terça-feira, 8 de dezembro de 2009

COMBINAÇÃO PERFEITA:

__Na foto original Al Unser, pai da Al Unser Jr, liderava pela última vez as 500 Milhas de Indianápolis. No fim, Al Unser Sr (como passou a ser chamado após a estréia do filho em 83), marcou seu último ponto.

Era o fim de uma era: Rick Mears estava recém aposentado, Al Unser estava indo pelo mesmo caminho, Mario Andretti se aposentaria ano depois...

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A foto acima é ainda mais emblemática por ser a última Indy 500 da Chevrolet como fornecedora de motores para a Indy.

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A Honda anunciou sua entrada na categoria em 1994 e alguns dias depois (setembro de 1993), a GM comunicou sua saída. Só para relembrar, os motores da Chevrolet eram fabricados pela Ilmor, sendo que 25% de suas ações pertenciam a General Motors. Os outros 75% eram divididos entre Mario Illien e Paul Morgan (fundadores da empresa) e uma raposa chamada Roger Penske.

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Como a GM pagava o desenvolvimento dos motores, o nome e o logo da Chevrolet eram colocados na tampa dos propulsores... construídos pela Ilmor.

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Para se ter uma noção de como foi uma perda muito sentida pela categoria, entre 88 e 93 a Chevrolet conquistou seis vitórias consecutivas na Indy 500 além de cinco campeonatos entre 88 e 92!!!

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Pensa que as despedidas pararam por aí? Um ano depois Mansell voltou para a F1 e quem também foi embora foram os motores Buick, com seu V6, potente como um canhão e tão resistente quanto um algodão doce...

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A própria equipe de Al Unser em 93, a King Racing fechou na pré temporada de 1995, quando Arie Luyendyk já estava de contrato assinado e tudo (olha outro piloto famoso indo embora)...

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Por fim, a cisão entre a CART e Tony George levou da categoria Indianápolis e (entre outras equipes) uma das mais simpáticas do grid, a MENARDS..

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De repente a Indy ficou sem algumas das principais "cerejas do bolo", virou CART e... isso a gente comenta em outro post, sempre por aqui, em VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL!

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OBS: Apesar da saída da Chevrolet, algum tempo depois a Ilmor voltou para a categoria, dessa vez atrás dos motores Mercedes.

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OBS2: O nome Illmor se deve a uma junção dos sobrenomes de Mario Illien e Paul Morgan: ILLien + MORgan = ILLMOR

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OBS3: Ralf na Menards, disputando a Indy 500 de 93?????? Sou só eu ou parece que o capacete do "Schumaquinho" e esse carro foram feitos um para o outro?

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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

CHARGE: tal pai, tal filho

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__Para quem não entendeu, tem a versão 2:
__Falando sério, parabéns e felicidades para toda a família Massa.
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OBS: Já pensou nas notícias daqui há uns 20 anos?
"FILHO DE FELIPE MASSA CONVERSA COM EQUIPES DE F1", kkkkkkkkkk.
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OBS2: espero terminar o site do VEL MAX até lá... (rsrsrsrsrsr)
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Um abraço,
Fernando Ringel,

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

CHARGE: gracias, baby...

__ Advinha quem eu chamei para dar as boas novas???? KKK
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Colaboradores, leitores e amigos...
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MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS
que seguem comigo todos os dias em
VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL!!!

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Um grande abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

SEPARADOS NO NASCIMENTO: "O" Rico e "O" Pobre

__Enquanto um se tornou famoso por pregar o desapego em relação as coisas materiais, o outro é praticamente o dinheiro em pessoa, eheheh.
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OBS: ei, você aí que não achou os dois parecidos, reflita comigo: olhe para a foto do Bernie e pense nele pobre e de boné... kkkk, incrível, mas vira o Chico Xavier, hauhauhauhauhauhau.
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Um abraço,
Fernando Ringel

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: Vermelho, branco ... FUI!

__ Zakspeed? A "Ferrari pobre" (construiam tudo no carro), veio prateada (prometendo muito), se vestiu de vermelho e branco e... adeus!

A Dallara, essa sim uma genuina "Ferrari do Paraguai" (italiana, vermelha e construtora de chassis para várias categorias, atalmente com força total na Indy), veio, conseguiu vários pontinhos, alguns pódios... e quando deixou de ser vermelha, 1993, caiu tanto que acabou sendo incorporada pela Minardi. (sentiu o drama? "acabou incorporada pela Minardi...")

Toyota: muito dinheiro + nenhum carisma + carros fracos e motores bons = cemitério de boas carreiras como as de Mika Salo, Panis, Mcnish, Da Matta, Ralf Schumacher, Zonta (eterno piloto reserva, apesar de sempre dar um calor nos titulares) e por que não dizer, Jarno Trulli.

Por isso digo, nesses casos, A FÓRMULA DA VELOCIDADE é: vermelho + branco = fui!

OBS: post nascido da retrospectiva (analítica) que o Pedro Ivo está escrevendo sobre a trajetória da Toyota e da BMW na F1, e que logo você lerá aqui no VEL MAX.
No caso, tanto para mim quanto para o Pedro, a pintura do TF101 é bem mais bonita, muito mais marcante que, a "ops, derrubei uma lata de tinta vermelha aqui", tradicionalmente usada pela Toyota, ehehhe... sem falar que a pintura lembra parece uma mistura oriental entre as laterias e o cockpit do Zakspeed 841 + o Santo Antônio do Dallara BMS-191.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

SEPARADOS NO NASCIMENTO: Hungria X França

__"No canto direito do ring", um protótipo de gênio chamda Csaba Kérja. Primeiro piloto húngaro a pilotar um F1, um tremendo talendo vindo de um país sem qualquer tradição no automobilismo internacional. Diria até que Csaba se trata de um "Kubica das antigas".

Quer saber mais sobre o cara? Meu amigo Rianov "Suttonov" explicou toda a história no que considero o melhor post do ótimo F1 Nostalgia.
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OBS: Comas, mais um daqueles pilotos que ninguém acha nada demais e eu gosto (heheh), aparece na foto com o capacete usado em 1992. Embora a cada ano o francês usasse uma variação do seu capacete, o desenho original é idêntico ao usado por Csaba, mudando apenas os "riscos brancos" nas laterais e as cores.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br