sexta-feira, 12 de junho de 2009

Especial Dia dos Namorados

Por Pedro Ivo

Dia 12 de junho, ficou convencionado como Dia dos Namorados. Um dia que é extremamente (pra não dizer totalmente) comercial. Lógico que há quem veja esse dia pelo lado do amor. Como nós aqui do blog.
Sim, esse post fala de amor! Mais precisamente do amor por um grande carro. Que é nada mais nada menos que o...


Shelby GT500!




O GT500, como muita gente aqui deve saber, é um Ford Mustang modificado. Mas considerá-lo somente como isso é ser muito simplista. Mais que isso, é tirar a essência e a história desse grande carro.
A história dos Shelby se confunde com a do próprio Mustang em si. Quando a Ford lançou o Mustang, lá pelos idos dos anos 60, foi sucesso instantâneo. O carro vendeu feito água e promoveu verdadeiras maratonas às concessionárias. Só que todo mundo que comprava o carro (que tinha várias opções de motores - logicamente entre eles um V8 - e acabamentos), reclamava do seu desempenho. Mesmo contando com um V8 de cerca de 270 cv de potência, o público ainda achava pouco. E é aí que entra a figura de Carrol Sheby.



Shelby era um piloto de corrida, tinha - na verdade tem - larga experiência com preparação de automóveis, e é provavelmente um dos maiores nomes no mundo quando se fala sobre carros (e ainda mais se forem americanos), pois seu nome está na criação de grandes mitos como os próprios Shelby GT350, GT500 e Cobra (sendo que este último logo logo aparecerá na seção "carros que ainda vou dirigir"), o Ford GT40 e o Dodge Viper. Mas no que ele contribuiu nesse Mustang, afinal? Simples...

Primeiramente pegou a versão Fastback do Mustang (a preferida pelos compradores na época), aliviou todo o peso possível do carro, trocou os assentos por modelos mais esportivos, redimensionou pneus, melhorou freios, suspensão e direção, colocou um motor Ford V8 7.0 que rendia 390 cavalos (isso em 1967!)... Enfim, transformou um "pacato" Mustang Fastback num monstro pronto para devorar quilômetros de asfalto.

Esse carro ficou mitificado para o público americano, e não era pra menos. Sua criação forçou todas as outras grandes empresas automotivas americanas (trocando em miúdos: Chrysler e GM) a repensar o conceito de carros esportivos. Os "esportivos" americanos até então eram banheiras potentes, mas pesadas , com suspensão muito macia e oscilante. A criação do Mustang e sua posterior preparação por Carrol Shelby foram um "ponto de virada" no conceito americano de se fazer esportivos. (abaixo, a versão 1967 do GT500)



Em 2000, foi lançado o filme "60 Segundos" com Nicolas Cage. O protagonista, interpretado pelo próprio Cage, rouba 50 carros em três dias, sendo que o último carro é o GT500. É nele que Cage faz a última perseguição contra a polícia, a mais longa do filme, onde ele coloca mais de 230 km/h.

A repercussão desse filme foí ótima, não só entre os entusiastas do automobilismo como com o grande público em geral. E isso fez com que a Shelby (sim, Carrol Shelby tem uma empresa que até hoje prepara Mustangs e outros carros!) relançasse o GT500, só que numa versão repaginada e aprimorada. Foi rebatizada de GT500E, sendo que o "E" se refere a Eleanor, que é o nome que Nicolas Cage dá ao carro no filme "60 Segundos". Basicamente é o mesmo modelo dos anos 60, mas com várias melhoras, e o mais importante: um novo V8, que rende 425 cv. Parece pouco para os padrões dos carros que a gente apresenta aqui no blog. Mas, para os que querem mais desempenho a Shelby lançou uma versão aprimorada, a ESS (Elelanor Super Sport), que com a assistência de um providencial nitro gera nada menos que 750 cv! (no caso, esse vermelho e branco aí ao lado)

Poucos carros americanos têm um status tão grande de lenda, e definitivamente esse faz por merecer. Com certeza, o mais nostálgico esportivo americano de todos os tempos!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A Evolução da Espécie: O Mundo Animal na F1

Fittipaldi, O RATO >>>>>>>>>>>> Mansell, O LEÃO >>>>>>>>>>> Tartaruga Rubens?????
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(huhauhauhauhuah)
um abraço,
Fernando Ringel

quinta-feira, 28 de maio de 2009

*****5 Estrelas - GP de Mônaco*****

Por Pedro Ivo


Sou suspeito da maioria dos comentários desse GP. Mônaco, pra mim, é e sempre foi um dos GP's mais legais da temporada. Não só pelo glamour e pela pompa que o cercam, como também pelo fato de a diferença entre equipes grandes, médias e pequenas se diluir e de um novato sempre ter mais chances de bons resultados, tal qual Vettel fez ano passado, e Sutil quase conseguiu o mesmo.
Comparando essa corrida com a do ano passado, a de 2008 foi mais animada, é fato. Pois choveu, e em Mônaco chuva significa corrida animada. Mas não dá pra se chamar o GP monegasco desse ano exatamente de desgraça. Só foi mais parado que o do ano passado...
As premiações, tanto nos prêmios simbólicos como nos de 5 estrelas, sofreram algumas mudanças, já que quase toda corrida estava sendo quase que um repeteco da anterior nesses resultados. Talvez porque tenha sido Mônaco, lugar onde sempre acontece algo diferente.

5 ESTRELAS:

Brawn (*****): 5 estrelas merecidas. A Brawn deitou e rolou no principado, com seus dois pilotos fazendo novamente uma dobradinha incontestável e levando cada vez mais a equipe ao título de construtores e Jenson Button ao título de pilotos. Se por um lado é muito bom para Jenson Button, que se tornou o melhor estreante da história da categoria, por outro é ruim para Barrichelo, pois cada vez mais ele vai ficando novamente com o rótulo de "segundão" estampado na testa.

RBR(***): Por um lado, Vettel se classificou muito bem mas abandonou e não rendeu aquilo que se esperava dele. Por outro, Webber, em mais uma corrida discreta, porém eficiente, conseguiu um quinto lugar mais com a cabeça que com o braço, do mesmo jeito que fez na corrida anterior. O time austríaco até agora se mostra como a única ameaça real á superiorade da Brawn, mas já viu nesse final de semana que não tende a ser o único rival da escuderia branca por muito tempo.

Ferrari (*****): Primeiras cinco estrelas da equipe, de fato e de direito. Parece exagero, é verdade. Mas se compararmos o desempenho deles em Mõnaco com o que eles vinham apresentando, parecem duas escuderias diferentes - ou seja, a Ferrari praticamente renasceu. Conseguiram boas posições de largada sem terem que rodar com um cheiro de gasolina no tanque e tanto Raikkonen quanto Massa foram muito bons desde a primeira volta. Raikkonen numa tocada regular lembrando o "Iceman" campeão de 2007 e Massa sendo um verdadeiro guerreiro, evidente durante toda a prova. Enfim, os vermelhos praticamente fizeram a festa em Mônaco - mesmo não conseguindo vitória nem dobradinha - comparando com o que vinham apresentando até aqui.

Williams (***): Para uma equipe que estava seguindo a máxima de "voa nos treinos livres, anda pelo meio da tabela nos classificatórios e se apaga na corrida", a Williams deu uma reviravolta, ainda que discreta, nesse quadro. Rosberg conseguiu pontos importantes e mostrou que o time de Sir Frank precisa dele e deve mantê-lo dentro do time a todo custo , pois se dependerem de Nakajima eles talvez estejam um tanto quanto ferrados.

Renault (***): Fernando Alonso novamente fez muito mais do que seu limitado carro pôde dar, chegando em sétimo lugar. Já Nelsinho Piquet, apesar de não ter nem se classificado bem e nem estar fazendo uma corrida singular, sofreu com a "encoxada" de Sebastien Buemi.

STR(**): O time B da Red Bull teve uma situação inversa às corridas normais deles até agora. Dessa vez quem errou foi Buemi, que errou o ponto de freada, abandonou a prova e ainda levou Nelsinho Piquet junto. Já Bourdais, no mesmo estilo de Mark Webber, foi discreto e eficiente e conseguiu um bom oitavo lugar.

Force India (**): Fisichela até andou bem em Mônaco, mas não pôde fazer muito tendo o (por enquanto) pior carro da temporada. Sutil seguiu pelo mesmo caminho. À essa altura do campeonato começo a me perguntar se os indianos farão mesmo seus primeiros pontos essa temporada.

McLaren(**): Hamilton mostrou garra e gana mesmo largando do fundo. Mas seu carro infelizmente não mostrou uma melhora expressiva como a das Ferraris e ele pouco pôde fazer para chegar aos pontos. Já seu companheiro, que tinha tudo para salvar a equipe e ter a moral levantada, bateu e abandonou. Assim, cada vez mais Kovalainen vai justificando apelidos como "Kovalento" e "Pé na Kova"...

Toyota (*): Nem pareceu a escuderia que mostrou melhoras evidentes e efetivas nas três primeiras corridas do ano. Andou lá atrás o tempo todo (prova disso é que as cãmeras pouco mostravam seus carros). Glock ainda conseguiu terminar em 10º lugar. Mas um 10º para quem já chegou perto de brigar por vitórias é MUITO pouco.

BMW(*): Definitivamente, esse ano não é o ano dos bávaros. Eles precisam se espelhar na Ferrari e mostrar uma reação logo. As chances de título já foram pro saco, assim como as da McLaren e talvez as da Ferrari (mesmo com a melhora). Kubica foi o piloto mais apagado da corrida toda e Heidfeld fez o que pôde, assim como Alonso. Mas o espanhol tem um carro superior (e olha que mesmo assim é muito limitado!) ao do pequeno alemão.

PRÊMIOS "SIMBÓLICOS":

O Ás: Dando quase um "copiar-colar" das últimas corridas, esse foi Jenson Button. Deu mais uma prova da superioridade da Brawn, onde quando precisava apertar o ritmo apertava e quando podia andar mais relaxado, andava. Uma tocada suave e precisa. Algo realmente digno de campeão.

O Arrojado: Kimi Raikkonen, em sua primeira aparição nos prêmios "simbólicos", chegou pegando logo um dos melhores prêmios. Pesou muito a seu favor o fato de ter se classificado bem e de ter pilotado de maneira constante durante a prova, mostrando que ainda tem a velha forma e que a Ferrari não está mais tão atrás de Red Bull e Brawn.

O Guerreiro: Incontestavelmente Felipe Massa. Nenhum guerreiro pode combater de igual para igual com seus rivais quando seu cavalo é fraco e suas armas pouco eficientes, por melhor que ele seja. E dessa vez o "cavalo" que Massa possuía lhe dava todos os méritos para conseguir esses resultados, assim como suas armas também eram muito boas.

O Esforçado: Normalmente Fernando Alonso ocuparia esse cargo. Mas Dessa vez entra aqui Nico Rosberg. E o porque é simples: A Williams ainda não rende o tanto que todo mundo esperava, indo na máxima do desempenho ir caindo gradativamente dos treinos livres até a corrida. E dessa vez Rosberg deu uma segurada e tanto, mantendo o nível e não deixando o time azul brigar pelas posições de trás do grid novamente.

O Apagado: Kubica, que está sentindo na pele o inferno astral da BMW. Cada vez mais deixa a imagem do melhor piloto polonês da história da F1 no passado, pois toda prova dessa temporada - com exceção de Melbourne - ficou sempre atrás e em Mônaco ele pouco apareceu nas imagens das câmeras de TV, visto que não fez praticamente nada a corrida toda.

O Braço-Duro:
Em sua primeira aparição numa qualificação negativa, aí vem Sebastien Buemi. Teve um erro incompreensível, que além de lhe custar a corrida, levou Nelsinho Piquet junto.

O Bundão: Heikki Kovalainen se encarregou desse papel com todos os méritos. Tinha todas as chances de ter sua moral elevada dentro da equipe, pois se classificou na frente de Hamilton e vinha num ritmo constante entre a 3ª e 4ª filas. Aí bateu e jogou todas essas chances que tinha fora...

Até o próximo GP, pessoal!

"Houston, we have a problem"

Não sei se o Blogspot tem sede em Houston, mas nós também estamos tendo problemas.

Desde oínício da semana estou tentando postar e alguma coisa está dando errado. O post sai do ar automaticamente após alguns minutos.

Realmente está uma b....logspot....(huahuhauha).
O mais rápido possível vamos resolver o problema, OK?


Um abraço e obrigado pela compreensão,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Notas sobre o GP de Monaco (blargh!!! 2)

+ Na primeira volta, a TV mostrou em close os carros passando rapidamente pelos esses da Piscina enquanto Galvão Bueno narrando:
_ Aí Button, aí Barrichello, aí Raikkonen, aí Siclano, aí Beltrano...”

“Aí” pensei: “AI, CALA A BOCA!!!”

+ Como diria a cantora Vanessa da Matta "AI, Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai..."

+ HUHAUAHUHAUHAUHA

+ ... ou então, como diria o Kiko, o amigo da Chiquinha e do Chaves “Cale-se, cale-se, cale-se senão você me deixa loooooouco!”

+ Mudando de assunto, que coisa linda a pilotagem do Vettel, hein?

+ Clique, assista e depois continue lendo esta resenha:
VIDEO 1 http://www.youtube.com/watch?v=Vg3WCsDKZTg
VIDEO 2 http://www.youtube.com/watch?v=hzRwKwnXUJ8

+ E aí fica a pergunta: No primeiro vídeo era o Vettel de 1990 ou no segundo vídeo aparece o Alesi de 2009????????

+ Lembrando que, enquanto o Alesi sempre bateu na trave, ficando conhecido como um “quase grande piloto”, antes mesmo do final da primeira temporada do alemão em uma equipe maior, já dá para afirmar que Vettel é o”Alesi que está dando certo”

+ Não bastasse as mulheres fazendo Top Less, os lindos casarões, as árvores, o mar e os carros de luxo, Felipe Massa e Nico Rosberg “ajudaram” Vettel a tornar tudo mais bonito ainda.

+ Que evolução do Felipe, hein? Em Mônaco, o cara pilotou como se fosse Nigel Mansell na época em que o Leão estava na Scuderia...

+ Que controle do carro hein? A grandessíssima maioria dos pilotos teria enchido a traseira do Vettel na saída do túnel

+ Grosjen na GP2 que o diga... http://www.youtube.com/watch?v=7RTmAvmKqpU

+ Se a gente fizesse uma receita com os ingredientes dessa corrida, Felipe e “a volta” da Ferrari seriam a cereja, pra lá de vermelha, desse bolo.

+ E o Nico com sua ultrapassagem a lá Prost, hein? Felipe não teve a menor chance de se defender.

+ Resumindo, o GP de MONACO nessas voltas foi literalmente UMA BELEZA!

+ Por falar no Nico, o carro da Williams é o que mais se adaptou ao design imposto pelo novo regulamento. MUITO BONITO, robusto sem aparentar ser um tijolo como o carro da Renault.

+ Por falar na montadora francesa, eu poderia até dizer que esse chassis é a pedra no sapato do Nelsinho, mas como estamos falando desse (feioso) RE09 tenho que fazer uma pequena modificação:
“Esse carro é UM TIJOLO no sapato do Nelsinho” ...seja no tamanho do carro quanto no estrago que está sendo feito na carreira do Piquet.

+ Aliás, não sei qual o problema que pessoas com o sobrenome Piquet tem como GP de Mônaco.

+ Voltemos para 1985, Tal pai, tal filho... http://www.youtube.com/watch?v=WBtvnbcZ7cM

+ Piquet X Patrese, Piquet X Buemi.

+ Após o GP de Monaco, para mim, já deu para ter uma noção do Nelsinho como piloto.
Você acha o Maurício Gugelmin um piloto fraco? Então você deve achar o Nelsinho fraco. Caso você goste do Gugelmin, provavelmente você não é um dos que detonam o Nelsinho.

+ E as semelhanças não estão apenas nos padrinhos influentes e nos desempenhos irregulares, cada um tem um pódio: Gugelmin (3º no Brasil em 89) e Nelsinho, até o momento (2º na Alemanha em 2008)

+ Voltando ao presente, e o resto da corrida? Bom, para mim, padrão Monaco de chatice.

+ Costumo pensar o seguinte: sei que um jogo de futebol está chato quando olho para o relógio e penso “Nossa ainda falta tudo isso para acabar o primeiro tempo????”
Depois da encoxada levada pelo Nelsinho, vi que apenas 12 voltas haviam sido completadas. Agüentei ficar no sofá só até pouco mais de metade do GP. Depois aumentei o volume da TV, fui para a rede, cochilei... e não perdi nada. Tudo terminou como estava.... bem antes da metade da corrida... (Putz, que coisa, hein?)

+ Via MSN, Pedro Ivo e eu estávamos comentando o quanto o Kova está mal. Nossa, não está dando nem para defender o cara. Realmente um m#%#@#$ essa temporada do finlandês...

+ Kova na Mclaren/2009 = Capelli na Ferrari/1992???????

+ Muita gente na Mclaren torce para que a equipe traga Nico Rosberg para o lugar do Kova, o que seria ótimo, já que, especialmente nesse ano, a Mclaren tem disputado o campeonato com apenas um piloto.

+ Analisando mais friamente, como Heike estava sem equipe no final de 2007, e a Mclaren não tinha quem contratar após a rescisão de contrato com Fernando Alonso, provavelmente ofereceram um daqueles contratos leoninos em que o Kova “entrou com a bunda”.

+SIMPLIFICANDO: Kova desempregado + a melhor equipe do campeonato oferece um contrato(provavelmente) horroroso + muito azar = Hamilton brilha e Heike cada vez mais fazendo juz ao apelido de “Pé na cova”

+ E a BMW, hein? Ainda na conversa com o Pedro Ivo pensei em indicar o Hamilton como o “APAGADO” no 5 ESTRELAS aqui do VEL MAX, mas o Kubica foi tão apagado, mas tão apagado que nem me lembrei dele.

+ Que coisa, hein? Até parece que a BMW está correndo com o carro da Brawn e Barrichello e Button estão com um carro tão bom quanto ao que todos esperavam que o novo BMW fosse...

+Desejo melhor sorte ao meu “brother” narigudo...

+ por falar em Barrichello e Button, a disputa entre os dois está me lembrando muito o massacre que Alain Prost impôs a Keke Rosberg quando os dois correram juntos na Mclaren em 86.
Será que, Barrichello vai cirar o jogo? Será que, assim como o “Rosberg pai”, Barrichello se aposenta no final da temporada????

Não perca os próximos capítulos de F1, “novela” escrita por Bernie Ecle$tone, sempre neste mesmo bati horário, neste mesmo bati blog... sempre em VELOCIDADE MAÁXIMA TOTAL!

Um abraço, (eheheh)
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Velocidade Máxima em Duas ROOdas:



S 1000 RR
BMW com "B" de Bad Boy



Por Fernando Ringel

__“Hoje (10/05/2009), é um dia histórico para a BMW”, disse Hendrik Von Kuenheim, nada menos que o chefão da divisão de motos da famosa montadora alemã, em Monza, na apresentação oficial da mais nova e ousada criação da marca germânica em duas rodas: uma “criança” chamada BMW S 1000 RR.

Com 193 cavalos de potência, talvez não exatamente uma criança, mas, no mínimo, um “adolescente muito rebelde”, esse é o modelo com que a montadora tenta mudar a imagem de “fabricante de motos para velhos”.

À começar pelo design agressivo, fruto do trabalho de desenvolvimento feito junto com a equipe oficial da BMW no Campeonato Mundial de SuperBike, a montadora mira principalmente o publico jovem.

A BMW S 1000 RR, primeira moto super esportiva da marca, é um misto entre os a tradição da marca alemã somada a toda a tecnologia utilizada pela BMW no motociclismo.

Baseada na versão utiliza na SuperBike (foto abaixo), na BMW S 1000 RR de rua (foto acima), o chassis tem uma estrutura “mais ou menos convencional”, como forquilha invertida à frente, no lugar do Duolever das “K, e quadro dupla trave.

Se na F1 os pilotos da BMW não podem contar com o controle de tração e a caixa de cambio automática, banidos da categoria, você, isso mesmo, VOCÊ MEU AMIGO LEITOR, pode sentir esse gostinho na S 1000 RR.... e olha que não é necessário ser um dos pilotos oficiais da montadora alemã na SuperBike para andar na S 1000 RR, ouvindo o “som de macho” do possante motorzão, padrão BMW de qualidade.

Mesmo não sendo um sonho impossível, esse não é um prazer para todo mundo. Óbvio, né? Afinal, estamos falando de um lançamento da BMW, então para acelerar essa máquina, meu amigo, você terá de gastar algo em torno de 15 mil euros (no versão mais simples da S 1000 RR).

Além de tudo isso, se o objetivo era chamar atenção, os alemães conseguiram. Visualmente, a primeira moto super esportiva da BMW funciona como se fosse uma propaganda ambulante, e veloz, da montadora. Andar com na S 1000 RR é quase como fazer merchandising para a marca: todos nas ruas vão olhar para você e seus 193 HP!

Falando no popular, ESSA É UMA MOTO PRA MACHO! (rico de preferência)... mas acima de tudo, a BMW S 1000 RR tem “B” maiúsculo de Bad Boy, padrão BMW de beleza e potência.


DADOS TÉCNICOS:


- 193 cv às 13.000 rpm (red line à 14 mil)
- 186 kg de peso a seco. Segundo a marca, a melhor relação peso/potência da sua classe.

- Controle de tração DTC e ABS esportivo
- Caixa de velocidades com “shift assistance”
- Preço previsto na Europa deverá ser muito próximo dos 15 mil euros

http://www.youtube.com/watch?v=LYVNzJUJeKQ&feature=fvst (video)

Ficam ainda os preços aproximados que deverão custar os principais “extras”

- ABS: 900 €
- ABS + DTC: 1200 €
- Shift Assistance: 380 €
- Alarme: 200 €

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Em breve tem mais sobre o mundo das duas rodas aqui no VEL MAX.

Um abraço, Fernando Ringel feringel@yahoo.com.br