terça-feira, 24 de novembro de 2009

A Evolução da Espécie: O Rei Leão

__Só faltou o Mansell e o Shadow "boca de leão" para a evolução estar completa...


Um abraço,
Fernando Ringel

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

CHARGE: Momento de Reflexão

__Favor repetir o POST NOSSO a cada vez que este humilde, e veloz, blog for visualizado, Amém.

OBS: "O Ministério da Saúde (em Velocidade Máxima Total) recomenda: bom humor faz bem à saúde... do corpo e da alma, kkk."

OBS2: Antes que alguém pergunte, sim, a idéia do POST NOSSO e o texto (uma paródia do PAI NOSSO) são de minha autoria, eheheh... inclusive o "trecho da Bíblia", Corinthians 0 X Versículo 5, HUAHAUAUHAUAHUAHAUH.
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Um abraço,
Fernando Ringel

domingo, 22 de novembro de 2009

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: Verde + branco + laranja


__A história do Force India VJM02 todos conhecem bem, mas e quanto a tentativa da Subaru entrar na F1?

Com o sucesso da Honda e a entrada da Yamaha na categoria, em 1989, Carlos Chitti, famoso preparador "pai" dos Motori Moderni, começou a trabalhar em um propulsor da montadora japonesa que seria usado na F1. Como Chitti tinha um longo relacionamento com a Minardi, os primeiros testes do motor Subaru aconteceram no M188, carro usado pela equipe italiana no ano anterior. Para tristeza de Giancarlo "durango" Minardi, o motor tinha muito pouca potência e foi recusado pela equipe.

Com o orgulho arranhado, Carlo Chitti começou a trabalhar em um novo motor e a proposta feita para a Minardi (com alguns upgrades) foi oferecida para a Coloni: injeção imediata de muito dinheiro (vindo de empresas japonesas) e fornecimento gratuíto de motores + ajuda técnica da própria Subaru!

Depois que de desmair (brincadeira minha, hauhauha), Enzo Coloni fechou negócio. Mais ou menos como aconteceu na compra da Brawn pela Mercedes, a Subaru comprou 51% da Coloni, embora o controle da equipe continuasse com o Sr Coloni.

A equipe passou a se chamar Subaru Coloni e a parceria foi anunciada com uma festa luxuosa no GP de Monza de 1989, mas nos meses sguintes... para desespero da montadora japonesa, a equipe italiana não conseguia fazer o chassis e o motor "conversar". O problema não foi resolvido e na véspera da primeira corrida da temporada 90, GP de Phoenix, a equipe alugou o estacionamento de um restaurante para fazer o primiero teste da Subaru Coloni C3B!!!

Antes do GP da Alemanha, a parceria foi desfeita. A equipe, voltou a se chamar Coloni, passou a correr com os convencionais Ford Cosworth, e acreditem, Bertrand Gachot começou a passar da pré qualificação, embora nunca tenha conseguido tempos rápidos o suficiente para estar entre os 26 que formavam o grid de largada.

Obviamente, a equipe italiana não conseguiu se classificar para nenhum dos 16 grandes prêmios da temporada! Não fosse uma equipe chamada Life, provavelmente a Subaru Coloni seria de longe o pior conjunto de 1990... e um dos mais lentos da F1.

Após o fiasco, o time foi para a temporada 91 com uma equipe formada por... 6 pessoas!!! Totalmente sem dinheiro, o novo Coloni C4 foi feito com a ajuda de estudantes de engenharia da Universidade de Peruggia!!! (isso sim é trabalho de faculdade, hein? O estágio dos meus sonhos, hauhauhau)
RESULTADO: logicamente a equipe não se classificou para nenhuma corrida, mas heroicamente participou das 16 pré qualificações da temporada 91.

OBS:Parece estranho como a Subaru conseguiu fazer uma motorzeco desse, capaz de ser rejeitado pela Minardi (na época uma equipe que tinha acabado de marcar seu primeiro ponto em 4 anos na F1)... motor tão fraco que conseguiu afundar um "Titanic de papel" como a Coloni!!!!!!!
Mais curioso ainda foi, apenas um ano depois, a Porshe ter conseguido se superar e quase levar a Footwork à falência. Nome não é tudo, né?

OBS: Semente do que depois ficou mundialmente conhecida como Andrea Moda F1, a Coloni deixou a categoria, mas continuou no automobilismo. Atualmente a Coloni Motorsports compete na GP2.


Um abraço,
Fernando ringel
feringel@yahoo.com.br

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: xadrez


__Em 88, finalmente Walter Brum realizou o sonho de estrear sua equipe de F1... e de uma maneira inusitada para um time novato. Vítima de uma personalidade difícilima + muito azar + politicagem da F1 = Stefano Modena, o campeão da F3000 em 87, (praticamente confirmado na Benetton) na Eurobrum!!!

Muito modesta, a equipe começou a temporada com seu carro completamente branco. Após algumas classificações somadas a atenção da mídia nos esforços desesperaos de Modena e em algumas barbeiragens do argentino Larrauri, no final do ano, o ER-188 ostentava a pintura "tabuleiro de xaderz amarelo e branco" da foto acima, rsrsrsrsrs.

Seis anos depois, a Larrousse conseguiu o patrocínio da cervejaria Kronenbourg para as primeiras corridas de 1994. Na foto acima, vemos Olivier Beretta no GP do Pacífico, um dos 6 (!!!) pilotos que dirigiram o fraco LH94 na última temporada da equipe francesa.

Olivier, piloto protegido de Nelson Piquet, é herdeiro das Armas de Fogo Beretta, multinacional italiana especializada em fabricar, er, armas de fogo e munição, pagou para correr na Larrousse e não fez feio, mas após o GP de Monza o dinheiro acabou e... The End para o francês na F1.
A Larrousse voltou ao verde com que começou a temporada e foi assim até o GP da Austrália, última corrida da equipe na categoria.

Quanto as pinturas dos modelos, são raras fotos de frente, quem dirá do alto desse Eurobrum, mas se você colocar o ER-188 e o Larrousse LH94 lado a lado, e vistos de cima, vai reparar que as pinturas são idênticas, salvo a diferença na cor...

OBS: Só para finalizar, uma coincidência entre as duas equipes com pintura xadrez: enquanto a Eurobrum iniciava sua história na categoria, com essa (bela) pintura, a Larrousse dava seus últimos suspiros.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sábado, 21 de novembro de 2009

CHARGE:


Um abraço (e bom final de semana para todos vcs, amigos e leitores do VEL MAX),
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

LEITORES VIP: VEL MAX Pictures!

__Há muito tempo queria estrear essa nova série, só com videos inéditos. Bom, enquanto isso não acontecia, outras idéias (novas séries) foram sendo colocadas em prática por aqui, mas eis que ontém recebi o seguinte e-mail:


"Olá Fernando! Fiz um Piquet versão Mortal Kombat, você já viu?

Um forte abraço e parabéns pelo blog!
Wellington Pereira Bezerra"

__Não sei vocês, mas eu comecei a rir, e quase cair da cadeira quando vi o Piquet fazendo chifrinho no Scorpion....
Daí para frente achei tudo muito bem sacado, e muito bem montado, até que quase caí de novo quando... UU-IIIIII, o Nelsinho apareceu! Huhauhauhauhauhau.
Achei genial! Mandei para alguns amigos pelo MSN, que também raxaram com o video e escrevi um e-mail para o autor da obra de arte, perguntando como ele fez a montagem.
Pouco depois recebi a seguinte mensagem:
"Fala Fernando!Que rápido!

Que bom que gostou! Pode colocar no blog sim! E está autorizado também na sua nova futura série "VEL MAX Pictures" (tem como colocar alguma menção do criador?)
*Fiz milagre no precário Windows Movie Maker.rsrs (as legendas são do próprio Youtube)

Abração e continue com a linha hilária e de muito bom gosto que você segue em seu blog!
Well"
Em função da colaboração (com "c" maiúsculo do Wellinton pereira), decidi estrear o VEL MAX Pictures numa versão demonstração, antes do que eu estava planejando.
Quando tudo estiver pronto (em breve) vocês verão ( e se tudo der certo, vocês vão rir) da versão full, ehhehehe.
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Quer aparecer aqui no VEL MAX e ser um LEITOR VIP? Então mande sua colaboração (via e-mail ou MSN, feringel@yahoo.com.br) seja uma montagem, uma foto que você achou interessante, uma idéia, mesmo uma crítica. Fique a vontade, aqui "A CASA É SUA".
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Um abraço,
Fernando Ringel

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Leitores VIP: TEXTO

Por Wellington Lucas

__O que é “Smailliw”? Esse foi o pensamento de quase todos que viram o nome da equipe na tabela de inscrição para as 500 milhas de Indianápolis. Enquanto o pessoal da imprensa se virava para descobrir qual era a pronúncia correta do que mais parecia um erro de digitação que o nome de uma equipe, no paddock, começavam a surgir boatos sobre o time estreante.

Dentre várias histórias, a versão que mais fazia sentido dizia que a Smailliw seria apenas um time de fachada, uma espécie de testa de ferro, um “teste pra valer” de uma das mais importantes equipes da F1, na Indy.

Agora, se isso é verdade ou não, você vai ter que ler este texto até a última linha para descobrir, até porque muito antes disso, a equipe teria de disputar os treinos para TENTAR se classificar.

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Por motivos contratuais e pelo conflito de datas entre os calendários da F1 e da Indy, tudo foi feito em sigilo. Por isso, foi criado um novo nome, uma brincadeira usando as letras do nome da tradicionalíssima equipe da F1. Coisa de James Bond.

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Tudo pronto! O chassis usado na F1 em 2009 foi “tunnado” para o regulamento da Indy e pintado de azul escuro, para a festa dos fotógrafos e curiosos que ainda não tinham a mínima idéia de que equipe era aquela, e muito menos como se pronunciava Smailliw.

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Atrá$$$$ do máximo de atenção da mídia, a idéia era contratar uma dupla de pilotos americanos, de preferência com muita experiência em ovais, especialmente superspeedways... e que estivessem desempregados (pelo menos a filosofia pão dura quanto aos pilotos a equipe trouxe intacta da F1). A solução não saiu tão barata como se pensava, mas satisfez tanto os mecânicos quanto o pessoal que tentaria conseguir patrocínio para o time: no primeiro carro Graham Rahal e como seu companheiro o supercampeão da Nascar, Jeff Gordon.

Algum tempo depois, Gordon disse que aceitaria pilotar até de graça, pois queria ter a sensação de correr em Indianápolis pela última vez...

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Mas isso aconteceu depois da corrida, né? Voltando um pouquinho o “filme”, no Pole Day, surpreendendo a todos, a Smailliw classifica seus dois pilotos: Graham Rahal em quarto (!!!) e Jeff Gordon, qualificado no Second Day, em décimo oitavo.

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Dia 23 de Maio, tudo estava pronto para largada da Indy 500, mas as nuvens de chuva deram um banho de água fria na torcida... encharcando a pista.

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Empolgados com a classificação de seus dois carros, o pessoal da Smailliw, em tom de brincadeira, esnobou as equipes da Indy (AO VIVO PELA TV AMERICANA!), “voltem aqui seus covardes! Por que vocês estão guardando os carros? Aqui nos Estados Unidos os carros são feitos de açúcar? Coloquem pneus de chuva e disputem a corrida como homens!”

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No paddock teve muita gente que não gostou nem um pouco da “brincadeira”, mas como corridas são disputados dentro da pista, longe de qualquer bate boca, na segunda, deu para sentir no corpo a vibração do som, quando o locutor disse, “ladies and Gentleman, start your engines!”.

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Os gritos vindos das arquibancadas quase abafavam os motores dos 33 carros que se preparavam para a largada. Após a curva 4, já na reta principal, os pilotos cruzaram em VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL (eheheh, olha o merchandising do Fernando... hauahuah) e finalmente bandeira verde!

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Rahal saindo em quarto, antes da primeira curva já estava na liderança. Jeff Gordon pegando muitas posições já está em quinto lugar! Como a Smailliw estaa estreando na Indy, correndo pela primeira vez com seu chassis em um oval, niguém estava dando muita atenção para ela. Muitos acreditavam que seu desempenho se tratava de uma armação: ser o mais veloz possível enquanto os carros não quebrassem.

No mais, salvo algumas mudanças de posição, o pelotão da frente continuou assim até que na volta 57, Hideki Mutoh testou os soft walls da curva 1.

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A bandeira amarela perdurou até a volta 72 e a corrida foi reiniciada com Graham Rahal na ponta e Hélio CastroNeves, “babando”, em segundo.

Quando o brasileiro se preparava para ultrapassar o piloto da Smailliw ... advinha o que aconteceu? Outra bandeira amarela, dessa vez provocada por um enrosco entre Scott Dixon da Ganassi e Oriol Servia da Newmann-Haas Lanigan.

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Nos boxes Vitor Meira da A.J. Foyt e Danica Patrick da Andretti Green resolveram brincar de “bate-bate”. RESULTADO: bandeira amarela até a volta 95.

Neste momento, o pelotão da frente era composto por Graham Rahal e Ryan Briscoe (correndo com o número 3), seguidos por Jeff Gordon e Robby “Flash” Gordon, em um breve retorno Indy.

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Aí... como diria Téo José, “recomeçamos em altíssima velocidade”. BANDEIRA VERDE! Rahal não suportou nem uma volta após a relargada: Hélinho ultrapassou o americano na curva 3, por fora!

Na volta seguinte numa disputa roda a roda a lá Al Unser Jr e Emerson Fittipaldi na Indy 500 de 89, Hélio dá um “beijinho” no muro de Brickyard. Após o “selinho”, o brasileiro parou nos boxes e voltou para a pista desesperado para não levar uma volta dos líderes.

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Enquanto o piloto da Penske percorre a reta oposta em VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL (olha aí mais um “merchin” do Fernando, ahuahuahau) o resto do grid faz a curva 4, todos colados...

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Na reta principal, volta 175, é dada a bandeira verde! A partir daí o que se viu foi uma luta volta a volta entre Briscoe e Rahal. Você já ouviu falar de uma disputa roda a roda que durasse 25 voltas? Sem acidente? Foi o que o pilotos da Penske e Smailliw fizeram até que... bandeira branca!! Última volta!!!

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Assim como fez Gordon Johncock em cima de Rick Mears na Indy 500 de 1982, Rahal fecha a porta discriminadamente para Briscoe na curva 1. Já na reta oposta, se aproveitando do vácuo, Briscoe tenta mais uma vez por fora. Os dois fazem a curva três emparelhados. Ultima curva! Lado a lado, os dois se aproximam rapidamente da retardatária Milka Dulno. Rahal faz a curva por fora enquanto Briscoe tenta ultrapassar os dois por dentro.

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Na saída da curva 4, todos de pé. Como se pudesse entrar na pista e empurrar o carro do filho, quase entrando na pista, Bobby Rahal pula e grita nos boxes da Smalliw...

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Como se fossem Al Unser Jr e Scott Godyear na Indy 500 de 1992, os carros cruzam a linha de chegada sem que se tenha plena certeza de quem ganhou... porém, os números não mentem e a Smailliw venceu em sua estréia em Indianápolis! Os gritos da torcida chegavam a abafar o som dos carros! A sensação geral era de que presenciamos momentos históricos!

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Nas cerimônias pós-corrida, Briscoe foi atrás de Rahal. Durante o bate-boca, não fossem separados pelos fiscais, os dois teriam saído no braço! Como nenhum dos pilotos foi bobo de tirar o capacete, apesar dos palavrões, ninguém saiu machucado.

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Já no pódio, limpando o “bigode de leite”, finalmente Graham Rahal desfez o mistério: “Smailliw nada mais é que Williams escrito ao contrário.”

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Em uma mão, o piloto amercicano levou o troféu e na outra a garrafa de leite. Se despedindo das câmeras, mandou um tchauzinho e um abraço para um senhor chamado... Frank Williams.

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OBS: Essa corrida é fictícia. Tudo aconteceu em um sonho que tive de madrugada.

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OBS2: Eu á falei para o Wellington parar de tomar metanol enquanto lê seus antigos anuários da Indy, huahuahua.

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Depois de vencer em Monaco e Indianápolis, só falta Le Mans para a equipe do tio Frank conquistar a Triplice Coroa do automobilismo. Já pensou? Quando o Wellington Lucas sonhar com a corrida da Williams em Le Mans a gente posta a continuação da “SAGA SMAILLIW” aqui no VEL MAX, eheheh.

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Um abraço,

Criação da história: Wellington Lucas Costa

Adaptação do texto (+ alguns upgrades): Fernando Ringel


feringel@yahoo.com.br

domingo, 15 de novembro de 2009

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: amarelo, verde e... vermelho???

__É isso mesmo, nessa EVOLUÇÃO, o piloto do meio é o irlandês Eddie Irvine! Ele era tão fã de Ayrton Senna que usou um capacete praticamente idêntico ao do brasileiro, desde sua estréia no automobilismo internacional, na F3 em 1983 , passando por F 3000 internacional (onde a foto acima foi tirada, em 1989), F 3000 Japonesa até que Eddie finalmente estreou na F1, no GP do Japão de 1993. Em uma ocasião mais que especial, e também para evitar ser confundido com Senna, Irvine manteve o mesmo desenho do capacete de Ayrton, apenas mudando o verde, amerelo e azul por vermelho e verde, cores da bandeira irlandesa.
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Através do dinheiro ganho na F 3000 Japonesa, Eddie conseguiu pagar para correr, na também irlandesa Jordan Grand Prix, as últimas duas corridas de 1993. "Enjoado" de tanto correr em Suzuka, Irvine fez de tudo um pouco na corrida. Brigou de igual para igual com Damon Hill (de Williams "do outro mundo e tudo) e quando era retardatário, reultrapassou o lider, e ídolo, Ayrton Senna. O irlandês acabou sendo novamente ultrapassado por Senna, mas ficou ali, "fungando no cangote" do piloto brasileiro até a bandeirada final.
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Senna venceu e Irvine estreou com um impressionante sexto lugar, marcando junto com o companheiro Rubens Barrichello, os primeiros pontos da Jordan naquele ano. Este foi o melhor resultado da equipe em toda a temporada!
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Depois da corrida, Senna foi tirar satisfações com Irvine, que feliz da vida (e provavelmente meio "caneado"), provocou o brasileiro... e acabou levando um soco no olho!
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Em termos de marketing, quer estréia melhor que essa? Correndo praticamente em casa, duelou durante boa parte da corrida com os figurões da temporada, incluindo o herói nacional Ayrton Senna, marca pontos e, (em função do soco) ainda é notícia nos meios de comunicação que não cobriam a F1?
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Mesmo que não tenha sido um marketing totalmente positivo, talvez nem David Ogilvy ou Whashington Olivetto conseguiriam atrair mais atenção da mídia para um piloto praticamente desconhecido. Mesmo após um desempenho apagado na Austrália, última corrida do ano, Eddie foi contratado pela Jordan para toda a temporada 94!
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Sempre muito rápido, especialmente nos treinos, o estilo extremamente agressivo, que lhe valeu atá suspensão pelo excesso de acidentes, demontrou o quanto muito além de gostar do capacete, havia uma identificação do Irvine com a maneira como Ayrton Senna pilotava.

No anos seguintes, o piloto irlandês seguiu na F1, cada vez mais calmo, usando seu capacete vermelho e verde até 1999 quando, após ser vice campeão e de saída da Ferrari, assinou com a Jaguar. Em homenagem à equipe, passou a usar um capacate preto, com um tigre pintado no topo e nas laterais... mas essa história a gente conta em um outro post, sempre aqui no VEL MAX!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sábado, 14 de novembro de 2009

A Evolução da Espécie: "Senna do Brasil-sil-il"

__Se essa EVOLUÇÃO fosse um jogo de canastra, diria que essa é uma canastra real pois, além de todas as "cartas" formarem uma sequência perfeita, todas são do mesmo naipe... verde, azul, amarelo e do "BRASIL- SIL-IL!!!"


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

A Fórmula da Velocidade: "Bigode de leite"

__Por que essa FORMULA DA VELOCIDADE se chama "bigode de leite? Quando vi a foto do Theissen no album do amigo Ronyl Silas, na hora pensei que o o dirigente da BMW estivesse usando capacete de bombeiro ou aquiele tipo de roupa que se usa para tirar leite. TCHARÃÃÂÂ, na hora lembrei do logo da Batavo.
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Mesmo assim, achei que ainda não dava para fazer uma EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE e a idéia acabou indo para o meu caderno (onde muitos posts ficam por muito tempo até aparecer aqui no VEL MAX).
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Nesse meio tempo tive a idéia dessa nova série, A FÓRMLA DA VELOCIDADE, uma evolução da, er, EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE onde a foto e o logo me pareceram mais adquados.
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Enquanto isso, Theissen e o logo da Batavo continuavam anotados no meu caderno até que ontém, liguei a TV e estava passando o desenho animado do Chaves. Vi o bigodão do Seu Madruga, na hora lembrei da foto do Theissen e pensei, "o logo da Batavo tem as cores azul e branco (cores da BMW) mais a ligação com o leite e o seu Madruga, o bigode..." PLIM, finalmente o post "nasceu".
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

LEITORES VIP: EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE

__ Adivinha quem mandou essa colaboração? Aqui uma dica (www.full-machine.blogspot.com):

Quer aparecer aqui no VEL MAX e ser um LEITOR VIP? Então mande sua colaboração (via e-mail ou MSN, feringel@yahoo.com.br) seja uma montagem, uma foto que você achou interessante, uma idéia, mesmo uma crítica. Fique a vontade, aqui "A CASA É SUA".
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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

LEITORES VIP: Separados no Nascimento

__Mais uma do pacote de colaborações mandado pelo amigo Raphael Serafim (www.full-machine.blogspot.com):


__Do lado direito, o Mito, se superando com esse bigodinho a lá Village People (hauhauhau).
"No canto esquerdo do ring", um dos personagens mais hilários dos desenhos animados: Mister Satan.
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Apesar do nome (Senhor Satã), este é um personagem tão bobo quanto bom. Mesmo assim, o autor da série Dragon Ball, o japonês Akira Toiyama, criou o nome Mr Satan apenas como um trocadilho usando as letras de Santa Claus (Papai Noel em inglês).
Em função da polêmica, nos países de lingua inglesa, Mister Satan tem outro nome: Hercule Heracle.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Leitores VIP: A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE

__EVOLUÇÃO DA ESPECIE: "cabelo, cabeleira, cabelud...", eheheheh, colaboração do amigo Raphael Serafim (http://www.full-machine.blogspot.com/) via e-mail:

__Muito antes do Equador ter chances reais de fazer bonito, ou até mesmo se classificar para uma Copa do Mundo, Alex Aguinaga era um craque! Em confrontos com o Brasil, geralmente a seleção equatoriana perdia de 4 X 1, 5 X 2, porém na maioria das vezes esses gols de honra eram feitos pelo Sr Aguinaga. SIMPLIFICANDO:Aguinaga na seleção equatoriana dos anos 90 = um desperdício, mais ou menos como hoje é o caso do Drogba pela Costa do Marfim.

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Claudio Caniggia, El Pájaro, ou simplesmente, O Filho do Vento, um tremendo craque da fase mais cabeluda da seleção Argentina. Em algumas fotos Caniggia lembra um tipo de Salsicha cabeludo (Scooby Doo), em outras Kurt Cobain ou até mesmo o Grosjean (vai entender, esse cara se parece com todo mundo...)

Já que este blog se chama VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL, normal que um dos jogadores mais velozes da história apareça por aqui...

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Jarno Trulli, piloto italiano mais fashion da história, sempre gostou de mudar a pintura do capacete e desde o começo desta década, começou a usar “cortes experimentais de cabelo”... na foto acima ele apenas estava cabeludo, mas, na boa, vai ver esses penteados loucos são apenas uma tentativa meio desesperada de esconder a careca, ahuahuahuahuahu.

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Quer aparecer aqui no VEL MAX e ser um LEITOR VIP? Então mande sua colaboração (via e-mail ou MSN, feringel@yahoo.com.br) seja uma montagem, uma foto que você achou interessante, uma idéia, mesmo uma crítica. Fique a vontade, aqui "A CASA É SUA".
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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

TEXTO: Indy

Os anos 90, Silvio Santos e Greg Moore: 10 anos depois


Por Fernando Ringel
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__Após um início de década “de sonho”, em 98, Zanardi tornou a CART chata, fazendo sombra em todo o grid. Além disso, os brasileiros estavam em uma maré incrível de azar. Para agravar a situação, Gugu Liberato brigava ponto a ponto com o Domingão do Faustão até que, a Fórmula Mundial (que nomezinho, hein?) no ar entrava e derrubava a audiência do SBT.

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Sendo assim, há 10 anos, o entusiasmo de Silvio Santos pela Indy tinha terminado. Apesar das enormes chances, os brasileiros só foram acontecer pra valer na CART de 2000 para frente e para a temporada 99, aqui no Brasil, a Indy passou a ser exibida em compacto, às 11 da noite. Esse era o fundo do posso de uma crise iniciada no dia 1 de maio de 1994, com a morte de Ayrton Senna.

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No automobilismo top, os anos 90 foram complicados. Apesar de muito mais caros, tão perigosos quanto os anos 80. Até 1994, muitos ossos foram quebrados (que o digam Brian Herta, Nelson Piquet e Scott Pruet), mas foi a partir do acidente fatal de Ayrton Senna que a coisa debandou de vez. Citando os acidentes graves ou fatais (F1, Indy e F 3000) em apenas três anos: 1994 - Wendlinger e Marco Campos, 1995 - Hakkinen e Stan Fox, 1996 – Mark Blundell, Scott Brayton e Jeff Krosnoff. A bruxa estava solta! Acho que por isso, quem companhou o automobilismo dos anos 90, calejou, e por isso não achou nada de tão grave no acidente do Massa...

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Focando especificamente no Senna, muita gente nunca mais se importou com corridas. Em especial aqui no Brasil, o automobilismo sofreu um tremendo baque. Arrisco dizer que a morte do Senna “matou”, entre outras coisas, a ótima revista Grid.

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Nesse embalo, as vitórias brasileiras na F1 eram página virada e a audiência da categoria, que na época de Senna e Piquet ficava em torno dos 30 pontos, caiu para a casa dos 10, de vez em quando, menos que isso.

Enquanto a Globo se virava tentando fazer Barrichello o novo Senna, Silvio Santos percebeu a oportunidade no ar. O dono do Baú deve ter pensado algo do tipo, “se a F1 está cobiçando os pilotos da Indy, e se os campeões da F1 estão ou cogitam correr na Indy, por que não tentar ir na canela da Globo? Enquanto eles se viram com o Rubinho a gente tem Emerson Fittipaldi!”

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Foi montada uma boa equipe de transmissão no SBT. Lembro que Téo José conversava com os pilotos brasileiros, durante as bandeiras amarelas! Existia muita expectativa no ar. Em jornais e revistas a emissora de Silvio Santos fazia propaganda da Indy com o slogan, “se o líder bobear, a gente ultrapassa”, em um claro recado para a Globo, penando com o eterno azar do Barrichello e os apáticos anos “pós Ayrton Senna” que a F1 passou.

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Aqui no Brasil, de uma hora para outra, começaram a pipocar várias publicações sobre Indy, inclusive a edição número 1 da revista Racing, um guia sobre a temporada 96, onde além da esperança pelos brasileiros, se falava de um canadense com óculos de lentes redondas (por que quase todos os canadenses da Indy usam o mesmo tipo de armação????). Seu nome? Moore, Greg Moore.

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Na primeira corrida, estréia de Homested na categoria, lembro do meu pai falando, “tem um cara aí, um azulzinho, fez umas ultrapassagens por fora que... (fazendo cara de espanto), rapaaaaz”. Daí para frente, o novato canadense conquistou muito pontos, fãs (inclusive este que vos escreve) e um certa fama de “acidente ambulante”. De qualquer maneira, ele animava as corridas.

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Em 97, mais maduro, conquistou sua primeira vitória no que considero um dos momentos mais irritantes que vi no automobilismo. Finalmente Maurício Gugelmin espantaria a “zica” que o perseguia desde a F1 e venceria seu primeiro, e merecido, GP na Indy... só que seu Pacwest ficou sem combustível na metade da última volta. Seu companheiro, também ex-F1, Mark Blundell ficou sem metanol na reta de chegada e Greg Moore surgiu em primeiro, a poucos metros da linha de chegada. Uma primeira vitória tão épica quanto seu estilo de pilotagem.

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Se fosse francês ou sueco, e estivesse na F1, talvez Moore pudesse facilmente se chamar Ronnie Peterson, Patrick Depailler ou Jean Alesi, mas como era canadense a comparação óbvia é com Gilles Villeneuve. Ambos se tornaram ídolos instantaneamente, e estavam prestes a finalmente ter chances reais de conquistar o título, em suas respectivas categorias, quando...

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O dia era 31 de outubro de 1999. No paddock, Greg foi atropelado por uma scooter. Sentindo muitas dores na mão direita (exatamente a mais exigida em ovais), e com suspeita de fratura, o canadense não treinou.

Em sua última corrida pela Forsythe, equipe que defendia desde o esmagador título na Indy Lights, a temporada 99 não tinha sido o que Greg esperava. Ele queria uma despedida em grande estilo. Talvez Moore tenha pensado ago do tipo, “venci a primeira corrida deste ano e vou vencer a última, nem que seja a pé!”

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Analisando de um ponto de vista frio, o que Greg tinha a ganhar? Saia em último, com a mão machucada, em um carro que não tinha rendido bem durante 90% da temporada, certo? Por outro lado, já de contrato assinado com a Penske (essa foi a última corrida em que a equipe usou chassis Penske, para o alívio do Tio Roger) e, após anos de bons serviços prestados à Mercedes Benz, Moore tinha a chance de testar (pra valer) na McLaren...

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Quando algum piloto arrisca demais e erra, Galvão Bueno costuma dizer, “ as vezes, o piloto pensa que é mágico e se dá mal”. No caso do Moore o Galvão acertou? O que você faria no lugar do piloto canadense? Vamos aos fatos: nos boxes, Roberto Moreno foi chamado às pressas. O brasileiro já estava com o macacão da Forsythe quando Moore entrou no carro, pilotou até a volta número 9 e... aqui estamos, 10 anos depois, com saudades.

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Muitas decisões levaram a CART para um caminho sem volta, mas se algum fator acontecido dentro da pista contribuiu para isso, com certeza, a morte de um jovem tremendamente talentoso como Greg Moore foi um soco no estômago da categoria, principalmente quanto à renovação da audiência que acompanhava as corridas na época. Em algum ponto da história, com certeza, isso contribuiu para o fim da categoria.

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OBS: Este texto foi feito no sábado, 31 de outubro, exatamente 10 anos após a morte do Moore. Por motivo de força maior, foi postado com “um pouco de atraso”. Apesar disso, espero que vocês gostem.

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OBS2: Vocês não acham estranho que Greg Moore sempre tenha usado o número 99, e no caso, tenha morrido, na última corrida da temporada 1999 ?????? Eu, hein?

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OBS3: Sobre uma possível ligação entre o número 99 e amorte do canadense, Padre Quevedo diria, "Itsto nom equisiste". (hauhauhauhau).

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Um abraço,

feringel@yahoo.com.br

domingo, 8 de novembro de 2009

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: Capitão América

__Mais uma dica do amigo Raphael Serafim (http://www.full-machine.blogspot.com/):
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__Scorpion entrou com base amarela do seu "capacete Simpson Bandit" (huahuahua) e o Capitão América com a estrela e a cor azul, inclusive na testa.
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Durante os anos 70 e 80, Johnny Rutherford poderia ser chamado de Capitão América. Por quê? Bom, o cara foi 3 pole e 3 vezes vencedor da Indy 500 (inclusive dirigindo chassis Mclaren) e campeão da Indy em 1980.
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Quer mais? Rutherford venceu em... Daytona, sua corrida de estréia na Nascar!
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Atualmente, Johnny é o piloto oficial do Pace Car de Indianápolis. Ok, digamos que essa foi a fase caipira do automobilismo americano, mas (pelo menos naquela época) Rutherford poderia ou não poderia ser o "Capitão América"????
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE: WAR

__Além de centenas de mortos e um tremendo rombo financeiro, a Guerra das Malvinas (Argentina X Inglaterra) sepultou a carreira internacional de toda uma geração de pilotos argentinos. Apesar de não ser um Reutemann, Mansilla chegou a disputar o título da F3 Inglesa, onde inclusive trocou alguns safanões com Ayrton Senna.
Após algumas conversas com equipes de F1, inclusive um teste na Mclaren, Enrique foi para os EUA onde, entre outras categorias, disputou três corridas na Indy, sendo um nono lugar, em Elkhartlake, seu melhor resultado.

Zak Morioka, ou Zaqueu, é um piloto brasileiro chamado por muito como "japonês voador". Ganhou de tudo um pouco nas categorias menores dos EUA, mas faltou dinheiro para disputar pra valer a Indy. Em 2000, disputou o GP do Texas (seu único GP na categoria), terminando em décimo quinto lugar.

Quanto a pintura dos capacetes, a de Morioka é baseada na bandeira de guerra usada pelo exército japonês na Segunda Guerra Mundial. A semelhança com o capacete do Mansilla é apenas uma coincidência.


Um abraço,
Fernando Ringel

sábado, 7 de novembro de 2009

Combinação Perfeita:

__Em 1995 os "amigos do peito e irmão camaradas", Franck Arciero e Carls Wells, resolveram tornar a amizade em equipe de Fórmula Indy. De saída "contrataram o dinheiro" do japonês Hiro Matsushita (ahuahuahuah), filho do dono da Panassonic.
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Para a tempoarada 96, a dupla conseguiu o patrocínio da MCI e, apesar dos resultados pouco animadores (muito em função dos motores Toyota, na época, fraquíssimos e pouco confiáveis), nasceu uma das pinturas mais marcantes da última fase da CART.
Naquela temporada, com mais dinheiro, a equipe passou a ter dois carros. O primeiro para o ex-F1 Max Papis e outro para... Jeff Krosnof, vítima fatal de um dos acidente digno de filme de terror.

Como diria Geraldo Vandré, "pra dizer que não falei das flores", as coisas foram melhorando pouco a pouco, através dos pontinhos que o "Mad" Max Papis conquistava regularmente.
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Quando o italiano foi contratado para substituir Bobby Rahal, na Rahal (que coisa, hein???), a Arciero tinha outro nome: PPI Motorsport, e foi nela que Cristiano da Matta estreou na Indy, exatamente no mesmo ano em que o veterano Scott Pruet se despedia da categoria.
Assim como o Pruett, desde o início desta década, PPI Motorsport corre na Nascar.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

LEITORES VIP: A EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE

__Mais uma do amigo Raphael Serafin (www.full-machine.blogsopt.com):
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"Veja a montagem que eu fiz... ficou engraçada... Mansell e Regazzoni versão game. Abração"
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Huahuahuahua, de novo pensei comigo, "como foi que não tive essa idéia antes????"
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Quer aparecer aqui no VEL MAX e ser um LEITOR VIP? Então mande sua colaboração (via e-mail ou MSN, feringel@yahoo.com.br) seja uma montagem, uma foto que você achou interessante, uma idéia, mesmo uma crítica. Fique a vontade, aqui "A CASA É SUA".
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Um abraço,
Fernando Ringel

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Combinação Perfeita: Brasil-si-il!!!

__Este é o carro usado por Christian Fittipaldi em 1995, seu (ótimo) ano de estréia na Indy. Na época a pintura foi uma sensação entre os brasileiros, e claro, um grande golpe de marketing. Christian era saudado pelo torcida ao entrar na pista e sempre aparecia na TV.
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Ok, ele foi muito bem (entre outros resultados, chegou em seghundo em sua primeira Indy 500!!!), mas muito dessa exposição na mídia foi causada pelo estilo da pintura, pouco convencional nos carros daquela época, e usada muito tempo depois, exaustivamente na A1 GP.
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Quanto a montagem acima, além do capacete do Senna combinar com o carro, o que mais me motivou para fazer essa combinação foi a ligação emocional entre um carro com a pintura do Brasil e um piloto que, ao vencer, comemorava segurando a bandeira do seu país.
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A adoração era tão grande que, desde o final dos anos 80, o Tema da Vitória se transformou em um tipo de ohino esportivo do Brasil. Se o Senna tivesse realmente corrida em um carro com essa pintura... seria uma comoção nacional.
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Na parte técnica, confesso que apanhei para fazer essa montagem, talvez ela não tenha ficado visualmente perfeita, mas quanto ao sentimentos envolvidos na imagem acima, realmente essa é uma COMBINAÇÃO PERFEITA.
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Um abraço,
Fernando Ringel

Leitores VIP: Separados no Nascimento


__Segundo post da série, dessa vez com Bruno Torres (leitor VIP desde o ano passado):


"Ae cara....sou eu de novo huahuhauhauhu. Dessa vez eu só tenho uma pergunta: O seu sobrenome é Williams ???hauhuahuhauihauihuihauihui

Flw
FUI
"

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Hahuahuah, gostei desse "o seu nome é Williams?", ahuahuahu, mas acho que tirando a "beleza" e o fato de eu um dia ter a minha equipe de F1, nós não temos taaaaaanto em comum, heheheheh. Só espero não ficar careca como o Frank...

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OBS: Pezzolo e Fernando De Gennaro, pensa que só vocês estão ficando famosos???? Ó, agora até eu tenho o "meu irmão gêmeo"... e não estou falando do Kubica, hein?????

Agora, a minha meta é, um dia, ter o meu perfil na Desciclopédia, hauhauhauhua.

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OBS2: Reparem no fundo da foto do Tio Frank. Não perece que ele está apresendo o Jornal Nacional????? hauhauhauhauhauhauah

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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br