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domingo, 10 de outubro de 2010

F1: notas sobre o GP

Nota para o GP: 4

+ Corrida sonolenta (e isso não é uma referência à madrugada).

+ Antes de falar da corrida em sí, interessante como em Suzuka fica clara a evolução da F1. Como esta é uma pista pra lá de clássica, estamos mais do que acostumados a assistir e reassistir trechos de corridas disputadas alí. Até hoje curto alguns jogos do início dos anos 90 e a diferença na reaceleração (após a última chicane) é absurdamente clara. Os F1 de hoje simplesmente voam como se fossem Dragsters em relação aos F1 de 15, 20 anos atrás.

+ Por outro lado, isso não fez lá muito bem para Suzuka. As ultrapassagens minguaram consideralvemente com o passar do tempo. Como a pista já não tem muitas retas, se os carros voam nas reacelerações, não há pista suficiente para que o piloto que está atrás (a não ser que tenho um carro muito superior) consiga se beneficiar do vácuo e passar. Se os carros forem minimamente do mesmo nível, a ultrapassagem já se torna bastante improvável.

+ A briga entre Glock (um bom piloto) e Yamamoto (no pior carro do grid), ratificam essa certa velhice do (belo) traçado de Suzuka.

+ Por falar na Virgin, "rapaaaaaiz", me dá medo pelo Glock e pelo Di Grassi. Se eu fosse um dos dois, faria um seguro de vida rapidinho.

+ Se o "acidente" do Di Grassi tivesse ocorrido em velocidade de corrida, meu amigo...

+ Só para lembrar, ainda não inventaram Hans Devices que te salvem de coágulos no cérebro, que proteja seus órgãos da força G, etc, etc, portanto digamos que... seria bom para a saúde de qualuqer piloto, dirigir um carro seguro.

+ Quando a camera on board do Glock mostrou o alemão alinhando no grid, por um momento admirei sua coragem embora uma parte de mim condenasse sua "inconsequência". Agora, escrevendo estas palavras, vejo que a responsabilidade (ou afalta dela) é da Virgin. Seria no mínimo sensato chamar Glock para os boxes e só depois liberá-lo para a corrida.

+ Se eu fosse Nick Wirth, provavelmente teria chamado Glock para os boxes e fim de prova. Simples assim. Porém, essa seria uma confissão de incompetência, um gesto de altruismo em um mundo vigorosamente capitalista e impiedoso como a F1. Seria a auto-desmoralização de uma equipe que luta para permanecer (ou ficar) de pé.

+ Uma solução paliativa seria dizer para Glock andar com cuidado durante algumas curvas e simplesmente estacionar no meio da primeira volta em uma área de escape qualquer. Seria um abandono simulado, a equipe diria que foi um "problema hidráulico" e dos males o menor: se o carro do Glock tivesse tido algum problema como o do Di Grassi, além de alguns ossos, a imagem da equipe seria (possível e irreversivelmente) detonada.

+ Poucos lembram, mas o que de fato matou a Simtek (primeira empreitada envolvendo Nick Wirth na F1) foi a morte do Rartzemberger. Projeto decente, estrutura, marketing, apoio político, tudo existia na Simtek, mas a imagem da equipe foi manchada de sangue... e aí meu amigo, a o time apenas agonizou até meados de 1995.

+ Enquanto a Virgin se preocupa com bobagens como o tal release que o Di Grassi alterou e blá, blá, blá, talvez eles devessem gastar mais tempo e energia para que aerofólios não se desprendam e nem seus carros, e uma curva para a esquerda, subitamente virem para a direita.

+ Na Hispania, Yamamoto fez bonito. Foi realmente bem.

+ Bruno Senna também levou seu "carro" até o final. Ao menos isso a Hispania pode se "orgulhar": seus dois carros cruzaram a linha de chegada em seis GPs. Parece pouco, mas para uma "equipe de 1,99", está bom.

+ Na Lotus, euforia com o 12° lugar de Heikke Kovalainen. O (ex-) Pé na Kova continua recuperando o respeito que merece. Feito improvável a bordo do que chamam de Lotus Malaia(!!!).

+ Incrível, mas realmente (por "n" motivos) a cada GP eles estão mais próximos da zona de pontuação.

+ Ou seria, menos longe???? De qualquer maneira, GO LOTUS!

+ Na Renault, Petrov merecia uns sopapos e o Kubica... uma equipe melhor.

+ Dizem que a Lotus deste campeonato é do Paraguai, mas vc não vê o Trulli ou o Kova ficando sem uma roda traseira logo após a largada, não é? Pra falar a verdade, nunca tinha visto algo assim, nem nas F3 da vida. "Barbeiragem bem da loca", digna daqueles carrinhos que a gente compra nas banquinhas com produtos do Paraguai.

+ Além do segundo lugar (ou um resultado mais realista como um quarto, quinto lugar), com certeza alguém perdeu o emprego na Renault.

+ Enquanto a Renault vai lentamente caindo de rendimento (ou apresentando um desempenho mais compatível com sua atual fase de transição em relação ao surpreendentes resultados da equipe até algumas corridas atrás), a Sauber vai ressurgindo. Curioso notar a ligação que alguns pilotos tem com certas equipes. Em Suzuka ficou claro como a equipe suíça é a casa de Nick Heidfeld.

+ Todos temos disso: produzimos mais e melhor quando trabalhamos felizes. Agora sim, a Sauber tem uma dupla capaz de surpreender.

+ Sem falar nos "segredinhos" que Heidfeld, como piloto de testes da Mercedes, traz para os carros da Sauber.

+ Sobre o Koba, assim como escrevi na resenha sobre o GP de Cingapura, ele está no nível de evolução de onde Adrian Sutil passou (esfriou) e onde Vettel e Hamilton ainda estão: Koba varia entre altos e baixos na Escala Sen.

+ O que é isso? Calma. Koba, Vettel e Hamilton variam no que chamo de Escala Sen: muitas vezes SEN-sacional, como nesse GP do Japão, e muitas vezes SE-m Juízo (como vimos com hamilton e com o próprio Koba em Cingapura).

+ Ok, antes que um Professor Pasquale da vida venha dizer que "sem juízo" é escrito com "m" ao invés de "n", essa minha Escala Sen faz referência ao som da sílaba e ao significado das palavras. Realmente Koba alterna entre altos SEN-sacionais e baixos SEM noção.

+ Quanto a Suzuka, embora meio kamikaze, foi uma grande performance do japa. Uma beleza mesmo. De encher os olhos!

+ Quanto ao Massa, quando o emocional vai mal, aí todo o resto desenda. Como se ensina em qualquer auto escola, em um acidente, a culpa é de quem bate por trás. No caso, Felipe não foi simplesmente jogado para a grama. Rosberg estava com problemas na embreagem (por isso foi lento na largada). Felipe, como piloto do naipe da Ferrari, deveria saber que coisas assim podem acontecer. Massa não foi jogado para a grama, era basicamente isso ou encher a traseira do Rosberg.

+ Ou vai dizer que você queria que o Rosberg saisse da pista para você passar, Felipe?

+ Pior para o Liuzzi. Se tem alguém que pode se considerar azarado, amaldiçoado nessa história, esse alguém é Vitantonio Liuzzi.

+ Sabe o que separa os pilotos em atividade dos aposentados? Sorte. Quando ela acaba, Alboreto, Arnoux, Ickx e um monte de gente boa se transformam em coadjuvantes irreversíveis. Te cuida Felipe.

+ No mais, Alonso, Button e Hamilton fizeram o que dava. No fim, farantiram a sobrevivência de suas esperanças no título.

+ Na frente, a Red Bull deu asas para Vettel. Webber assistiu o cimpanheiro fazer barba, cabelo e bigode, o que dificultou a vida de quem brigava contra o sono e contra a corrida sonolenta.
Ao menos se tivesse chovido, né?

+ No fim das contas, vale ressaltar a beleza do capacete usado por Vettel. Com certeza, o mais bonito dentro o monte de pinturas (algumas muito toscas) que ele usou até hoja na F1.

+ Barrica (outro coloborador da monotonia), praticamente anônimo, marcou mais pontos preciosos na Williams.

+ Para finalizar, finalmente Schumacher andou melhor. Mesmo no sistema antigo de pontuação, Michael teria garantido seus caraminguás nesse GP. O tempo passa e a cada dia Schumacher (obviamente) pega mais a mão dos novos carros.

Ano que vem, com um carro feito com sua participação, aí sim teremos uma noção uma prova real sobre sua capacidade como piloto de F1 na atualidade. Para mim, o que mais está fazendo falta para Michael se chama... reabastecimento. Ninguém soube tirar mais vantagem disse que ele.

Quanto a sua idade, hoje as pessoas vivem mais e melhor. Para um dos pilotos com melhor condicionamento físico da hitória, não acredito que ter mais de quarenta anos seja decisivo para sua aposentadoria, ainda mais com carros cada vez mais "hidráulicos".

+ No mais, o negócio é esperar que o GP da Coréia do Sul seja realmente realizado. Fiz o papel de parede e não estou com tempo para fazer outro de última hora (rsrsrs). GO TILKE! GO! KKKK.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
("Sigam-me os bons", kkk)

domingo, 27 de junho de 2010

F1: notas sobre o GP

+ Vai um wallpaper (1200 X 768) para o GP de Valencia?

+ Nota para o GP: 3 (muito? a nota 3 é, em 90%, mérito do safety car).

OBS: quando digo safety car, estou me referindo as "LOLtus Racing", kkkkk. Bonitinhos e ordinários, aquilo não anda! Credo...

+ Antes de falar do acidente, gostaria de começar pelo "curto-circuito" (hauhua) de Valencia. Se eu fosse fazer uma FÓRMULA DA VELOCIDADE para esta corrida, seria assim:

Valencia = lixo + luxo (?)

Nem um nem outro. Os dois somados. Essa pista é "o" extrato de lixo e luxo. Como é possível um arquiteto renomado fazer um projeto de pista onde NÃO HÁ COMO ULTRAPASSAR?

+ Pior: os caras da FIA estudam e aprovam a pista! Claro, eles olham só a segurança e infra estrutura do projeto, mas o pessoal deveria olhar mais para o espetáculo, se importar mais com os telespectadores. NÓS SOMOS 99% da audiência da F1 ("pelas minhas contas", ehehe). Embora a maioria dos telespectadores não tenha como ir aos autódromos assistir ao vivo, NÓS REPRESENTAMENOS MUITO $$$$$.

+ Por que Abu Dhabi e Valencia (além de todos os circuitos novos desde o remodelado A1 Ring) são belas porcarias? Ora, simples: são uma porcaria porque são perfeitos. É a improvisação que faz o espetáculo. Por que Michael Jackson dançava daquele jeito? Ele fez "milhares" de cursos e especializações no balé Bolshoi em Moscou? Neca, o neguinho aprendeu rebolando ao som dos clássicos da Motown. Ele curtia os dançarinos clássicos como Fred Astaire e Gene Kelly, mas como não fez escola nenhuma, simplesmente via e tentava fazer do seu jeito:
queria fazer + ñ sabia como + fez o melhor que podia =

...se auto proclamou o Rei do Pop, coisa que naquela época já era tão óbvia que ninguém ousou contestar.

Pq falei do Wacko Jacko em uma resenha sobre a F1? Sabe, nessa semana li (mais) um dos textos espetaculosos do Verde" (muita informação + humor ácido + Havoc = Textos Clássicos do Verde).

No caso, Leandro descreveu a história de Brands Hatch. Convenhamos, essa pista é uma obra de arte que "nasceu sozinha". Algumas subidas e descidas tem a ver com as próprias irregularidades do terreno, outras são herança dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial. No fim das contas, Brands tem todo aquele charme porque o traçado é assim pelo bem e pelo mal ("oh, no!" by Johnny Herbert e Jacques Laffite).

Nesse caso, o homem se adaptou ao ambiente. Na F1, dos anos 90 pra cá, o homem tem adaptado o ambiente ao $$$. Os caras deixam os terrenos todos planos antes de começar a contruir tudo. Fica tudo com cara de jogo de video game. A coisa é tão grave que causa certa confusão a semelhança entre Bahrein, Istambul Park, Sakhir e até mesmo Sepang (Jerez De La Frontera made in Malásia). Os países são fundamentalmente diferentes, mas as pistas são quase idênticas, (tudo a mesma m!@#!@#).

Exatamente por isso Sandy e Junior é "aquilo". É tudo perfeito. Tudo bem tocado, afinado, bontinho e... sem gosto de nada. Por essas e outras digo:

GP de Valencia (F1) = Sandy e Junior

+ Ainda sobre os bastidores, (prometo que já começo a falar sobre o que aconteceu, ou não aconteceu, durante a a corrida). Até quando o povo vai teimar que essa não é a Lotus? Chapman morreu! THE END, MAN! E tem mais: para os Galvões Buenos da vida que dizem ser triste ver a Lotus tão mal, se nos anos 60 fosse necessário o dinheiro que as equipes gastam hoje para estar na F1, duvido que (mesmo sendo um gênio) Chapman teria tido como inventar coisas como o efeito solo.

+ Na verdade, com os gastos exorbitantes da categoria atualmente, se fosse assim na década de 60,
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provavelmente Colin Chapman nem teria entrado
(como dono de equipe) na F1
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+ Ah, só para lembrar, foi exatamente por causa do aumento massivo de gastos na categoria a causa da falência da Lotus, no início de 95.
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+ Depois de bancar o Advogado do Diabo, tenho que reconhecer: a Lotus esteve muito mais para "LOLtus" em Valencia. Apesar do carro, vale resaltar a brilhane idéia da comemoração dos 500 GPs da marca. Pensa que o pessoal da Proton é como eu e você que gostariamos de ver a Lotus de novo na F1 por puro sentimetalismo? Os caras ressussitaram a marca por causa disso ($$$$), ó. Uma marca como 500 GPs na F1 vale muito din-din. Além de ser uma maneira de conseguir publicidade gratuita, a Lotus Racing ainda deu um belo tapa com luva de pelica em quem insite em afirmar que ela não tem nenhuma ligação com a velha Lotus de guerra.

+ Falando sore ícones do esporte a motor, após o apagar das cinco luzes vermelhas , vimos uma luz no fim do túnel para "a" Vermelha. Porém, a boa nova foi apenas um flash. Assim como o placar eletronico ao dar a largada, durante a corrida "As Vermelhas" (Ferrari) também... "apagaram". Alonso suando para passar Buemi e Massa pagando mico no meio do pelotão, heni? KARAI...

+ Exatamente por aí, assistimos a primeira ultrapassagem da corrida, lá pelo meio do GP (!!!). Adrian Sutil merecia um prêmio, ainda mais por ter passado por fora... onde ninguem conseguiu passar nem por dentro.

+ HUMOR NEGRO MODE On: quero dizer, Webber conseguiu passar por ali... voando. HAUHUAHAUHAU.


Sutil + Force India VJM 04 = Capelli + March 881?

+ Para mim, é sim. (só desejo melhor sorte para o alemão. Convenhamos, mais azar que o Capelli, só mesmo um Stefano Modena da vida). Além disso as semelhanças com a March Leyton House não param por aí: Liuzzy = Gugelmin remixado.

+ Sem querer, a equipe de Vijay Malhia comprova a tese de que produto original é melhor que pirata: enquanto até o Liuzzy anda bem no Force India VJM04 original, Trulli e Kovalainen estão "abaixo da linha do sofrimento" com o Force India VJM04 falsificado, vulgo Lotus T-127.

+ Quem diria que Giancarlo Fisichella faria o pior negócio da sua vida ao trocar esse carro por algumas provas na Ferrari, hein?

+ A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE "GLORIOSOS FIASCOS ITALIANOS NA FERRARI":

CAPELLI >>> BADOER >>> FISICHELLA

+ Por falar em remix, olha só:

Riccardo Patrese X Gerhard Berger (Estoril 1992)






Mark Webber X Heikke Kovalainen (Valencia 2010)





+ Por mais "energético que estivesse no tanque de gasolina", nem sempre Red Bull te dá asas...


OBS: pq não mudar o nome do time para PIT BULL?

+ No mais, bela corrida da Williams. Se fosse realmente o Hulk da Marvel, ao sair do carro Hulkemberg teria ficado verde e com uns 3 metros de altura. O cara ficou "p" da vida. Pior para a barreira de pneus... ou para o dedão do pé dele, né? Ai.

+ Ainda na equipe do Tio Frank, Barrica quase conseguiu um pódio. Não sei você, mas para mim o cara está pilotando demais!


Se a Williams sofria de alguma doença,
talvez o remédio se chame Rubens Barrichello

+ Na Mercedes, apesar das voltas mais rápidas, interessante ver o Schumacher se "Barrichellizando"... no pior sentido (ultimos anos na Ferrari) da comparação.

+ Já Nico Rosberg lembrou até o Kova na Mclaren: rema, rema, rema, mas ... não fossem as punições tinha ficado longe dos pontos.

+ Nas insossas curvas de Valencia assistimos a mais um capítulo da novela "A Maldição do Piloto n°2 da Renault": não fosse punido Petrov teria marcado pontos. No fim, 9 foram punidos, mas só Vitaly "se ferrov".

+ "Bastião" Buemi continua colocando os "pingos nos is" na Toro Rosso. Pela terceira corrida em 2010 segurou com autoridade a Ferrari de Fernando Alonso.

+ Sei não, mas... qualquer hora a STR vai acabar perdendo os motores italianos "sem saber o motivo".

+ Pode ser paranóia minha, mas a Sauber (enquanto teve os motores Petronas, antigos Ferrari) sempre se comportou se fosse propriedade da Scuderia. Maranello mandava, a equipe suiça cumpria.

+ Falando na equipe do Tio Peter, se a corrida mereceu nota 3, Kobayashi merecia bem mais que os 6 pontos bravamente conquistados pelo japa. Na verdade, nota 10 pra ele! Que garra! Quando o carro é competitivo, Koba esbanja agressividade... até a última curva!!!

+ Não concorda? A Sauber atualmente só não é mais pobre que a Hispania.

+ No mais, vitória "fácil" de Vettel, Hamilton em segundo para desespero do "Chorando" Alonso e Doctor Button mais uma vez em um "homeopático" terceiro lugar.

+ O lema de Jenson parece ser:

"Quem ri por ultimo ri melhor"

+ Pensou que eu ia escrever que o "Damon Hill", né? hauhauhauhau.

+No mais, "o Ministério da Saúde (em VEL MAX TOTAL) adverte: não use drogas,

DONNINGTON NUNCA MAIS (nem com chuva)!

+ Até Silverstone (eba!).

OBS: essa pista, principalmente o traçado dos anos 80 poderia se chamar GOLDstone, né?

Ehehehe, um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel

terça-feira, 9 de março de 2010

GUIA VEL MAX F1/2010: BMW Sauber - Ferrari

Team Sauber F1: "Você SAUBER com quem está falando???"

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feringel@yahoo.com.br: e a Sauber? Como definiria? A BMW ainda vai ser um trunfo para a equipe?

[c=12]Pedro Ivo: Não sei pq pelo que soube, a Sauber não tem mais vínculo nenhum com a BMW. Mesmo assim acredito que eles vão ficar andar melhor que a BMW no ano passado.”

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__Concordo com o Pedro, afinal, “você Sauber com quem está falando?” (ehehhe). Quando estreou na F1, em 93, a Sauber era praticamente a Mercedes. Com muito dinheiro injetado pela montadora alemã, ao invés de prateado ou cinza, o carro era totalmente preto. O dinheiro era tanto que eles não tinham patrocinador... e andaram muito bem!

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A ligação era tão forte que, dos três pilotos descobertos pela Mercedes e apontados como futuros campeões, dois passaram pela equipe: Karl Wendlinger no ano de estréia (93 a 95) e Heinz Harald Frentzen (94 a 96). Só faltou Michael Schumacher, o que foi um caso de desencontro pois, se a equipe já estivesse na F1 em 91, certamente seria por ela que Michael teria estreado.

Após o fim da parceria a equipe fez o que pôde em uma péssima fase dos Cosworth e voltou a ter algum brilho correndo com motores Ferrari.

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Curioso notar como a escuderia do Seu Peter Sauber sempre esteve ligada a grandes nomes do esporte: Mercedes, Ford Cosworth, Ferrari, BMW e agora novamente a equipe começa a temporada de mãos dadas com a escuderia italiana.

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Garanto que não sou o único que fica satisfeito em ver novamente o simpático Peter “careca” Sauber na F1.

Curioso como uma equipe que começou como a cara da Mercedes na F1, tenha conquistado o devido respeito ao seu profissionalismo com a BMW. Coisas da vida.

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"Você Sauber do que está falando?" Quando o assunto é automobilismo Top, o Tio Peter "Sauber" está careca de saber, kkkk. Aliás, está careca de saber, kkkkk.

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22 - PEDRO DE LA ROSA (Espanha)

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Quem é?

Devido ao relacionamento de longa data com a Ferrari, se Luca Badoer tivesse andado minimamente bem em sua chance na Vermelha, o italiano teria sido um forte candidato para ser um dos pilotos da Sauber, mas... por essas e outras o lugar se manteve vago no grid para um tipo de Luca Badoer espanhol: Pedro De La Rosa.

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Além de eterno piloto da Prodrive (equipe que todo ano quase estréia), sua boa reputação foi bem arranhada em algumas poucas corridas pela Jaguar, embora tenha marcado um ponto logo na estréia pela equipe.

Em função disso, amargou alguns anos na geladeira (piloto de testes) e ressurgiu em 2005 substituindo Montoya na Mclaren, onde inclusive conquistou um segundo lugar após uma bela briga com Michael Schumacher.

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Antes que se comece a cornetá-lo, vale lembrar que este é o cara que conseguiu se destacar a bordo da modesta (e super style) Arrows Orange. Até a ida de Fernando Alonso ara a Renault, DE LA ROSA FOI DE LONGE O MELHOR ESPANHOL NA F1.

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Vale o quanto pesa?

Para a Sauber vale sim. Para falar a verdade Pedro é um daqueles pilotos que ninguém tem como fazer uma análise profunda sobre suas capacidades. Pq? Porque ele nunca correu uma temporada inteira em uma equipe tão bem estruturada como a Sauber.

O que dá para afirmar com certeza é que De La Rosa é experiente e no mínimo tão veloz quanto os outros pilotos “normais” da F1. Digamos que “dá para confiar desconfiando” já que o espanhol fez o seu papel na McLaren, único carro decente que pilotou.

Vai ajudar muito a equipe nessa fase de transição: Pedro vai arrumar a casa enquanto Kobayashi será o caçador.

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23 - KAMUI KOBAYACHI (Japão)

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Quem é?

Este é “o” queridinho do momento. Será Kobayachi o melhor japonês da F1? No final desta temporada já saberemos a resposta, mas com certeza Kamui é o japa que fez, disparado, a melhor estréia na categoria.

Seria o Koba, um Vettel remix?

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Vale o quanto pesa?

Tio Peter Sauber é mesmo uma raposa. O cara que revelou Frentzen, Raikkonen e Felipe Massa além de “ressuscitar" as carreiras de gente como Salo, Wendlinger, Lehto.. (entre outros), deu uma tremenda tacada ao contratar o veloz japonês, que além de tudo ainda traz o patrocínio da Panassonic.

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O C29 é a evolução do F1.09 da BMW, chassis que se tornou bastante competitivo no decorrer da temporada passada. Esse papo de “se o carro funcionar...” é para os piloto medianos. Gênio se vira com o que tem, e não é por nada, mas ano passado Kobayashi estreou em um mal momento da Toyota... e chegou botando tempo no Glock e no Trulli.

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Se estivéssemos em um hipódromo, te aconselharia a apostar pouco dinheiro nele. De repente este azarão pode te deixar rico!

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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 8 de março de 2010

GUIA VEL MAX F1/2010

__Olá pessoal! É com extremo prazer que anuncio: "nesta semana o VEL MAX abordará somente as equipes e pilotos que disputarão a temporada deste ano da F1", ou seja, vem aí o GUIA VEL MAX F1/2010!

Para começar, deixo para vocês este papel de parede, (disponibilizarei o de cada equipe aqui no blog). Este foi o primeiro que fiz, claro com a minha queridinha... Sauber. Esta ainda é uma versão beta, por isso recomendo que na hora de configurar seu papel de parede, centralize a imagem, deixando seus ícones nas laterais.

Não prometo todos os wallpapers para esta semana, mas no decorrer dos dias eles aparecerão por aqui.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

TEXTO:

__UFA, chegamos a penultima parte deste dossiê! Neste post, Pedro Ivo analisa os pilotos que dirigiram os carros japoneses na última fase da equipe.
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As montagens ficam a cargo de um tal de Fernando Ringel.

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______2005 a 2009: os pilotos


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Ricardo Zonta: O outro brasileiro, que ficou com eterna fama de test-driver (ainda que desse um calor em seus companheiros de equipe freqüentemente), Zonta teve um longo relacionamento testando os bólidos japoneses, e com um TF106 estabeleceu o recorde de tempo no circuito de Laguna Seca, num vídeo que é bastante visto no youtube. No caso dele, ele sequer chegou a ter oportunidade de correr de fato pela Toyota, pois nas raras vezes que pôde fazê-lo, sempre era substituindo algum piloto acidentado. Sem contar que os anos afastados fizeram com que ele perdesse também. um pouco o ritmo de corrida necessário na F1.

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Ralf Schumacher: Sabe o ditado “cão que ladra não morde”? Então, se encaixa como uma luva pra Schumaquinho. O piloto já saiu da Williams mal-quisto, por pedir um aumento salarial no começo de 2004 sem mostrar resultados pra isso. Foi pra a Toyota e conseguiu alguns resultados até, mas pouco comparado à pompa que ele sempre colocava. Nas temporadas que ele correu haviam pilotos melhores que, no lugar dele, poderiam ter feito mais coisas com o carro que ele possuía.

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Jarno Trulli: O italiano é um piloto de “fases”, em algumas corridas dá uns lampejos de genialidade, tirando leite de pedra e colocando os carros na primeira fila. E fez isso por vezes com a Toyota. Mas, do mesmo jeito que dá esses lampejos, se apaga na mesma velocidade, se tornando apático na corrida, ficando fora da zona de pontuação, batendo ou quebrando. No geral não é um piloto ruim, mas faltava a ele o “algo mais” que a Toyota precisava pra prosperar.

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Timo Glock: O jovem alemão não era exatamente um piloto regular. Mas, pela sua pouca experiência, não dá pra reclamar, assim como seu desempenho em chuva, que pode muito bem melhorar com o tempo. No entanto, a crítica a Glock fica pelo fato de ele ser um piloto relativamente oportunista, do tipo que se aproveita mais dos pits pra realizar ultrapassagens que das disputas propriamente em pista. Em 2009 se redimiu e por algumas vezes lutou. Soube administrar bem corridas e conseguiu alguns pódios e corriqueiramente chegou na zona de pontuação. No geral um piloto com bom potencial, que, caso o time se mantivesse pra 2010, poderia evoluir bem.

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Kamui Kobayashi: O japonês (único “filho pátrio” no time de mesma nacionalidade), pasme, foi em duas corridas melhor que muitos dos pilotos que passaram pelo time. “Filho” da Toyota, que administrou toda sua carreira desde as fórmulas menores, mostrou sua gratidão com disputas de extrema garra e sagacidade, que chamaram a atenção do circo e do mundo todo. Tudo isso, repito, em apenas duas corridas. Koba pode surpreender. E o melhor, pode ser que não demore.

No final das contas, vemos que a equipe tinha potencial, mas que não soube administrar os problemas. As duas sedes (Alemanha e Japão) não se afinavam bem, e com isso não tinha como haver uma troca de informações ideal. Os resultados nos nove anos nunca corresponderam aos investimentos que a fábrica fez no time, pois nesse tempo a Toyota conseguiu muito menos que, comparativamente, a BMW Sauber conseguiu em quatro temporadas.

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Os pilotos nem sempre foram os melhores, prova disso é que Trulli e Schumacher – os mais longevos na escuderia – poderiam ser substituídos por outros no circo que certamente renderiam melhor e trariam resultados mais interessantes num prazo mais curto. E outros pilotos que podiam ter mostrado melhor seu potencial foram demitidos antes, como Da Matta, ou viram a escuderia fechar as portas antes de darem mais de si (ou até o melhor de si), como Glock e Kobayashi. Até mesmo a pintura, como foi dito acima, ajudou a escuderia a manter uma falta de identidade, mudando todo ano, mas com mudanças que pouca gente comentava ou prestava atenção. E prova disso é que seu primeiro modelo (TF101), logo o que nunca correu, é considerado o mais bonito não só por mim e pelo Fernando, como por muitas outras pessoas.

Por tudo isso, e por muitas outras razões que só quem esteve dentro do time nesses anos poderia dizer, a maior empreitada nipônica da história da Fórmula 1 não deu certo. Pra alguns, já foi tarde. Pra outros (como eu), uma pena.

No mais, descanse em paz, Toyota...

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Pensa que acabou? Nos próximos dias postarei alguns extras sobre a Toyota na F1. Análises e recortes de revistas, além da estréia de uma velha idéia. AGUARDE!!!
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Um abraço,
Fernando Ringel