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domingo, 28 de fevereiro de 2010

A Fórmula da Velocidade: Penske - Marlboro = ?

__Ah, que saudade dos patrocínios da Valvoline, praticamente o único que rivalizava em beleza com os patrocínios tabagistas. Esse é o layout usado por Al Unser Jr entre 1989 e 1993, quando o piloto americano foi contratado pela Penske para a temporada 94 (da qual foi campeão).

A partir dali, a Valvoline passou a patrocinar o primeiro carro da equipe Walker: entre 94 e 96, o americano Robby Gordon (mito, Jean Alesi cover), e depois o brasileiro Gil De Ferran, de 97 a 99. As pinturas eram basicamente evoluções do layout usado por Unser Jr na Galles, e acreditem, a cada ano ficavam ainda mais bonitas!

Na segunda foto, Stefan Johansson na saída do famoso saca rolha de Laguna Seca. A Bettenhausen, em seus bons anos, era chefiada por Tony Bettenhaussen Jr, ex-piloto que disputou 11 vezes a Indy 500 e caçula de uma das famílias mais tradicionais do automobilismo americano.

Desde 1988 na Indy, a equipe se tornou verdadeiramente ameaçadora nos anos 90 com o sueco Johansson e o patrocínio dos Alumínios Alumax. Em meados de 97, quando Patrick Carpentier fazia sua estréia na categoria, houve algumas desconfianças de que, pelo dinheiro investido pela Alumax, a equipe rendia pouco... e que isso acontecia porque o Tio Bettenhausen investia boa parte do patrocínio em seu próprio bolso...

Se isso realmente acontecia, nunca foi provado. Tony, sua esposa, filhos e seu sócio na equipe morreram em um acidente de avião, no ano 2000. A equipe seguiu cambaleante na CART e ainda competiu na Champ Car sob o nome Bettenhausen.
Atualmente o time se chama HVM e participará da temporada 2010 da Indy com a suiça Simona De Silvestro.

Ainda nos anos 90, pela equipe correram Roberto Moreno (como sempre, substituindo em 97) e Helio CastroNeves em 1998.

Some a pintura da Valvoline utilizada por Little Al e as Bettenhausen Alumax = a surpreendente Penske preta??? Quase. Agora só falta descobrir de onde vem as laterais e os aerofólios pretos. Amanhã conto qual é a fórmula completa. AGUARDE!


Um abraço,
Fernando Ringel

domingo, 17 de janeiro de 2010

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: "seguuuura peãoooo"

__Por que essa FÓRMULA DA VELOCIDADE se chama "segura peão"? Bom, a mítica Rota 66 corta Estados Unidos passando por alguma das principais cidades americanas, entremeadas por algumas das paisagens mais áridas dos "states". Volta e meia "A highway"*, é cenário para algum filme "com espírito aventureiro".

Convenhamos, a USAC foi muito competitiva, mas seus anos a frente da Indy caracterizam a "fase caipira" do automobilismo americano. Talvez caipira não seja palavra certa para definir esses anos de muitos ossos quebrados, mas você entedeu a idéia, né? A Indy só foi se tornando realmente profissional, a ponto de ameaçar a F1, quando a CART passou a gerenciar a categoria.

Rota Sertaneja é um programa da Rede TV, apresentado pelo cantor sertanejo e ex-peão de rodeios, Juliano Cezar... aquele que cantava Rumo a Goiânia, música que fez muito sucesso com Leandro e Leonardo, lembra?
Por tudo isso, "seguuuuuuuuuuuuuuura peãooooooooooooooooo"!!!
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* em função de sua importância, resolvi descrever a Rota 66 como "A highway", com "a" maiúsculo mesmo.
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OBS: olhando simplesmente a parte gráfica dos três logos, pegue o formato do Rota 66 + as cores e estrelas do logo da USAC. Aumente um poquinho aqui, diminua uma fonte lá, onde era vermelho fica azul e... pronto! O resultado é o logo do Rota Sertaneja.
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Um abraço,
Fernando Ringel

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: Vermelho, branco ... FUI!

__ Zakspeed? A "Ferrari pobre" (construiam tudo no carro), veio prateada (prometendo muito), se vestiu de vermelho e branco e... adeus!

A Dallara, essa sim uma genuina "Ferrari do Paraguai" (italiana, vermelha e construtora de chassis para várias categorias, atalmente com força total na Indy), veio, conseguiu vários pontinhos, alguns pódios... e quando deixou de ser vermelha, 1993, caiu tanto que acabou sendo incorporada pela Minardi. (sentiu o drama? "acabou incorporada pela Minardi...")

Toyota: muito dinheiro + nenhum carisma + carros fracos e motores bons = cemitério de boas carreiras como as de Mika Salo, Panis, Mcnish, Da Matta, Ralf Schumacher, Zonta (eterno piloto reserva, apesar de sempre dar um calor nos titulares) e por que não dizer, Jarno Trulli.

Por isso digo, nesses casos, A FÓRMULA DA VELOCIDADE é: vermelho + branco = fui!

OBS: post nascido da retrospectiva (analítica) que o Pedro Ivo está escrevendo sobre a trajetória da Toyota e da BMW na F1, e que logo você lerá aqui no VEL MAX.
No caso, tanto para mim quanto para o Pedro, a pintura do TF101 é bem mais bonita, muito mais marcante que, a "ops, derrubei uma lata de tinta vermelha aqui", tradicionalmente usada pela Toyota, ehehhe... sem falar que a pintura lembra parece uma mistura oriental entre as laterias e o cockpit do Zakspeed 841 + o Santo Antônio do Dallara BMS-191.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

domingo, 8 de novembro de 2009

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: Capitão América

__Mais uma dica do amigo Raphael Serafim (http://www.full-machine.blogspot.com/):
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__Scorpion entrou com base amarela do seu "capacete Simpson Bandit" (huahuahua) e o Capitão América com a estrela e a cor azul, inclusive na testa.
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Durante os anos 70 e 80, Johnny Rutherford poderia ser chamado de Capitão América. Por quê? Bom, o cara foi 3 pole e 3 vezes vencedor da Indy 500 (inclusive dirigindo chassis Mclaren) e campeão da Indy em 1980.
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Quer mais? Rutherford venceu em... Daytona, sua corrida de estréia na Nascar!
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Atualmente, Johnny é o piloto oficial do Pace Car de Indianápolis. Ok, digamos que essa foi a fase caipira do automobilismo americano, mas (pelo menos naquela época) Rutherford poderia ou não poderia ser o "Capitão América"????
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br