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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Splash and Go!: O DOMÍNIO DE GREG MOORE

Por Wellington Lucas
www.formulaoneaddict.blogspot.com

__Através das mãos do então desconhecido Greg Moore, “Rookie do Ano” em 1993, quando corria pela equipe de seu próprio pai, a Forsythe dominou amplamente a Indy Lights em 1995. O canadense venceu 10 das 12 etapas do campeonato!!!
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Os únicos que bateram Greg Moore foram Robbie Buhl, regressando a Indy Lights depois de ter feito algumas corridas na Indy Car em 1993, e o português Pedro Chaves, ex-piloto da Coloni na F1, cada um vencendo uma etapa.
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Campeão com méritos, Moore ingressou junto com a Forsythe na IndyCar/CART em 1996, onde permaneceu como uma das estrelas da categoria até seu (misterioso) acidente fatal em Fontana 1999.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O Acidente Fatal de Stefan Bellof, foto a foto

Esse triste capítulo dos anos 80 aconteceu em 01/09/1985, em Spa Francoschamps.
Muito se fala sobre o excesso de agressividade de Bellof ou sobre a possível culpa do veterano Jacky Ickx no acidente que vitimou o jovem alemão.
Existe o video onboard do carro de Ickx que pouco explica sobre o acidente, mas a verdade é que muito antes da disputa dos 1000 Km de Spa Francochamps de 1985, Ickx e Bellof mal se falavam.
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Os dois tinham sido pilotos da Porshe no Campeonato Mundial de Marcas, no inesquecivel Grupo C, em 84. Bellof estava dando o que falar e o veterano Jacky Ickx exigiu para si toda a atenção da montadora.
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Bellof, apesar das boas atuações na F1 e nos protótipos, não teve como lutar contra o prestigio de Ickx e decidiu abandonar a Porshe.
Em 85, o alemão pilotou um Porshe privado, da equipe do suiço Walter Brun, futuro dono da EuroBrun, equipe reject da F1.
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Nos treinos para os 1000 Km de Spa, Ickx disputava os primeiros lugares do grid com seu Porshe oficial de fábrica enquanto Bellof se classificou em 22º.
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Na corrida, o alemão, com a faca nos dentes, alcançou a segunda posição, exatamente atrás de "muy amigo" Jacky Ickx... e foi nessa guerra de nervos que os dois chegaram juntos na Source. Bellof tracionou melhor na saída da curva, pegou o vácuo e se preparou para passar o maior piloto belga, na principal pista da Bélgica... na Eau Rouge.


Ickx não desacelerou...
... e, por causa de uma rixa pessoal, o automobilismo, em especial a F1, perdeu Stefan Bellof, um piloto tido como brilhante muito antes da sua morte._
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Fernando Ringel

terça-feira, 15 de julho de 2008

Textos Clássicos do Verde (02): Parte 4

A Fórmula 3000 há 20 anos
Por Leandro Verde
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OS ACIDENTES DE 1988 E O TERROR DE BRANDS HATCH
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Enna ainda foi uma corrida tranquila, apesar do acidente estúpido que tirou Roberto Moreno da corrida, causado por Gregor Foitek na largada, que ainda viria a fazer merdas consideráveis na temporada. No fim, Pierluigi Martini (foto ao lado) deu à March sua primeira vitória na temporada, com os carros da GBDA de Grouillard e Trollé colados logo atrás. Em seguida, Brands Hatch.

A Eddie Jordan trazia uma novidade: o inglês Martin Donnelly, (foto ao lado) revelação da F3, para substituir Danielsson (a equipe já tinha tentado com Alessandro Santin em Enna, mas o italiano foi muito mal). E o estreante já começou surpreendendo: segundo lugar no grid. O primeiro lugar era de Herbert, o que mostrava que ninguém iria pegar os Reynard da EJR na corrida. O primeiro susto: Michel Trollé, da GBDA, se arrebenta em um acidente nos treinos livres, capotando o carro e quebrando vários membros do corpo.

A corrida começou tranquila para a EJR, com Herbert e Donnelly desaparecendo na liderança. Em um segundo pelotão, Martini, o sempre selvagem Foitek, Moreno e Grouillard disputavam a terceira posição. Na volta 24, ao tentar uma ultrapassagem por fora na curva Paddock, Moreno foi fechado criminosamente por Foitek, indo parar na barreira de pneus e destruindo seu Reynard. Era a segunda vez que Foitek tirava Moreno. Bandeira vermelha. Moreno foi ter uma conversa com Foitek nos boxes. Apesar da destruição, um alívio para o brasileiro: daria pra consertar o carro. Caso isso não fosse possível, seria fim de temporada para o brasileiro.

Mas o que viria por aí seria muito pior. Na segunda largada, 35 minutos depois, Herbert largou mal e perdeu a liderança para Donnelly e o segundo lugar para Martini. Foitek vinha logo atrás. O suiço estava louco atrás do inglês, e chegou até a tocar seu carro na traseira do EJR de Herbert na Druids. Mas o que importa é o que veio a ocorrer na curva Surtees.

Herbert entrou na curva um pouco mais lento que o normal, o que foi o suficiente para fazer com que Foitek tentasse passar por fora. Os dois se tocaram e o resultado foi desastroso. Herbert e Foitek se entrelaçaram e ambos foram parar no guard-rail lateral de frente a 240km/h. Depois do choque, os dois carros ricochetearam de volta para pista e atingiram Grouillard, que vinha com tudo na reta. O francês rodou e bateu violentamente de frente no guard-rail lateral, assim como Herbert, que com o segundo choque arrebentou suas duas pernas. Foitek, mais à frente, saiu capotando, e seu carro quase saiu fora do circuito. Atrás, para desviar, todo mundo saiu rodando e batendo. Saldo total: 8 carros batidos. Herbert, Grouillard, Foitek, Spence, Gary Evans, Andy Wallace, Langes e Suzuki.

Desespero no autódromo. Pilotos, como David Hunt e Cor Euser, estacionaram seus carros para ajudar os feridos. Foitek estava inconsciente dentro do carro. Grouillard era o que estava em melhores condições, totalmente lúcido, mas seu tornozelo estava quebrado, e ele precisava de atendimento. Johnny Herbert estava completamente lúcido, mas suas pernas estavam quebradas em vários pedaços, o que causava uma dor imensa no inglês, que chegou a pedir para os fiscais baterem nele de modo que ele ficasse inconsciente e não sentisse a dor. Nesse caso, apenas morfina ajudou Herbert a suportar aquele momento.

No fim das contas, Foitek e Grouillard foram levados ao centro médico do circuito. O suíço quebrou uma mão, pouco até para o acidente, e Grouillard realmente havia quebrado o tornozelo. Já Herbert, após um longo atendimento na pista, foi levado ao hospital. Lá começava um longo processo de recuperação e fisioterapia.

A corrida só foi realizada por formalismo. Com apenas seis carros largando, Donnelly venceu com extrema facilidade, com Martini e Blundell no pódio. A champanhe, no entanto, não foi aberta.
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Amanhã Leandro Verde conta tudo sobre a "hiper animada" corrida em Birmighan Superprix, para muitos, a pior pista dos últimos tempos.
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Fernando Ringel