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segunda-feira, 1 de março de 2010

A Fórmula da Velocidade: Black Penske, a conta real

__Está aí uma formula alternativa para se chegar ao mesmo resultado, a nova Penske preta. Como podemos ver na tabela periódica (lembra das aulas de química?), apenas uma letra pode mudar completamente o teor de uma fórmula, como é o caso desta EVOLUÇÃO DA VELOCIDADE. Nesta conta real, trocamos um componente: ao invés de VALVOLINE, HAVOLINE.

Muito parecidas tanto na escrita de seus nomes quanto nas pinturas dos carros que patrocinaram, as duas são produtos concorrentes. Enquanto a Valvoline é apenas mais uma das inúmeras marcas da gigante Cummins (incrível como eles fazem de tudo um pouco), a Havoline foi um carros chefes da petrolífera Texaco por muitos anos.

Para se ter uma idéa da semelhança entre a publicidade das duas marcas (pq não dizer marketing agressivo?), na primeira foto vemos o Lola Havoline usado por Mario Andretti em 1989, praticamente idêntico ao Valvoline pilotado por Al Unser Jr naquele mesmo ano. Assim como seus nomes, as pinturas tinham praticamente o mesmo desenho: onde era azul no carro da Galles, ficou preto no da Newman Haas. Cockpit branco nos dois e uma única diferença... na parte de cima do bico, Andretti tinha um adesivo azul claro. Parece até um tipo de sinalização para não ser confundido, hábito comum na F1 quando dois pilotos tem carros e capacetes muito parecidos.

Na segunda foto desta EVOLUÇÃO, a principal contribuição do Lola usado por Michael, Mario Andretti e Nigel Mansell está no branco, desde a ponta do aerofolio dianteiro até a base do aerofólio traseiro. O que o Lola de 89 tinha de "timidez" quanto ao branco, a pintura da Newman Haas usada entre 90 e 95 tinha de abusada.

Por último, somadas os dois Newman Haas, obtemos a Penske deste ano. Preto nas laterais, salpicado de pequenos adesivos em vermelho, porém nem branco de menos como o Lola 89, nem "branquelo demais" como o carro campeão com Mansell.


Problema resolvido, né? Newman Haas Lola² + "Era Andretti" = Penske 2010

Tudo aparentemente ok, mas fica a pergunta: Penske sem Marlboro??? Tio Roger Penske já correu sob o patrocinio da própria Valvoline, Penzoil, mas... como escrevi nas PRINCIPAIS MANCHETES DA SEMANA, será que é só o carro ou a situação ($$$) também está preta???


Um abraço,
Fernando Ringel,
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Combinação "mais ou menos" Perfeita: making of

__Esta foi a minha segunda montagem, ainda engatinhando no Photoshop. Ficou esquecida desde agosto do ano passado porque, embora eu tenha gasto umas boas horas nela, achei o resultado muito artificial.
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Por acaso achei ela em um pen drive e como hoje entendo um pouquinho a mais de Photoshop que naquela época, fiz o que pude para balancear as tonalidades de branco e vermelho do carro e do capacete. Como o resultado acima foi uma espécie de "remendo" da montagem antiga, não sei se sou eu, mas acho que ainda poderia ficar ter ficado melhor... (por isso considero essa montagem uma Combinação "mais ou menos" Perfeita)
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De qualquer maneira, está aí, Nelson Piquet finalmente na Mclaren.
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OBS: como a montagem na Mclaren de 92 foi temporariamente abandonada, e eu queria muito ver o Piquet na equipe do Tio Ron Dennis, logo em seguida fiz a montagem abaixo, um dos meus xodós. Essa sim eu gosto.
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Um abraço,
Fernando Ringel

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

SEPARADOS NO NASCIMENTO: Hungria X França

__"No canto direito do ring", um protótipo de gênio chamda Csaba Kérja. Primeiro piloto húngaro a pilotar um F1, um tremendo talendo vindo de um país sem qualquer tradição no automobilismo internacional. Diria até que Csaba se trata de um "Kubica das antigas".

Quer saber mais sobre o cara? Meu amigo Rianov "Suttonov" explicou toda a história no que considero o melhor post do ótimo F1 Nostalgia.
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OBS: Comas, mais um daqueles pilotos que ninguém acha nada demais e eu gosto (heheh), aparece na foto com o capacete usado em 1992. Embora a cada ano o francês usasse uma variação do seu capacete, o desenho original é idêntico ao usado por Csaba, mudando apenas os "riscos brancos" nas laterais e as cores.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Vale a Pena Ver de Novo: F1 (com cara de HotWheels)

__Olá amigos, e não é que o Pedro Ivo, no início do ano, pegou no ar o que "matou" a equipe no final da temporada?
"Tamos chiquis", hein? Furo mundial, eheheheheh. Abaixo o post na íntegra, exatamente como foi ao ar em 19/03/09.

Toyota:

Em busca de uma identidade

Por Pedro Ivo

_ A Toyota entra na temporada 2009 meio que como entrou em todas as outras oito que participou até agora (2002 a 2008), ou seja, prometendo resultados e projetando vitórias.
Mas, a bem da verdade, a Toyota sofre é de uma certa falta de identidade. Talvez não só identidade. Precise também de uma afirmação dentro do circo.

A escuderia germano-nipônica já gastou um dinheiro enorme na categoria (se brincar, mais do que a Red Bull), e nunca obteve resultados à altura desses gastos. Para uma equipe que investe tanto, a Toyota obteve resultados modestos e tem sempre ficado na promessa. Começou em 2002, quando surgiu como novidade no circo, dando pinta de que seria uma escuderia

promissora, sendo que em 2004 já falavam até em vitórias. Ao final da primeira temporada mudaram a dupla de pilotos e trocaram um monte de gente na escuderia. Para 2004 tiraram, a peso de ouro, da Renault o projetista Mike Gascyone, que fez com que a escuderia obtivesse até alguns resultados, mas nada que fizesse jus às enormes cifras que eles continuavam - e continuam - gastando na F1.

Ano após ano essa história tem se repetido. Gastos e mais gastos (em 2005 investiram mais muito mais dinheiro que a Renault, enquanto que os franceses foram campeões e eles só ficaram em terceiro nos construtores) com poucos e até inexpressivos resultados. Some-se a isso pilotos superados ou que já não apresentam o desempenho de outrora (Trulli que o diga, e Glock ainda precisa de mais quilometragem pra se afirmar) e até mesmo a pintura, que não muda quase nada desde a estréia, mantendo aquele esquema (já citado em outro post) que chamo de "opa, derrubei um balde de tinta vermelha no carro". Todos esses fatores contribuem para a falta de identidade e afirmação da escuderia na categoria. Não há um piloto que a identifique (o Cristiano Da Matta poderia até ter feito isso, assim como Mika Salo e Alan McNish, mas todos foram mandados embora), não há um engenheiro, uma pintura marcante e nem resultados. Talvez a Toyota precise mesmo é dar uma repaginada geral.

Mas... será quando eles vão fazer isso?
Para essa temporada, mais uma vez eles mudaram bastante o carro. Não só pela questão de se adequar ao regulamento 2009, mas também porque se prestarmos atenção, veremos que a parte dianteira do TF109, principalmente o bico, não parece com nenhum outro modelo do circo esse ano, sendo bastante fino e alto, com suportes bastante longos ligando a asa dianteira a este. Porém, ao mesmo tempo em que mudaram bastante o carro, a dupla de pilotos continua a mesma do ano passado, Trulli e Glock. O italiano já apresenta sinais de cansaço e falta de motivação, que, somado aos últimos resultados da equipe, provavelmente será a temporada do "dá ou desce". Já o alemão começa a temporada 2009 precisando mais de experiência de qualquer coisa - a exemplo de outros pilotos como Nelsinho Piquet e Sebastien Buemi -, ou seja, continua como "promessa", sendo que se a equipe trabalhar bem ele pode até render bons resultados.

Em suma, a Toyota precisa provar muito e correr ainda mais para se firmar na categoria. E precisa fazer isso logo.

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_Lendo o texto do Pedro sobre a Toyota, lembrei da Ligier de 1992. Pq? Vamos por partes: o mesmo carro azul de sempre, patrocinadores de peso, engenheiros caríssimos (Gerard Ducarouge, por exemplo), o fantástico motor Renault V10 (mesmo da Williams, vice de 91 e campeã absoluta em 92) e principalmente, a Ligier de 1992 lembra a Toyota de 2009 na dupla de pilotos.
Pedro Ivo citou Trulli como "um piloto muito experiente e já um pouco cansado", e o alemão Timo Glock como "prestes a inciar sua segunda temporada, ainda uma jovem promessa". Isso me lembra Thierry Boutsen às portas da aposentadoria e a expectativa que ainda existia para que Erik Comas confirmasse a sua fama de piloto frio e veloz... sem falar que a Ligier, apesar dos grandes investimentos do final dos anos 80 e início dos anos 90, não fez quase nada na categoria nessa época. Vamos lembrar (mais uma vez):

1) Para começar, o desastrado e caro contrato de fornecimento com a Alfa Romeo que custou para a equipe as temporadas 86 e 87.

2) O chassis skate a lá Brabham BT55 e Mclaren MP4/4 que praticamente aposentou Arnoux e Johansson em 88 e contribuiu muito pra fazer a Ligier, em 89 e 90, brigar pra escapar da pré qualificação.

3) O belo e tremendamente ordinário chassis de 91, equipado com motor Lamborghini (as únicas coisas boas do motor eram o nome e o tremendo som) ... lembrando que esses são apenas três exemplos da longa história de desorganização da equipe do Tio Guy.

Claro que o desempenho da Toyota nos últimos anos é muito melhor, e mais profissional, do que essas temporadas citadas da Ligier, mas a grande expectativa criada pelos altos investimentos, as respeitaveis duplas de pilotos somados aos resultados modestos da equipe do velho Guy Ligier me lembram muito a Toyota.

Vale lembrar o titulo do texto do Pedro, "Toyota: Em Busca de uma Identidade". Apesar das estatisticas pobres, a Ligier era uma equipe simpática, tinha o seu "charme azulado e francês". Para a Toyota, conquistar uma identidade na F1 parece estar mais distante que a primeira vitóra._

Um abraço,

Fernando Ringel

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: Azul + amarelo= ?

__Na primeira foto, Wendlinger aparece em sua primeira temporada completa na F1, e também a última da tradicionalíssima March. Dois anos depois, quando estava em alta na categoria, se acidentou em Monaco, ficou o resto da temporada 94 se recuperando e quando voltou em 95 (curiosamente em um carro azul... escuro), já não era mais tão rápido quanto antes...
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Na segunda foto, Alonso na Renault. Não tem nada a ver com o Wendlinger, mas essa pintura da Renault é a transição perfeita entre a March CG911 com o capacete amarelo do Karl e a BMW S62-B50 usada pelo austríaco em sua estréia na Rolex. (categoria onde hoje corre "Mad" Max Papis)
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Aí fica a pergunta: Azul + amarelo = Karl Wendlinger?
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sábado, 10 de outubro de 2009

Combinação Perfeita:


__Dá-lhe Jorge Pezzolo do Brasil-sil-il!!!


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

2 + 2 = COMBINAÇÃO PERFEITA


__Olá amigos, hoje estréio uma nova série exclusiva para o VEL MAX. Sabe aquele piloto que tinha um belo capacete vermelho e branco, e que nunca correu em um clássico carro vermelho e branco? Que tal ver, finalmente, Nelson Piquet na Mclaren Marlboro? No primeiro post da série, (ainda não é o Piquet na Mclaren), você vê uma combinação curiosíssima. A piloto Suzane Carvalho, ex-atriz da Rede Glogo, andando no último carro da Brabham. Veja como as pinturas do capacete e do carro combinam perfeitamente...

__Na realidade, o mais próximo que Suzane chegou de pilotar um F1 foi um convite da Larrousse para um teste em 1991. Pasmém, a piloto, na época com apenas alguns anos no automobilismo, recusou o convite (!!!!!). Suzane disse que não testaria pois a Larrousse não lhe daria um carro em boas condições, pois "eles estavam interessados apenas em chamar a atenção da mídia".

Atualmente Suzane corre na Indy Lights, no México, e a Brabham está prestes a retornar para a F1 (lugar que, em um mundo perfeito, a equipe nunca deveria ter deixado).

OBS: É só clicar na imagem para aumentar e salvar. Espero que vocês gostem do papel de parede.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A Evolução da Espécie: Bigode

__Nessa EVOLUÇÃO, a Jordan começa na frente porque foi Gary Anderson quem inventou esse formato de asa dianteira em 1991. Um ano depois, a equipe irlandesa continuou desenvolvendo o conceito aerodinâmico enquanto a Footwork, de olho no ótimos resultados conquistados pela Jordan, copiou a idéia.

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Dito isso, olhe os aerofólios dianteiros dos belos Jordan 192 e Footwork FA 13 e, muita calma nessa hora, REPARE NO FORMATO DO BIGODE DO cantor e compositor BELCHIOR.

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HUHUAHUAHUAHUHAUHAUHAUAHUA.

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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Yes, Nós Gostamos + dos Carros Bonitos (05)

No quinto post da nova série do VEL MAX, atendemos ao nosso leitor Rafael Batista, que, diga-se de passagem , escolheu uma combinação histórica, excepcional tanto nas fotos quanto dentro das pistas...
Para esclarecer, vamos imaginar: se Chuck Norris fosse um carro de F1, claro, teria o Leão Nigel Mansell na direção, seria o predator da sua década e, com certeza, se chamaria...

Williams FW14B


Que casamento de cores, hein? E o nº5 vermelho??
As Williams Camel são, sem dúvida, uma das pinturas clássicas da F1.


Se Chuck Norris realmente fosse a FW14b , provavelmente após as corridas, ele diria:
"Meu nome é Williams FW14B, mas pode me chamar de Senna´s Nightmare (Pesadelo do Senna)" - ehehehe.

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Amanhã postarei a Jordan 191, atendendo ao Speeder 76. Quinta Feira coloco no ar a colaboração do Wellington Lucas, do blog F1 Addict: Sebastian Vettel e seu Toro Rosso STR 03... Quer ver o "seu carro" preferido aqui? Qual é, na sua opinião, a melhor combinação entre carro e capacete?? Mande a sua colaboração para feringel@yahoo.com.br.
Ainda nesta semana pósto a Mclaren MP4/9 com Philip Alliot entre outros, porque, em tempo de F1 (blargh!) e IRL (ugh!) pra lá de feiosos, "Yes, Nós Gostamos + dos Carros Bonitos".
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Um abraço,
Fernando Ringel

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Olha Só Esse Video !!!!! (10): Jordan J192-Yamaha

__Dizem que Eddie Jordan gastou o que não tinha para ter um carro competitivo em seu ano de estréia, rezando para conseguir bons resultados e patrocinadores que bancassem a temporada 92. Tio Eddie fechou com a Seven Up por um valor beeeeeeeeem abaixo da média, mesmo para uma equipe estreante na F1. O Sr Jordan queria causar impacto com um carro bonito, com uma pintura marcante. O resultado foi o J191, apontado como um dos mais bonitos da história da F1.
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Porém isso teve um preço. Os bons patrocinadores vieram, mas o rombo era muito, digamos, dramático. Tio Eddie teve que arrumar um motor gratuíto... sobrou o Yamaha. Nas palavras do Gugelmin, piloto da equipe, "tão resistente quanto um motor de máquina de costura".
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Pessoalmente, considero o J192 da foto acima beeeem mais bonito que o carro de 91. Bonito e ordinário, diga-se de passagem. Apesar do bom chassis, evolução do ótimo J191, o motor estragou tudo. Esse Jordan 192-Yamaha destruiu as carreiras de Gugelmin e do ótimo, hiper subvalorizado, e ranzinza Stefano Modena.
Não gostou da foto??? Então confira o carro no video abaixo:
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Esse video é a cara do F1 Nostalgia do nosso brother Rianov Albinov. Por quê?
Bom, nele vemos uma das equipes mais simpáticas da historia, e que já não está mais no circo. Além disso matamos a saudade das faíscas, que faziam a festa dos fotógrafos, e ainda relembramos as loooooooooooonguíssimas, belíssimas, e "falecidas" retas de Hockenheim. CRÁÁÁÁÁÁÁASICO!!!!
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Com excessão do amarelo de sua última fase, a Jordan F1 Grand Prix nunca teve uma cor padrão. Mesmo assim, a equipe sempre foi referência em seus layouts. Com pinturas marcantes (lembra do bico "cabeça de cobra" de 97 e do bico "cabeça de abelha" de 98 ?) os carros da equipe do Tio Eddie, tirando o de 1995, quase sempre foi um colírio para os olhos.
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Fernando Ringel

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Olha só esse video!!!! (09) A Pré-Temporada da Mclaren/1992

O Stallone Cobra me deu a dica sobre este video:

" Esse video relata os teste do novo mclaren 1992. Na real o video mesmo é para os admiradores dos sons de um motor v12. O video ainda mostra Berger e Senna falando sobre a nova temporada e etc, mas o que merca mesmo é o som marcante do Honda V12 das Mclarens, na minha opiniao, mais bonito que os V12 da Ferrari...
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Em 1992, antes mesmo da primeira corrida, todo o Brasil só esperava a hora de soltar o grito de "É TETRA". Ninguém esperava que só poderíamos falar 'É TETRA" dois anos depois com a Seleção Brasileira, na Copa de 94...
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Fernando Ringel

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O Dia em que Destruí a Minha Williams (FlashBack)

Olá amigos,
estou totalmente sem tempo para atualizar o blog, e como o VELOCIDADE MÁXIMA está quase fazendo um ano, resolvi fazer uma retrospectiva com alguns posts da época pré histórica do blog. Este aqui foi um dos primeiros, postado em 30/12/07.
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Fernando Ringel
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Olha o estado que ficaram as suspensões eletrônicas... buáááá

Um dia, quando eu tinha 13 anos, ví essa miniatura da Burago em uma barraquinha do Paraguai.

Me apaixonei e juntei dinheiro e consegui comprar essa Williams FW-14b.

Eu adorava virar usar o dedo mindinho para virar o volante e ver as rodas da frente mudar de direção.

Com o tempo o carro foi sofrendo um acidente aqui e ali e não houve Super Bonder que consertasse as suspensões ativas.

Hoje o carro se transformou em uma miniatura da Williams do Patrese, após essa tentativa de ultrapassagem que você assiste no video desse link

http://www.youtube.com/watch?v=Nj7TewU5AVc
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Aproveitando o gancho esse vídeo do link abaixo e do GP a Alemanha de 92. Muita gente fala que o Senna deu uma aula de pilotagem defensiva em Mônaco, mas temos que tirar o chapéu para o, então, jovem Michael Schumacher lutando com unhas e dentes em uma pista onde os pilotos costumam dizer que "não há onde se esconder"

http://www.youtube.com/watch?v=wmcEiluH5TE


O Campeão Mundial de Kart de 1974 tentou fazer o mesmo com o Senna, que empurrado pelo motorzão Honda, fechou a porta na cara do italiano... que acabou na grama.

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Por falar em Riccardo Patrese, o italiano tem um site oficial em que você encontra de tudo um pouco. Fotos pessoais, artigos, textos sobre o inicio da carreira... vale a pena dar uma conferida.

Entre outras coisas, você descobre que o cara adora trens em miniatura.
Se eu encontrar o meu Ferrorama vou ver se ele quer trocar por um capacete velho.

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Fernando Ringel

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Separados no Nascimento: Moreno X Perry McCarthy


Senhoras e Senhores, eis a dupla da Andrea Moda.
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Além de ter em sido companheiros em 92, dizem que o Maccarthy, assim como o Moreno, é muito bem humorado, gente fina.
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Fernando Ringel

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Textos Clássicos do Verde (03): Parte 6

Roberto Moreno,
O Operário do Automobilismo
Por Leandro Verde
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A DECADÊNCIA NA F1 E O OSTRACISMO (1991 - 1995)
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Moreno estava desanimado na Jordan, e isso era visível nas câmeras de TV. Mesmo assim, ele foi 8º nos treinos. Só que sua corrida acabou em um acidente na 2ª volta, devido a problemas nos freios (foto acima). Mesmo com essa justificativa, sua imagem ficou ainda mais arranhada. Houve ainda mais uma oportunidade, em Estoril. mas o desempenho apagado fez Moreno perder seu lugar na Jordan para Alessandro Zanardi.

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Moreno ainda teve mais uma oportunidade, na última corrida do ano, em Adelaide. Depois que Prost foi demitido da Ferrari, a equipe italiana convocou Gianni Morbidelli, até então da Minardi, para seu lugar. E Giancarlo Minardi, sem o 2º piloto, chamou Moreno para o seu lugar. Uma corrida discreta que durou poucas voltas, devido à chuva e a uma bandeira vermelha. Terminava aí o ano de 1991.
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Foi até um milagre que Roberto Moreno tivesse encontrado um lugar na categoria em 1992, na capenga Andrea Moda. A equipe, de Andrea Sassetti, havia contratado Alex Caffi e Enrico Bertaggia, mas ambos foram demitidos após a corrida do México. Entraram Moreno e Perry McCarthy, no lugar. O carro, feito por Nick Wirth, futuro dono da Simtek, era muito ruim, mas mesmo assim Moreno, milagrosamente, conseguiur largar uma vez, em Mônaco. Festa na equipe, que durou até a 11ª volta da corrida, depois que o motor Judd explodiu. Depois disso, só sofrimento com o Andrea Moda. A temporada terminou em Monza, depois que os caminhões da Andrea Moda foram impedidos de entrar no paddock e Sassetti foi preso.
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Em 1993, Moreno disputou os campeonatos de turismo francês e italiano, ficando em 7º no francês. Em 1994, Moreno só correu de kart e tentou largar nas 500 milhas de Indianápolis, pela obscura Arizona Motorsports. Como o carro era ruim e antigo, Moreno acabou ficando de fora. Mas o sonho dele correr de monopostos não havia acabado ainda.
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A novata Forti Corse, equipe que vinha da F3000 para disputar o campeonato de F1 de 1995, precisava de um companheiro brasileiro para Pedro Paulo Diniz. Christian Fittipaldi e Mauricio Gugelmin foram cogitados, mas Roberto Moreno acabou presenteado com a vaga.
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A equipe era quase brasileira: um dos donos era o brasileiro Carlo Gancia, os patrocinadores eram quase todos brasileiros e ligados ao Grupo Pão de Açúcar, da família Diniz, e até as cores do carro eram as cores da bandeira brasileira, amarelo, azul e verde. Mas, apesar da esperança, o carro era um F3000 revisado.
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O campeonato de Moreno foi patético, com situações como a da corrida da França, quando seu pé ficou preso no acelerador (convenhamos, com um carro daquele, nem precisava tirar o pé do acelerador) porque toda a cola do revestimento do pedal acabou lambuzando o pé. No final, Moreno terminou o ano zerado. Sua melhor posição no grid foi o 20º lugar na Austrália, enquanto que sua melhor posição de chegada foi o 14º na Bélgica. Sua última corrida foi tragicômica, com Moreno batendo na entrada dos boxes... No final do ano, os patrocinadores brasileiros foram embora com Diniz para a Ligier e Moreno, sem apoio algum dentro da Forti, ficou desempregado de novo. Terminava aí a passagem de Moreno pela F1.
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Lembro que em 1995 fui um dos que acreditou que o Schumacher teria que se virar para tirar o título do Barrichello e sua incrível Jordan, imbatível nos testes da pré-temporada. Lembro também que, segundo os meios de comunicação, o Schumacher teria que brigar pelo vice campeonato com Nigel Mansell e sua Mclaren “asinha”.
E as Williams? Segundo a imprensa, a equipe não tinha piloto. Quem vencia as corrida era o carro.
Tenho que admitir que fui um dos que acreditou que a Forti Corse era brasileira e que estava correndo por fora brigando por pontos com a Ferrari.
Santa inocência... também, em 1995, eu tinha só 10 anos...
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Fernando Ringel