso me lembrou de um texto que parei pelo meio... logo o texto estará aqui no VEL MAX.

+ Voltando à 2009, Sepang 2009 = Donnigton 1993??????

+ Pelo menos quanto ao número de paradas nos boxes, foi tão louca quanto Donnington...

+ Depois desse GP da Malásia, se eu fosse mecânico, pediria um aumento de salário. Os caras trabalharam praticamente durante toda a corrida trocando pneus e aerofólios...

+ Quando o Safety Car paralisou a corrida, tinha tanta água na pista quanto em Adelaide/89, uma pista de rua disputada com os bueiros entupidos devido a tempestade que caia sobre a cidade no momento da prova... como pôde acontecer praticamente a mesma coisa em um circuito permanente, um dos mais modernos da categoria mais cara do automobilismo mundial... em 2009????????

+ A bagunça envolvendo a organização desse GP da Malásia me lembrou os amadores anos 50, 60 e 70 da F1. Porém, apesar da falha dos organizadores, Sepang/09 mudou a minha postura, pelo menos, quanto aos anos 70.
A insegurança dos carros e circuitos não era fruto apenas de ganância dos dirigentes da categoria. A F1 viveu nessas três décadas uma evolução rápida demais e, somado as várias mudanças no regulamento, muitas vezes pegou os organizadores dos GPs de “calças nas mãos”.
O asfalto que virou farofa no Brasil em 76, a morte do Pryce no Kyalami em 77, o alagamento parcial de Silverstone no GP da Inglaterra de 75, o acidente do Stommelen em Montjuich, o campeonato de 94... entre outros menos famosos são exemplos disso.
Pelo menos, demonstrando bom senso, paralisaram a corrida antes que algo grave pudesse ocorrer...

+ Voltando á2009, meu brother Kubica deu uma de Ayrton Senna na largada do GP de Suzuka de 88, obrigando o Barrichello a bancar o Nelson Piquet e passar raspando para não bater no carro da frente.

+ Ainda quanto ao Kubica, lembrou também o Brundle na largada do GP da Inglaterra de 94, só que o motor não soltou fumaça como se fosse um foguete. Sorte da BMW que não passou pelo mesmo embaraço que a Peugeot...

+ Reação de um mecânico da BMW após o abandono do polonês: “VAI TOMAR NO KUbica!”

+Ainda falando sobre a parte da frente do grid, mais uma vez a Williams veio muito bem e bateu na trave...

+ Se a Williams Toyota ainda não engrenou em 2009, a equipe oficial da montadora japonesa, tem o seu melhor início de campeonato desde sua estréia na F1. Após anos torrando milhões de dólares em bons motores e carros irregulares, finalmente, PARABÉNS Á TOYOTA!!!!

+ Ainda sobre a equipe japonesa, finalmente o Trulli acertou na pintura do capacete. Bonito, moderno e usando as cores da bandeira da Itália, Jarno deveria adotar essa pintura, e apenas essa, daqui ara frente

+ ... sem falar que combinou muito com a pintura da Toyta.

+ Quanto você aposta que na próxima corrida o Trulli estará com uma pintura bem diferente??????

+ Quando pudemos ver o Trulli com tempo suficiente para perceber os detalhes do capacete do italiano, a prova já estava paralisada há muito tempo. Curioso é que naquele momento a prova, provavelmente, seria reiniciada... e Kimi Raikkonen já estava de short e camiseta tomando um sorvete nos boxes da Ferrari.

+ KKKKKKK, se o finlandês não fosse campeão do mundo... Será que ele abandonou por problemas na Ferrari? Ou será que, cansado de andar com pneus BISCOITO no seco, ficou com vontade de tomar um SORVETE e resolveu MOLHAR a garganta com uma COCA????
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+ É, sei que não teve graça. Foi mal.

+ Por falar na Ferrari, mais uma vez Massa e Raikkonen “SE FERRARI”.

+ Desde que Jean Todt e Ross Brawn deixaram a Scuderia, a equipe lentamente volta à bagunca orgnizada da época do Comendador Enzo Ferrari. Na “ Gestão Domenicalli” é impressionante a quantidade de erros bobos cometidos nas estratégias da Ferrari.

+ De onde veio o Heidfeld, hein???? De repente todos poderiam ter chegado ao pódio, e o alemão, de maneira hiper discreta, faturou o segundo lugar.

+ Heidfeld = jogador de xadrez

+ E mais essa vitória tranqüila do Button, hein?

+ Trilha sonora do pessoal da BRAWN GP nesse início de temporada: Push the Bottom
dos Chemical Brothers... ou seria “PUSH THE BUTTON”????

+ Clique no link, leia o nome do arquivo,e se quiser, ouça a música http://www.4shared.com/file/76810844/84ce452e/The_Chemical_Brothers_-_2005_-_Push_The_Button.html?s=1

+ Jenson está ficando tão famoso que o pessoal que upou esse arquivo no 4SHARED até confundiu o nome do CD. Seria essa uma pista de foi o Nick fry ou o próprio Ross Brawn quem upou esse “PUSH THE BUTTON”???????

+ Queria ver o Barrica na relargada, pertinho dos lideres... na chuva. Apesar de estar afzendo o dever de casa ao marcar pontos, vitória é vitória, e quem vence o título em uma equipe é o primeiro piloto... VAMO BARRICAAAAA!!!!

+ Agora tem GP da China, né? “PELAMORDEDEUS”, parem com esses GPs de madrugada, pô!!!

+ Quantas ultrapassagens, né? Nem parece a F1 dos anos 2000. AINDA BEEEEEEEM!
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Um abraço,
Fernando Ringel