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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

VEL MAX Games: o que é, o que é?

__Amarelo com detalhes em vermelho, piloto europeu, equipe de um ex-piloto (reject), não é a Jordan e também não é F1?
_ RESPOSTA: o Dallara usado (com a pintura da segunda metade do campeonato deste ano) pelo belga Bertrand Baguette da Conquest Racing. Equipe do ex-Indy Reject, Eric Bachelart.

OBS: já há algumas corridas assisti a Indy pensando comigo, "mas aquele carro amarelo e vermelho parece um da F1... mas qual?"

OBS2: além do VEL MAX Games (basicamente uma "EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE + ou - interativa"), em breve, mais estréias por aqui.
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br
@FernandoRingel ("Sigam-me os bons", kkk)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A Fórmula da Velocidade: Williams³ = ?

A) SANTO ANTÔNIO: primeiro carro da parceria entre a escuderia inglesa e a montadora alemã, a Williams FW 22, carro em que Jenson Button estreou (muito bem) na F1, tinha o Santo Antônio totalmente branco.
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Na época, Nelson Piquet comentou em sua coluna na revista Racing, o quanto esse modelo lembrava a Brabham BT52 BMW, carro em que o próprio Nelsão conquistou seu segundo título na F1.
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B) COCKPIT: a principal contribuição da Williams FW 23 está na parte frontal, no cockpit branco e obviamente no nariz... praticamente idêntico ao usado por todos modelos da BMW.
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De maneira mais discreta, a pintura das laterais tinham um desenho meio "quadrado", digamos um ancestral do que viria a ser usado pela montadora alemã como equipe oficial de F1.
Quanto as cores, essa Williams poderia perfeitamente ser confundida como um modelo feito pela BMW.
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C) LATERAIS: qualquer uma das Williams Rothmans (1994 a 1997), com algumas mínimas variações, tinha o azul predominando nas laterais, acompanhada por frisos dourados e vermelhos.

O desenho era levemente arredondado. A medida que se aproximava da parte traseira do carro, o azul suavemente perdia espaço para o branco.

Na BMW, só faltou o friso dourado porque o vemelho, branco e azul estavam, lá. Tudo muito parecido com as clássicas Williams Rothmans.
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__Descritas as "contribuições" de cada Williams, talvez você diga, "peraí, a BMW usa essa mesma pintura em qualquer categoria". Verdade, até no mundial de motociclismo a pintura é igual as dos carros usados por Heidfeld e Kubica... e essa é uma tradição. Mesmo na F1, as equipes que corriam com motores BMW oficias, tinham suas pinturas adaptadas ao azul escuro branco e vermelho da montadora alemã.
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Provavelmente o maior exemplo disso é a Brabham. Como você já deve ter percebido, as cores oficiais da antiga equipe de Bernie Ecclestone eram preto e branco. Com os motores (pq não dizer canhões???) da BMW, em 83 a Brabham era azul escuro e branco. Isso explica a semelhança entre as Williams e a BMW Sauber... com um acréscimo muito importate: na Williams do início desta década, os laços entre a montadora alemã e a Williams eram muito mais estreitos que entre BMW e Brabham.

É verdade que a equipe do tio Frank, sempre que possível, usou azul e branco em seus carros, mas com a excessão das Williams Rothmans, as FW 22 e 23 tinham aquele visual porque a alma do projeto era a BMW... que só saiu da equipe, porque o Tio Frank não quis vender o time para a montadora alemã.
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Por essas e outras, a pintura utilizada pela BMW Sauber entre 2006 e 2009 é apenas a evolução natural do layout usado nos tempos em que a montadora fornecia motores para a Williams.
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Dito isso, volto a perguntar: "com quantas WILLIAMS se faz uma BMW?"
Na F1 dos anos 2000, a resposta certa é...Williams³ = BMW Sauber

Se você quiser a conta real, anote aí:

3 x Williams = BMW Sauber

OBS: Talvez a pegunta não seja exatamente essa, mas que essa FÓRMULA DA VELOCIDADE, "Williams Rothmans + Williams Compaq = BMW Sauber" faz sentido, isso faz.
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OBS2: Está é apenas uma prévia do que você vai curtir aqui no VEL MAX semana que vem: O Dossiê Bávaro. AGUARDE!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

A Fórmula da Velocidade: Williams³

__Duelo entre os carros do Tio Frank? Williams Rothmans versus Williams Compaq??
Amanhã posto a resposta.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

TEXTO:

__UFA, chegamos a penultima parte deste dossiê! Neste post, Pedro Ivo analisa os pilotos que dirigiram os carros japoneses na última fase da equipe.
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As montagens ficam a cargo de um tal de Fernando Ringel.

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______2005 a 2009: os pilotos


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Ricardo Zonta: O outro brasileiro, que ficou com eterna fama de test-driver (ainda que desse um calor em seus companheiros de equipe freqüentemente), Zonta teve um longo relacionamento testando os bólidos japoneses, e com um TF106 estabeleceu o recorde de tempo no circuito de Laguna Seca, num vídeo que é bastante visto no youtube. No caso dele, ele sequer chegou a ter oportunidade de correr de fato pela Toyota, pois nas raras vezes que pôde fazê-lo, sempre era substituindo algum piloto acidentado. Sem contar que os anos afastados fizeram com que ele perdesse também. um pouco o ritmo de corrida necessário na F1.

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Ralf Schumacher: Sabe o ditado “cão que ladra não morde”? Então, se encaixa como uma luva pra Schumaquinho. O piloto já saiu da Williams mal-quisto, por pedir um aumento salarial no começo de 2004 sem mostrar resultados pra isso. Foi pra a Toyota e conseguiu alguns resultados até, mas pouco comparado à pompa que ele sempre colocava. Nas temporadas que ele correu haviam pilotos melhores que, no lugar dele, poderiam ter feito mais coisas com o carro que ele possuía.

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Jarno Trulli: O italiano é um piloto de “fases”, em algumas corridas dá uns lampejos de genialidade, tirando leite de pedra e colocando os carros na primeira fila. E fez isso por vezes com a Toyota. Mas, do mesmo jeito que dá esses lampejos, se apaga na mesma velocidade, se tornando apático na corrida, ficando fora da zona de pontuação, batendo ou quebrando. No geral não é um piloto ruim, mas faltava a ele o “algo mais” que a Toyota precisava pra prosperar.

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Timo Glock: O jovem alemão não era exatamente um piloto regular. Mas, pela sua pouca experiência, não dá pra reclamar, assim como seu desempenho em chuva, que pode muito bem melhorar com o tempo. No entanto, a crítica a Glock fica pelo fato de ele ser um piloto relativamente oportunista, do tipo que se aproveita mais dos pits pra realizar ultrapassagens que das disputas propriamente em pista. Em 2009 se redimiu e por algumas vezes lutou. Soube administrar bem corridas e conseguiu alguns pódios e corriqueiramente chegou na zona de pontuação. No geral um piloto com bom potencial, que, caso o time se mantivesse pra 2010, poderia evoluir bem.

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Kamui Kobayashi: O japonês (único “filho pátrio” no time de mesma nacionalidade), pasme, foi em duas corridas melhor que muitos dos pilotos que passaram pelo time. “Filho” da Toyota, que administrou toda sua carreira desde as fórmulas menores, mostrou sua gratidão com disputas de extrema garra e sagacidade, que chamaram a atenção do circo e do mundo todo. Tudo isso, repito, em apenas duas corridas. Koba pode surpreender. E o melhor, pode ser que não demore.

No final das contas, vemos que a equipe tinha potencial, mas que não soube administrar os problemas. As duas sedes (Alemanha e Japão) não se afinavam bem, e com isso não tinha como haver uma troca de informações ideal. Os resultados nos nove anos nunca corresponderam aos investimentos que a fábrica fez no time, pois nesse tempo a Toyota conseguiu muito menos que, comparativamente, a BMW Sauber conseguiu em quatro temporadas.

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Os pilotos nem sempre foram os melhores, prova disso é que Trulli e Schumacher – os mais longevos na escuderia – poderiam ser substituídos por outros no circo que certamente renderiam melhor e trariam resultados mais interessantes num prazo mais curto. E outros pilotos que podiam ter mostrado melhor seu potencial foram demitidos antes, como Da Matta, ou viram a escuderia fechar as portas antes de darem mais de si (ou até o melhor de si), como Glock e Kobayashi. Até mesmo a pintura, como foi dito acima, ajudou a escuderia a manter uma falta de identidade, mudando todo ano, mas com mudanças que pouca gente comentava ou prestava atenção. E prova disso é que seu primeiro modelo (TF101), logo o que nunca correu, é considerado o mais bonito não só por mim e pelo Fernando, como por muitas outras pessoas.

Por tudo isso, e por muitas outras razões que só quem esteve dentro do time nesses anos poderia dizer, a maior empreitada nipônica da história da Fórmula 1 não deu certo. Pra alguns, já foi tarde. Pra outros (como eu), uma pena.

No mais, descanse em paz, Toyota...

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Pensa que acabou? Nos próximos dias postarei alguns extras sobre a Toyota na F1. Análises e recortes de revistas, além da estréia de uma velha idéia. AGUARDE!!!
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Um abraço,
Fernando Ringel

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

TEXTO: O Dossiê Nipônico

__Dando sequência a essa nova série do VEL MAX, na segunda parte deste dossiê sobre a passagem da montadora japonesa pela F1, Pedro Ivo fala sobre a última fase da equipe.

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____________2005 a 2009: as temporadas e os carros

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__2005: De todas as temporadas que Mike Gascyone esteve à frente dos projetos, esse foi o ano que ele mais acertou a mão. A dupla de pilotos sofreu sua terceira mudança em menos de quatro temporadas, sendo agora composta por Trulli e Ralf Schumacher, que saiu da Williams. Foram 88 pontos e um 4º lugar nos construtores. Nessa temporada vieram os primeiros pódios também, com três terceiros lugares, sendo um de Trulli na Espanha e dois de Schumacher, na Hungria e na China Trulli superou Schumacher nesse ano ainda com dois segundos lugares, na Malásia e no Barein. Ainda nesse ano Schumacher sofreria um acidente em Indianápolis e Zonta o substituiria novamente, sem, contudo, completar a corrida. De todas as nove temporadas da equipe, essa foi incontestavelmente a melhor. Mas o investimento continuava não compensando. Basta dizer que ela gastou mais do dobro da Renault (campeã nesse ano), e, enquanto que os franceses foram campeões, os japas não passaram do 4º posto.

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__2006: Várias mudanças. Esse foi o último ano de Mike Gascyone e o primeiro equipada com os pneus japoneses da Bridgestone (nos cinco anos anteriores era Michelin) e com um propulsor V8, agora obrigatório pra todas as equipes. O ano teve um pódio solitário, com Schumacher no GP da Austrália. Nesse ano a situação começava a complicar para o time, e começaram a sair os primeiros boatos da saída da Fórmula 1. A pintura mudou pouco nas temporadas anteriores, e isso ajudava a manter o tom de mesmice, com o – a princípio bonito, mas depois cansativo – padrão “opa, derrubei um balde de tinta vermelha no carro”. O resultado foi inferior ao do ano passado, com 35 pontos e um sexto lugar nos construtores. Trulli e Schumacher ainda pontuavam regularmente, mas menos do que se podia esperar de um time com o calibre da maior vendedora de automóveis do mundo.

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__2007: 50 anos de competições a comemorar, um modelo novo, novos projetistas, staff técnico e... Menos pontos que o ano anterior (13, ainda que tenham ficado no mesmo 6º lugar do ano anterior). Afinal o que estava acontecendo com os japoneses? Por vezes a dupla de pilotos atingia a zona de pontuação. Mas desde 2005 foi o primeiro ano que não houve um pódio sequer. Com isso os boatos da saída da montadora aumentaram novamente, ainda mais depois de um desempenho pífio logo no ano de seu cinqüentenário nas competições...

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__2008: Mais uma mudança de pilotos. Sai Ralf Schumacher e entra Timo Glock, campeão da GP2 e também alemão, além de ex-piloto reserva da BMW Sauber. Em comparação a 2007 foi um ano bem melhor, com dois pódios (Trulli em 3º na França, e Glock em 2º na Hungria), 56 pontos e um quinto lugar nos construtores. Glock ainda conseguiu alguns pontos, o que indicou que o TF108 não era um carro tão mal-nascido. Só continuava carecendo do mesmo problema de todos os outros anos: muito investimento pra resultados no máximo medianos.

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__2009: O ano do “canto do cisne”: 59,5 pontos (o meio ponto se deve às pontuações fracionadas pelo dilúvio da malásia, onde a corrida foi encerrada com menos de 75% da distância total do GP percorrida) e novamente um 5º nos construtores. O início de ano indicou que dessa vez ia, que a Toyota brigaria pela ponta nos construtores e pilotos, e o TF109 parecia ser um carro bem-nascido e executado. Porém, depois do GP do Barein a coisa começou a desandar novamente. E, no finalzinho da temporada vieram os dois últimos pódios do time: dois segundos lugares, um com Trulli no Japão e Glock em Cingapura. Nesse mesmo ano Glock se machucou no GP do Japão e o test-driver Kamui Kobayashi, que marcou seus primeiros pontos no GP dos Emirados Árabes Unidos, em Abu Dhabi. A grande esperança de melhora surgiu num boato que a montadora planejava colocar Kimi Raikkonen num de seus carros pra 2010, mesmo sem o boato se concretizar. Mas antes disso a Panasonic Toyota F1 Racing fechou suas portas...

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__Na terceira parte do DOSSIÊ TOYOTA, Pedro Ivo disseca ano a ano, a passagem de todos os pilotos que guiaram pela equipe em corridas oficiais na F1. Não perca!
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Um abraço,
Fernando Ringel

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

TEXTO: O Dossiê Nipônico


__Já, já posto a segunta parte!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

COMBINAÇÃO PERFEITA:

__Na foto original Al Unser, pai da Al Unser Jr, liderava pela última vez as 500 Milhas de Indianápolis. No fim, Al Unser Sr (como passou a ser chamado após a estréia do filho em 83), marcou seu último ponto.

Era o fim de uma era: Rick Mears estava recém aposentado, Al Unser estava indo pelo mesmo caminho, Mario Andretti se aposentaria ano depois...

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A foto acima é ainda mais emblemática por ser a última Indy 500 da Chevrolet como fornecedora de motores para a Indy.

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A Honda anunciou sua entrada na categoria em 1994 e alguns dias depois (setembro de 1993), a GM comunicou sua saída. Só para relembrar, os motores da Chevrolet eram fabricados pela Ilmor, sendo que 25% de suas ações pertenciam a General Motors. Os outros 75% eram divididos entre Mario Illien e Paul Morgan (fundadores da empresa) e uma raposa chamada Roger Penske.

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Como a GM pagava o desenvolvimento dos motores, o nome e o logo da Chevrolet eram colocados na tampa dos propulsores... construídos pela Ilmor.

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Para se ter uma noção de como foi uma perda muito sentida pela categoria, entre 88 e 93 a Chevrolet conquistou seis vitórias consecutivas na Indy 500 além de cinco campeonatos entre 88 e 92!!!

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Pensa que as despedidas pararam por aí? Um ano depois Mansell voltou para a F1 e quem também foi embora foram os motores Buick, com seu V6, potente como um canhão e tão resistente quanto um algodão doce...

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A própria equipe de Al Unser em 93, a King Racing fechou na pré temporada de 1995, quando Arie Luyendyk já estava de contrato assinado e tudo (olha outro piloto famoso indo embora)...

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Por fim, a cisão entre a CART e Tony George levou da categoria Indianápolis e (entre outras equipes) uma das mais simpáticas do grid, a MENARDS..

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De repente a Indy ficou sem algumas das principais "cerejas do bolo", virou CART e... isso a gente comenta em outro post, sempre por aqui, em VELOCIDADE MÁXIMA TOTAL!

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OBS: Apesar da saída da Chevrolet, algum tempo depois a Ilmor voltou para a categoria, dessa vez atrás dos motores Mercedes.

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OBS2: O nome Illmor se deve a uma junção dos sobrenomes de Mario Illien e Paul Morgan: ILLien + MORgan = ILLMOR

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OBS3: Ralf na Menards, disputando a Indy 500 de 93?????? Sou só eu ou parece que o capacete do "Schumaquinho" e esse carro foram feitos um para o outro?

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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: Vermelho, branco ... FUI!

__ Zakspeed? A "Ferrari pobre" (construiam tudo no carro), veio prateada (prometendo muito), se vestiu de vermelho e branco e... adeus!

A Dallara, essa sim uma genuina "Ferrari do Paraguai" (italiana, vermelha e construtora de chassis para várias categorias, atalmente com força total na Indy), veio, conseguiu vários pontinhos, alguns pódios... e quando deixou de ser vermelha, 1993, caiu tanto que acabou sendo incorporada pela Minardi. (sentiu o drama? "acabou incorporada pela Minardi...")

Toyota: muito dinheiro + nenhum carisma + carros fracos e motores bons = cemitério de boas carreiras como as de Mika Salo, Panis, Mcnish, Da Matta, Ralf Schumacher, Zonta (eterno piloto reserva, apesar de sempre dar um calor nos titulares) e por que não dizer, Jarno Trulli.

Por isso digo, nesses casos, A FÓRMULA DA VELOCIDADE é: vermelho + branco = fui!

OBS: post nascido da retrospectiva (analítica) que o Pedro Ivo está escrevendo sobre a trajetória da Toyota e da BMW na F1, e que logo você lerá aqui no VEL MAX.
No caso, tanto para mim quanto para o Pedro, a pintura do TF101 é bem mais bonita, muito mais marcante que, a "ops, derrubei uma lata de tinta vermelha aqui", tradicionalmente usada pela Toyota, ehehhe... sem falar que a pintura lembra parece uma mistura oriental entre as laterias e o cockpit do Zakspeed 841 + o Santo Antônio do Dallara BMS-191.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Coisas Estranhas que Você Só Vê Aqui (38)

Ralf Schumacher, F3000 Japonesa.

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Putz, essa foto me lembra aquela novela, "Beth, A Feia".


Fernando Ringel

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Olha Só Essa Foto!!! (08)

Ralf Schumacher com sua Williams, em um evento promocional da BMW, pouco antes dos primeiros treinos oficiais para o GP Indianápolis, 2004.
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Fernando Ringel