sábado, 14 de novembro de 2009

A Evolução da Espécie: "Senna do Brasil-sil-il"

__Se essa EVOLUÇÃO fosse um jogo de canastra, diria que essa é uma canastra real pois, além de todas as "cartas" formarem uma sequência perfeita, todas são do mesmo naipe... verde, azul, amarelo e do "BRASIL- SIL-IL!!!"


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

A Fórmula da Velocidade: "Bigode de leite"

__Por que essa FORMULA DA VELOCIDADE se chama "bigode de leite? Quando vi a foto do Theissen no album do amigo Ronyl Silas, na hora pensei que o o dirigente da BMW estivesse usando capacete de bombeiro ou aquiele tipo de roupa que se usa para tirar leite. TCHARÃÃÂÂ, na hora lembrei do logo da Batavo.
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Mesmo assim, achei que ainda não dava para fazer uma EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE e a idéia acabou indo para o meu caderno (onde muitos posts ficam por muito tempo até aparecer aqui no VEL MAX).
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Nesse meio tempo tive a idéia dessa nova série, A FÓRMLA DA VELOCIDADE, uma evolução da, er, EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE onde a foto e o logo me pareceram mais adquados.
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Enquanto isso, Theissen e o logo da Batavo continuavam anotados no meu caderno até que ontém, liguei a TV e estava passando o desenho animado do Chaves. Vi o bigodão do Seu Madruga, na hora lembrei da foto do Theissen e pensei, "o logo da Batavo tem as cores azul e branco (cores da BMW) mais a ligação com o leite e o seu Madruga, o bigode..." PLIM, finalmente o post "nasceu".
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

LEITORES VIP: EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE

__ Adivinha quem mandou essa colaboração? Aqui uma dica (www.full-machine.blogspot.com):

Quer aparecer aqui no VEL MAX e ser um LEITOR VIP? Então mande sua colaboração (via e-mail ou MSN, feringel@yahoo.com.br) seja uma montagem, uma foto que você achou interessante, uma idéia, mesmo uma crítica. Fique a vontade, aqui "A CASA É SUA".
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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

LEITORES VIP: Separados no Nascimento

__Mais uma do pacote de colaborações mandado pelo amigo Raphael Serafim (www.full-machine.blogspot.com):


__Do lado direito, o Mito, se superando com esse bigodinho a lá Village People (hauhauhau).
"No canto esquerdo do ring", um dos personagens mais hilários dos desenhos animados: Mister Satan.
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Apesar do nome (Senhor Satã), este é um personagem tão bobo quanto bom. Mesmo assim, o autor da série Dragon Ball, o japonês Akira Toiyama, criou o nome Mr Satan apenas como um trocadilho usando as letras de Santa Claus (Papai Noel em inglês).
Em função da polêmica, nos países de lingua inglesa, Mister Satan tem outro nome: Hercule Heracle.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Leitores VIP: A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE

__EVOLUÇÃO DA ESPECIE: "cabelo, cabeleira, cabelud...", eheheheh, colaboração do amigo Raphael Serafim (http://www.full-machine.blogspot.com/) via e-mail:

__Muito antes do Equador ter chances reais de fazer bonito, ou até mesmo se classificar para uma Copa do Mundo, Alex Aguinaga era um craque! Em confrontos com o Brasil, geralmente a seleção equatoriana perdia de 4 X 1, 5 X 2, porém na maioria das vezes esses gols de honra eram feitos pelo Sr Aguinaga. SIMPLIFICANDO:Aguinaga na seleção equatoriana dos anos 90 = um desperdício, mais ou menos como hoje é o caso do Drogba pela Costa do Marfim.

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Claudio Caniggia, El Pájaro, ou simplesmente, O Filho do Vento, um tremendo craque da fase mais cabeluda da seleção Argentina. Em algumas fotos Caniggia lembra um tipo de Salsicha cabeludo (Scooby Doo), em outras Kurt Cobain ou até mesmo o Grosjean (vai entender, esse cara se parece com todo mundo...)

Já que este blog se chama VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL, normal que um dos jogadores mais velozes da história apareça por aqui...

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Jarno Trulli, piloto italiano mais fashion da história, sempre gostou de mudar a pintura do capacete e desde o começo desta década, começou a usar “cortes experimentais de cabelo”... na foto acima ele apenas estava cabeludo, mas, na boa, vai ver esses penteados loucos são apenas uma tentativa meio desesperada de esconder a careca, ahuahuahuahuahu.

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Quer aparecer aqui no VEL MAX e ser um LEITOR VIP? Então mande sua colaboração (via e-mail ou MSN, feringel@yahoo.com.br) seja uma montagem, uma foto que você achou interessante, uma idéia, mesmo uma crítica. Fique a vontade, aqui "A CASA É SUA".
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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

TEXTO: Indy

Os anos 90, Silvio Santos e Greg Moore: 10 anos depois


Por Fernando Ringel
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__Após um início de década “de sonho”, em 98, Zanardi tornou a CART chata, fazendo sombra em todo o grid. Além disso, os brasileiros estavam em uma maré incrível de azar. Para agravar a situação, Gugu Liberato brigava ponto a ponto com o Domingão do Faustão até que, a Fórmula Mundial (que nomezinho, hein?) no ar entrava e derrubava a audiência do SBT.

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Sendo assim, há 10 anos, o entusiasmo de Silvio Santos pela Indy tinha terminado. Apesar das enormes chances, os brasileiros só foram acontecer pra valer na CART de 2000 para frente e para a temporada 99, aqui no Brasil, a Indy passou a ser exibida em compacto, às 11 da noite. Esse era o fundo do posso de uma crise iniciada no dia 1 de maio de 1994, com a morte de Ayrton Senna.

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No automobilismo top, os anos 90 foram complicados. Apesar de muito mais caros, tão perigosos quanto os anos 80. Até 1994, muitos ossos foram quebrados (que o digam Brian Herta, Nelson Piquet e Scott Pruet), mas foi a partir do acidente fatal de Ayrton Senna que a coisa debandou de vez. Citando os acidentes graves ou fatais (F1, Indy e F 3000) em apenas três anos: 1994 - Wendlinger e Marco Campos, 1995 - Hakkinen e Stan Fox, 1996 – Mark Blundell, Scott Brayton e Jeff Krosnoff. A bruxa estava solta! Acho que por isso, quem companhou o automobilismo dos anos 90, calejou, e por isso não achou nada de tão grave no acidente do Massa...

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Focando especificamente no Senna, muita gente nunca mais se importou com corridas. Em especial aqui no Brasil, o automobilismo sofreu um tremendo baque. Arrisco dizer que a morte do Senna “matou”, entre outras coisas, a ótima revista Grid.

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Nesse embalo, as vitórias brasileiras na F1 eram página virada e a audiência da categoria, que na época de Senna e Piquet ficava em torno dos 30 pontos, caiu para a casa dos 10, de vez em quando, menos que isso.

Enquanto a Globo se virava tentando fazer Barrichello o novo Senna, Silvio Santos percebeu a oportunidade no ar. O dono do Baú deve ter pensado algo do tipo, “se a F1 está cobiçando os pilotos da Indy, e se os campeões da F1 estão ou cogitam correr na Indy, por que não tentar ir na canela da Globo? Enquanto eles se viram com o Rubinho a gente tem Emerson Fittipaldi!”

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Foi montada uma boa equipe de transmissão no SBT. Lembro que Téo José conversava com os pilotos brasileiros, durante as bandeiras amarelas! Existia muita expectativa no ar. Em jornais e revistas a emissora de Silvio Santos fazia propaganda da Indy com o slogan, “se o líder bobear, a gente ultrapassa”, em um claro recado para a Globo, penando com o eterno azar do Barrichello e os apáticos anos “pós Ayrton Senna” que a F1 passou.

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Aqui no Brasil, de uma hora para outra, começaram a pipocar várias publicações sobre Indy, inclusive a edição número 1 da revista Racing, um guia sobre a temporada 96, onde além da esperança pelos brasileiros, se falava de um canadense com óculos de lentes redondas (por que quase todos os canadenses da Indy usam o mesmo tipo de armação????). Seu nome? Moore, Greg Moore.

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Na primeira corrida, estréia de Homested na categoria, lembro do meu pai falando, “tem um cara aí, um azulzinho, fez umas ultrapassagens por fora que... (fazendo cara de espanto), rapaaaaz”. Daí para frente, o novato canadense conquistou muito pontos, fãs (inclusive este que vos escreve) e um certa fama de “acidente ambulante”. De qualquer maneira, ele animava as corridas.

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Em 97, mais maduro, conquistou sua primeira vitória no que considero um dos momentos mais irritantes que vi no automobilismo. Finalmente Maurício Gugelmin espantaria a “zica” que o perseguia desde a F1 e venceria seu primeiro, e merecido, GP na Indy... só que seu Pacwest ficou sem combustível na metade da última volta. Seu companheiro, também ex-F1, Mark Blundell ficou sem metanol na reta de chegada e Greg Moore surgiu em primeiro, a poucos metros da linha de chegada. Uma primeira vitória tão épica quanto seu estilo de pilotagem.

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Se fosse francês ou sueco, e estivesse na F1, talvez Moore pudesse facilmente se chamar Ronnie Peterson, Patrick Depailler ou Jean Alesi, mas como era canadense a comparação óbvia é com Gilles Villeneuve. Ambos se tornaram ídolos instantaneamente, e estavam prestes a finalmente ter chances reais de conquistar o título, em suas respectivas categorias, quando...

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O dia era 31 de outubro de 1999. No paddock, Greg foi atropelado por uma scooter. Sentindo muitas dores na mão direita (exatamente a mais exigida em ovais), e com suspeita de fratura, o canadense não treinou.

Em sua última corrida pela Forsythe, equipe que defendia desde o esmagador título na Indy Lights, a temporada 99 não tinha sido o que Greg esperava. Ele queria uma despedida em grande estilo. Talvez Moore tenha pensado ago do tipo, “venci a primeira corrida deste ano e vou vencer a última, nem que seja a pé!”

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Analisando de um ponto de vista frio, o que Greg tinha a ganhar? Saia em último, com a mão machucada, em um carro que não tinha rendido bem durante 90% da temporada, certo? Por outro lado, já de contrato assinado com a Penske (essa foi a última corrida em que a equipe usou chassis Penske, para o alívio do Tio Roger) e, após anos de bons serviços prestados à Mercedes Benz, Moore tinha a chance de testar (pra valer) na McLaren...

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Quando algum piloto arrisca demais e erra, Galvão Bueno costuma dizer, “ as vezes, o piloto pensa que é mágico e se dá mal”. No caso do Moore o Galvão acertou? O que você faria no lugar do piloto canadense? Vamos aos fatos: nos boxes, Roberto Moreno foi chamado às pressas. O brasileiro já estava com o macacão da Forsythe quando Moore entrou no carro, pilotou até a volta número 9 e... aqui estamos, 10 anos depois, com saudades.

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Muitas decisões levaram a CART para um caminho sem volta, mas se algum fator acontecido dentro da pista contribuiu para isso, com certeza, a morte de um jovem tremendamente talentoso como Greg Moore foi um soco no estômago da categoria, principalmente quanto à renovação da audiência que acompanhava as corridas na época. Em algum ponto da história, com certeza, isso contribuiu para o fim da categoria.

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OBS: Este texto foi feito no sábado, 31 de outubro, exatamente 10 anos após a morte do Moore. Por motivo de força maior, foi postado com “um pouco de atraso”. Apesar disso, espero que vocês gostem.

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OBS2: Vocês não acham estranho que Greg Moore sempre tenha usado o número 99, e no caso, tenha morrido, na última corrida da temporada 1999 ?????? Eu, hein?

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OBS3: Sobre uma possível ligação entre o número 99 e amorte do canadense, Padre Quevedo diria, "Itsto nom equisiste". (hauhauhauhau).

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Um abraço,

feringel@yahoo.com.br