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segunda-feira, 1 de março de 2010

A Fórmula da Velocidade: Black Penske, a conta real

__Está aí uma formula alternativa para se chegar ao mesmo resultado, a nova Penske preta. Como podemos ver na tabela periódica (lembra das aulas de química?), apenas uma letra pode mudar completamente o teor de uma fórmula, como é o caso desta EVOLUÇÃO DA VELOCIDADE. Nesta conta real, trocamos um componente: ao invés de VALVOLINE, HAVOLINE.

Muito parecidas tanto na escrita de seus nomes quanto nas pinturas dos carros que patrocinaram, as duas são produtos concorrentes. Enquanto a Valvoline é apenas mais uma das inúmeras marcas da gigante Cummins (incrível como eles fazem de tudo um pouco), a Havoline foi um carros chefes da petrolífera Texaco por muitos anos.

Para se ter uma idéa da semelhança entre a publicidade das duas marcas (pq não dizer marketing agressivo?), na primeira foto vemos o Lola Havoline usado por Mario Andretti em 1989, praticamente idêntico ao Valvoline pilotado por Al Unser Jr naquele mesmo ano. Assim como seus nomes, as pinturas tinham praticamente o mesmo desenho: onde era azul no carro da Galles, ficou preto no da Newman Haas. Cockpit branco nos dois e uma única diferença... na parte de cima do bico, Andretti tinha um adesivo azul claro. Parece até um tipo de sinalização para não ser confundido, hábito comum na F1 quando dois pilotos tem carros e capacetes muito parecidos.

Na segunda foto desta EVOLUÇÃO, a principal contribuição do Lola usado por Michael, Mario Andretti e Nigel Mansell está no branco, desde a ponta do aerofolio dianteiro até a base do aerofólio traseiro. O que o Lola de 89 tinha de "timidez" quanto ao branco, a pintura da Newman Haas usada entre 90 e 95 tinha de abusada.

Por último, somadas os dois Newman Haas, obtemos a Penske deste ano. Preto nas laterais, salpicado de pequenos adesivos em vermelho, porém nem branco de menos como o Lola 89, nem "branquelo demais" como o carro campeão com Mansell.


Problema resolvido, né? Newman Haas Lola² + "Era Andretti" = Penske 2010

Tudo aparentemente ok, mas fica a pergunta: Penske sem Marlboro??? Tio Roger Penske já correu sob o patrocinio da própria Valvoline, Penzoil, mas... como escrevi nas PRINCIPAIS MANCHETES DA SEMANA, será que é só o carro ou a situação ($$$) também está preta???


Um abraço,
Fernando Ringel,
feringel@yahoo.com.br

A Fórmula da Velocidade: ?³ = Penske Preta?

__Agora sim! Tudo deriva do cockpit branco envolto pelo azul da Valvoline. O friso vermelho aparece discretamente apenas no final da pintura branca, ainda ano meio do chassis.

Na segunda foto, note que o branco vai do bico até a base do aerofólio traseiro, “escoltado” por um friso vermelho bem mais vistoso,. O desenho flui de maneira bem mais suave que as linhas rígidas da pintura usada no carro da Galles.

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Sinceramente, acredito que o Lola Newman Haas poderia ser a segunda peça nesse quebra cabeças, mas como estéticamente fica mais harmônico dois carros azuis e brancos juntos, ao lado de dois carros brancos e pretos, vamos deixar as coisas como estão... até porque esse é mais um caso onde "A ORDEM DOS FATORES NÃO ALTERA O RESULTADO": o conjunto da campeã de 1993 é quase um ancestral da nova Penske preta. A partir daqui, bye bye azul escuro, o preto predomina nas laterais e os detalhes vermelhos estão espalhados por todos os lados. Great!

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Na última foto, fica a pergunta: essa é a Penske preta ou seria esta a Lola Havoline Newman Haas versão 2010?

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OBS: Pensa que acabou? Como fazer uma Penske preta sem Galles Valvoline e Bettenhausen Alumax??? Amanhã tem a fórmula da conta real. AGUARDE!

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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A Fórmula da Velocidade: Williams³ = ?

A) SANTO ANTÔNIO: primeiro carro da parceria entre a escuderia inglesa e a montadora alemã, a Williams FW 22, carro em que Jenson Button estreou (muito bem) na F1, tinha o Santo Antônio totalmente branco.
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Na época, Nelson Piquet comentou em sua coluna na revista Racing, o quanto esse modelo lembrava a Brabham BT52 BMW, carro em que o próprio Nelsão conquistou seu segundo título na F1.
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B) COCKPIT: a principal contribuição da Williams FW 23 está na parte frontal, no cockpit branco e obviamente no nariz... praticamente idêntico ao usado por todos modelos da BMW.
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De maneira mais discreta, a pintura das laterais tinham um desenho meio "quadrado", digamos um ancestral do que viria a ser usado pela montadora alemã como equipe oficial de F1.
Quanto as cores, essa Williams poderia perfeitamente ser confundida como um modelo feito pela BMW.
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C) LATERAIS: qualquer uma das Williams Rothmans (1994 a 1997), com algumas mínimas variações, tinha o azul predominando nas laterais, acompanhada por frisos dourados e vermelhos.

O desenho era levemente arredondado. A medida que se aproximava da parte traseira do carro, o azul suavemente perdia espaço para o branco.

Na BMW, só faltou o friso dourado porque o vemelho, branco e azul estavam, lá. Tudo muito parecido com as clássicas Williams Rothmans.
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__Descritas as "contribuições" de cada Williams, talvez você diga, "peraí, a BMW usa essa mesma pintura em qualquer categoria". Verdade, até no mundial de motociclismo a pintura é igual as dos carros usados por Heidfeld e Kubica... e essa é uma tradição. Mesmo na F1, as equipes que corriam com motores BMW oficias, tinham suas pinturas adaptadas ao azul escuro branco e vermelho da montadora alemã.
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Provavelmente o maior exemplo disso é a Brabham. Como você já deve ter percebido, as cores oficiais da antiga equipe de Bernie Ecclestone eram preto e branco. Com os motores (pq não dizer canhões???) da BMW, em 83 a Brabham era azul escuro e branco. Isso explica a semelhança entre as Williams e a BMW Sauber... com um acréscimo muito importate: na Williams do início desta década, os laços entre a montadora alemã e a Williams eram muito mais estreitos que entre BMW e Brabham.

É verdade que a equipe do tio Frank, sempre que possível, usou azul e branco em seus carros, mas com a excessão das Williams Rothmans, as FW 22 e 23 tinham aquele visual porque a alma do projeto era a BMW... que só saiu da equipe, porque o Tio Frank não quis vender o time para a montadora alemã.
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Por essas e outras, a pintura utilizada pela BMW Sauber entre 2006 e 2009 é apenas a evolução natural do layout usado nos tempos em que a montadora fornecia motores para a Williams.
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Dito isso, volto a perguntar: "com quantas WILLIAMS se faz uma BMW?"
Na F1 dos anos 2000, a resposta certa é...Williams³ = BMW Sauber

Se você quiser a conta real, anote aí:

3 x Williams = BMW Sauber

OBS: Talvez a pegunta não seja exatamente essa, mas que essa FÓRMULA DA VELOCIDADE, "Williams Rothmans + Williams Compaq = BMW Sauber" faz sentido, isso faz.
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OBS2: Está é apenas uma prévia do que você vai curtir aqui no VEL MAX semana que vem: O Dossiê Bávaro. AGUARDE!
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

A Fórmula da Velocidade: Williams³

__Duelo entre os carros do Tio Frank? Williams Rothmans versus Williams Compaq??
Amanhã posto a resposta.


Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A FÓRMULA DA VELOCIDADE: "amarelado pelo tempo..."

__Em 2005 uma grande idéia ganhava vida. Seu nome? Grand Prix Master, categoria formada apenas por ex-pilotos de F1 que tenham disputado pelo menos duas temporadas completas na categoria.

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O chassis (robusto e bem bonitinho) foi feito pela Delta Motorsport, empresa que atualmente fabrica os chassis usados pela Superleague Formula. Segundo a própria Delta, o chassis foi uma evolução (uma cópia, né?) do belíssimo Reynard usado na Indy em 2000, Reynard AKi para os íntimos (rsrsrs).

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Apesar de ser uma chance de ver nomes como Emerson Fittipaldi, Nigel Mansell e Alain Prost correndo juntos, a categoria faliu.

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Pouco antes disso, existiam conversas de que finalmente Piquet e Prost entrariam na GP Master. Outros como Damon Hill, Johnny Herbert e Jean Alesi estariam apenas esperando completar 45 anos, idade mínima na categoria, para estrear.

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Tudo muito legal, fora das pistas. Tirando um pega entre Fititpaldi e Mansell no Kyalami as (poucas) corridas foram meio monótonas... sem falar nas arquibancadas meio vazias.

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A coisa foi meio devagar, embora com boas perspectivas para o futuro, quando... no final de 2007 a Delta Motorsport entrou na justiça por não receber a quantia combinada pelos 15 chassis fabricados! A empresa ganhou a causa e acabou com a minhas esperanças de ver o Alesi correndo junto com Arnoux, Mansell, Fittipaldi, Alan Jones...

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No início de 2008, a Delta Motorsport anunciou a intenção de reavivar a categoria, dessa vez sob o nome F1 Master (convenhamos, um nome mais adequado, né?), projeto que até hoje não saiu do papel, para a tristeza deste que vos escreve... (sniff, sniff, sniff)

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OBS: em geral os pilotos gostaram muito dos carros, nas palavras de Fittipaldi, "um carro divertido de guiar, pouca aderência e muita potência".

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OBS2: você deve estar pensando, "mas o que a Benetton de 91 tem a ver com a GP Master?" Bom, geralmente quando estou procurando uma determinada foto, acabo encontrando outras e daí nascem posts que não estavam nos planos, como esse por exemplo.

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Quando vi a foto do Eric Van De Poele na GP Master, instantaneamente lembrei da primeira foto dessa FÓRMULA DA VELOCIDADE, Moreno na B191. Como os dois carros são amarelos, e o chassis Delta Motorsport nasceu do Reynard usado na Indy em 2000, claro, para tornar a comparação mais nítida, escolhi um Reynard AKi amarelo, no caso o PPI do espanhol Oriol Servia.

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OBS3: Só por curiosidade, pensei que estava fazendo uma EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE (a Benetton e o Delta são praticamente iguais, né?), e enquanto escrevia esse texto, a EVOLUÇÃO "evoluiu" para o que chamo de A FÓRMULA DA VELOCIDADE, ehehe.

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Um abraço,

Fernando Ringel

feringel@yahoo.com.br

sábado, 14 de novembro de 2009

A Fórmula da Velocidade: "Bigode de leite"

__Por que essa FORMULA DA VELOCIDADE se chama "bigode de leite? Quando vi a foto do Theissen no album do amigo Ronyl Silas, na hora pensei que o o dirigente da BMW estivesse usando capacete de bombeiro ou aquiele tipo de roupa que se usa para tirar leite. TCHARÃÃÂÂ, na hora lembrei do logo da Batavo.
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Mesmo assim, achei que ainda não dava para fazer uma EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE e a idéia acabou indo para o meu caderno (onde muitos posts ficam por muito tempo até aparecer aqui no VEL MAX).
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Nesse meio tempo tive a idéia dessa nova série, A FÓRMLA DA VELOCIDADE, uma evolução da, er, EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE onde a foto e o logo me pareceram mais adquados.
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Enquanto isso, Theissen e o logo da Batavo continuavam anotados no meu caderno até que ontém, liguei a TV e estava passando o desenho animado do Chaves. Vi o bigodão do Seu Madruga, na hora lembrei da foto do Theissen e pensei, "o logo da Batavo tem as cores azul e branco (cores da BMW) mais a ligação com o leite e o seu Madruga, o bigode..." PLIM, finalmente o post "nasceu".
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Um abraço,
Fernando Ringel
feringel@yahoo.com.br