quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Combinação (mais que) Perfeita: FURO MUNDIAL!!!

__Será que ele volta? Vinte milhões é muito para eu e você, mas para Michael Schumacher... é apenas mais um caminhão lotado de dinheiro.

Caso ele opte por não voltar, aqui no VEL MAX você já matou a vontade de ver o alemão novamente na F1, eheheheh.
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OBS: Combinação perfeita, hein? Uma pena o alemão ter usado esse capacete prateado tão poucas vezes. Vai ver ele ficou cismado com o capacete, já que a pintura foi criada especialmente para decisão do campeonato de 1998.
Naquela ocasião, Schumacher largava na pole, porém com problemas em sua Ferrari, caiu para último. Na metade da prova já estava em terceiro quando... o pneu traseiro direito explodiu e deu o título daquele ano para o finlandês Mika Hakkinen.
Vai ver é por isso que ele não usou mais o capacete prateado, para mim, infinitamente mais bonito que o vermelho e o branco, sem falar que combinaria demais com o prateado da Mercedes, né?
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OBS2: Ah, no caso, a pintura tem como base a Mclaren MP4/24, usada neste ano, e é a minha sugstão de como deveria ser o layout da Mercedes no campeonato de 2010. Pensa que é só o Mantovani que pode???? KKKK.
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Um abraço.
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A Evolução da Espécie:

__ Pessoal, como é difícil encontrar fotos de qualquer categoria que não seja F1! Ralei até achar essa (bem pequena) do capacete do Renato Martins, mas graças a um amiguinho chamado Photo Zoom Pro 3, o post está no ar, ehehehe.

Apesar de estar borrada (melhor que pixelizada, né?) repare na parte azul: até o efeito utilizado pelo Bourdais está no capacete do Renato Martins... sem falar nos tons das cores, idênticos. A diferença está na luminosidade do momento em que foram tiradas as fotos: Martins estava ao ar livre, no sol e o capacete do Bourdais foi clicado em um estúdio, com luz artificial.

Se não fosse uma pequena diferença na parte frontal, ao invés de uma EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE, esse post se chamaria, SEPARADOS NO NASCIMENTO.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

Carros que ainda vou dirigir: Mitsubishi Lancer Evo VI

Por Pedro Ivo

Após um longo e tenebroso inverno (entenda-se final de período na universidade e um sem-fim de trabalhos para terminar), finalmente entrei de férias. Com isso posso quitar os débitos que tenho com a todo mundo que lê o VEL MAX. Digo aos amigos leitores que aguardem por boas novidades, pois ainda teremos boas novas nesse período que antecipa a temporada 2010 da F1. Tem novos posts da série "Carros que ainda vou dirigir" pra sair, e entre dezembro e janeiro teremos aqui no VEL MAX um dossiê sobre os recentes desfalques de montadoras da F1: Toyota e BMW.

Mas... dando início ao post do Lancer...

O Lancer é uma espécie de sedã esportivo da Mitsubishi, que rende 280 cv. Numa hora dessas você, caro leitor, deve estar falando "peraí, esse cara do blog pirou! Onde que um carro com 280 cv entraria nessa lista?!". Mas calma lá, ele tem, muitas e boas, qualidades. Hoje em dia ficou relativamente depreciado pelos entusiastas de automobilismo por ser um modelo muito visado por adeptos do "tuning".



Ele segue uma tendência comum nos carros japoneses, de tirar muita potência de motores pequenos. No caso, ele é equipado com um motor 2.0 16 válvulas, de quatro cilindros (como comparação, um Renault Mégane que você vê andando na rua tem um motor de mesmas dimensões). Mas a Mitsubishi colocou um turbo e um intercooler, aliados à modificação de várias peças para "aguentar o tranco", e com isso temos um motor de carro de rali num veículo feito pra se transitar nas ruas! Lógico que, num carro com um motor desses, a engenharia falou mais forte que o design. Ainda que não seja um carro feio, possui vários furos e entradas de ar para refrigerar o motor.

Além disso, o Lancer conta com uma caixa de marchas de seis velocidades com relações curtas e engates justos. Isso quer dizer que o motor trabalha o tempo todo com força máxima (torque de 38 kgfm, o mesmo de uma Ferrari 360 Modena), jogando o motorista contra o banco a cada acelerada. Não à toa, no teste que a revista Quatro Rodas fez com o Evo (como é carinhosamente chamado, pronunciando-se "Ivo") em janeiro de 2001, marcou 5,83 segundos para ir de 0 a 100 km/h (mais rápido que a Audi RS4 2001, que é 100 cavalos mais forte!).

Some-se a esse motor um conjunto de freios que o deixa em pé de igualdade com uma Ferrari F355, pneus grandes (225/45 , com rodas de aro 17) e um aerofólio traseiro que permite regulagens internas - de 0 a 40 graus de inclinação - e temos um carro que tem extrema estabilidade em curvas. E ele tem uma coisa que nenhum outro carro dessa série teve até hoje. Possui todos esses atributos em qualquer tipo de terreno, seja no asfalto, na neve, no cascalho ou na terra.
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Hoje o Evo está em sua 10ª "geração". Mas preferi falar do VI por ser o mais nostálgico das suas gerações, ao meu ver. Ele é do tempo que a Mitsubushi era bicho-papão do mundial de rali (WRC), conquistando quatro títulos com o piloto finlandês Tommi Makinen, que foi exatamente o nome da série especial dessa versão.

De certa forma, hoje em dia a Mitsubishi no WRC é como a Williams na F1, um time que tem seu prestígio e sua marca histórica, mas que não tem conseguido mais os bons resultados de outrora. Uma pena...

E, para aqueles que se interessam em comprar um desses, ele, pasme, é o modelo mais acessível que já surgiu nessa seção do blog, custando a partir de 25.000 euros (em Portugal, uma vez que não foram encontrado modelos à venda aqui)!

Um abraço a todos e até o próximo post!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Combinação Perfeita:

__Se ficar sem equipe na F1 (o que não é uma hipótese tão absurda assim), encontrei um carro perfeito para mais um, er, "ex-F1"...
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OBS: KARAI! Nesse ritmo, daqui a pouco a Stock Car Brasil vai passar a se chamar F1 Master...
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Um abraço,
Fernando Ringel

sábado, 12 de dezembro de 2009

A Evolução da Espécie: Laranja + branco + verde = Lata Velha???

__Primeiro, Christian Fittipaldi no Lola Toyota utilizado pela Newman Haas na conquista do título da Champ Car (com Cristiano Da Matta), em 2002.

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Na segunda foto, o Force India de 2009 seguido pela versão feita no Caldeirão do Hulk para um velho Fusca 1969, no quadro Lata Velha.


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Não parece que os três carros tem o mesmo patrocinador???

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OBS: Apenas como curiosidade, muitos dizem que a Volkswagen, entre 1954 a 1969, tenha mudado apenas o vigia traseiro e o parabrisa do Fusca, porém neste mesmo período foram feitas mais de 2.500 modificações em várias partes do chassis, incluindo o motor!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A Evolução da Espécie: contagem regressiva

__Por que o tema dessa EVOLUÇÃO se chama "CONTAGEM REGRESSIVA"?
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Primeiro, olhe para o símbolo dos jogos olímpicos. São 5 arcos, certo? No logo da Audi, são 4, né? Agora, muita concentração, ganha um doce quem acertar o número de círculos do logo da Olympikus.... kkk.
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Como diria o Silvio Santos, "posso perguntar ou você prefere consultar os universitários???"kkk2.
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Um abraço,
Fernando Ringel