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sábado, 14 de agosto de 2010

PAPEL DE PAREDE: novidade

__Vai um wallpaper (1024 X 768)? Este é o novo dossiê que o Sr. Pedro Ivo (com a ajuda deste que vos escreve) está terminando. Em breve aqui no VEL MAX!


OBS: centralize a imagem. Laterias em preto.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: 3 *** Estrelas

__Eddie Cheever dispensa apresentações. Um dos melhores pilotos americanos da F1 além de um dos mais tradicionais nomes da Indy, abre essa EVOLUÇÃO com seu capacete que, convenhamos, é de fato uma pintura! (adoro trocadilhos, kkk) Embora não tenha muitos fãs entre a audiência da F1, Cheever é sempre lembrado nas listas sobre os capacetes mais bonitos.

Em geral, vi aqui e alí pessoas fazendo ligação entre as pinturas de Eddie Cheever com o capacete do inglês Anthony Davidson. Porém, embora concordasse com a asemelhança, nunca me animei a fazer um post sobre elas... (sei lá, idéia dos outros é, er, dos outros,né?)

Dias atrás (procurando alguma coisa em algumas revistas velhas), encontrei a edição de março de 2001 da revista Carro. Se trata de uma edição especial sobre a temporada da F1 que se iniciava. Comecei a folheá-la porque me lembrei de uma matéria em que um piloto aparecia com um capacete parecido com o do Cheever, mas que não era igual ao usado pelo Davidson.

No meio da revista, encontrei as duas páginas que falavam sobre a pré temporada e o histórico da Benetton. Na época, achei muito bonito o capacete do piloto que guiava o último "carro das cores unidas" (em 2002 o time passou a ser a Renault), só que... em uma era distante onde não havia internet para a maioria dos brasileiros (incluindo este que vos escreve), fiquei sem saber o nome do cara.

Enquanto relia a matéria, queria apenas confirmar as minhas suspeitas: só podia ser o Davidson (ainda em início de carreira) com uma variação da sua tradicional pintura. Pensa que no texto ou na legenda da foto tinha alguma coisa sobre o piloto de testes? Neca, nem uma pista.

Porém (como estamos 2010, graças à Deus), recorri a uma coisa divina, vulgarmente conhecida como Google. Lá, consegui a lista dos pilotos que testaram os carros da Benetton desde 1986 até 2001. Peguei os nomes que testaram entre 99 e 2001 e TCHA-RÃÃÂÂÂÂ... eis que o mistério (após 9 anos) estava resolvido. Se trata do francês Laurent Rédon. Na prática, um sub resultado de uma hipotética soma entre Allan McNish (eterno piloto de testes da Mclaren) + Jean-Christophe Boullion (eterno piloto de testes da Williams).

Rédon, campeão da Fórmula 3 Francesa (1995), estreou na F3000 Internacional pela tradiconal (quase equipe de F1) DAMS. Foi bem, terminando em 8° no campeonato de 1996. No ano seguinte se transferiu para a poderosa Super Nova (então a melhor do campeonato), como companheiro de Ricardo Zonta. Enquanto o brasileiro conquistou o título, Rédon ficou em 9°, tendo como melhor resultado um terceiro lugar em A1 Ring (buááá, volta pra F1 A1 Ring, sniff, sniff, sniff).

Em 1998, abdicou da F3000 para ser piloto de testes da Minardi (ou seja, ele não fazia nada já que o time praticamente nunca tinha dinheiro para os pilotos oficias treinarem. Imagina então o piloto de testes...). No ano seguinte passou a ser o test driver da Benetton, onde fez alguns testes "de grátis" até o ano 2000.

Cansado de ver as corridas pela televisão, Rédon fez algumas corridas na IRL em 2001, na Conquest Racing. De contrato assinado, disputou toda a temporada 2002, tendo se classificado para sua primeira (e até agora única) Indy 500. Seu melhor resultado foi um terceiro lugar no Super Speedway de Fontana. No fim das contas ficou com o título de rookie do ano... e nunca mais voltou para a Indy.

Notadamente um piloto técnico, embora tenha feito mais sucesso nos carros de turismo (FIA Sports Car Championship, 24 de Le Mans, Le Mans Series e o escambau), mesmo não sendo um Jacky Ickx (aí tbm peguei pesado, né?), Rédon se caracterizou por aquele tipo de piloto que é capaz de pilotar (bem) qualquer carro.
Atualmente Laurent é o "Ron Dennis" da equipe do Sporting Clube de Portugal, na Superleague Formula.

Apesar de bela, essa pintura de "estrelas com raios saindo de suas pontas" não dá sorte. Por último, Anthony Davidson, eterno piloto de testes da BAR e Honda (praticamente a mesma coisa). Na F1, o cara correu pela Minardi (OH, NOOO!) e Super Aguri (OH, NOOOO!²).

Enquanto não volta para a categoria, Davidson se diverte como comantarista de F1 na Radio BBC 5 Live, dá uma assessoria aqui (no F1 2010, mais novo jogo oficial da categoria, feito pela Codemaster), disputa uma 24 Horas de Le Mans alí , conversa com Virgin (OH, NOOOO!³) e Lotus acolá...

OBS: no caso de Eddie Cheever, tanto as cores, quanto os efeitos e a estrela foram inspirados na bandeira do estado do Arizona, terra natal do piloto.

OBS2: na história da Indy, Rédon é o único estreante do ano que optou por não continuar correndo na categoria. Vai ver ele quis "se aposentar no auge", né?


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A Evolução da Espécie: trigêmeos

__Como diriam os locutores de Boxe, "no canto esquerdo do ringue", o brasileiro Chico Serra fazendo suas melhores, e últimas corridas na F1 (Arrows/1983). Não fosse a grana de um belga chamado Thierry Boutsen, talvez Chico tivesse conseguido mais tempo para garimpar uma equipe melhor para o ano seguinte...

Falando em 1984, a segunda foto é do "Momento Agora Vai" na carreira do bom Derek Warwick. Após boas temporadas na "pobre, boa e limpinha" Toleman, o Jenson Button dos anos 80 finalmente teria um carro de ponta nas mãos. Pena foi o Renault RE 50 não ter sido nem sombra do carro do ano anterior, com o qual Prost só não foi campeão pela genialidade de Gordon Murray e pela técnica e malandragem de Nelson Piquet.

Problemas de confiabilidade, abandonos por pane seca ou simplesmente falta de velocidade da boa dupla (porém nada genial) Warwick/ Tambay, contribuiram para o fim da equipe de F1 da Renault em 1985. Sniff, sniff, sniiff.

Essa EVOLUÇÃO se chama Trigêmeos evidentemente porque os capacetes, tirando um efeito de pintura no azul do Serra, são idênticos! Essa relação fica ainda mais "familiar" porque Paul era o irmão mais novo de Derek Warwick. E muito bom piloto também, diga-se de passagem.

Paul vinha detonando o campeonato de 1991 da F3000 britânica (5 poles e 5 vitórias na s5 primeiras corridas!!!). Em Outon Park, advinha? Paul liderava a corrida quando um problema mecânico o fez bater... a mais de 200 km/h! O chassis se desintegrou, o "Warwickizinho" foi ejetado do cockpit e... chega, né? Isso aqui não é release sobre filme de terror. R.I.P.

Mesmo assim, com os pontos conquistados nas 5 primeiras corridas, Paul foi o campeão da categoria naquele ano.

OBS: Em 1986, Derek Warwick estava de contrato assinado com a Lotus. Tudo ia bem até que Senna vetou o inglês na base do "ou ele ou eu". Como todas as equipes minimamente competitivas tinham fechado suas duplas para aquele ano, Derek, o queridinho da Inglaterra na época, ficou a pé. Pior ainda, o queridinho da Inglaterra ficou sem a... LOTUS!

Na F1, para as grandes equipes, a carreira de Derek acabou ali, sendo sepultada na Arrows por anos e anos. O inglês não falou mais com Senna até a morte de Paul. O brasileiro foi o único piloto da F1 que enviou um cartão para a família Warwick, demosntrando pesar pela perda. Amigos os dois nunca foram, mas desde 1986, nos treinos de classificação, sempre que possível, Senna "puxava" os modestos Arrows Judd e Arrows Cosworth de Warwick com o vácuo da sua Mclaren.

OBS2: Paul e Derek Warwick = Ralf e Michael Schumacher vintage.

OBS3: Especialmente a foto do Derek Warwick está "pra lá de pixelizada", sorry. Idéias para posts tenho aos montes, mas o problema do VEL MAX é exatamente encontrar as fotos já que... quase sempre procuro pilotos e carros pouco famosos e o pior: todos os tais "desconhecidos" tem que estar em poses muito parecidas! Nisso gasto boas horas no Google e o resultado nem sempre fica "full HD", mas a idéia está aí. Aliás, mais uma das muitas do VEL MAX. Enjoy it!


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

domingo, 7 de março de 2010

Separados no Nascimento: FEBRE AMARELA

__Demorei, mas o post finalmente está no ar. "RAPAIZ", não é que você está coberto de razão??? Exceto as laterais vermelhas dos aerofólios (by Total, petrolífera que curiosamente patrociniou e forneceu combustível para a Jordan por muitas temporadas), o Renault deste ano é mesmo muuuuuuuuuito parecido com a Jordan EJ15.

Só por curiosidade, este foi o último carro da Jordan na F1. Na foto vemos o português Tiago Monteiro rumo ao seu primeiro pódio, o último da equipe, no GP dos EUA de 2005 (corrida em que a Michelin acidentalmente "assassinou" Indianápolis), lembra? Seis carros largaram e Monteiro fez a sua parte, derrotando o companheiro Karthikeyan no mano a mano.

Não estou querendo rogar praga, mas parece que assim como a dupla da Jordan em 2005, Kubica e Petrov terão que se beneficiar de situações bastante adversas para conseguir resultados de maior expressão em 2010...
RESUMINDO: Agora vamos ver se o Kubica é mesmo tão bom o quanto parece.

OBS: prestes a se aposentar, Gil De Ferran teve chances concretas para finalmente correr na F1, no Jordan EJ15. Depos de Fittipaldi, Piquet e Senna, Gil é o maior vencedor do automobilismo brasileiro (venceu onde correu), e apesar da tentação, sabiamente optou por assisitir a F1 do sofá.

OBS2: No início da temporada ninguém apostaria um real que o Jordan EJ15 com motor Toyota conseguiria um pódio, mas caso tivesse aceitado o risco, no mínimo Gil teria conseguido o pódio em Indianápolis, o que seria épico já que o brasileiro venceu a Indy 500 em 2003.


Um abraço,
Fernando Ringel

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A Evolução da Espécie: gêmeos

__Todos estamos carecas de saber que a Froce India nasceu das cinzas da Spyker, representa a terra natal do Dhalsin (do Street Fighter, lembra? “Yoga Fireeee”, kkk) e blá.blá, blá.


E quanto a outra equipe? Se trata de uma ilustre desconhecida, a International Draco Racing, equipe italiana tradicional em diversas categorias, especialmente na Formula Opel e F 3000.
Para quem não se lembra, a Draco foi o time de Rubens Barrichello, Ricardo Zonta, Bruno Junqueira, Pedro Lamy, Marcus Winkelhock (sim, o mito), Felipe Massa, Esteban Tuero, Gualter Sales, José Luis de Palma, Djalma Fogaça, etc e etc.

A Draco foi equipe do venezuelano Pastor Maldonado, estreante esse ano pela... aaaaah, éééée, por qual equipe mesmo????

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HUMOR NEGRO MODE ON (kkk):

Se alguém souber, favor deixar um comentário com a informação.

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HUMOR NEGRO MODE OFF:

Bom, voltando a pintura das duas equipes, no final dos anos 90, as equipes de F3000 passaram a ter as mesmas cores das equipes de F1. Essa foi uma tentativa de aproximar as duas categorias, e principalmente uma tentativa de fazer a F3000 ser o que ela foi criada para ser: uma categoria que prepararia os pilotos para a F1... tarefa que ela sempre deixou a desejar.

Naquela época (1999), as equipe continuaram com seus nomes originais, mas eram popularmente chamadas de Mclaren Jr, Benetton Jr, Prost Jr, etc. Como a tática não solucionou o problema da F3000... essa coisa de equipe junior foi abandonada.

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Vinte anos depois, a Draco não compete mais na F3000, ou GP2 (nesse caso a ordem dos fatores não altera o resultado), mas reavivou a idéia: 2009 foi o primeiro ano da parceria com a Force India.

A equipe italiana funciona como uma escola para futuros pilotos da Force India, enquanto a equipe do seu Vijay Mallia dá um upgrade técnico na Draco.

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No primeiro ano deu tudo certo. O belga Bertrand Baguette venceu o campeonato por antecipação, e inclusive já testou os carros de F1 da Renault e da BMW... e claro, mais dia menos dia testará os Force India.

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OBS: Este post foi feito em trio: Pedro Ivo viu o carro e me deu a dica. FIz a montagem e ao mostrar para o Wellington Lucas, ele me falou da tal parceria entre as duas equipes.

Aí pesquisei mais alguns ingredientes aqui, umas coisas da minha própria memória ali e cozinhei essa feijoada, ou melhor, esse post, ehehhe.

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OBS: Na Le Mans World Series by Renault, além da Force India italiana, existe também uma equipe com a mesma pintura idêntica a usada na F1 pela RBR, mas até por sugestão do próprio Pedro Ivo, optei por não fazer um SEPARADOS NO NASCIMENTO sobre essa equipe já que não se trata de uma semelhança entre dois carros diferentes, e sim duas equipes diferentes com o mesmo patrocinador.


Se fosse assim, eu faria dezenas de SEPARADOS NO NASCIMENTO só com os carros, motos e lanchas patrocinados pela Marlboro.

Aliás, essa é uma serie que vou iniciar aqui no VEL MAX: o mesmo patrocinador, porém em categorias completamente diferentes. A primeira será a John Player Special que patrocinou lanchas, monopostos e acreditem, até um Fórmula Uno aqui no Brasil!

Será um tipo diferente de "EVOLUÇÃO em E$$$PÉCIE", kkk. Aguade!



Um abraço,
Fernando Ringel

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A Fórmula da Velocidade: Williams³ = ?

A) SANTO ANTÔNIO: primeiro carro da parceria entre a escuderia inglesa e a montadora alemã, a Williams FW 22, carro em que Jenson Button estreou (muito bem) na F1, tinha o Santo Antônio totalmente branco.
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Na época, Nelson Piquet comentou em sua coluna na revista Racing, o quanto esse modelo lembrava a Brabham BT52 BMW, carro em que o próprio Nelsão conquistou seu segundo título na F1.
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B) COCKPIT: a principal contribuição da Williams FW 23 está na parte frontal, no cockpit branco e obviamente no nariz... praticamente idêntico ao usado por todos modelos da BMW.
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De maneira mais discreta, a pintura das laterais tinham um desenho meio "quadrado", digamos um ancestral do que viria a ser usado pela montadora alemã como equipe oficial de F1.
Quanto as cores, essa Williams poderia perfeitamente ser confundida como um modelo feito pela BMW.
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C) LATERAIS: qualquer uma das Williams Rothmans (1994 a 1997), com algumas mínimas variações, tinha o azul predominando nas laterais, acompanhada por frisos dourados e vermelhos.

O desenho era levemente arredondado. A medida que se aproximava da parte traseira do carro, o azul suavemente perdia espaço para o branco.

Na BMW, só faltou o friso dourado porque o vemelho, branco e azul estavam, lá. Tudo muito parecido com as clássicas Williams Rothmans.
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__Descritas as "contribuições" de cada Williams, talvez você diga, "peraí, a BMW usa essa mesma pintura em qualquer categoria". Verdade, até no mundial de motociclismo a pintura é igual as dos carros usados por Heidfeld e Kubica... e essa é uma tradição. Mesmo na F1, as equipes que corriam com motores BMW oficias, tinham suas pinturas adaptadas ao azul escuro branco e vermelho da montadora alemã.
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Provavelmente o maior exemplo disso é a Brabham. Como você já deve ter percebido, as cores oficiais da antiga equipe de Bernie Ecclestone eram preto e branco. Com os motores (pq não dizer canhões???) da BMW, em 83 a Brabham era azul escuro e branco. Isso explica a semelhança entre as Williams e a BMW Sauber... com um acréscimo muito importate: na Williams do início desta década, os laços entre a montadora alemã e a Williams eram muito mais estreitos que entre BMW e Brabham.

É verdade que a equipe do tio Frank, sempre que possível, usou azul e branco em seus carros, mas com a excessão das Williams Rothmans, as FW 22 e 23 tinham aquele visual porque a alma do projeto era a BMW... que só saiu da equipe, porque o Tio Frank não quis vender o time para a montadora alemã.
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Por essas e outras, a pintura utilizada pela BMW Sauber entre 2006 e 2009 é apenas a evolução natural do layout usado nos tempos em que a montadora fornecia motores para a Williams.
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Dito isso, volto a perguntar: "com quantas WILLIAMS se faz uma BMW?"
Na F1 dos anos 2000, a resposta certa é...Williams³ = BMW Sauber

Se você quiser a conta real, anote aí:

3 x Williams = BMW Sauber

OBS: Talvez a pegunta não seja exatamente essa, mas que essa FÓRMULA DA VELOCIDADE, "Williams Rothmans + Williams Compaq = BMW Sauber" faz sentido, isso faz.
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OBS2: Está é apenas uma prévia do que você vai curtir aqui no VEL MAX semana que vem: O Dossiê Bávaro. AGUARDE!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

A Fórmula da Velocidade: Williams³

__Duelo entre os carros do Tio Frank? Williams Rothmans versus Williams Compaq??
Amanhã posto a resposta.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: Azul + amarelo= ?

__Na primeira foto, Wendlinger aparece em sua primeira temporada completa na F1, e também a última da tradicionalíssima March. Dois anos depois, quando estava em alta na categoria, se acidentou em Monaco, ficou o resto da temporada 94 se recuperando e quando voltou em 95 (curiosamente em um carro azul... escuro), já não era mais tão rápido quanto antes...
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Na segunda foto, Alonso na Renault. Não tem nada a ver com o Wendlinger, mas essa pintura da Renault é a transição perfeita entre a March CG911 com o capacete amarelo do Karl e a BMW S62-B50 usada pelo austríaco em sua estréia na Rolex. (categoria onde hoje corre "Mad" Max Papis)
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Aí fica a pergunta: Azul + amarelo = Karl Wendlinger?
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sábado, 31 de outubro de 2009

Combinação Perfeita:

__Atendendo ao pedido do leitor Alan Roberto...
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OBS: Já, já tem Robert Kubica (meu brother) fazendo dupla com Emerson Fittipaldi, na Indy!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Eu Adoro...


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__Em sua "segunda temporada", "a saga continua", dessa vez por todas as categorias do automobilismo mundial... porque, não é só na F1 que tem mulher bonita, né?
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DÁ- LHE
FÓRMULA RENAULT!!!
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Huahuahuahu, um abraço,
Fernando Ringel