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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: "amarelado pelo tempo..."

__Em 2005 uma grande idéia ganhava vida. Seu nome? Grand Prix Master, categoria formada apenas por ex-pilotos de F1 que tenham disputado pelo menos duas temporadas completas na categoria.

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O chassis (robusto e bem bonitinho) foi feito pela Delta Motorsport, empresa que atualmente fabrica os chassis usados pela Superleague Formula. Segundo a própria Delta, o chassis foi uma evolução (uma cópia, né?) do belíssimo Reynard usado na Indy em 2000, Reynard AKi para os íntimos (rsrsrs).

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Apesar de ser uma chance de ver nomes como Emerson Fittipaldi, Nigel Mansell e Alain Prost correndo juntos, a categoria faliu.

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Pouco antes disso, existiam conversas de que finalmente Piquet e Prost entrariam na GP Master. Outros como Damon Hill, Johnny Herbert e Jean Alesi estariam apenas esperando completar 45 anos, idade mínima na categoria, para estrear.

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Tudo muito legal, fora das pistas. Tirando um pega entre Fititpaldi e Mansell no Kyalami as (poucas) corridas foram meio monótonas... sem falar nas arquibancadas meio vazias.

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A coisa foi meio devagar, embora com boas perspectivas para o futuro, quando... no final de 2007 a Delta Motorsport entrou na justiça por não receber a quantia combinada pelos 15 chassis fabricados! A empresa ganhou a causa e acabou com a minhas esperanças de ver o Alesi correndo junto com Arnoux, Mansell, Fittipaldi, Alan Jones...

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No início de 2008, a Delta Motorsport anunciou a intenção de reavivar a categoria, dessa vez sob o nome F1 Master (convenhamos, um nome mais adequado, né?), projeto que até hoje não saiu do papel, para a tristeza deste que vos escreve... (sniff, sniff, sniff)

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OBS: em geral os pilotos gostaram muito dos carros, nas palavras de Fittipaldi, "um carro divertido de guiar, pouca aderência e muita potência".

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OBS2: você deve estar pensando, "mas o que a Benetton de 91 tem a ver com a GP Master?" Bom, geralmente quando estou procurando uma determinada foto, acabo encontrando outras e daí nascem posts que não estavam nos planos, como esse por exemplo.

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Quando vi a foto do Eric Van De Poele na GP Master, instantaneamente lembrei da primeira foto dessa FÓRMULA DA VELOCIDADE, Moreno na B191. Como os dois carros são amarelos, e o chassis Delta Motorsport nasceu do Reynard usado na Indy em 2000, claro, para tornar a comparação mais nítida, escolhi um Reynard AKi amarelo, no caso o PPI do espanhol Oriol Servia.

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OBS3: Só por curiosidade, pensei que estava fazendo uma EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE (a Benetton e o Delta são praticamente iguais, né?), e enquanto escrevia esse texto, a EVOLUÇÃO "evoluiu" para o que chamo de A FÓRMULA DA VELOCIDADE, ehehe.

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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Combinação Perfeita: Brasil-si-il!!!

__Este é o carro usado por Christian Fittipaldi em 1995, seu (ótimo) ano de estréia na Indy. Na época a pintura foi uma sensação entre os brasileiros, e claro, um grande golpe de marketing. Christian era saudado pelo torcida ao entrar na pista e sempre aparecia na TV.
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Ok, ele foi muito bem (entre outros resultados, chegou em seghundo em sua primeira Indy 500!!!), mas muito dessa exposição na mídia foi causada pelo estilo da pintura, pouco convencional nos carros daquela época, e usada muito tempo depois, exaustivamente na A1 GP.
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Quanto a montagem acima, além do capacete do Senna combinar com o carro, o que mais me motivou para fazer essa combinação foi a ligação emocional entre um carro com a pintura do Brasil e um piloto que, ao vencer, comemorava segurando a bandeira do seu país.
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A adoração era tão grande que, desde o final dos anos 80, o Tema da Vitória se transformou em um tipo de ohino esportivo do Brasil. Se o Senna tivesse realmente corrida em um carro com essa pintura... seria uma comoção nacional.
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Na parte técnica, confesso que apanhei para fazer essa montagem, talvez ela não tenha ficado visualmente perfeita, mas quanto ao sentimentos envolvidos na imagem acima, realmente essa é uma COMBINAÇÃO PERFEITA.
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Um abraço,
Fernando Ringel