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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

F1: notas sobre o GP

Nota para a corrida: 8

+ Spa é linda, veloz, histórica, mas o grande lance que a garantiu no coração de todos que realmente gostam do automobilismo é sua instablididade climática. Se não chovesse de " 5 em cinco minutos, a qualquer momento", junto com os Österreichring da vida, talvez ela tivesse sido limada da F1 há muuuuuito tempo.

+ Por essas e outras, adoro quando chove (e não estou falando isso só por causa das corridas).

+ Longe da briga pelo título, longe da briga pelas vitórias e distante até mesmo do pódio, o personagem principal deste GP da Bélgica foi Rubens Barrichello.

+ Tudo ótimo. Festa e tudo mais. O problema foi o tal (belo) capacete comemorativo. Históricamente, quando o Barrica aparece com uma pintura comemorativa, já penso "OH, OOOOOO!"

+ RESUMINDO: quando ele aparece (como sempre) sorridente, com um capacete estilizado , como diriam os clássicos jogos Grand Prix (do qual o Barrica é fã desde o primeiro da série) "Rubinho is out of the race".

É só ver que, em uma pista de gente grande como Spa, largando em um ótimo sétimo lugar, com previsão de chuva a qualquer momento, convenhamos, a corrida estava pra ele beliscar até um pódio ou quem sabe uma miraculosa vitória (na chuva o cara faz mágica, olha só Silverstone 2008). Porém... abandonou na primeira volta.

Aparentemente, ele comemora essas datas emocionalmente significativas antes mesmo da largada, e durante a corrida, acaba faltando a devida concentração. Muito da antipatia alimentada pela torcida contra o Barrica se deve a essas situações em que todo mundo acha que ele vai detonar e o negócio acaba antes mesmo de começar.

+ Falando sobre o homem Rubens Barrichello, fico feliz por vc cara! O Rubinho é dos poucos do automobilismo que sinto vontade de conversar pessoalmente, e... posso estar errado, mas ele é também um dos poucos caras do automobilismo que aceitariam um convite meu ou seu para "almoçar um cachorro quente feito alí na esquina".

Em suma, um cara muito legal que pagou muito caro por ser não ter vergonha de ser um brasileiro que tem sangue correndo nas veias.

+ Chegando ou não aos 400 GPs (o que não é tão absurdo assim se pensarmos que em 2008 Rubens estava comemorando a marca de 257 corridas na F1, além do quê, o número de GPs por temporada vem aumentando). Por isso, já estou bolando um presente (com a marca 400 GPs) para a hora em que o Barrica se aposentar, independente de atingir essa marca "inatingível"ou não.

+ No mais, não curto muito postar videos, mas pela ocasião e pelos depoimentos, abaixo uma homenagem feita pela TV Globo:



+ Quanto a corrida, Webber foi um pouquinho mais lento (uma sacanagem sem fim essa coisa de os caras que estão posicionados no traçado sempre se beneficiarem na largadas), mas Vettel (O Jogador de Fliperama) tratou de recolocar os pingos nos "is" e trazer o segundo piloto da Red Bull de volta à briga pela vitória.

+ No fim das contas Webber, sempre sensato, ainda se beneficiou da afobação do Kubica nos boxes, garantindo um segundo lugar que pode decidir o campeonato a seu favor. A importância em ser o mais regular possível se torna ainda maior nesse momento em que a briga está se afunilando entre ele (Webber) e Hamilton (um cara tão veloz, mas tão veloz que pode jogar uma vitória no lixo na última volta, por um erro qualquer).

+ Daqui em diante assumo meu lado torcedor: quero Webber campeão em 2010! Até pq se ele não vencer, com essa rixa entre o australiano Vettel e a Red Bull, (além de já estar meio "velho"), Mark tem tudo para descer ladeira a baixo na F1.

+ Sobre a avalanche de críticas em cima do Vettel, nessa ele abusou, mas não foi culpa única e exlcusiva dele. Foi o mesmo ponto onde o Barrica (repetindo, o Barrica) "encoxou" o Alonso. Alí, quando está molhado, vira sabão e na câmera on board é possível enxergar as gotas que caiam naquela parte do circuito no momento do acidente. Claro, Vettel sabendo de tudo isso melhor que eu e você, não devia ter tentado nada ali, naquela hora, mas o que pareceu a maior barbeiragem da década é mérito também de São Pedro.

+ FINALIZANDO: caso Sebastian tivesse conseguido controlar o carro e passar por fora, todos estariam chamando o alemão de gênio.

+ Quanto a Mclaren, (essa merece um tópico só para ela) enquanto o pessoal da F1 usa as férias para descansar, a eterna equipe de Ron Dennis (mesmo que distante, a alma da equipe) simplesmente voltou à vida no campeonato. Até o momento em que Vettel resolveu bancar o Alesi, Hamilton liderava com Button em segundo... e não era sorte.

+ Sem dúvida, essa é a equipe que mais me identifico. Lá tudo é ultra profissional, eficiente e belo. Está certo que deve ser muito difícil ter um patrão como Ron Dennis (Michael Andretti que o diga), mas se James Bond fosse piloto de F1, com certeza estaria na Mclaren.

+ Quanto aos seus pilotos, em condições adversas Hamilton leva uma certa vantagem em relação ao Doctor Button. Não em questão de velocidade, mas em termos de temperamento mesmo. Hamilton é mais Senna enquanto Button é mais Prost, se é que vocês me entendem.
Sendo naturalmente mais cuidados, obviamente no "chove e seca" Jenson vai com mais calma, o que se reflete no número muito menor de erros... e um pouco menos de velocidade tbm no molhado.

Por outro lado, é exatamente a "falta de juízo" que se traduz na maior popularidade de Hamilton e também em saídas de pista como a que quase tiraram o inglês da prova, quando liderava tranquilo.

+ Na Renault, o carro vem melhorando demais! Kubica é um caso à parte. Enquanto Vettel insiste em seguir o mesmo roteiro interpretado pelo Alesi (veloz porém pouco inteligente), Kubica encarna uma espécie de "Alesi que deu certo". Veloz em qualquer carro, pista ou condição climática, Clay Regazzoni se sentiria orgulhoso em ser comparado ao polonês.

+ No segundo carro, Petrov melhorou demais! Saindo do fim do grid, chegou em 9°, garantindo mais dois pontinhos para a Renault (made in Russia).

+ Na Mercedes, em uma corrida disputada sob condições adversas, em um ciruito pra lá de seletivo, Rosberg suou para chegar na frente do "Schumáchina".

+ Na boa, a fase pode não ser das melhores, mas "uma vez Schumáchina, sempre Schumáchina". Nos momentos de loteria pudemos ver lampejos do velho Schumacher.

+ Com um carro melhor, ainda aposto no Heptacampeão. Lembrando que esse W01 é muito mais um chassis Honda/Brawn que um Mercedes. Portanto, é um carro feito para o estilo mais calmo de Button e Barrichello, no qual Rosberg se adapta melhor. Quem dirigiu os Benetton da "Era Schumacher", garante que o carro era muito nervoso. Em 96 Berger disse, após algumas rodadas em seu primeiro teste na Benetton com que Schummy foi bicampeão em 95: "o carro é inguiável".

+ Então, de fato o primeiro chassis Mercedes para a F1 contemporânea será o W02 do ano que vêm. Esse sim um carro com o dedo do Schumacher. Então, se em 2011 ele continuar disputando o sétimo lugar, aí sim vou concordar com que diz que Greatest "já era".

+ Dentre as equipe melhores, ops (olha meu inconsciente falando alto), dentre as equipes MENORES (ehehe), a Lotus continua melhorando muuuuuito.

+ Heikke continua tirando o "Pé da Kova", enquanto Trulli fez seu melhor GP em 2010, apesar de uma rodada na frente de vários carros que (ARGH!) me fez prender a respiração!

+ Na Force India, Sutil continua dando uma de Kubica (KARAI!) e Liuzzy continua dando uma de Liuzzy (HAUAHUA).

+ Na Sauber, o Koba continua nos pontos, fazendo milagres com um carro sem patrocínio. Só mesmo a competência da Sauber (como sempre, uma equipe grande sem dinheiro) para beliscar até mesmo o Q1 em alguns GPs.

+ Quanto ao De La Rosa, o cara está de bode expiatório. Nâo há dinheiro na Sauber e obviamente, Pedro é o segundo piloto. Se o Kobayashi conta os grãos para fazer a feijoada, imagina o que sobra para o De La Rosa cozinhar?

+ Obviamente o resultado não é "muito gostoso", né?

+ Na Simtek, Glock não fez nada. Di Grassi quase nada.

+ IRONIC Mode ON: . Ah, o nome da equipe é Virgin.

+ Como dizia uma professora de matemática (não me lembro o nome), "a ordem do produto não altera o resultado".

+ Por último, bem íntima desta expressão, a Hispania fez sua melhor corrida em 2010.

+ MÉL DÉLZ Mode ON: Yamamoto não estava andando em último? Bruno Senna correndo em 18°?

+ No mais, a Ferrari não fez nada demais em Spa. Massa terminou em um discreto quarto lugar. Aparentemente o melhor que poderia ter feito.

+ Alonso teve a corrida toda prejudicada por erros seus, da equipe (como sempre) e até mesmo erros dos outros pilotos (Barrica, por exemplo).

+ Apesar de ter abandonado antes de completar a primeira volta, só deu Rubinho nesse GP da Bélgica, hein? Normal, o cara tem um tremendo carisma. Se eu fosse da Globo, mesmo antes da sua aposentadoria, tentaria contratá-lo como comentarista para as transmissões da F1.

O cara fala bem , é simpático, excelente piloto, famoso, além de praticamente ser uma enciclopédia viva do automobilismo. Começou em carros rústicos (anos 80), passando pelos "video games de verdade" dos anos 90 até os atuais. Em suma, Barrichello pilotou os melhores carros de corrida do planeta (F1), na época de maior ênfase técnológica da história. Isso há de valer algo após o término da sua carreira vocês não acham?


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
("SIgam-me os bons", kkk)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

PAPEL DE PAREDE: Barrica 300 (beta)

__ Aqui um extra do pacote "Barrica´s F1 300 GPs" (kkk):
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1) (meu preferido)_
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2) Versão "isso é ouro ou guaraná?" _
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3) "Versão Fluor" (hauhau)
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OBS: as imagens acima (1024 X 768) devem ser centralizadas, deixando as laterais em preto. Para ampliar, clique nos papéis de parede ou nos números que estão no canto superior esquerdo de cada wallpaper.
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Um abraço e parabéns Barrica! Faltam só 100 para os 400 GPs!!!
Fernando Ringel (eheheh)
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

PAPEL DE PAREDE: GP da Bélgica (eba!)

__Vai um wallpaper (1204 X 768)?
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A partir deste (ficou no capricho, hein?), todos os papéis de parede da F1 terão um colorido mais vivo e as bandeiras tremulando, um aspecto "mais 3D". Pq? Ora, pq os papéis de parede (de Spa até o final da temporada) foram feitos em uma noite de insônia, ou seja, são todos irmãos. Gostei tanto do resultado que o papel de parede de Budapest, que já estava pronto, foi retocado com para que ficasse com o colorido e brilho mais próximos do que vemos na imagem acima.

OBS: centralize a imagem e deixe as laterais em preto.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

PAPEL DE PAREDE: Barrica 300!

__Vai um pacote de wallpapers (1024 X 768)? Tratam-se de seis versões especiais do papel de parede do GP da Bélgica, feitas em comemoração à um piloto com sangue nas veias. Parabéns Barrica!
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1)_
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OBS: para ampliar o wallpaper, clique nos números (no canto esquerdo superior de cada imagem). Após ampliar, salve e centralize o papel de parede, deixando as laterais em preto.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Textos Clássicos do Verde (05): Parte 2

O Fernando Alonso Desconhecido - 99/2001
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Por Leandro Verde
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O desempenho de Alonso não foi suficiente para colocá-lo na Fórmula 1 em 2000, mas lhe deu uma vaga na Fórmula 3000 Internacional, na equipe Astromega, por intermédio do engenheiro da Sauber Joan Villadelprat. A equipe não era pouca porcaria: havia vencido uma corrida em Mônaco em 1999 e colocou Gonzalo Rodriguez na briga pelo título daquele ano. Seu carro, todo patrocinado pela Telefonica, teria um layout igual ao do carro da Minardi na F1. Seu companheiro de equipe era o experiente Fabrice Walfisch, com duas temporadas na categoria.

Imola foi aquela típica primeira corrida, onde Alonso largou e andou no meio do grid o tempo todo. Silverstone foi um fiasco, com Alonso não conseguindo se classificar para corrida. Uma corrida discretíssima em casa, no circuito de Barcelona, e um acidente patético com Ricardo Mauricio na primeira curva colocavam o desempenho do espanhol em cheque. Ao que tudo indicava, não passava de um piloto vaca-brava. Mônaco foi um álibi aos urubus: Alonso deixou o carro parado no grid por erro seu, mas conseguiu voltar e fez uma corrida esplêndida, realizando ultrapassagens nas ruas do principado e terminando em oitavo. Era muito rápido (naquele ano, o espanhol liderou treinos oficiais por nada menos que seis vezes, e isso sem conhecer as pistas!), mas não passava de um moleque, pensava o paddock. Além do mais, a equipe só ouvia o veterano Walfisch, ignorando o garoto inexperiente de 18 anos.
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O piloto, no entanto, não desistia. Conforme a temporada passava, Alonso aprendia inglês para se comunicar com os funcionários da Astromega, que passaram a dar cada vez mais apoio, ouvindo suas reclamações e sugestões sobre o carro. Com isso, seu desempenho melhorou consideravelmente a partir da segunda metade da temporada. Em Magnycours, Alonso largou em terceiro e vinha fazendo uma ótima atuação até a bomba de combustível quebrar. Em A1-Ring, seu desempenho foi discreto, mas sua corrida foi boa o suficiente para lhe garantir o primeiro ponto na temporada.
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Em Hockenheim, Alonso conseguiu outra boa posição, a 6ª, mas sofreu um acidente no começo da corrida. Seu primeiro grande resultado foi em Hungaroring: 3ª posição no grid de largada e um 2º lugar na corrida. Mas a corrida da sua vida, a que representaria um salto na sua carreira, viria duas semanas depois, em Spa.
A Astromega havia finalmente conseguido acertar seus dois carros e a equipe esperava ir bem, ainda mais com seu segundo piloto, o veterano belga Marc Goossens, com 5 temporadas de F3000 nas costas e conhecedor profundo de Spa. Mas Alonso estava o diabo naquele fim de semana: pole-position, com Goossens em segundo. Ainda assim, havia muitos céticos: Goossens é o piloto da Astromega neste fim de semana.
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Os céticos erraram feio. O paddock viu uma das maiores atuações de toda a história da Fórmula 3000. Sem conhecer os truques da pista mais difícil do calendário, Alonso disparou na largada e abriu distância volta após volta com relação a seu experiente companheiro. Sua pilotagem era limpa e sem erros. Após 30 voltas, Alonso ganhava sua primeira corrida na F3000, com nada menos que 15 segundos de vantagem para Goossens. E note que todos os carros da F3000 são iguais, o que aumenta ainda mais os méritos do espanhol.
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A F1 passou a prestar atenção no espanhol. Gabriele Rumi, insatisfeito com Gaston Mazzacane em um dos carros da Minardi, queria colocar Alonso na F1 já a partir de Monza. Benetton, e acredite, a Ferrari apareceram interessadas no passe do jovem piloto. Naquele mesmo fim de semana de Spa, Alonso assinou um contrato com Flavio Briatore: o espanhol passava a ser piloto do Briatore e poderia vir a correr pela Benetton (que viria a ser Renault) no futuro. No fim das contas, Alonso passou longe do título, que ficou com Bruno Junqueira, mas o 4º lugar no campeonato (17 pontos) valeu muito mais do que o título de Junqueira e o vice de Nicolas Minassian. Ao contrário destes dois últimos, que tiveram de ir pra CART, Alonso estava perto de estrear na F1 em 2001.

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Na foto acima vemos Alonso entre gabriele Rumi e Giancarlo Minardi comemorando os 250 GPs da equipe na F1. Monza/2000.
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BASTIDORES DO POST:
Não sei se foi de propósito ou se foi erro de digitação, mas no trecho em que o Verde contava sobre o difícil começo de Alonso na F3000, no texto original, estava escrito:

" O piloto, no entanto, ANÃO desistia.".

Como se sabe o Alonso é baixinho mesmo, eheheheeh. De propósito ou não fica registrado o causo.
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Amanhã postaremos a sequência de mais um dos "Textos Clássicos do Verde", será retratada a primeira, e precária, temporada de Alonso na F1.
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Fernando Ringel

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O Acidente Fatal de Stefan Bellof, foto a foto

Esse triste capítulo dos anos 80 aconteceu em 01/09/1985, em Spa Francoschamps.
Muito se fala sobre o excesso de agressividade de Bellof ou sobre a possível culpa do veterano Jacky Ickx no acidente que vitimou o jovem alemão.
Existe o video onboard do carro de Ickx que pouco explica sobre o acidente, mas a verdade é que muito antes da disputa dos 1000 Km de Spa Francochamps de 1985, Ickx e Bellof mal se falavam.
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Os dois tinham sido pilotos da Porshe no Campeonato Mundial de Marcas, no inesquecivel Grupo C, em 84. Bellof estava dando o que falar e o veterano Jacky Ickx exigiu para si toda a atenção da montadora.
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Bellof, apesar das boas atuações na F1 e nos protótipos, não teve como lutar contra o prestigio de Ickx e decidiu abandonar a Porshe.
Em 85, o alemão pilotou um Porshe privado, da equipe do suiço Walter Brun, futuro dono da EuroBrun, equipe reject da F1.
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Nos treinos para os 1000 Km de Spa, Ickx disputava os primeiros lugares do grid com seu Porshe oficial de fábrica enquanto Bellof se classificou em 22º.
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Na corrida, o alemão, com a faca nos dentes, alcançou a segunda posição, exatamente atrás de "muy amigo" Jacky Ickx... e foi nessa guerra de nervos que os dois chegaram juntos na Source. Bellof tracionou melhor na saída da curva, pegou o vácuo e se preparou para passar o maior piloto belga, na principal pista da Bélgica... na Eau Rouge.


Ickx não desacelerou...
... e, por causa de uma rixa pessoal, o automobilismo, em especial a F1, perdeu Stefan Bellof, um piloto tido como brilhante muito antes da sua morte._
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Fernando Ringel

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Olha Só esse Video!!!!! (09)


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Mais uma ultrapassagem tipica do Sr Jean Alesi
http://www.youtube.com/watch?v=Qoe031ixTsg


...e um ano depois "uma das mais belas ultrapassagens de todos os tempos"

Qual a diferença entre as duas?

Bom, a diferença é que em 2000 Hakkinen soube tirar proveito quando Schumacher foi atrapalhado pelo Zonta, que como retardatário tirou o pé para os dois passar. Já em 1999, além de estar em maior velocidade, Alesi estava brigando por posição com Barrichello e Fisichella, e passou por fora... na marra.
ESSA É A DIFERANÇA, esse video é um clássico e, em termos de controle do carro, Alesi é um gênio underground.
Fernando Ringel

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Olha Só Essa Foto!!!: (07)

(Clique na imagem para ampliar)


Spa em dois tempos: na foto acima a Eau Rouge durante o inverno belga, coberta de neve e logo abaixo Mansell, em 1990, se prepara para fazer a curva mais tradicional da F1.



Fernando Ringel